19/11/07

Formação para voluntários missionários

A primeira sessão de formação do Voluntariado Missionário, organizada pela Fundação Evangelização e Culturas (FEC), marcou o início da preparação dos vários grupos de voluntariado missionário para as partidas em missão que irão acontecer no próximo ano.
A sessão decorreu em Coimbra, a 17 e 18 de Novembro, com o tema “Voluntariado Missionário e Espiritualidade”.

Ao todo, serão 5 sessões, espalhadas durante o ano, nas datas que podes ver aqui, que têm como objectivo preparar da melhor forma os voluntários que decidirem partir em missão.

Áreas como as realidades locais, a vida em grupo, a espiritualidade ou o Desenvolvimento serão temas a abordar ao longo das formações.
Notícia daqui.

18/11/07

Voluntários plantam 500 árvores em Almoster (Santarém)

Meio milhar de árvores vão ser plantadas, sábado, em terrenos baldios da freguesia de Almoster (Santarém), as primeiras de um total de 20.000 que vão florestar uma área que a autarquia quer transformar numa zona de lazer.

A plantação insere-se no "Dia Global do Voluntariado Citi", que sábado mobiliza os funcionários do Citibank em 300 cidades de 100 países para acções de voluntariado.

Em Portugal, uma centena de funcionários do Citibank vão plantar, juntamente com funcionários da junta de freguesia de Almoster e da câmara municipal de Santarém, as primeiras 500 de um total de 20.000 árvores (pinheiros mansos e bravos, cedros e azinheiras) que vão tornar, a prazo, baldios numa zona de lazer.

O vereador da Câmara de Santarém Ricardo Gonçalves, que vai representar a autarquia na iniciativa, disse à agência Lusa que a escolha de Almoster decorre de uma candidatura feita pela freguesia junto da Associação Nacional de Freguesias (Anafre) em 2005, no âmbito do programa ProNatura e que visava a plantação de mais de 30.000 árvores.

"Recentemente a junta foi contactada pela Anafre no sentido de saber se continuava interessada no projecto, pois havia esta proposta do Citibank de patrocinar a plantação de 20.000 árvores, no âmbito do voluntariado dentro da empresa", disse.

As árvores vão ser plantadas no Casal da Charneca, em terrenos identificados pelos técnicos da autarquia como apropriados para as espécies em causa.
Notícia daqui.

Dia Internacional do Voluntário será comemorado no Cadaval

"Manhãs do Voluntariado” intitula a acção comemorativa que irá decorrer no Cadaval no próximo dia 5 de Dezembro e organizada em conjunto pelos municípios do Cadaval, Bombarral, Lourinhã e Torres Vedras.

A iniciativa decorre no cine-auditório dos Bombeiros Voluntários e pretende sensibilizar a sociedade civil para a importância do voluntariado e promover iniciativas de cidadania e solidariedade.

A sessão de abertura contará com a presença dos autarcas representantes dos municípios organizadores, de um representante do Conselho Nacional para a Promoção do Voluntariado e da directora do Centro Distrital de Segurança Social de Lisboa, Rosa Araújo.

Pelas 10h15 serão apresentados os projectos da Abraço – Associação de Apoio a Pessoas com VIH/SIDA, pela sua presidente, Margarida Martins, e um voluntário dará o seu testemunho.

Segue-se a apresentação do programa “Voluntariado Jovem Para as Florestas”, do Instituto Português da Juventude, pela Coordenadora Distrital do Voluntariado e Acção Social da Direcção Regional de Lisboa e Vale do Tejo, Anabela Cardante.

Alexandre Nunes, técnico responsável pela Bolsa de Voluntariado da Figueira da Foz, apresentará o filme “Bolsa de Voluntariado – 5 anos de boas práticas”.

O encontro termina com “A Força e a Magia da Palavra”, uma Oficina Sénior dinamizada por voluntários da Bolsa de Voluntariado da Figueira da Foz.

