07/12/07

Maria Cavaco Silva elogia crescimento da Bolsa do Voluntariado

Maria Cavaco Silva elogiou hoje o aumento do número de voluntários e o crescimento da Bolsa de Voluntariado criada há um ano pela Entrajuda, instituição de apoio a outras instituições de solidariedade social.

«Uma em cada seis pessoas exerce voluntariado em Portugal», afirmou a mulher do Presidente da República, numa cerimónia de entrega de diplomas, no Porto, a 110 voluntários da Liga Portuguesa Contra o Cancro com 10 ou mais anos de serviço a favor dos doentes.

Maria Cavaco Silva recordou que esteve há um ano, também no Dia Internacional do Voluntariado, na abertura da Bolsa do Voluntariado da Entrajuda, que reunia então cerca de 200 voluntários.

«No final de Janeiro deste ano já eram 1.500 e actualmente são quase 5.000 voluntários de 477 instituições», salientou.

Maria Cavaco Silva enalteceu «a vontade e a boa-vontade» de quem presta apoio social sem pretender nada em troca e sublinhou que «o Estado não pode nem deve acudir a tudo».

O Bispo do Porto, D. Manuel Clemente, sublinhou a importância do trabalho voluntário, reconhecendo também que compete ao Estado garantir «o bem comum de uma sociedade, mas sem exclusivismo».

D. Manuel Clemente destacou as três características que o Papa Bento XVI considerou definidoras da caridade: «ser imediata, independente de qualquer motivação que não seja o amor ao próximo e gratuita».

«O voluntariado é a entrega de si, é a verdadeira lei da vida. Os voluntários são a parte mais sã e mais promissora da nossa sociedade», frisou.

O Bispo do Porto historiou o papel que o Cristianismo teve como fomentador do voluntariado, realçando que só a partir do século XVIII é que os estados começaram a assumir uma parte importante do trabalho social que até aí era assegurado por diferentes organizações da sociedade civil.
Notícia daqui.

Quatro anos de voluntariado na Covilhã


A rede de voluntariado dinamizada pela Associação Beira Serra, na Covilhã, já prestou 3.700 serviços à comunidade desde que foi criada em Junho de 2003, disse hoje à Agência Lusa Graça Rojão, uma das suas responsáveis.


"A rede conta com cerca de meia centena de membros mais activos, para além de outros com uma prestação pontual", contou aquela responsável no Dia Internacional do Voluntário.


A data foi hoje assinalada pela Beira Serra com a entrega de diplomas aos membros mais dedicados. Entre os serviços prestados estão o acompanhamento de pessoas doentes, visitas a idosos isolados, apoio ao estudo de crianças e jovens socialmente desfavorecidos e com dificuldades de aprendizagem, bem como animação em lares da terceira idade.



"Os serviços de visitas ou companhia para pessoas idosas é o que tem maior procura", disse Graça Rojão. "Não é um serviço de apoio domiciliário. Às vezes trata-se tão só de companhia para um passeio, conversa ou ajuda a tratar de algum assunto burocrático", acrescentou. Outro tipo de ajudas prende-se com o facto de "haver muita gente com dificuldades de leitura".


Metade dos voluntários são estudantes, sobretudo do ensino superior, havendo também um grupo significativo de pessoas na vida activa e com idades compreendidas entre os 48 e 55 anos. "As mulheres estão claramente em maioria", dissee Graça Rojão. Apesar de não haver uma explicação cientificamente testada, aquela responsável pensa que as voluntárias também procuram convívio. "Há menos oportunidades de convívio para as mulheres.


Não vão para o café ou para as tabernas como os homens. Por outro lado, são desde pequenas mais treinadas que os homens para tratar dos outros", considerou.


Os serviços de voluntariado podem ser requeridos pelas famílias através de contactos telefónicos para a Beira Serra ou outros parceiros, como as juntas de freguesia.


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Mais de 4.900 inscritos na Bolsa do Voluntariado

A Bolsa do Voluntariado registou, só no primeiro dia, a inscrição de cerca de 4.917 voluntários, 448 instituições com necessidade de trabalho de voluntariado e cerca de 260 instituições carenciadas em produtos.
O maior portal de voluntariado em Portugal, para além das inscrições on-line, foi também contactado por numerosas instituições e por 160 voluntários que não têm acesso à Internet.
A Bolsa do Voluntariado foi um projecto lançado pela ENTRAJUDA no dia 5 de Dezembro de 2006 - Dia Internacional do Voluntário - com o objectivo de servir de ponto de encontro «virtual» entre a oferta e a procura de trabalho voluntário.O projecto inovador de âmbito nacional, que pretende que seja exercido o conceito da Cidadania e da Responsabilidade Social, visa permitir articular a necessidade de voluntário das instituições com a disponibilidade de pessoas e entidades.
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Boa Vista: Centro da Juventude de Sal Rei expõe sobre voluntariado

Encontra-se patente no Centro de Juventude de Sal Rei uma mostra sobre a solidariedade social.
A exposição em slide exibe fotos de actividades voluntárias, na sua maioria em torno da preservação do meio ambiente, desenvolvidas por organizações locais e não só. A iniciativa surge no âmbito da comemoração do Dia Internacional do Voluntariado, celebrado hoje, 5 de Dezembro. Em paralelo, uma equipa estará disponível para sensibilizar os visitantes sobre a importância do voluntariado.

