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08/02/08
Pinhel vai ser capital do voluntariado
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Bombarral cria Banco Local de Voluntariado

Políticos salientam importância do voluntariado na protecção civil

O vice-presidente da Câmara de Santarém, Ramiro Matos, e o governador civil Paulo Fonseca salientaram sábado a importância do voluntariado nos corpos de bombeiros e refutaram a ideia de que seja absolutamente necessário o total profissionalismo dos soldados da paz.
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Ano Nacional do Voluntariado nos Bombeiros assinalado com actividades e duas novas ambulâncias

Actividades lúdicas e a recepção abençoada de duas ambulâncias novas marcaram o dia destinado a comemorar o Ano Nacional do Voluntariado nos Bombeiros.
Fórum nacional debate voluntariado nos bombeiros

Cientistas e técnicos debatem voluntariado nos bombeiros

Anadia: Bombeiros homenageiam voluntários

Os Bombeiros Voluntários de Anadia comemoraram, no passada sábado, o Dia Nacional do Voluntariado do Bombeiro com atribuição de cerca de 180 medalhas às pessoas que têm colaborado com a Associação, desde bombeiros, ex-directores, entre outros.
Foi ainda imposta no Estandarte a Medalha Grau Ouro de Serviços Distintos da Liga Portuguesa de Bombeiros.
A Direcção aproveitou o momento para a imposição da medalha de Quadro de Honra ao Comandante Laurentino da Silva Costa. Por outro lado, a bombeira Sandra Rôlo foi promovida a Sub-Chefe. O presidente da Mesa da Assembleia-Geral, Carlos Alegre, congratulou-se com a cerimónia, referindo que se pretende “homenagear todas as pessoas que, desde a fundação da associação prestaram serviço voluntário”.
Por outro lado, considerou a homenagem justa, uma vez que visa “incentivar os mais jovens e os que ainda não deram o seu contributo, em benefício do seu semelhante”. O Comandante dos Bombeiros, Eduardo Matos, salientou que “o voluntariado é uma realidade estruturante da sociedade portuguesa”.
Considerou que é uma homenagem merecida a todos aqueles que colaboraram com a instituição. “Espero que se mantenha vivo o espírito e acção do voluntariado”, frisou.
Ano Nacional do Voluntariado dos Bombeiros