As inscrições para a acção poderão ser feitas através do Banco Local de Voluntariado do Cadaval, sedeado na autarquia, ou pelo telefone 262690100, fax 262695064, e-mail voluntariado@cm-cadaval.pt ou ainda preenchendo o formulário on-line em www.cm-cadaval.pt/eventos, onde está também disponível o programa da iniciativa.
Notícia daqui.

Liga dos Amigos do Hospital: 10 anos de voluntariado

Há 10 anos a trabalhar em prol dos utentes e familiares do Hospital Rainha Santa Isabel em Torres Novas, a Liga dos Amigos do Hospital faz um balanço da actividade. Os objectivos continuam os mesmos, mas faltam voluntários e amigos para ajudar a concretizá-los.

A Liga dos Amigos do Hospital de Torres Novas está a comemorar 10 anos. Com escritura de Novembro de 1996, a actividade efectiva começou no ano de 97. Dez anos depois, os objectivos continuam os mesmos e actualizados: “Promover a melhoria do acolhimento global dos utentes do hospital, colaborar com os órgãos de gestão do hospital na dignificação do utente e defesa dos seus direitos e contribuir para a dignificação da actividade dos trabalhadores do hospital, através de iniciativas culturais, profissionais, sociais e desportivas”. Os estatutos mantém-se e, de acordo com a direcção, não precisam de ser alterados. E é com base nestes que surge toda a actividade da Liga, como explicou Manuel Ligeiro, presidente da direcção: “Partindo destes objectivos, as principais actividades da liga são o voluntariado, que é a parte nobre da liga e também a ajuda em medicamentos para pessoas que não têm capacidade de os obter. A liga, através de propostas do serviço social do hospital, suporta a parte que devia ser do utente. Além disso, apoiamos pessoas que saem do hospital, mas que precisam de uma alimentação especial. Comparticipamos metade da alimentação às pessoas que não a podem comprar, havendo excepções em que pagamos 100 por cento. Para as pessoas que podem pagar, fazemos a ponte para a adquirirem. Tudo com base nos pareceres dos serviços do hospital”.Voluntariado: a área nobre O voluntariado é, como diz Manuel Ligeiro, o trabalho “nobre” da associação e este acontece diariamente entre paredes do hospital, como explicou José Gasalho, coordenador de voluntariado hospitalar na Liga e vice-presidente da direcção: “Temos apoio permanente aos utentes nas consultas externas, fisioterapia, hospital dia e nas urgências. Fazemos uma ronda de contacto com as pessoas, abordando-as com um complemento alimentar. Atrás do café vem sempre uma palavrinha de conforto ou de auxílio”. Um trabalho prático que auxilia as pessoas também no entendimento dos serviços do hospital. Mas o trabalho de voluntário não fica apenas por aqui: “Elaboram periodicamente cartazes temáticos, conforme os dias comemorativos. Oferecem uma lembrança aos doentes internados que fazem anos, entre outras coisas”, continuou o coordenador.No entanto, para chegar a todo o lado onde gostaria, a Liga precisaria de mais voluntários: “Neste momento temos 30 voluntários na teoria e 19 na prática. Tem havido dificuldade de recrutamento face aos horários que praticamos. A disponibilidade das pessoas é fora do nosso horário e além disso estamos numa instituição e temos que nos sujeitar a todas as regras”. Ser voluntário hospitalar, garante José Manuel Gasalho é algo muito complexo e daí a dificuldade em angariar pessoas: “O voluntário hospitalar tem que ter um grande espírito de missão, disponibilidade e de estar disposto a servir. Tem que ter competência, disciplina e é preciso assumir um compromisso. Juntar todos estes factores não é fácil”.