São dezenas de fotografias exibidas em slides, mostrando os principais trabalhos voluntários realizados por organizações e associações da ilha, entre elas o Clube Ambiental da Boa Vista, Natura 2000, Cruz Vermelha, Câmara Municipal e iniciativas pessoais, que tentam apoiar o desenvolvimento sustentado da ilha das dunas. Trabalhos espontâneos de organizações do mundo inteiro também estarão disponíveis.

O trabalho voluntário na Boa Vista gira, sobretudo, em torno da preservação do meio ambiente, através da limpeza de praias e ruas, plantação de árvores e preservação de espécies em extinção, caso das tartarugas marinhas e outros animais que procuram a costa da ilha. Também são desenvolvidas outras actividades como apoios na construção de habitações sociais, doação de materiais escolares e brinquedos, apoio no transporte escolar, doação de sangue, apoio médico gratuito, doação de roupas ou comida, entre outras.

O dia 5 de Dezembro, Dia Internacional do Voluntariado, é uma oportunidade para as organizações que trabalham com voluntários juntarem esforços em projectos e campanhas que promovam o desenvolvimento social e económico das comunidades.
Notícia daqui.

Cinco mil pessoas inscritas na Bolsa do Voluntariado

Actores e agentes de seguros, engenheiros e jardineiros, professores e estudantes. Profissionais de todos os sectores juntam-se numa mesma missão e dão o seu tempo e talento para ajudar mais de 400 instituições inscritas na Bolsa do Voluntariado.

A Bolsa do Voluntariado, desenvolvida desde 04 Dezembro de 2006 pela Entreajuda, é um serviço que estabelece a ponte entre quem quer dar e quem precisa de receber.
Quando começou a funcionar o projecto tinha 200 voluntários inscritos e um ano depois já tem disponíveis, para ajudar instituições, um total de 4.917 voluntários, a maioria mulheres.
Entre as profissões representadas há também advogados, biólogos, cabeleireiros, carpinteiros, enfermeiros, médicos, jornalistas, músicos, juristas e mesmo virologistas.
Do total de voluntários inscritos a nível nacional, 483 são estudantes, 322 são professores, 176 são informáticos, 172 são administrativos, 167 são engenheiros, 149 são gestores e 126 assistentes sociais.
Os últimos dados estatísticos da Bolsa de Voluntariados reportam-se a Novembro e indicam que o distrito de Lisboa é o que regista o maior número de voluntários inscritos dispondo de 1.970 pessoas nestas condições.
Em segundo lugar surge o distrito do Porto, com 812 voluntários, logo seguido de Setúbal, com 443, e Braga, com 243.A ilha de Porto Santo - na Região Autónoma da Madeira -, e as ilhas Graciosa, Flores e Corvo - Região Autónoma dos Açores - são os únicos pontos do país sem um único voluntário inscrito na bolsa do voluntariado.As ilhas de S.Jorge, Pico, Faial e Santa Maria dispõem de um voluntário cada.
Quanto às preferências dos voluntários inscritos, para mais de três mil é indiferente a área em que podem ajudar, enquanto 703 escolheram o apoio a crianças, 251 a jovens, 205 a bebés e 133 a idosos.A bolsa do voluntariado é uma ferramenta de gestão e desenvolvimento em tempo real/on-line, que aproveita as qualificações dos voluntários e permite a capacitação das organizações.
Através de um site (www.bolsadovoluntariado.pt), o potencial voluntário pode fazer uma pesquisa a nível nacional e encontrar a instituição adequada para a sua vontade e disponibilidade em ajudar.
O projecto permite assim que as instituições procurem um perfil de voluntário de que necessitam para a sua actividade assim como colocar visível e discriminando on-line os bens que necessitam.
Os dados da bolsa de voluntariado são um exemplo do trabalho voluntário desenvolvido no país, uns formais outros não formais.Em Portugal estima-se que uma em cada seis pessoas pratique trabalho voluntário e que pelo menos 500 mil estejam enquadradas em organizações.
A nivel internacional, os dados disponiveis referem-se a 2006 e na perspectiva do voluntariado missionário: cerca de 250 portugueses estavam em missões em Angola, Mocambique, Cabo Verde, Guine Bissau, S.Tome e Principe, Timor-leste, Zâmbia, Brasil e Africa do Sul.
O Dia Internacional do Voluntariado, que se comemora quarta-feira, foi criado em 1985 pela Assembleia-Geral das Nações Unidas com o objectivo de apoiar grupos dedicados a acções voluntárias em diversas categorias sociais.
Notícia daqui.

