15/10/07

«A felicidade invadiu o meu sorriso»

Olá! Eu sou a Sara e este ano, durante o mês de Agosto, fiz uma experiência de Voluntariado em Malange (Angola).

Durante todo o ano de preparação, antes da viagem, que participei numa formação com a F.E.C. e numa mais orientada para o projecto que iria desenvolver. Esta última fi-la com as Irmãs de S. José de Cluny, uma vez que foi agregada a elas que eu fui para o Malange.
Formámos um grupo de seis voluntários com idades compreendidas entre os 17 e os 27 anos.
No dia da partida, a felicidade invadiu o meu sorriso, porque enquanto a minha mãe chorava eu ria. Era um riso diferente que eu não consigo descrever.
Chegada a Malange deparei-me com a destruição causada pela guerra. Crianças que brincavam no lixo. O que mais me tocou foi o calor e a alegria daqueles que parecendo que não nada tinham, transportam, a meu ver, o maior tesouro.
Durante todo o mês de Agosto que trabalhei a nível de formação de professores, dei aulas a meninos do 2.º ano e pude ainda estar com um grupo de meninas que morava na casa onde fiquei, ajudando-as a superação acontecimentos que precederam a nossa ida.
Agora que pude pensar em tudo o que vivi e senti, posso afirmar que quero muito voltar para junto daquele povo.
Em partilha com uma amiga disse-lhe: "Senti-me parte dali ".
Entrei agora em Ciências da Educação na Faculdade de Coimbra, pretendendo, então, finalizar o curso para dentro dessa área desenvolver um projecto para mais tarde poder aplicar em terras africanas.
Agosto foi só o primeiro contacto, no futuro QUERO empenhar durante mais tempo :)
Sara, 18 anos

13/10/07

Voluntariado Jovem em Leiria

LeiriaCAES - Centro de Apoio ao Ensino Superior

Acções LoCAES - Grupo de Voluntariado do CAES

R. João da Nova, 2
2400-165 Leiria
Tel. 244 831 858 (17-24h)

ATACA renovada!





A ATACA já publicou a sua nova página na Internet, com informações actualizadas dos seus projectos em curso e dos projectos a serem lançados. A estrutura no essencial mantém-se, sofrendo apenas alterações nas secções da agenda e das notícias, que aparecem agora na página inicial.

[Alguns segmentos da página foram construídos em linguagem Java, sendo necessário para a correcta visualização a instalação da “máquina virtual Java” (clique aqui para instalar).]

Autarquia vai criar banco de voluntariado que dará prioridade aos idosos

A Câmara de Castro Daire está a desafiar os munícipes a integrarem um banco local de voluntariado, que deverá ser mais vocacionado para a terceira idade, atendendo ao isolamento em que vivem muitos dos idosos do concelho. No distrito de Viseu não existe ainda qualquer banco local de voluntariado, esperando a autarquia de Castro Daire ter o seu a funcionar até ao final do ano, disse à Agência Lusa o vice-presidente da autarquia, António Giroto.
“Os voluntários podem ajudar em várias áreas, como o património, a acção social, a saúde, a educação ou a cultura. Mas penso que, em Castro Daire, deveríamos dar prioridade aos idosos”, afirmou. Isto porque, justificou António Giroto, se trata “de um concelho com uma faixa de idosos considerável”, muitos deles a viverem sozinhos nas 200 aldeias, fortemente desertificadas. “Queremos ser um elo de transmissão entre as suas dificuldades e as ofertas que nos fizerem”, sublinhou.
Responsável pelo pelouro da acção social, o vice-presidente da autarquia sabe que “há idosos que não têm quem lhe mude uma lâmpada e não se arriscam a subir por um escadote”. “Muitas vezes os idosos já não têm vida activa e não sabem como hão-de passar o tempo, ficam casa, consigo próprios. Os voluntários poderiam ir fazer-lhes companhia a determinadas horas”, exemplificou. Segundo disse, a existência de um banco é “uma forma de organizar o voluntariado, recebendo a procura e a oferta” e coordenando-as, dando formação, definindo o perfil das pessoas e encaminhando os voluntários de acordo com as suas aptidões.


Notícia daqui.

12/10/07

Novo quartel continua a marcar as comemorações dos Bombeiros Voluntários Torrejanos

Os Bombeiros Voluntários Torrejanos festejaram 76 anos no passado 5 de Outubro. Arnaldo Santos voltou a pedir mais condições para o voluntariado e um quartel digno para a corporação. A cerimónia solene caracterizou-se por discursos ocos e a promoção de alguns voluntários torrejanos.
Ver mais aqui.