É portanto uma verdade que a Liga precisa de mais voluntários. Uma necessidade que aumenta, em simultâneo com os objectivos da liga: “Temos intenção de, sempre de acordo com os serviços, expandir os horários na urgência. Queremos cobrir o serviço das 8 às 24 horas, diariamente. Para isso queremos criar um grupo exclusivo para a urgência, que saiba estar e actuar naquele contexto. Hoje estamos só até às 17 horas”.Este trabalho dos voluntários, parecendo que não, significa um apoio a uma média de 22 mil pessoas ano. Em Setembro passado, um mês ainda calmo devido às férias, foram apoiadas 240 pessoas. No caso da aquisição da alimentação, em Outubro, foram ajudadas 11 pessoas.As exposições no átrio do hospital são uma das actividades mais visíveis da instituição, mas essas são organizadas por Isabel Moreira, uma voluntária que assume toda a logística.Amigos procuram-seMas nem só de voluntários para trabalhar precisa a Liga. Amigos também são bem-vindos: “Em vez de chamar associados, chamamos amigos e o papel do amigo é o papel que entender que serve melhor. Pode pagar só a quota, estabelecida em um euro por mês, ou pode colaborar com o trabalho que entender disponibilizar”, explicou Manuel Ligeiro. A Liga dos Amigos tem neste momento pouco mais de 300 sócios, um número que, para cumprir todos os projectos e sonhos da direcção, deveria ser muito maior.Liga apoia e é apoiadaA associação vive de alguns apoios, como o empréstimo da sede por parte da Câmara Municipal de Torres Novas no edifício do antigo hospital. Com o concretizar do projecto para a instalação dos Paços do Concelho no Convento do Carmo, a Liga deverá ficar sem sede, mas isso não preocupa para já o presidente da direcção. Mas a maior fonte de receita da associação é o Bar da Liga, situado no hospital: “O Bar da Liga é a melhor fonte de receita. Depois temos alguns donativos: há firmas que colaboram connosco e nos dão alguns materiais e fazem-nos a contabilidade de forma gratuita. Ajudas sem as quais a liga não subsistia, mas a receita do bar é a mais significativa”.Hospital equipadoOutra das vertentes da Liga é a aquisição de equipamento para o Hospital de Torres Novas. Um ar condicionado, um écran para as urgências e um elevador para transportar doentes foram alguns dos equipamentos que a liga já ofereceu ao hospital: “Quando os serviços pedem equipamentos, caso a direcção entenda que sim, a liga financia. Isto acontecia com a direcção anterior. Com esta ainda não está estabelecido. Neste momento, estamos a tentar limpar os “micróbios” da porta do hospital e queremos pôr guardas no precipício junto da entrada da Consulta Externa, para melhorar a segurança”, contou Manuel Ligeiro.Projectos não faltamMas não ficam por aí os projectos da Liga para um futuro próximo. Na área do voluntariado, Amélia Serigado fala da criação de um espaço para os filhos dos visitantes do hospital e de outro espaço de apoio a mulheres mastectomizadas. Manuel Ligeiro falou ainda da ampliação do bar, um projecto que terá que ser aprovado pela administração do hospital. Ideias há muitas mais, mas faltam condições para as tornar realidade: “A vida administrativa da liga corre com normalidade, dentro do nosso ritmo. Sentimos que era preciso aumentar o ritmo e para isso precisamos de mais amigos e voluntários para alargar os serviços em prol da sociedade”. A Liga tem tido sempre boas relações com a administração do Centro Hospitalar. Em breve irá apresentar-se à actual direcção, que tomou posse há pouco tempo, com quem espera manter o mesmo nível de relacionamento.Em ano de festa, a Liga realizou já algumas iniciativas comemorativas: “Acabámos de acordar um protocolo com o Montepio de Nossa Senhora da Nazaré, no sentido de proporcionar aos nossos sócios uma consulta de clínica geral. Fizemos também um protocolo com a firma “Os Donos do Amanhã”, em que esta se propõe colaborar com a liga no sentido de comercializar um produto, cujos 25 por cento da receita, reverterão para a liga”, concluiu Manuel Ligeiro.
Notícia daqui.

14/11/07

GUARD'AFRICA


17 de Novembro de 2007



O voluntariado e a política

Voluntariado: PS quer ver discutidas propostas do CDS

O PS quer discutir na especialidade a proposta apresentada pelo CDS-PP no debate do Orçamento de Estado (OE) que prevê que os beneficiários do rendimento social de inserção façam trabalho voluntário em IPSS e outros organismos públicos.