05/12/07

Faro: autarquia lança Guia do Voluntariado

A autarquia de Faro vai lançar um guia do voluntário, um documento com todas as Instituições Particulares de Solidariedade Social que acolhem voluntários no concelho, bem como o tipo de trabalho voluntário de que necessitam.
O guia é lançado no site da câmara (www.cm-faro.pt) dia 5, quarta-feira à meia-noite, no âmbito das comemorações do Dia Internacional do Voluntariado.
O Guia do Voluntário será igualmente distribuído por todas as IPSS’s de Faro. A edição resulta de um trabalho de parceria com as entidades sociais do concelho no âmbito do programa REVOS – Rede Europeia de Voluntariado Social.
Notícia daqui.

É cada vez mais difícil arranjar voluntariado

É cada vez mais difícil arranjar voluntariado

No dia mundial do Voluntariado, que hoje se assinala, o JM ouviu representantes de duas instituições de solidariedade social. Ambos consideram que é cada vez mais difícil arranjar quem se dedique a esta causa. Pedro Telhado, da Casa do Voluntário refere que, ainda assim, a sua instituição tem 400 pessoas que prestam apoio a várias instituições. São os jovens quem mais se dedica ao voluntariado

Nos tempos que correm, não é fácil conseguir arranjar quem se dedique a uma causa sem que, por isso, receba qualquer tipo de remuneração. Os diversos afazeres do dia-a-dia, o stress que cada vez mais consome a sociedade moderna, fazem com que as pessoas não tenham tempo para ajudar os outros.

O JORNAL da MADEIRA ouviu Pedro Telhado, da Casa do Voluntário na Madeira e José Manuel Barbeito, da Cáritas, sobre esta problemática, que foram unânimes em considerar que há cada vez mais dificuldades em arranjar quem se dedique ao voluntariado.

Hoje é dia do Voluntariado, e, por isso, de reflexão.

Pedro Telhado refere que as instituições apercebem-se, cada vez mais, da importância dos voluntários como complemento da actividade dos técnicos, pois «estes levam a uma maior humanização dos serviços prestados e a um maior bem-estar de todos.Pedro Telhado considera que apesar do incremento do número de voluntários, existirão sempre lacunas a serem preenchidas e a necessidade de novos voluntários tanto na Madeira como no resto do país.» No que diz respeito à realidade regional, Pedro Telhado é de opinião que «podemos dizer que temos tido sucesso mas acreditamos que todos os anos mais pessoas se decidirão a se tornarem voluntários».

A Casa do Voluntário conta com mais de 400 pessoas que se dedicam à causa em questão e que prestam serviço nas outras instituições. O perfil «é, cada vez mais, de pessoas jovens com educação média/superior», segundo Pedro Telhado. Os voluntários têm dado resposta à maioria dos pedidos que têm sido dirigidos à Casa do Voluntário pelas instituições.Quanto a iniciativas levadas a cabo pela Casa do Voluntário, Pedro Telhado diz-nos que aquela instituição organiza acções de promoção do voluntariado, como cursos, a marcha do voluntariado e a feira das vontades.

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Coimbra celebra Dia Internacional do Voluntariado

É sob o lema “Ser solidário, ser voluntário” que hoje, 5, se comemora o Dia Internacional do Voluntariado

Coimbra recebe, neste dia, um conjunto de iniciativas, promovidas pela Associação Saúde em Português. O objectivo passa por salientar a importância que o voluntariado tem na sociedade.

Para tal, vai decorrer um jantar convívio, no Restaurante Serenata, pelas 19 horas, seguido do lançamento do livro “Ser solidário – estórias de amor e paz”.

A obra, editada pela associação organizadora, conta a participação de vários autores que relatam histórias de cooperação e humanismo. A apresentação vai ser feita no Café Santa Cruz, por volta das 21 horas, com os comentários do jornalista da RTP, João Fernando Ramos.

Em seguida, vai ter lugar um colóquio, a partir dos testemunhos de alguns voluntários, de organizações como a Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV) e a Caritas Diocesana (Projecto REDUZ).

Para além de uma exposição fotográfica, o Café Santa Cruz vai receber, ainda, a violinista Joana Reis e um grupo de cantares cabo-verdianos, que vão actuar ao vivo naquele espaço.