A Liga dos Bombeiros Portugueses decretou o ano de 2008 como o Ano Nacional do Voluntariado, neste sentido, decorreram no sábado, 19 de Janeiro, um pouco por todo o país, cerimónias evocativas da iniciativa.
No concelho da Mealhada, os Bombeiros Voluntários da Mealhada e da Pampilhosa realizaram as suas cerimónias pela manhã. O manifesto foi lido na cerimónia após o hastear das bandeiras. Presidente da Câmara, presidentes da Juntas de Freguesia, presidentes da direcção das associações e comandantes do corpo activo salientaram, nos seus discursos, a importância do voluntariado na segurança colectiva.
“As associações de bombeiros são anualmente responsáveis por 80 por cento da totalidade dos actos de socorro prestados à população. O voluntariado nos Bombeiros constitui-se como um solido meio de integração e inclusão social, contribuindo activamente para a construção de uma sociedade coesa e solidária.
O voluntariado nos Bombeiros representa uma forma das pessoas se empenharem na missão suprema de defesa de vida e bens, o mesmo é dizer, exercem uma cidadania activa e responsável, alicerçada nos valores da solidariedade, da partilha, do trabalho de equipa e da disciplina funcional”, pode ler-se no manifesto da Liga dos Bombeiros Portugueses.
Nos estandartes das corporações Carlos Cabral colocou a Medalha de Serviços Distintos Grau Ouro, alusiva ao Ano Nacional do Voluntariado, com que a Liga dos Bombeiros Portugueses distingue todas as Associações Humanitárias do país.
Mealhada
Pelas 9horas da manhã, no quartel dos Bombeiros mealhadenses, coube a Abílio Semedo, presidente da direcção da Associação dos Bombeiros Voluntários da Mealhada, a leitura do manifesto do Ano do Voluntariado nos Bombeiros.
Segui-se a intervenção de António Lousada, comandante dos Bombeiros da Mealhada, que afirmou: “O voluntariado nos Bombeiros significa uma vida de sacrifício familiar, de ausências, de risco, de paixão, de solidariedade”.
"Há dificuldade em motivar a adesão a um projecto onde as recompensas são, na sua maioria, noites mal dormidas, imagens violentas e drama. Não será com certeza por isso que os jovens deixarão no futuro, de aderir ao voluntariado e de continuar a ser o garante da segurança e bem estar dos cidadãos, honrando os Bombeiros Voluntários do país”, acrescentou. Antes de finalizar, o comandante apelou a todas as pessoas para conhecerem a associação e o trabalho diário realizado pela protecção e segurança de todos.
“Depois disso haverá, com toda a certeza, muitos mais jovens a quererem ser voluntários, e a quererem contribuir para esta nobre causa”, declarou. Abílio Semedo, presidente da direcção da associação dos Bombeiros da Mealhada, declarou: “Foi uma óptima iniciativa da Liga dos Bombeiros Portugueses, conjuntamente com a Confederação das Associações e Corpos de Bombeiros, quando decidiram designar este ano como o Ano Nacional do Voluntariado nos Bombeiros”.
“Enquanto um voluntário dito normal, pode programar a sua actuação, determinando dia e hora em que pode exercer o seu voluntariado, determinando o modo ou a forma como o vai praticar, o Bombeiro não tem nunca essa possibilidade. O Bombeiro, que abraça esta forma de voluntariado, tem que estar sempre pronto para entrar em acção, a qualquer hora do dia ou da noite, quer faça frio ou calor, quer chova ou faça sol. Estes homens e mulheres deixam o aconchego das suas casas e dos seus familiares para abraçarem a causa do voluntariado nos Bombeiros. Para se porem ao dispor das necessidades dos outros, par responderem a todas as aflições e anseios do seu próximo, sem nunca pensarem em si próprios”, disse Abílio Semedo.“É muito pouco haver só um dia do voluntariado dos Bombeiros, para quem é voluntário vinte e quatro horas por dia, 365 dias por ano, para quem arrisca a vida por outros.
Se o município não tiver uma corporação de Bombeiros onde todos estiverem unidos pela solidariedade, este seria um município mais pobre, e as pessoas não estariam em segurança. Estamos todos unidos na defesa dos interesses dos Bombeiros, assim como de cada um de vós, voluntários”, disse Carlos Cabral, presidente da Câmara Municipal da Mealhada. RSGPampilhosaCoube ao comandante da corporação pampilhosense, Faustino Pinho, a leitura do manifesto da Liga de Bombeiros a que se seguiu a intervenção de Rogério Silva, presidente da direcção da Associação dos Bombeiros da Pampilhosa. “O voluntariado está a passar por uma crise devido ao facto de os voluntários terem os seus empregos e a entidade patronal não ponderar a hipótese de os deixar sair, durante o dia, em caso de emergência”, declarou Rogério Silva que acrescentou: “Aproveito para enaltecer os nossos novos elementos dos Bombeiros da Pampilhosa. São eles que, continuamente, vão contribuir para o bem-estar da população”.Coube a Carlos Cabral a última declaração na cerimónia. "Os bombeiros são pessoas solidárias que não têm hora, não têm dia e não têm ano para estarem disponíveis. Quando são precisos, estão presentes!”, disse. O presidente da Câmara acrescentou ainda: “Temos a felicidade, neste concelho, de termos muitos voluntários ao serviço da defesa e saúde da vida dos outros. No que toca à Câmara da Mealhada, tenho-me preocupado sempre com os Bombeiros, garantindo a aquisição de material de apoio. A Câmara tem conseguido esse material tanto para a Mealhada como para a Pampilhosa”. Antes de terminar, Carlos Cabral concluiu: “Quero-vos agradecer a vossa dádiva e a vossa disponibilidade. Vocês honram muito o concelho da Mealhada. Dão primeiro e só pedem depois".
Notícia daqui.
04/02/08
Propósito

Acreditamos no Voluntariado e no que ele tem de melhor para ajudar o Outro.
Queremos ser uma Nova Geração para o Voluntariado. Olhamos o Mundo com um Novo Olhar.
Procuramos com este blogue promover e divulgar o Voluntariado Social, enquanto actividade que, através da Solidariedade, do Respeito e da Ajuda, vá ao encontro do Outro, procurando construir uma Sociedade mais justa, humana e solidária. Estamos abertos a sugestões e a discussões construtivas e úteis.
Quem desejar receber notícias de voluntariado envie-nos uma mensagem para a nossa caixa de correio electrónico (voluntariadong@gmail.com).
A todos, bem hajam!
Os colaboradores do blogue "Voluntariado Nova Geração"
30/01/08
Grupo de Acção Social da Sé - Leiria
28/01/08
Voluntariado Missionário
Daqui.
Homenagem aos Bombeiros Voluntários do distrito de Setúbal
No âmbito do Ano Nacional do Voluntariado dos Bombeiros, que se assinala em 2008, realizou-se anteontem uma cerimónia para homenagear os bombeiros voluntários do distrito. Neste evento foi entregue a Medalha de Serviços Distintos “Grau Ouro”.F3M apoia estudos de crianças da aldeia moçambicana de Chimpaca