A garantia é dada pelo Público na sua edição desta terça-feira, que recorda afirmações do deputado socialista Vera Jardim, assegurando que, apesar desta abertura do PS, não haverá pactos de regime com o PSD.

Em declarações ontem à noite, no programa Falar Claro da Rádio Renascença, o deputado socialista Vera Jardim admitiu que esta é uma das propostas dos populares que «merecem ser discutidas» nas alterações ao Orçamento de Estado na especialidade e «merecem que se chegue a consenso».

«Parece-me uma proposta útil que pessoas a beneficiar do rendimento social de inserção possam dar um contributo de trabalho a favor das IPSS ou das juntas de freguesia», frisou o socialista. «Esta seria uma forma de estas pessoas se sentirem úteis e de serem úteis», acrescentou.

Na passada semana, no Parlamento, durante a discussão na generalidade do Orçamento para 2008, Vera Jardim já admitira que algumas das propostas do CDS-PP, «por serem bem intencionadas», mereceriam «ponderação e discussão». Mas não esclarecera quais.
Notícia daqui.
Pelo contrário, já a ex-ministra das Finanças do PSD Manuela Ferreira Leite, considerou, no mesmo programa da RR, a proposta inexequível: «Nunca acreditei em trabalho voluntário que seja feito por obrigação», sentenciou.

12/11/07

Um Mundo de dúvidas com 40 mil ONG

Ninguém sabe ao certo quantas organizações não governamentais (ONG) se dedicam à ajuda ao desenvolvimento em África.
Há estimativas que apontam para 40 mil ONG internacionais, mas o número real, o dinheiro movimentado, os seus efeitos, tudo isto é matéria de especulação. O que se sabe é que, por vezes, ONG envolvidas em ajuda humanitária surgem nas notícias pelos piores motivos, como no caso da Arca de Zoé, grupo que tentou levar 103 crianças do Chade para França, alegando que se tratava de órfãos do Darfur.
Esta história motivou uma reacção do Governo chadiano e não foi a primeira vez que uma ONG excedeu os limites. Há outros exemplos. Em Março de 2006, o Governo da Eritreia expulsou várias agências, incluindo nomes sólidos. Um terço do país passava fome e estas organizações davam comida a mais de 1,3 milhões de pessoas. Dois anos antes, o Gana colocou centenas de organizações na lista negra.
Das três mil activas, apenas 150 cumpriam as regras do país, apresentando relatórios sobre as suas actividades às autoridades locais. Num continente marcado pela violência, são frequentes os episódios de rebeldes a atacarem ONG, com vítimas entre os voluntários.
A realidade das ONG em África é complexa. Os críticos afirmam que 60% do dinheiro enviado acaba nos bolsos de elites corruptas. Há mesmo quem diga que o verdadeiro problema de África é a ajuda humanitária (grandes burocracias, corrupção, o fim da iniciativa, mercados locais enfraquecidos).
O economista William Easterly, no seu livro O Fardo do Homem Branco, estima em 2,3 biliões de dólares (dez vezes o PIB português) o dinheiro investido em ajuda humanitária nos últimos 50 anos, para poucos resultados. Em 2005, a ajuda internacional foi superior a 106 mil milhões de dólares, segundo estimativa da ONU. Outro economista, Jeffrey Sachs, contesta o pessimismo de visões como a de Easterly.
Em 2002, cada habitante da África subsariana recebeu apenas 12 dólares de ajuda, contabilizou Sachs. Por ser uma discussão tão política, o mundo das ONG é difícil de avaliar.
Quantas pessoas morreriam sem a acção dos Médicos Sem Fronteiras, ou da Oxfam, ou do PAM? E quanto valem essas vidas? E por que razão algumas crises recebem mais do que outras? Em 1999, a ONU gastou 207 dólares por cada pessoa afectada no Kosovo e apenas oito dólares por cada vítima no Congo.
O interesse dos media e os interesses nacionais jogam um papel na definição das prioridades, mas sem a acção de milhares de voluntários ao serviço de ONG, grandes e pequenas, a mortalidade infantil africana seria ainda maior e haveria muitos milhões adicionais de pessoas a passarem fome.