11/10/07

Doente mental deve ser apoiado pela sociedade

O director da Casa de Saúde São João de Deus defendeu ontem a necessidade de a sociedade apoiar mais aqueles que têm algumas «fragilidades», nomeadamente ao nível mental. Em vez disso, o que Eduardo Lemos nota é uma certa discriminação destas pessoas, que são estigmatizadas e feridas nos seus direitos.As declarações foram prestadas, ontem, no âmbito da apresentação da Pastoral da Saúde, Animação e Voluntariado da referida instituição.Embora admita que a discriminação não acontece apenas com os doentes mentais, Eduardo Lemos aproveitou o facto de ontem ser o Dia Mundial da Saúde Mental para dizer que «existe um estigma sobre os doentes de psiquiatria». Estigma que muitas vezes se apregoa não dever existir, mas que a prática demonstra ser frequente.Eduardo Lemos diz que «facilitamos esse estigma quando não facilitamos a integração dessas pessoas na sociedade; quando as famílias querem colocar os seus doentes na Casa de Saúde; quando não têm tempo para acolher o indivíduo que adoeceu, no seio familiar; quando as empresas não têm espaço para empregos com pessoas deficientes».Para além de, com essas atitudes, se estar a criar um estigma, Eduardo Lemos defende que «estamos a desfavorecer ainda mais aqueles que já têm desfavorecimentos consideráveis».
Casa de Saúde precisa de voluntários
A Casa de Saúde São João de Deus precisa de mais voluntários. O alerta foi lançado ontem na apresentação da equipa da Pastoral de Saúde, Animação e Voluntariado.A afirmação foi feita pelo respectivo director, Eduardo Lemos, e pelo responsável pela Pastoral, o padre Mário Abel Costa Duarte, que liderará a equipa constituída por oito elementos. A Pastoral visa apoiar os doentes e respectivas famílias da instituição. A equipa estará em funções no triénio 2007/2010.Na cerimónia, Eduardo Lemos anunciou que a Casa de Saúde disponibilizou duas salas para a Pastoral, que estarão sempre «de portas abertas» e com uma pessoa disponível para esclarecimentos, orientações e apoio de quem deles precise. Quanto aos voluntários da Pastoral, Eduardo Lemos disse que «são um grupo fundamental para levar por diante uma missão que é de todos, quer em termos de acolhimento, quer de espírito de ajuda e de capacidade de ter connosco as famílias e utentes».A Pastoral é uma equipa multidisciplinar, que engloba enfermeiros, psiquiatras, médicos de clínica geral, psicólogos, o capelão, família e utentes.
O padre Mário Duarte disse que a Pastoral vai desenvolver projectos para apoiar os cerca de 200 utentes abrangidos pela Casa de Saúde.
O capelão lembra que a mudança gerada no mundo criou novas doenças do foro mental, nomeadamente devido ao stress e depressões, pelo que apela à ajuda de todos para combater estas doenças.
Ver mais aqui.

Sub-Região quer voluntariado nos Centros de Saúde

A Sub-Região de Saúde de Bragança quer implementar o voluntariado em todos os Centros de Saúde existentes no distrito de Bragança.
O objectivo tem como finalidade abrir estes organismos à participação da comunidade, contribuindo assim para uma maior humanização destes serviços. As tarefas a desempenhar pelos voluntários passariam pelo acompanhamento e orientação dos utentes nas instalações dos Centros de Saúde, companhia, realização de leituras, informações sobre serviços e regulamentos, contactos com outras entidades ou pessoas que possam prestar apoio aos utentes. Todos os voluntários seriam supervisionados e teriam o apoio do serviço social dos Centros de Saúde. Esta iniciativa é mais um passo para a ajuda a pessoas que vivenciam problemas de solidão e isolamento.
O projecto vai ser divulgado no próximo dia 17 de Outubro, em Alfândega da Fé, durante um seminário intitulado “Voluntariado na Saúde Presente e que Futuro?”, um evento promovido pela sub-região de Saúde de Bragança e pelo Centro de Saúde de Alfândega da Fé.
Notícia daqui.

10/10/07

Três entidades de Guimarães contempladas com voluntariado

Ler aqui.

Novo "link" neste blogue


Basta uma SMS para ajudar!

De 6 a 13 de Outubro é a Semana Nacional dos Cuidados Paliativos.

Como forma de angariar fundos para a formação de técnicos, a Associação Nacional de Cuidados Paliativos (http://www.apcp.com.pt/) pede-nos para enviarmos uma SMS para o 4222 a dizer Cuidados Paliativos Sim.
O custo da chamada é de 0,60 € e uma parte reverte para a associação.Como vêem a quantia não é muita, por isso quantos mais SMS, melhor. Divulguem!
Para quem não sabe, os cuidados paliativos são essenciais em doenças terminais ou crónicas e degenerativas. Com estes cuidados, os doentes têm um acompanhamento personalizado, o que ajuda a diminuir o sofrimento físico, mas também psicológico.
Não custa nada. É só uma mensagem e divulgar pelos nossos amigos e familiares.

09/10/07

Banco de Voluntariado de Cantanhede promove Passeio/Convívio

Realizou-se, no passado dia 22 de Setembro, o I Passeio / Convívio de Voluntários promovido pelo Banco de Voluntariado de Cantanhede. Este encontro teve como principais objectivos: reconhecer o empenho e dedicação de todos os voluntários colocados, fomentar o espírito de convívio e solidariedade entre os voluntários inscritos, permitir o usufruto de actividades lúdicas e de relações inter-pessoais.