As comemorações do Dia Internacional do Voluntariado terminam na discoteca Via Latina, ao som de ritmos africanos.
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Dia Mundial do Voluntariado

A ONU (Organização das Nações Unidas) fixou o dia 5 de Dezembro (Quarta-feira) como o «Dia Mundial do Voluntariado», considerando que o serviço voluntário, incluindo o dos voluntários das Nações Unidas, está a prestar uma importante contribuição para as actividades socioeconómicas em todas as partes do Mundo.
Entre nós, esta data reveste-se também de um significado muito especial, numa presença das gentes portuguesas desde há muitos séculos e através das mais variadas obras, nos nossos tempos agrupadas sobre a designação genérica de IPSS (Instituições Privadas de Solidariedade Social), mas que remontam às Confrarias do Corpo Santo (Marítimos), Misericórdias, Resgate de Cativos e Escravos, etc.
Neste «Dia Mundial do Voluntariado» muito me apraz saudar afectuosamente e com toda admiração e respeito o exemplar papel de dedicação ao próximo de todos os que, no Algarve, trabalham voluntariamente nas mais diversas áreas e Instituições, dando um contributo da mais assinalada valia para a construção de um mundo mais fraterno e solidário.
* Governadora Civil do Distrito de Faro
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Banco Alimentar consegue 1.659 toneladas de comida

A campanha promovida no último fim-de-semana e vai ajudar 219 mil pessoas


Os 13 Bancos Alimentares contra a fome recolheram 1.659 toneladas de alimentos na campanha promovida no último fim-de-semana junto de 973 superfícies comerciais de vários pontos do país, ou seja, um aumento de 10 por cento face a 2006, noticia a Lusa.

«O balanço é óptimo», disse Isabel Jonet, presidente da Federação Portuguesa dos Bancos Alimentares contra a Fome. «Apesar da crise, os portugueses são solidários», acrescentou.

A campanha realizou-se em 973 superfícies comerciais das zonas de Abrantes, Algarve, Aveiro, Coimbra, Évora, Lisboa, Portalegre, porto, Setúbal, Cova da Beira, Leiria-Fátima, S. Miguel e Oeste.

Alimentos para 219 mil pessoas

Na próxima semana, os géneros alimentícios vão ser distribuídos nas zonas de recolha a um total de 1.330 instituições de Solidariedade Social e a mais de 219 mil pessoas com carências alimentares comprovadas.

No entanto, quem quiser ajudar, ainda pode fazê-lo até ao próximo domingo, dia 9 de Dezembro, através da «ajuda vale», que consiste na aquisição de vales que representam produtos.

Também nos postos incluídos na rede PayShop poderá ser efectuada uma contribuição, que será posteriormente convertida em leite.

Mais de 17 mil voluntários

Nesta campanha tiveram um papel «fundamental» os 17.700 voluntários que «disponibilizaram algum do seu tempo no fim-de-semana para participar na campanha de recolha».

«Tarefas como a recolha nos estabelecimentos comerciais, o transporte, pesagem e separação dos produtos, foram integralmente asseguradas pelos voluntários», referiu Isabel Jonet.

Esta é a 32ª campanha de recolha de alimentos organizada pelos Bancos Alimentares Contra a Fome, que iniciaram a sua actividade em 1992 com o objectivo de promover a luta contra a fome de modo a minorar situações de pobreza em Portugal.
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Bolsa do Voluntariado: quase cinco mil inscritos

Actores e agentes de seguros, engenheiros e jardineiros, professores e estudantes. Profissionais de todos os sectores juntam-se numa mesma missão e dão o seu tempo e talento para ajudar mais de 400 instituições inscritas na Bolsa do Voluntariado, noticia a Lusa.
A Bolsa do Voluntariado, desenvolvida desde 4 Dezembro de 2006 pela Entreajuda, é um serviço que estabelece a ponte entre quem quer dar e quem precisa de receber.

Quando começou a funcionar o projecto tinha 200 voluntários inscritos e um ano depois já tem disponíveis, para ajudar instituições, um total de 4.917 voluntários, a maioria mulheres.

Entre as profissões representadas há também advogados, biólogos, cabeleireiros, carpinteiros, enfermeiros, médicos, jornalistas, músicos, juristas e mesmo virologistas.

Do total de voluntários inscritos a nível nacional, 483 são estudantes, 322 são professores, 176 são informáticos, 172 são administrativos, 167 são engenheiros, 149 são gestores e 126 assistentes sociais.

Os últimos dados estatísticos da Bolsa de Voluntariados reportam-se a Novembro e indicam que o distrito de Lisboa é o que regista o maior número de voluntários inscritos dispondo de 1.970 pessoas nestas condições.

Em segundo lugar surge o distrito do Porto, com 812 voluntários, logo seguido de Setúbal, com 443, e Braga, com 243.

A ilha de Porto Santo - na Região Autónoma da Madeira -, e as ilhas Graciosa, Flores e Corvo - Região Autónoma dos Açores - são os únicos pontos do país sem um único voluntário inscrito na bolsa do voluntariado.

As ilhas de S.Jorge, Pico, Faial e Santa Maria dispõem de um voluntário cada.