Banco do Voluntariado reúne gente empenhada em dar aos outros
Entre as instituições ligadas ao Banco de Voluntário estão as comissões de reformados, a Liga dos Amigos do Hospital Reynaldo dos Santos, a Caritas Paroquial de Vila Franca de Xira, a associação “Companheiros da Noite”, entre outras.
O Banco de Voluntariado de Vila Franca de Xira acolhe, desde Maio de 2007, as candidaturas dos munícipes interessados em fazer voluntariado e encaminha-os para as entidades promotoras (que apresentam também projectos de voluntariado). Nos últimos meses apresentaram projectos a Misericórdia de Alhandra, a Misericórdia de Alverca, a “Obra das Mães” da Paróquia de Alhandra, a associação “Os Companheiros da Noite”, a Universidade Sénior, o Museu Municipal e também o Centro Comunitário de Vialonga.
Os cidadãos interessados em tornarem-se voluntários devem contactar o Banco de Voluntariado online através do email bancodevoluntarios@cm-vfxira.pt ou dirigir-se aos serviços da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira.
Service-Learning

* It works to bring abstract academia into the real world and students gain hands-on experience and practice being active members of their community.
* Service learning is an opportunity for the university to become a more integrated resource within the community, and to produce graduates with high standards of civic responsibility.
* Through the use of service learning, community based organizations find themselves better able meet the needs of their constituents, as they have access to human and organizational resources through these unique partnerships with the university.
À procura de voluntários
O organismo máximo do desporto universitário europeu está a organizar um programa de voluntariado para as competições europeias deste ano nas várias modalidades.
As competições acontecem entre os meses de Junho e Dezembro em vários países da Europa. Assim temos:
Voleibol de Praia, Antalya (Turquia), de 17 a 22 de JunhoTénis de Mesa, Latina (Itália), de 3 a 6 de JulhoFutsal, Wroclaw (Polónia), de 14 a 19 de JulhoAndebol, Niš (Sérvia), de 14 a 20 de JulhoVoleibol, Camerino (Itália), de 21 a 27de JulhoBasquetebol, Novi Sad (Sérvia), de 21 a 27 de JulhoFutebol, Kiev (Ucrânia), de 21 a 27 de JulhoRugby de 7, Roma (Itália), de 23 a 27 de JulhoRemo, Zagreb (Croácia), de 28 a 30 de AgostoBadminton, Cracóvia (Polónia), de 10 a 14 de SetembroVela, Zadar (Croácia), de 16 a 20 de SetembroTénis, Dublin (Irlanda), de 9 a 14 de Dezembro
Para a EUSA as vantagens de fazer voluntariado são evidentes. Em comunicado, o organismo considera que “organizar um evento desportivo a nível europeu, traz novas experiências, é útil para os comités organizadores, possibilita conhecimentos do estrangeiro, da cultura do país e fazer novos amigos por toda a Europa”.
As funções de um voluntário passam por “apoiar a organização”, com uma coordenação global e comunicação entre os comités organizadores, árbitros e os visitantes.
Todos os custos durante a estadia são suportados pela organização e apenas a viagem é paga pelo estudante.
As inscrições são feitas até dia 15 de Março
“Combinámos voluntariado e profissionalização”
Pinhel recebe o Fórum Nacional do Voluntariado
2ª sessão formativa para voluntários missionários
Promover a capacitação de agentes de desenvolvimento, não apenas enquanto voluntários que partem em missão, mas cidadãos que independentemente do local onde se encontrem sejam cooperadores do desenvolvimento.
A 2ª sessão de Formação do Voluntariado Missionário que a Fundação Evangelização e Culturas fornece às diversas entidades que promovem o voluntariado missionário, desenrola-se este fim de semana em Aveiro.
Este itinerário que quer contribuir para que “os assuntos comuns”, que unem os jovens que desejam partir “possam ser mais sedimentados”, explica à Agência ECCLESIA, Sandra Lemos, coordenadora do Departamento de Plataformas e Comunicação da Fundação Evangelização e Culturas.
Neste segundo encontro, é de ordem mais prática e orienta-se para o contributo a prestar nos países com quem colaboram. Conceitos como cooperação, desenvolvimento, projectos, objectivos, necessidades, actividades, avaliar, são termos mais ou menos já conhecidos dos participantes, consoante a sua origem “muitas vezes lectiva” e interesse na área.