O programa deste dia consistiu na visita ao Parque Zoo de S. Inácio, em Vila Nova de Gaia, bem como de um almoço partilhado de confraternização. No final da viagem de regresso, os voluntários foram ainda convidados pelo vereador Dr. Pedro Cardoso a visitar a Exposição “Os Dinossáurios regressam a Cantanhede”, patente no Museu da Pedra até 25 de Novembro. A visita guiada foi efectuada pelo prestigiado paleontólogo Professor Doutor Galopim de Carvalho, juntamente com o Presidente do Município anfitrião, Doutor João Moura. A julgar pelo interesse e entusiasmo dos voluntários, o balanço deste evento pode considerar-se positivo, tendo sido inclusivamente recolhidas sugestões para próximas edições que terão periodicidade anual. Actualmente, no Banco de Voluntariado de Cantanhede encontram-se inscritos mais de 160 voluntários e 14 instituições receptoras de voluntariado. Nos últimos meses, o Banco de Voluntariado colocou cerca de 54 voluntários em diferentes áreas e instituições. Tem vindo a desenvolver formação, e a realizar seminários dedicados ao tema.
Notícia daqui.

07/10/07

Amarante com inscrições abertos para o Programa de Voluntariado

Decorrida a terceira edição do Programa de Voluntariado, que contou, este ano, com a participação de 194 jovens universitários do Município estão agora abertas as inscrições para 2008.
O Programa destina-se a jovens residentes no concelho há mais de dois anos, devendo estes reunir os seguintes requisitos:
- ter idade inferior a 30 anos;
- estar matriculados no ensino superior;
- manifestar intenção de prosseguir um programa de voluntariado em função da disponibilidade do jovem e do Município;
- apresentar sucesso educativo, não ultrapassando duas reprovações no ensino superior, durante o período de vigência do Programa.
As actividades de ocupação são determinadas em função das disponibilidades da Câmara e das áreas de estudo dos jovens, podendo abranger os seguintes domínios:
- Cultura (museu e biblioteca);
- Educação (apoio às actividades e tempos livres, sala de estudo, prolongamento de horários dos jardins de infância e colónia de férias);
- Desporto (pavilhão, piscinas e Complexo Desportivo da Costa Grande);
- Turismo (posto de turismo, visitas guiadas a grupos, apoio a eventos de natureza cultural e turístico);
- Acção Social (apoio a famílias desfavorecidas, toxicodependentes e alcoólicos);
- Organizacional (gabinete de projectos, atendimento e relações públicas).
A afectação dos jovens ao serviço de voluntariado é feita de acordo com os seus tempos livres, com a duração máxima de 15 horas por semana e mínima de 8 horas por semana, podendo estes períodos de tempo ser concentrados nos fins-de-semana, fins de tarde e períodos de férias.
Em contrapartida, ser-lhes-á atribuída uma bolsa mensal no valor de 175 euros, relativa a 15 horas semanais, e 100 euros para 8 horas semanais.
As candidaturas deverão ser apresentadas, para o presente ano lectivo, na Divisão de Dinamização Local da Câmara Municipal de Amarante, até ao final do mês de Outubro.
Notícia daqui.

06/10/07

"Recebo mais do que dou"


Há 25 anos, já sem um seio, criou um movimento de apoio a mulheres mastectomizadas, incitada por uma frase que leu num escaparate: "A amputação do seio não é o fim." Desde então, servindo-se do seu testemunho, tem levado palavras de conforto e de esperança a mulheres que se encontram em igual situação


Afável, sorridente, Maria Augusta Amado é uma mulher feliz. Com uma jovialidade que contagia, sobe a escadaria da sua moradia, em Vila Nova de Gaia, contempla as rosas, passa a mão sobre o pêlo sedoso do cão de raça Labrador e folheia o livro de sua autoria, acabado de ser publicado: Acasos da Minha Vida.


No despetalar da sua existência, esta mulher desprovida de dois seios conta que tudo lhe aconteceu de bom, "que Deus tem um projecto para cada pessoa". Todavia, assinala, "nós somos muito daquilo que os outros nos dão". É já a voz da fundadora do "Movimento Vencer e Viver" lançado no Porto há 25 anos, após a Maria Augusta Amado lhe ter sido encontrado um carcinoma maligno no seio, em 1979.


"Na altura trabalhava no PBX da empresa do meu marido, a 'Gaiauto', que praticamente estava falida, devido à má gestão de quem nela trabalhava", alega. "Não entendia nada de automóveis, mas em dois meses a firma duplicou de produtividade. Fui operada ao cancro da mama e pensei: Agora que tenho filhos é que vou morrer?


"Dois anos após, no escaparate de um supermercado, leu numa revista: "A amputação do seio não é o fim." Foi o início do voluntariado.