Quanto às preferências dos voluntários inscritos, para mais de três mil é indiferente a área em que podem ajudar, enquanto 703 escolheram o apoio a crianças, 251 a jovens, 205 a bebés e 133 a idosos.

A bolsa do voluntariado é uma ferramenta de gestão e desenvolvimento em tempo real/online, que aproveita as qualificações dos voluntários e permite a capacitação das organizações.

Através de um site (www.bolsadovoluntariado.pt), o potencial voluntário pode fazer uma pesquisa a nível nacional e encontrar a instituição adequada para a sua vontade e disponibilidade em ajudar.

O projecto permite assim que as instituições procurem um perfil de voluntário de que necessitam para a sua actividade assim como colocar visível e discriminando on-line os bens que necessitam.

Em Portugal estima-se que uma em cada seis pessoas pratique trabalho voluntário e que pelo menos 500 mil estejam enquadradas em organizações.

A nivel internacional, os dados disponiveis referem-se a 2006 e na perspectiva do voluntariado missionário: cerca de 250 portugueses estavam em missões em Angola, Mocambique, Cabo Verde, Guine Bissau, S.Tome e Principe, Timor-leste, Zâmbia, Brasil e Africa do Sul.

O Dia Internacional do Voluntariado, que se comemora esta quarta-feira, foi criado em 1985 pela Assembleia-Geral das Nações Unidas com o objectivo de apoiar grupos dedicados a acções voluntárias em diversas categorias sociais.
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Solidus


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03/12/07

Voluntários precisam-se: Oliveira do Bairro

Banco de Voluntariado de Oliveira do Bairro precisa de voluntários, para “ser útil a todos”.
A estrutura, a funcionar no âmbito da autarquia comemora esta quarta- -feira, dia 5, Dia Internacional do Voluntário.
O projecto nasceu da vontade da autarquia em promover e sensibilizar a população local para uma cidadania activa e solidária para com o próximo. Neste momento, em Oliveira do Bairro, o Banco Local de Voluntariado conta com uma bolsa de perto de 30 voluntários, na sua grande maioria jovens estudantes universitários e recém licenciados, embora também existam pessoas de média idade e a trabalhar.
Se da parte dos voluntários houve adesão, junto das instituições tem havido alguma resistência em perceberem as vantagens de se juntarem ao projecto. Apenas recentemente algumas instituições e entidades concelhias começaram a manifestar interesse em acolher voluntários ao abrigo da iniciativa. Até agora estão inscritas cinco entidades: Centro de Saúde de Oliveira do Bairro, SOLSIL, Centro Social e Paroquial S. Pedro da Palhaça, Santa Casa da Misericórdia e “A Medida – Associação para a Formação Profissional”.
A receber voluntários há actualmente a Santa Casa da Misericórdia, o Centro Social da Palhaça, o Centro de Saúde de Oliveira do Bairro e, em Janeiro, a Solsil junta-se ao grupo que a autarquia espera que aumente já no próximo ano. Aos aderentes deste projecto, de acordo com a disponibilidade do voluntário e a necessidade da entidade, a autarquia garante a qualidade da iniciativa e a manutenção dos objectivos da criação do Banco de Voluntariado com o acompanhamento permanente dos técnicos da Acção Social.
Os interessados em pertencer ao Banco de Voluntariado podem contactar a autarquia por telefone, e-mail ou pessoalmente, dirigir-se à divisão de Acção Social e Família e preencher uma ficha de inscrição.
O processo continua numa entrevista onde se identificam vocações, aptidões, competências e disponibilidade, a partir daí, é feito um perfil que é cruzado com a procura de voluntariado das organizações concelhias, segundo a base de dados. A partir do momento em que iniciam o seu trabalho de voluntariado os voluntários passam a estar cobertos nesse serviço por um seguro, a ter um cartão de identificação de voluntário, a dispor de livre-trânsito nos Transportes de Oliveira do Bairro e a certificação do trabalho voluntário.
As entidades que acolhem os voluntários terão de elaborar um programa onde fique definido a natureza do programa a desenvolver nesta instituição, nomeadamente as tarefas, os horários e o período do programa de voluntariado.
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FARO: Mostrar o que é o voluntariado

A Direcção Regional do Instituto Português da Juventude apresenta uma Mostra sobre Voluntariado, dia 5 de Dezembro.

A Monstra acontece no âmbito do Dia Internacional do Voluntário e decorre entre AS 14h00 e as 18h00.

No espaço da Loja Ponto JÁ vão estar presentes representantes do Centro de Recrutamento de Faro do Exército e a Associação Cultural e Recreativa do Algarve (ARCA).

O Centro de Recrutamento de Faro irá expor informação sobre o Voluntariado no Exército e a ARCA informação e produtos do Comércio Justo.