09.11.2007 Fonte: Diário de Notícias

11/11/07

Campanha do Banco Alimentar contra a Fome


Campanha do Banco Alimentar contra a Fome


PRÓXIMA CAMPANHA DE RECOLHA DE ALIMENTOS


A próxima Campanha de Recolha de Alimentos em supermercados e superfícies comerciais realiza-se nos dias 1 e 2 de Dezembro de 2007.


Participe: Alimente Esta Ideia !




Se quiser ser Voluntário inscreva-se em;


»Por telefone para o Banco da sua região


Em simultâneo, mas prolongando-se até 9 de Dezembro de 2007, terá lugar a Campanha "Ajuda Vale", que permite a recolha de alimentos sob a forma de vales que representam seis produtos básicos à alimentação. Esta modalidade de campanha, em que cada pessoa continua a decidir o que quer doar, permite uma simplificação dos procedimentos logísticos.


Participe na Campanha: Alimente Esta Ideia !

Raríssimas - Campanha de recolha de tinteiros


09/11/07

Voluntários missionários fazem formação

A primeira sessão de formação para voluntários missionários, que se preparam para partir em missão no próximo ano, realiza-se a 17 e 18 de Novembro, em Coimbra

Voluntariado Missionário e Espiritualidade” é o primeiro de cinco temas das cinco sessões que decorrerão até Junho de 2008.
O objectivo é preparar da melhor forma os voluntários que decidirem partir em missão, aponta a Fundação Evanagelização e Culturas, entidade formadora.Áreas como as realidades locais, a vida em grupo, a espiritualidade ou o Desenvolvimento serão temas a abordar ao longo das formações. Só participarão nesta formação pessoas ligadas a uma das entidades de Voluntariado missionário.As entidades interessadas em participar na formação deverão inscrever os seus voluntários até dia 14 de Novembro para o e-mail.
Notícia daqui.

Agrupamento de S. Luís de Faro do CNE cria projecto nacional de voluntariado

O Agrupamento 1172 do CNE – Corpo Nacional de Escutas de São Luís de Faro está a preparar um projecto de promoção do voluntariado que pretende abranger o País todo e que deverá ser apresentado publicamente no próximo dia 5 de Dezembro, Dia Mundial do Voluntariado, numa conferência de imprensa organizada conjuntamente com a AMAL – Grande Área Metropolitana do Algarve e a Globalgarve, entidades que apoiaram aquela iniciativa desde a primeira hora.

Em concreto, trata-se de uma plataforma na Internet que futuramente poderá ser acedida em www.solidus.pt (da origem do termo solidariedade) e que visa servir de ponto de encontro entre as instituições necessitadas de voluntários e aqueles agentes que pretendam encontrar quem queira acolher o seu serviço.

Esta iniciativa foi concretizada ao abrigo de um protocolo formalizado em Dezembro do ano passado entre o Agrupamento de Escutas, a AMAL e a Globalgarve, e que posteriormente motivou a que os dois parceiros institucionais candidatassem o projecto a fundos comunitários no âmbito da REVOS - Rede Europeia de Voluntariado Social que visa dotar as administrações das metodologias apropriadas e ferramentas com vista à colaboração com organizações voluntárias no sentido de colmatar as suas necessidades.

De início, o Solidus irá desenvolver-se prioritariamente ao nível do Algarve, mas dentro de um ano a organização espera ter o projecto alargado a nível nacional, contando o Agrupamento do CNE valer-se da estrutura nacional daquele movimento que servirá de apoio com as suas 20 estruturas regionais e 1000 estruturas locais (agrupamentos).

Conforme explicou à FOLHA DO DOMINGO, José António Cruz, chefe dos Caminheiros (18-21 anos) do Agrupamento 1172 e principal impulsionador desta iniciativa, o projecto contará no Algarve com “um dinamizador para cada concelho”, estando também já a ser desenvolvidos contactos para haver igualmente “um dinamizador para cada distrito que por sua vez deverá formar uma equipa de pessoas para divulgar o site e angariar as instituições” em cada região, existindo já contactos com Lisboa, Coimbra, Açores e Madeira.