Contactos com o meio clínico, formação de uma liga de voluntárias, cursos, visitas a unidades hospitalares, começou por corporizar uma actividade intensa, a par do trabalho de casa, do apoio aos filhos, então menores e do empenho na empresa.


Por mero acaso tomou conhecimento da existência do Reach to Recovery International, nascido nos Estados Unidos há 52 anos e sem representação no nosso País. Com o desafio da Liga Portuguesa Contra o Cancro e viagens ao estrangeiro numa auto-caravana, Maria Augusta Amado inspirou-se nesse empenhamento e trouxe para Portugal o "Movimento Vencer e Viver", em 1982. Actualmente, 50 voluntárias do Núcleo Regional do Norte apoiam mais de oito mil mulheres por ano, com cancro na mama."


Os médicos já não dispensam as nossas voluntárias. Todas elas já passaram por cancro na mama, o que melhor lhes permite transmitir esperança. A palavra é tudo. A experiência ajuda, e de que maneira...


"No início, lembra, "nem próteses havia a vender em Portugal". Oficializado o movimento "por ordem de serviço", acentua, o recrutamento foi crescendo, "sempre, sempre com aquela vontade de ajudar através do testemunho próprio. A técnica, no contacto com a doente, auxilia, mas não basta". O cartão de apresentação, diz, é este: "Estou aqui, porque tive o mesmo problema; compreendo o que está a sentir."


Maria Augusta Amado confessa ser uma mulher de fé. "Quando Deus chama certa pessoa para cumprir uma missão, dá-lhe os carismas necessários. Se algum mérito tive, foi o de estar atenta. E não é só meu, também é das mulheres que comigo trabalham no voluntariado."


Frontal, declara: "Recebo muito mais daquilo que dou. Aprendo a viver o momento presente, não ter preocupação exagerada com o futuro." Em Novembro de 2005 teve de ser operada à tiróide. Há dois anos, novo cancro. Depois, em 2006, a segunda mastectomia. Nas três semanas que antecederam a cirurgia, decidiu escrever o livro, "não a título de protagonismo", mas porque desejava divulgar as suas vivências. "Difícil foi fazer a revisão dos textos, devido aos tratamentos de quimioterapia e de radioterapia." Contudo, Acasos da Minha Vida foi colocado à venda, reflectindo "a minha alegria, uma alegria independente do que me possa acontecer".


Já sem os dois seios, a coordenadora do movimento conclui: "Tenho confiança. Não vamos chorar por conta do dia em que vamos morrer."


Notícia daqui.

04/10/07

MAIS DE 32 MIL FUNCIONÁRIOS E FRANQUEADOS EM 12 PAÍSES PARTICIPAM DO 12º ''DIA GLOBAL DO VOLUNTARIADO''

Mais de US$ 26 milhões em serviços voluntários doados na história do programa

Rio de Janeiro, RJ - Sábado, 6 de outubro, marcará o 12º aniversário do Dia Global do Voluntariado, principal evento da Prudential Financial para retribuição às comunidades. Desde 1995, mais de 250 mil voluntários dedicaram mais de 1,5 milhão de horas para realizar mais de 6.800 projetos em todo o mundo. Como parte da campanha deste ano, um número esperado de 32 mil voluntários realizará cerca de 800 projetos em mais de 12 países.

"Ser um bom cidadão corporativo é uma responsabilidade que nós levamos muito a sério na Prudential Financial", disse Arthur F. Ryan, presidente e CEO da Prudential Financial, Inc. "Nosso Dia Global do Voluntariado é uma oportunidade importante para nossos funcionários e franqueados retribuírem pessoalmente às suas comunidades locais".

"Com muita felicidade e disposição, realizamos novamente o evento que nos inspira cada vez mais a fazer a diferença positivamente nas comunidades onde atuamos," declarou Bill Yates, presidente da Prudential do Brasil. "É uma iniciativa que há mais de dez anos tem emocionado e encantado a todos que participam. Saímos sempre melhores de um Dia Global do Voluntariado".

O Dia Global do Voluntariado da Prudential foi realizado pela primeira vez em 28 de outubro de 1995. Começando com 5 mil funcionários que participaram de 100 projetos, a celebração, que dura um dia inteiro, cresceu a ponto de incluir a participação de mais de 32 mil voluntários em mais de 800 locais em 12 países. Desde a concepção do programa, funcionários e franqueados da Prudential, juntamente com seus familiares, amigos e clientes, contribuíram com 1,592 milhão de horas de seu tempo nesse esforço anual. Tomando como base o valor de US$ 18,77, valor-hora para o trabalho voluntário estabelecido pela Points of Light Foundation, os esforços dos funcionários e franqueados da Prudential já ultrapassaram o valor acumulado de US$ 29,8 milhões.

No País, o Dia Global do Voluntariado deverá contar com aproximadamente 1.300 voluntários dedicando-se a 18 projetos no Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Paraná, estados onde a Prudential do Brasil está presente.