As duas entidades presentes vão estar disponíveis para prestar informação e esclarecer dúvidas sobre os seus projectos.
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VOLUNTARIADO DE APOIO A IMIGRANTES

A organização não governamental "Leigos para o Desenvolvimento" procura professores com disponibilidade para oferecer 1 hora semanal de explicações a estudantes imigrantes dos ensinos secundário e superior.
Mais informações: (tel) 217.574.357
ou
Informação via APP (Associação de Professores de Português)

02/12/07

Algarve lidera projecto nacional para voluntários


O Algarve vai liderar uma plataforma nacional de encontro entre candidatos ao voluntariado e organizações que deles precisam. A estrutura, em forma de site, começará na região já no dia 5 de Dezembro e estender-se-á depois a todo o País.


Idealizado há cerca de um ano pelo agrupamento 1172 (Faro, São Luís) do Corpo Nacional de Escutas (CNE), o projecto Solidus.pt foi crescendo para a sociedade civil e, hoje, conta com parceiros como a AMAL (Grande Área Metropolitana do Algarve) e a Globalgarve, que desenvolveu o site.


“A ideia é criar uma plataforma de encontro entre os muitos que querem prestar voluntariado e esbarram em múltiplas dificuldades e as organizações não-governamentais que carecem de voluntários e não sabem onde ir buscá-los”, disse ao Observatório do Algarve o director do projecto, José António Cruz, do CNE.


Nesse sentido, na prática, trata-se de um sítio de anúncios em formato “friendly” para que, quem quer ajudar os outros, saiba da oferta que existe, acentua o mesmo responsável, sublinhando que, hoje em dia, “muitas instituições não divulgam o que precisam e isso acaba por desmotivar o candidato”.


E dá um exemplo, tirado da vida real: um promissor candidato ao voluntariado que telefone para uma instituição a oferecer ajuda, e a quem não seja imediatamente oferecida essa possibilidade – coisa que, garante José António Cruz, acontece com muita frequência - da segunda vez que o fizer já estará de pé atrás. Se a resposta aí for a mesma, provavelmente já não fará sequer uma terceira tentativa.


“Trata-se de organizar a informação sobre voluntariado, que agora aparece de forma um pouco anárquica e desadequada ao que se pretende”, sintetiza o director do projecto, lamentando que os sites de voluntariado existentes se limitem a dar notícias e não a recrutar gente para a acção, bem como acções para a gente que está disponível.


Além de publicar anúncios de instituições, o projecto prevê também a publicação de ofertas de ajuda por parte de pessoas interessadas.


O slogan “Ajudar a Sorrir” é a palavra de ordem do movimento Solidus.pt, que lhe atribui a dupla significação de “ajudar alguém a que sorria” e “ajudar alguém, sorrindo”.


O site esteve inicialmente previsto como integrante do REVOS – Rede Europeia de Voluntariado Social -, um programa financiado pela União Europeia que envolve 10 países, mas foi posteriormente repensado como projecto autónomo “devido às suas especificidades”, esclarece José António Cruz, sublinhando contudo que a ligação se mantém.


O projecto do site, que representou um investimento inicial de 7.500 euros, será complementado pela informação por SMS, através da qual os candidatos inscritos no site ficarão a saber na hora das necessidades de ajuda das instituições.


Maria Cavaco Silva na comissão de honra


“É um projecto de voluntários para voluntários”, sintetizam os mentores do Solidus.pt, acrescentando que a manutenção e actualização do sítio da Internet estará a cargo de jovens que não recebem qualquer retribuição, boa parte deles escuteiros.


Apesar de partir de um agrupamento de escuteiros, o projecto tem conquistado vários sectores da sociedade, a começar pela comissão executiva, composta por pessoas de vários quadrantes.


O alargamento do espectro de representação à sociedade civil é também simbolizada pela composição da comissão de honra do projecto, composta por Maria Cavaco Silva, Adriano Pimpão (presidente do Banco Alimentar contra a Fome do Algarve), Macário Correia (presidente da AMAL), Luís Villas-Boas (director do Refúgio Aboim Ascensão), Dom Manuel Neto Quintas (Bispo do Algarve) e a jornalista Margarida Pinto Correia.


A partir de Janeiro, o projecto alargar-se-á a cada um dos restantes 17 distritos do Continente e às regiões autónomas, esclarece José António Cruz, garantindo que as primeiras adesões estão previstas já para Janeiro e se baseiam, nesta fase inicial, na capacidade mobilizadora dos escuteiros.


De resto, o âmbito nacional do site http://www.solidus.pt/ (por enquanto fechado ao internauta comum) é apercebido logo na “home page”, à esquerda da qual aparece um mapa de Portugal dividido por distritos. Futuramente, um “click” sobre uma certa região dará acesso à oferta de trabalho a voluntários nessa região. Para já, a partir de 5 de Dezembro, só o Algarve conta.