Confirmando a adaptabilidade do projecto ao que possa acontecer no futuro, aquele responsável ressalva que “a estrutura que está criada está feita de forma a funcionar só com o Algarve ou com os 20 distritos”.

Presentemente, adianta José António Cruz, está já constituída a Comissão Executiva, composta por 12 elementos, que depois de nomeada pela direcção do Agrupamento, irá fazer a gestão de todo o projecto. Entre os membros contam-se dirigentes do CNE, não só agrupamento de São Luís, mas mais de metade não são escuteiros, até porque “este é um projecto completamente aberto à sociedade civil”, como faz questão de frisar aquele responsável. “É uma equipa polivalente com pessoas da área financeira, jurídica, da acção social, economia e marketing, oriundas do Algarve e de Lisboa”, complementa aquele dirigente do CNE. Pessoas que oferecem os seus serviços de uma forma completamente voluntária e gratuita, não comprometendo o próprio espírito do projecto, também ele “completamente gratuito”.

Por outro lado, José António Cruz, testemunha já a adesão à iniciativa de jovens escuteiros de Albufeira, Faro e Olhão, mostrando-se também confiante que a Junta Regional do Algarve também o venha a fazer, assim como as restantes 19 Juntas Regionais do País.

Procurando explicar a funcionalidade do sítio, José António Cruz refere que ambos, instituição e voluntário, terão de fazer a sua inscrição na plataforma on line. “O voluntário poderá contactar directamente a instituição e verificar o que é que aquela necessita, de acordo com os seus anúncios publicados, e a própria instituição terá também acesso à base de dados dos voluntários inscritos, de acordo com as suas opções, podendo fazer pesquisas por sectores (concelhos, especialidades, etc), sendo igualmente possível contactar via e-mail os voluntários”, esclarece. O dirigente do CNE salvaguarda ainda que, por uma questão de “protecção de dados”, o voluntário inscrito não saberá quem são os restantes voluntários.

Segundo aquele responsável, uma das inovações desta plataforma será mesmo a possibilidade de publicação de anúncios por parte das entidades que vão recrutar a mão-de-obra. “Em vez de apostarmos numa lista de instituições apostamos em anúncios. Convidamos as instituições a colocar um anúncio (que desperte a atenção do voluntário) que terá a duração de acordo com as suas necessidades”, concretiza José António Cruz, realçando que o objectivo do sítio é que os voluntários encontrem com facilidade aquilo que procuram.

No caso dos anúncios, o contacto com os voluntários deverá ser feito pela administração do Solidus.pt, que reencaminhará a informação e os pedidos para os voluntários, seleccionados de acordo com a solicitação das instituições.

As intenções de registo ou de publicação de anúncios terão de ser sempre validadas pela administração do projecto que garantirá assim a inspiração cristã do mesmo.

José António Cruz salienta que este será o primeiro sítio de âmbito nacional e de iniciativa privada. “O que existe está ligado a institutos públicos e organismos do Estado, o que por vezes traz alguns problemas por serem projectos sujeitos à vontade política de determinado Governo, condicionante que leva a que tenham mais ou menos desenvolvimento e que, infelizmente, conduz a que alguns dos sítios acabem mesmo por ficar um pouco parados”.

No caso do Solidus, “a ideia surgiu a partir de uma necessidade, no âmbito do clã (grupo de Caminheiros) do Agrupamento”. “O lema principal da IV secção é precisamente servir e este é por vezes um problema que os jovens encontram: servir, mas onde e com quem?”, constata o chefe escutista, lembrando as dificuldades que encontraram para saber onde é que poderiam ser úteis. “Somos defensores da importância de servir e do serviço, mesmo até para o nosso próprio crescimento pessoal, mas de um serviço útil. A necessidade surgiu a partir daí e pensámos da utilidade em haver um sítio na Internet que facilitasse este ponto de encontro”, justifica.

O Solidus.pt será composto ainda de um espaço destinado a testemunhos, galeria de fotos e um fórum para troca de experiências. Haverá ainda informação complementar como notícias sobre voluntariado.