"Muitos funcionários e franqueados da Prudential Financial são voluntários dedicados a fazer a diferença nas comunidades onde vivem e trabalham ao longo do ano", disse Gabriella Morris, vice-presidente de Community Resources da Prudential e presidente da The Prudential Foundation. "O que faz o Dia Global do Voluntariado especial é testemunhar o que pode ser realizado em só um dia, quando vários de nossos funcionários e franqueados se unem a suas famílias, clientes e amigos para fazer a diferença."
O Dia Global do Voluntariado inclui muitas formas de serviço voluntário, desde a reforma da casa de um vizinho idoso à preparação de refeições em abrigos que prestam assistência a pessoas afetadas por desastres naturais. Como parte do Dia Global do Voluntariado, os projetos que satisfazem determinados critérios ganham uma Contribuição de Incentivo no valor de US$ 1.000, concedida pela The Prudential Foundation para a entidade sem fins lucrativos participante. Até a data de hoje, 1.928 projetos receberam Contribuições de Incentivo, totalizando US$ 1,928 milhão em doações entregues às entidades participantes.
A Prudential do Brasil
A Prudential do Brasil Seguros de Vida é uma subsidiária da Prudential Financial Inc., uma das maiores companhias de serviços financeiros dos Estados Unidos, com mais de 130 anos de existência. A Companhia está presente no Brasil desde 1998, através de suas 13 agências franqueadas e dois escritórios comerciais localizados nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Paraná. Para saber mais sobre a Prudential do Brasil, visite www.prudentialdobrasil.com.br.
A Controladora da Prudential do Brasil
A Prudential Financial, Inc. (NYSE: PRU), líder em serviços financeiros com aproximadamente US$ 648 bilhões de ativos sob sua gestão em 30 de junho de 2007, possui operações nos Estados Unidos, Ásia, Europa e América Latina. Para promover sua herança de experiência em seguro de vida e asset management, a Prudential Financial se dedica a ajudar clientes individuais e institucionais a crescer e proteger seu patrimônio. O Rochedo, conhecido ícone da Companhia, é um símbolo de força, estabilidade, experiência e inovação que tem resistido ao tempo. Os negócios da Prudential Financial oferecem uma variedade de produtos e serviços, incluindo seguro de vida, anuidades, serviços relacionados a aposentadoria, fundos mútuos, investment management e serviços no ramo imobiliário. Para obter mais informações, visite www.prudential.com.
Notícia daqui.

Universidade Sénior procura professores voluntários

A Universidade Sénior Rainha D. Leonor quer reforçar o seu quadro de professores. Os 12 que possui não são suficientes para os 300 estudantes que iniciaram o ano lectivo na segunda-feira, 24 de Setembro e por isso está a convidar professores, em regime de voluntariado, para leccionar as disciplinas de Português, Inglês e Saúde.

Segundo a vereadora da Acção Social, Maria da Conceição Pereira, o número de alunos superou em muito as expectativas iniciais e é também necessário reforçar o número de computadores, já que uma das disciplinas de maior procura é a Informática.

Para mais informações deverá ser contactada a escola que funciona no Pólo 1 da Praça da Universidade, ou o Banco Local de Voluntariado que funciona nos Paços do Concelho.

Notícia daqui.

Tribos da Cidadania reúne participantes em Sta. Cruz

O maior movimento de voluntariado jovem do Brasil mostra sua força em Santa Cruz do Sul.

O projeto Tribos nas Trilhas da Cidadania, promovido pela ONG Parceiros Voluntários, reuniu participantes na tarde de ontem no ginásio da Escola Harmonia, no Bairro Harmonia. Promovido em todas as regiões do Rio Grande do Sul, o projeto reúne cerca de 90 mil jovens em 200 escolas. Em Santa Cruz são aproximadamente 1 mil, divididos em 12 tribos. Cada grupo, formado nas escolas, desenvolve ações de voluntariado organizado dentro do colégio, entre três trilhas pré-definidas: meio ambiente, cultura ou educação para a paz. A iniciativa começou em 2003 e, desde lá, consegue o envolvimento de cada vez mais municípios a cada ano. Na região de cobertura da Parceiros Voluntários de Santa Cruz, além da sede, participam Vera Cruz, Herveiras, Vale Verde e Sinimbu. O encontro de ontem, explica a coordenadora da PV, Sheila Boesel, serviu como integração, troca de experiências e apresentação dos trabalhos desenvolvidos por cada tribo. No dia 24, esses e outros grupos das regiões dos vales do Rio Pardo e Taquari se reúnem para um evento maior, em Encruzilhada do Sul. A expectativa é receber 800 jovens.