“A liderança deste projecto será sempre no Algarve”, garante o director do projecto, sublinhando o empenho da AMAL e da Globalgarve – através do projecto Algarve Digital, que aloja o site – para que os propósitos dos autores cheguem a bom porto.


“No que respeita ao Algarve, o próximo passo é encontrar parceiros”, evoca, sublinhando que são já amigos do Solidus.pt instituições como o Refúgio Aboim Ascensão, o Instituto Português de Juventude (IPJ) e a Associação Académica da Universidade do Algarve, entre outras.


A apresentação pública e lançamento do site será na próxima quarta-feira, dia 5 de Dezembro, no IPJ, altura em que o Solidus.pt será “escancarado” na rede à curiosidade dos internautas.


Notícia daqui.

CAMPANHA DE NATAL DA CARITAS - Dez Milhões de Estrelas, um gesto pela Paz


A proposta é esta: acender uma vela e pô-la à janela na noite de Natal, para que a luz ilumine a paz. A operação “10 Milhões de Estrelas – Um gesto pela Paz” promovida pela Caritas Portuguesa, em parceria com todas as Caritas Diocesanas do país, vai já na sua quinta edição e decorre até à véspera de Natal. O objectivo é “sensibilizar a população portuguesa para os valores da solidariedade, da justiça e da fraternidade que se materializam na paz, ultrapassando a dimensão materialista que cada vez mais caracteriza o Natal”, explica Elmano Barbosa, membro da comissão organizadora.


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01/12/07

“Manhãs de Voluntariado” no Cadaval - Dia Internacional do Voluntário


O Cadaval recebe a 5 de Dezembro uma acção comemorativa do Dia Internacional do Voluntário, denominada “Manhãs de Voluntariado”, numa organização conjunta que envolve os municípios do Cadaval, Bombarral, Lourinhã e Torres Vedras.


As inscrições para participação nesta acção já se encontram abertas no Banco Local de Voluntariado do Cadaval, sedeado na Câmara.Pelo segundo ano consecutivo, o conjunto dos quatro referidos municípios organiza esta acção, cujo objectivo é, por um lado, sensibilizar a sociedade civil para a importância do voluntariado, através da apresentação de projectos (em diversas áreas) que envolvam voluntários, e, por outro, promover iniciativas intra e inter-concelhias de cidadania, solidariedade, parceria e co-responsabilidade.


A sessão de abertura desta acção comemorativa contará com a presença dos autarcas representantes dos municípios organizadores, de um representante do Conselho Nacional para a Promoção do Voluntariado e da directora do Centro Distrital de Segurança Social de Lisboa, Rosa Araújo.


No que toca às temáticas das intervenções, serão as seguintes: “Abraço” – Associação de Apoio a Pessoas com VIH/SIDA, por Margarida Martins, presidente da referida instituição; Instituto Português da Juventude – Programa “Voluntariado Jovem Para as Florestas”, por Anabela Cardante, coordenadora distrital do Voluntariado e Acção Social da Direcção Regional de Lisboa e Vale do Tejo; Bolsa de Voluntariado da Figueira da Foz – 5 Anos de existência, por Alexandre Nunes, técnico responsável pela Bolsa de Voluntariado da Figueira da Foz.A sessão de encerramento contará com a actuação do Grupo “A Força e a Magia da Palavra”, oficina sénior dinamizada por voluntários da Bolsa de Voluntariado da Figueira da Foz.


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Crónicas - Voluntariado


Finalmente me encontro.

Quando decidimos sair de casa para fazer voluntariado noutro país, todos levamos no bolso um sentimento nobre. Ouvimos palavras como solidariedade, ajuda e altruísmo. À chegada, o fascínio. Com absolutamente tudo.

Mas depressa outro sentimento toma posse. Dias ou semanas depois de chegarmos, todos somos assaltados por uma pergunta: "O que é que eu estou aqui a fazer?"

O orfanato funciona tão bem e existem tantas mãos a ajudar, que questionamos o nosso contributo para esta casa. Faz sentido sermos mais uma boca para alimentar e mais um colchão, cheio de ácaros, que passa a ter lençóis?

Eu? Só quatro semanas depois de chegar é que consigo dizer e realmente sentir: Finalmente me encontro.

A vontade de, no início, fazer tudo

Dois dias depois de chegar houve uma reunião geral. Foi anunciada a chegada de mais um voluntário. Mas este tinha algo de invulgar. Para alegria de todos, falava Português. Assim, para toda e qualquer tarefa na qual a nossa língua mãe fosse imperativa, ouviu-se a pergunta, simples e sem rodeios: "Miguel?"

Sim, posso fazer exercícios de fonoaudiologia, pois é necessário que se pronunciem bem as palavras. Sim, posso dar aulas de reforço escolar, porque falhas de comunicação acabam em "bagunça". Sim, posso continuar a traduzir material para português. Sim, posso levar as crianças ao médico. Sim, posso... Sim... Sim... Sim...