Hugo Costa e Bernardete Spencer, dois dos membros do clã do Agrupamento, respectivamente de 20 anos e 17 anos, testemunharam à FOLHA DO DOMINGO o entusiasmo com o desenvolvimento do projecto. “Achámos uma boa iniciativa.

Logo quando a ideia surgiu ficámos um pouco intimidados, mas fomos para a frente”, recorda Hugo Costa.

Bernardete Spencer referiu-se ao empenho dos Caminheiros apesar de se tratar de um “projecto ambicioso”. “Como o nosso lema é servir queríamos ter mais facilidades em servir e encontrar instituições onde pudéssemos realizar a nossa missão”, justificou.

Embora o sítio na Internet seja a principal característica deste projecto, o Solidus não se limita apenas a ela. De acordo com José António Cruz, a promoção da formação na acção social será também uma preocupação. “Pretendemos organizar alguns cursos também, pois sabemos que a formação para voluntários é feita, mas de uma forma dispersa, sem um modelo consistente ou um plano de formação; com as diversas instituições a fazerem formação de coisas completamente diferentes”, considerou, manifestando o desejo de o Agrupamento “colaborar no sentido de tentar fazer com que o modelo de formação seja semelhante e de criar cursos de acordo com as necessidades existentes”.

Por outro lado, os escuteiros da paróquia de São Luís pretendem simultaneamente, numa outra frente, “sensibilizar as empresas para o voluntariado”. “Queremos desenvolver esta cultura do voluntariado muito comum e enraizada nos países nórdicos e menos nos países do Sul, nomeadamente em Portugal”, explica o dirigente do CNE, garantindo a vontade do Agrupamento de “encontrar caminhos para articular com o Ministério da Educação determinadas acções que possam ser possíveis com os estudantes e jovens”, com vista a que haja um “aproveitamento não só dos cidadãos mais idosos, com mais disponibilidade, mas também dos mais jovens, que de uma maneira geral são muito receptivos”.

Ao nível das parcerias, José António Cruz destaca ainda a indispensável colaboração com a diocese do Algarve, com as suas paróquias que reconhece fazerem “um trabalho na acção social bastante importante” e com a Caritas Diocesana.

“Espero que se possa através desta ferramenta arranjar pessoas para contribuir nesse trabalho”, confessa.

Em síntese, aquele responsável testemunha a vontade do Agrupamento 1172 de querer “passar uma mensagem positiva, de acção, de que todos podemos ajudar alguém que às vezes está bem perto”.

Apesar deste ser um projecto ambicioso que ficará sedeado em Faro, José António Cruz não teme pelas dificuldades que o mesmo possa trazer ao Agrupamento. “Temos crescido de forma sustentada e o projecto, apesar de ter a cobertura do nosso agrupamento, acaba por ser um pouco autónomo e não vai interferir directamente com o nosso funcionamento”, considera.

No dia do lançamento, para além da divulgação do Solidus, os Caminheiros irão comemorar o Dia do Voluntariado, também com uma acção de serviço nas irmãs Missionárias da Caridade, com quem já colaboram com regularidade há 2 anos.

Notícia daqui.

“Amigos do Hospital” organizam conferência sobre acesso aos cuidados de saúde

A Liga dos Amigos do Hospital de Torres Novas está a organizar uma conferência para sexta-feira, dia 16 de Novembro, subordinada ao tema “Acesso aos Cuidados de Saúde: um direito para todos”.
A iniciativa insere-se na comemoração dos 10 anos de actividade da liga, que desde 1997 trabalha para proporcionar aos utentes do hospital, uma passagem ou estadia naquela unidade de saúde, o mais digna possível. A conferência, que decorrerá pelas 21 horas no auditório da Caixa Agrícola de Torres Novas, terá como conferencistas Maria Augusta Sousa, Bastonária da Ordem dos Enfermeiros e Maria Virgínia Godinho, directora técnica da residência Dr. Albergaria Martins, da Liga dos Amigos do Hospital de Santarém.
O tema abordado reveste-se de um interesse crescente para a comunidade de utentes da saúde, uma vez que esta se depara com dificuldades crescentes em obter os cuidados que necessita. As conferencistas convidadas têm ambas vasta experiência no tema da saúde. Maria Augusta Sousa debruçará a comunicação sobre os problemas que dificultam o acesso aos cuidados de saúde, bem como a respectiva solução.
Maria Virgínia Godinho, desde sempre ligada à liga dos Amigos do Hospital de Santarém e grande dinamizadora daquele corpo de voluntariado, dirá como é que o voluntariado em saúde pode ajudar os doentes a resolver algumas das dificuldades.
O púbico presente será, no final, convidado a intervir e toda a população está convidada a assistir a esta iniciativa de entrada livre.
Notícia daqui.