MULTIPLICADORES

Além de trabalhar com a juventude, a Parceiros realiza a capacitação de professores, que se tornam multiplicadores das ações. Por meio de uma pesquisa que determinou o perfil do jovem, os professores são estimulados a trabalhar em seus grupos temas como liderança, protagonismo juvenil, empreendedorismo e voluntariado organizado. O resultado se mostra em ações que vão além do Tribos nas Trilhas da Cidadania. A professora Loreci Pereira, da Escola Santuário, participa do projeto há cinco anos. Desde lá, percebe uma mudança na maneira como os estudantes passaram a encarar suas responsabilidades, sobretudo em relação ao voluntariado. “Notamos que os alunos desenvolveram liderança e passaram a criar novas iniciativas dentro do colégio.” A estudante Lucília dos Santos, 12 anos, foi uma das sementes do Tribos que já rende frutos. Ela e os colegas, hoje na 5ª série, participam da ação pelo terceiro ano. “Fazemos visitas aos idosos no asilo e na escola conscientizamos os outros alunos de que não pode haver violência. Aproveitamos o recreio para unir todo mundo em brincadeiras que despertam o sentimento de paz.”

Notícia daqui.

02/10/07

O lado negativo do "voluntariado"

Raras vezes nos apercebemos do lado negativo do voluntariado, aliás , são raras as notícias do lado mais pernicioso dessa actividade tão nobre. Deste modo, não ignorando o aproveitamento que se faz da boa intenção e humanismo das pessoas e a exploração dos voluntários para outros fins que não seja a causa humana, deixo o comentário de um leitor do blogue.
Este é o primeiro "post" que deixo sobre um assunto tão inquietante, quanto preocupante. Este comentário deverá alertar todos quantos queiram dedicar-se ao voluntariado de forma desinteressada e de forma digna.


(Não deixo de referir que desconheço qualquer implicação da ONG mencionada nos procedimentos focados nos "links". A coincidência do nome da organização é nítida, não podendo, porém, atestar que se trate da mesma.)



Liliana









Olá a todos, foi com espanto que li este Post, mais propriamente por se Tratar da Humana. Não sei se estamos a falar da mesma (dita) ONG, se for outra peço desculpa! Seria bom procurarem um pouco pela net sobre o que se passa com esta organização, os processos judiciais que tem às costas e a exploração que faz dos seus ditos voluntários. Pensei que esta situação da humana já estivesse encerrada.


vejam estes links:







01/10/07

“A vida está cheia de letras e de «letra»”

As Organizações Não-Governamentais internacionais vivem do voluntariado que envolve milhares e milhares de cidadãos do mundo. Homens e mulheres cuja filosofia de vida passa pela dádiva, pela ajuda, pelo dar. Ciclicamente aparece nos órgãos de Comunicação Social a palavra: PRECISA-SE VOLUNTÁRIO. Não é um emprego, é uma missão. Um caminho que José António Rosinhas vai percorrer até à Índia.