Os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio são um instrumento quer de sensibilização, quer também de trabalho. Foram por isso também abordados.
Esta formação mais ampla visa responder a diversas facetas que a FEC considera como fundamentais que os voluntários recebam antes de partirem, mas de ordem genérica pois “cada grupo tem de complementar as sessões com o que lhe é específico”, tendo em conta seu carisma, o tempo de missão que vai ter ou o trabalho a desenvolver.
Os participantes são por isso, muito diversos e de projectos distintos, também. “Une-os a fé católica e a vontade de partir em missão, mas que ganha diferentes respostas, depois”, acrescenta Sandra Lemos.
Esta diversidade é benéfica também para quem parte, pois “dá uma noção de igreja mais ampla, e as pessoas não se sem tem sós”.
Ao todo, na formação estão 36 pessoas, oriundas de 13 entidades que promovem o voluntariado missionário: a Fundação D. Bosco, dos Salesianos, a Orbis, da Diocese da Aveiro, os Jovens do Sagrado Coração, Gás África, do Porto, o Movimento Teresiano do Apostolado, a Juventude Hospitaleira, as Jovens Missionárias da Apresentação de Maria, a Pastoral de São José de Cluny, o Voluntariado Espiritano, os Leigos missionários Carm,elitas Descalços, o Grupo Ondjoyetu, os Leigos missionários combonianos e o grupo Guard’África, da diocese da Guarda.
A 1ªsessão centrou-se na espiritualidade e no papel dos leigos na Igreja.
A 3º sessão vai centrar-se na teologia missionária e na inculturação, “um aspecto essencial uma vez que vamos trabalhar com países com uma cultura muito diversa”.
A 4ª sessão é dedicada às relações humanas e à vida em grupo. No terreno, “os missionários vivem em grupo e a vida comunitária é muito exigente”, aponta Sandra Lemos. É preciso aliar a boa competência técnica às boas relações dentro do grupo.
A 5ª e última sessão baseia-se em “pequenos workshpos por países”, pois as pessoas já sabem para onde vão. Nesse sentido, a formação orienta-se para a realidade específica do país, nomeadamente sobre os projectos, “como a igreja trabalha e promove o desenvolvimento no país”, a que se somam conceitos “históricos, às vezes geográficos da realidade”. Pretende-se também que as pessoas que vão para o mesmo país, “criem laços entre si”, acrescenta a responsável.
As motivações serão outro tema abordado nesta segunda sessão. Sandra Lemos aponta que “é importante as pessoas perceberam o que as move a ir”. Não se pretende que quem vá, “se vá refugiar de problemas, ou que queira ir em missão, mas não tenha consciência do que quer fazer”, explica.
É, por isso, importante perceber “o que as move e quais as expectativas que têm”, de modo a enquadra-las e a não criar falsas expectativas, “de forma a não criar desânimo no terreno”.
O sonho e o contributo são “razões válidas”, mas que devem ser aliadas ao compromisso do desenvolvimento. Sandra Lemos aponta que esta reflexão não se destina exclusivamente a ser aplicada em missão. Esta pretende ser também uma acção de formação para “agentes de cidadania, para que no regresso não se demitam do seu papel de cidadãos comprometidos com o desenvolvimento”.
Daqui advém a importância que os voluntários podem ter no regresso. O contacto com as populações “dá-lhes uma sensibilidade nova, uma riqueza”, que em Portugal tem de ser “potenciada”.
Esta é ainda uma lacuna que a Fundação Evangelização e Culturas sente e quer desenvolver.
Quando o período de estadia no terreno é mais longo, a integração torna-se m ais difícil, por vezes “quando os recursos são também escassos, são empregos na preparação das pessoas para irem, e não no acolhimento, no regresso”. Situação igualmente importante.
A reintegração, deve ter uma aposta humana, também porque “é preciso capitalizar estas potencialidades que trazem”. Sandra Lemos dá o exemplo de “bolsas de antigos voluntários que podem fazer coisas muito interessantes”. Esta é uma ajuda simultânea para a sua reintegração, “sentem-se úteis e tornam-se agentes efectivos do desenvolvimento”.
Ano Nacional do Voluntariado nos Bombeiros comemora-se em Torres Novas
A iniciativa partiu do conselho executivo da Liga de Bombeiros Portugueses e a população está convidada a participar nestas comemorações, numa lógica de convívio e de integração nos festejos.