08/11/07

Campanha de Angariação de Meias para os Sem Abrigo de Lisboa


Campanha de Angariação de Meias para os Sem Abrigo de Lisboa


Equipa B – Volta de Quarta-Feira


Comunidade Vida e Paz

Somos uma das muitas Equipas de Rua que colabora com a Comunidade Vida e Paz no apoio aos Sem-Abrigo de Lisboa durante a noite.


E todas as noites ouvimos o mesmo pedido: Têm meias? Têm meias? Têm meias?Pegámos nestes pedidos e decidimos realizar esta Campanha - Junta as tuas meias às minhas… e torna os dias e as noites mais quentes!Objectivo – angariar 5000 pares de meias até à noite de Natal!Para quem estiver interessado em aquecer os dias e as noites – contacte-nos por mail: vsophya@hotmail.com


Muito Obrigada pela ajuda… e pelas meias!

07/11/07

Prevenção de Casa do Povo é projecto-piloto para os Açores

Contando com o voluntariado...

Para ver aqui.

Aulas de Motricidade Sénior

Foi com muito ritmo e boa disposição que começaram hoje, 7 de Novembro, no Ginásio da antiga Escola Secundária da Lourinhã, as aulas de Motricidade Sénior, com a participação de mais de 30 cidadãos, com idades compreendidas entre os 50 e os 80 anos, que deram o seu melhor nesta nova vivência sócio-comunitária, proporcionada pela Academia Cultural Sénior da Lourinhã (ACSL).

Leccionada por uma professora voluntária, que à semelhança dos outros docentes da ACSL, se encontra integrada no Programa de Voluntariado do Município da Lourinhã, esta classe compreendeu exercícios adaptados à faixa etária envolvida, que pretendem potenciar um estilo de vida mais activo e promover a saúde e o bem-estar físico e psíquico.

Ver mais aqui.

04/11/07

Novo "link" neste blogue


Dia 5 de Novembro, reunião de apresentação aos novos universitários.

Voluntários nas prisões reúnem-se em Fátima

Os voluntários nas prisões reúnem-se em Fátima, a 24 e 25 de Novembro, no seminário do Verbo Divino

Da agenda dos trabalhos contam-se vários temas:
- “Alterações ao código de Processo Penal, pontos que nos dizem respeito”;
- “Quais os maiores problemas dos diversos grupos, como os resolvem” e
- “Condições de reclusos na difícil hora da saída”.
Neste encontro anual dos voluntários nas prisões, a Fraternidade das Instituições de Apoio ao Recluso (FIAR), entidade organizadora, vai entregar o prémio de voluntariado a Gracinda Gomes.
Notícia daqui.

02/11/07

Cruz Vermelha das Caldas lança “Operação 500” para duplicar número de sócios

A delegação das Caldas da Rainha da Cruz Vermelha Portuguesa quer duplicar o número de sócios - agora denominados membros contribuintes - junto das camadas mais jovens. O objectivo é chegar aos 500.

Esta entidade pretende continuar com acções de formação profissional e desenvolver programas de voluntariado.
Ler mais aqui.

01/11/07

Voluntariado no Porto

Actividades de Voluntariado:


- as Mães Adolescentes e seus filhinhos
- as pessoas Sem Abrigo
- os Idosos – Rostos (com) Vida
- apoio ao acolhimento dos Imigrantes
- serviço em Lichinga - Moçambique
- serviço nas Favelas - Brasil