Portuense, 34 anos, licenciado em artes plásticas, chama-se José António Rosinhas e vai fazer voluntariado para a Índia. Mais do que cumprir um «sonho» vai “trocar saberes”… “porque acho que nós andamos cá com uma missão que passa pela ajuda. E nós podemos ajudar de várias maneiras, porque a ajuda não se divide em classes sociais, não faz parte de uma elite”. José Rosinhas desde muito jovem que sempre esteve sensível aos PRECISA-SE, porque “o que lê-mos nos jornais, ouvimos nas rádios e vemos nas televisões…sensibiliza-me, mas continuamos a almoçar, a jantar e esquecemo-nos. Mas eu não conseguia esquecer. Tinha que concretizar”. E meteu pés a caminho. Primeiro esteve como voluntário na Abraço, “em 95 quando abriu a delegação no Porto. Estive na organização de eventos e angariação de fundos. Mas o que eu queria era trabalho de campo. Ir para os hospitais…, mas nunca o consegui fazer. Foi uma lacuna. Ainda hoje sinto essa falha”. Por razões profissionais e académicas teve de deixar Abraço, mas nunca sossegou a vontade de ser voluntário. Depois de ter concluído o curso de artes plásticas e pintura nas Belas Artes /Porto, começou a trabalhar na Fundação de Serralves, onde está há nove anos. “Não em voluntariado, como se compreende, mas estar com crianças, jovens, a fazer visitas guiadas, oficinas…mas nunca sosseguei esta vontade de sair a terreiro e ir ajudar”. E foi num jornal que leu «PRECISA-SE», “para ONG HUMANA, que apesar de ter uma delegação em Portugal, é Dinamarquesa. É um projecto internacional que surge nos anos 70, sendo que hoje a sede internacional está em África, onde há o “problema”, mas tem delegações espalhadas pelo mundo”. Pelo mundo e pelo Porto, é que na Rua de Santa Catarina existe uma loja que vende roupa cuja receita reverte a favor da instituição.
Zâmbia, Moçambique e Índia, que são os destinos de todas as ajudas que a HUMANA angaria para o chamado trabalho de campo. Mas ser voluntário exige formação. Assim, e para que José Rosinhas possa concretizar a sua missão de ser voluntário na Índia, terá de passar quatro meses em Inglaterra, mas “primeiro tive de me inscrever. Estive presente numa reunião da HUMANA em Lisboa, preenchi um questionário onde expliquei as razões que me levam a querer ser voluntário. Voltei a reafirmar a minha vontade de ir para a Índia, e paguei o que é exigido…porque há duas etapas neste projecto: uma seria eu ir directamente para a Noruega, porque este movimento DRH (iniciais de três palavras dinamarquesas que querem dizer o Liceu Itinerante), compreende escolas que estão espalhadas pelo mundo e que nos vão preparar (aos voluntários, os ditos instrutores de desenvolvimento) para podermos trabalhar nesses três países. Podemos ir logo para a Noruega onde estaremos seis meses em curso, em aprendizagem e onde temos que atingir créditos, as etapas, os objectivos, porque é dessa forma que pagamos a nossa estadia e a nossa alimentação”. Essa aprendizagem passa por trabalhar em comunidade, saber um pouco de tudo: electricidade, serviço de trolha, lavar, passar a ferro, carpintaria, “também temos trabalhos teóricos, porque há uma base de dados via Net, onde incluímos os trabalhos teóricos que vamos fazendo, sobre a Sida por exemplo, que é um trabalho que espero vir a fazer na Índia, até porque é um dos países onde existem mais casos neste momento…a ideia é incluir um trabalho nosso nessa base de dados, um tema que ainda não exista e demonstrar a sua utilidade no país onde nos propomos ser voluntários. Temos de prender um pouco da história do país para onde vamos, a sua cultura e tradições, no meu caso vou aprender hindu”.“Há quem pense que ser voluntário é quase que uma saída para um emprego onde se viaja. Não é nada disso, é bom que as pessoas saibam que os voluntários se auto sustentam e se financiam. Repare, se eu quisesse ir directamente para a Noruega e depois para a Índia, tinha de ter a pagar já cinco mil euros. É que a organização não tem verbas para pagar às centenas de voluntários. Como não os tenho, e como considero que é importante passar por todas as fases, inscrevi-me numa bolsa de estudo, chama-se GAYA, vou estar a viver durante quatro meses em Inglaterra, vou trabalhar com pessoas de várias nacionalidades…e o que fazemos é entregar panfletos de porta-a-porta, mil por dia, é um dos objectivos que temos que atingir porque temos de fazer 40 sacos de roupa por dia. E é isso que paga as minhas despesas em Inglaterra (alojamento e alimentação), porque a viagem para lá sou eu que pago. Depois para a Noruega e de lá para a Índia e da Índia para a Europa, aí já é a organização que paga, sendo que eu tenho de trabalhar para isso. Eu nunca recebo dinheiro, eu e os outros trabalhamos para créditos. Decidi fazer esse programa e para isso paguei 380 euros, que é a propina. Depois de quatro meses em Inglaterra, mais seis meses na Noruega… parto para a Índia. Aí sim vou receber em dinheiro, 150 dólares por mês, para o alojamento e comida.” “Na Noruega vou estar numa casa, onde vou ter de trabalhar num projecto que pode já existir como pode ser de ideia minha, tem é que ser sempre útil para onde vamos. Temos lá um professor e um responsável que vai gerir a equipa. Mais uma vez temos de atingir créditos para depois sim irmos para o trabalho de campo, no meu caso, Índia”.E é na Índia que José Rosinhas vai estar seis meses, como voluntário, quase que na pele de «embaixador» de Portugal, ajudando no que for preciso, mas “se for possível na sensibilização do HIV, até porque já tenho experiência da Abraço, aí seria mesmo a concretização do meu objectivo de vida, nesta altura. Dar apoio hospitalar, ir às escolas, apoio domiciliário…enfim, quero ajudar, quero ajudar-me”. José Rosinhas parte agora no início de Outubro e só regressa em 2009. Boa sorte…
Objectivos da Associação Humana
A Associação tem por objectivo a ajuda humanitária internacional em países e comunidades em vias de desenvolvimento, mediante a concepção, a execução, e o apoio a projectos e programas de carácter social e, designadamente, através de acções:
De auxílio em situações de emergência e auxílio a catástrofes; nomeadamente ajuda a vítimas da fome, de guerra, de catástrofes naturais, de desastres nucleares, pragas e outros cataclismos; assistência no realojamento de pessoas e na reconstrução das áreas atingidas pelos desastres e acidentes referidos;
De desenvolvimento; auxílio às nações mais pobres e às populações mais pobres, nomeadamente mediante a promoção de iniciativas de auto-desenvolvimento; a realização de todo o tipo de projectos a nível mundial, incluindo nomeadamente, escolas, clínicas, mini-bancos, agricultura e de pequena indústria;
De Protecção e Defesa do Meio Ambiente; nomeadamente através de defesa dos elementos da atmosfera em risco, da defesa do solo, da fauna e da flora; mediante acções de protecção para preservar rios, o mar e as florestas e da execução de projectos de qualquer tipo destinados a proteger o habitat natural da Terra;
De pesquisa e desenvolvimento para prossecução das actividades supra referidas mediante o desenvolvimento de métodos e de sistemas para a respectiva implementação, mediante a realização e a distribuição ao público de material informativo contendo conhecimentos básicos e informação específica acerca das actividades acima indicadas, a realização de materiais educativo e informativos para a organização de escolas destinadas a participar nas actividades referidas.
De construção da organização; para servir o público em geral de forma a possibilitar a sua participação nas actividades da associação; a criação de instalações educacionais para o treino de pessoal e de voluntários; a formação de membros da associação, a instiruição de grupos de apoio e a criação de uma rede mundial de colaboração e activistas;
Todas as acções serão realizadas com objectivos exclusivamente caritativos e educacionais.