À porta, antes da reunião, fui avisado pelo director: "Não te chegues à frente para tudo. Se o fizeres, eles comem-te vivo." Dito em vão. O erro fora cometido. No meio de mãos calejadas pela enxada, sujas pelo giz do quadro e de olheiras por levantar cedo, descobri uma preferência.

Depois da deriva, um rumo

Semanas depois de chegar, chamei o director e olhando-o nos olhos disse: "Vamos falar dos objectivos da minha estadia?"

A reunião durou pouco tempo. Fechei o caderno, com alguns apontamentos, e recebi um sorriso do rapaz com quem falei pela primeira vez, em Janeiro, numa entrevista que durou a meia hora mais longa da minha vida. Eu sabia que determinaria a aprovação, ou não, da minha candidatura a este programa de voluntariado. Olhou-me e disse: "Parabéns pelo trabalho que tens feito até agora."

Saí da reunião a respirar fundo. Um novo passo na minha vida. Como quando saí do Expresso, depois da reunião com a equipa que arriscou em apostar no meu projecto. Nesse dia, sentei-me no chão e respirando a responsabilidade e as expectativas sobre mim, soltei o nó no estômago e disse, engolindo em seco: "Vai começar."

Dessa reunião saí como jovem cronista nas Américas. Desta saí com uma responsabilidade muito maior em cima e um título proporcionalmente pomposo: Coordenador Médico.

Entre outras funções, estarei responsável pela saúde das crianças. A primeira pergunta que vem do outro lado do Atlântico, de uma progenitora preocupada, é: "E da tua? Quem é que cuida da tua saúde?" Bem, isso logo vejo. Agora tenho mais com que me preocupar.




Testemunho daqui.

Banco do Tempo, uma outra forma de voluntariado


Tem algum tempo para ajudar? Ajude a combater a solidão



«É um Banco mas tem uma característica única: não movimenta dinheiro». O Banco do Tempo é uma forma específica de voluntariado, combate a solidão e convida à inclusão social, somente com tempo. É uma infra-estrutura de apoio social, promovendo a procura e oferta de tempo para realizar certas tarefas.



É um Banco igual a todos os outros, com agências, horários, cheques, depósitos e a particularidade de utilizar o tempo como moeda de troca para «pagar» e «receber» serviços entre os membros associados.



A primeira Agência Nacional do Banco do Tempo em Portugal foi fundada em Janeiro de 2002, registando-se actualmente, a existência de 16 agências. O PortugalDiário foi tentar perceber como funciona.



Visitámos a agência Foz do Douro, no Porto, que conta já com cerca de 100 utilizadores, desde a data da sua fundação (Setembro de 2005), com a particularidade de ser a única agência do Porto. «A base do Banco do Tempo é a troca de serviços, com a obrigatoriedade de dar e receber», adianta a coordenadora Adelaide Lopes.



O banco não está direccionado para uma idade especifica, «muito pelo contrário, é um projecto para todas as pessoas, até mesmo para aquelas que não têm tempo, permitindo ajustar o tempo conforme as necessidades e o próprio tempo disponível».



«Não interessa a qualidade do serviço, o que interessa é o tempo que se gasta a fazê-lo. Todos os utilizadores do banco colocam os próprios gostos e sabedoria a favor dos outros, não importa se é, ou não licenciado, o que interessa é o que têm para dar», conta Adelaide Lopes.



Para além das actividades desenvolvidas, os membros do Banco do Tempo organizam actividades, uma forma a criarem laços de confiança: passeios culturais e recreativos, visitas e viagens.



Novos projectos


Paralelamente, a Junta de Freguesia da Foz do Douro, em parceria com o Banco do Tempo, promoveu o programa «Trajectórias II» para pessoas com mais de cinquenta anos e que pertençam à freguesia. Até Junho de 2008, as cinquenta e nove pessoas inscritas podem obter formação nas disciplinas que constam no programa, «é também uma boa maneira de ocupar os tempo livres», recorda Adelaide Lopes.



Também em parceria com o Banco do Tempo, surgiu o projecto «Timor», onde os membros da Associação se disponibilizam a fazer roupa para as crianças de Timor-leste, utilizando materiais reciclados, de diversos tipos.


«É um bom projecto uma vez que faz com que as pessoas se sintam úteis, e além disso andam todos entusiasmados», conta Adelaide Lopes.



Sugestões de trocas de serviços no Banco do Tempo:
- Lavar carros,
- aspirar e
- embelezar Jardinagem e
- arranjos florais para festas


Trabalhos de bricolage Contabilidade
- Ser acompanhante
- Dar explicações
- Acompanhamento de crianças
- Fazer arranjos de costura


Notícia daqui.


BANCO DE TEMPO

Veja aqui.