Notícia daqui.

30/09/07

Pequenas coisas fazem grande Alfena

No seguimento de “Tanta novidade em perspectiva”, expressa na Janela do domingo transacto, vou aludir a outras actividades cujas sementes estão, ainda, a incubar. Ou, até, com os frutos já em maturação. Avancemos. Há meses informei sobre a implantação de um Espaço Social, como promessa de solidariedade diversificada e efectiva a ser iniciada. Está a funcionar e a dar frutos, tanto na área do apoio social a estratos da população, como no Espaço Net, bem frequentado, sobretudo por jovens. Valeu a pena. Integrando o Espaço Social apareceu a indicação de um Núcleo de Voluntariado, já com o nome de alguns voluntários e um monte de ideias, uma gaveta cheia de vontades, prontos para agir.
Entretanto, parece, tudo ficou por aqui, isto é, pelas boas vontades de projectos sem alma para andar. Mas não é verdade. Uma das apostas primordiais cifrava-se na criação de uma Escola Sénior, que outros apelidariam, com mais pompa, de Universidade Sénior. É bonito ser humilde e, Escola, é nome estimado de recordações e de memórias sem conta. A Escola Sénior já nasceu em espaço cedido pelo solidário Atlético Clube Alfenense que, além disso, abriu aos mais idosos, todas as suas potencialidades desportivas e culturais. O local, amplo e funcional, recebe, agora, os últimos retoques de adaptação. Em Setembro há actividades lectivas. Já existe uma carrinha para levar e trazer os alunos com dificuldades de locomoção. Espera-se uma viatura maior. Para além das aulas, da pintura e do desenho, outras actividades estão na manga. Visitas de estudo, passeios, pesquisa e elaboração de alcunhas, das deixas do Carnaval antigo, responsos e benzeduras, talhaduras de bichos, de achaques e de maleitas, um mundo notável de saberes antigos que não pode perder-se.
Os planos de Voluntariado do Espaço Social em formulação, olham mais ao longe. Quem sabe, um Centro de Dia, uma Creche e Infantário… A Associação Viver Alfena, ( AVA), em formação com empresas solidárias, será subsídio fraternal e força anímica. A fraternidade de comerciantes, de industriais e do povo, já mexe. Os resultados darão nas vistas. Com ligação ao Atlético Clube o Sporting Clube de Portugal, em parceria estabelecida e única na zona norte, vai montar uma Academia de Futebol para formação de jovens atletas. Para além da componente humana na preparação dos jovens para o desporto rei, as instalações do Clube Alfenense serão requalificadas e, imagine-se a distinção, o relvamento do estádio com relva sintética! Quanto futuro, em formação e em fundos materiais, quão diferente e quão enriquecedor! Conquistas, desenvolvimento, mais qualidade de vida para todos. O rio Leça a ser limpo, margens recuperadas para a população, há que lhe aproveitar virtualidades para todos os modelos de actividades em lazer, desporto e convívio. No curso e nas margens, entre o Parque de S. Lázaro e a ponte no lugar de Punhete, ainda mais. Criar uma espécie de Centro Cívico, com estruturas urbanas, de um e do outro lado da nova Ponte do Barreiro, frente aos edifícios do Centro Social e da Igreja Matriz, onde as pessoas possam aparecer para convívio social. Para tanto, para esses espaços, vão ser criadas normas atractivas, até com apoios financeiros e fiscais, , acessos, para pequenas lojas, cafés, esplanadas, restaurantes, pequenas piscinas, que possam chamar as pessoas, que animem, que distribuam bem estar. Não são apenas sonhos, mas ideias que, reflectidas com aderência, trarão projectos e realizações, desenvolvimento e futuro melhor, mesmo do lado económico e financeiro. Como reza o ditado, grão a grão…
Muitas obras pequenas não se podem somar para apresentar uma obra grande. Mas, todos o entendem e aceitam, elas estão na base de um grande desenvolvimento em diversas áreas, no turismo, na cultura, no nível da qualidade de vida e asseguram, sem dúvida, futuro melhor. Que venha tudo o que foi apontado. Que venha muito mais. Que a história da antiga terra de Queimadela, hoje Vila de Alfena, se faça com riqueza, honra e dignidade. Tenha-se em conta quanto a nova rede viária troxe de potencialidades ao desenvolvimento industrial, comercial e urbano. E quando, lá ao cimo de Transleça, entroncar a Via de Cintura Regional que virá desde Espinho, atravessando o rio Douro? O futuro vem sempre depois.

Notícia daqui.