26/12/09
16/12/09
Associação "Foste Visitar-Me"
Voluntariado com Reclusos
Presidente: Cláudia Assis Teixeira
Contactos:
226061410
937521319
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Voluntariado nas prisões
11/12/09
15/11/09
Banco de Voluntariado da Câmara Municipal da Batalha

Informe-se em:
Município da Batalha
Gabinete de Desenvolvimento Social
Rua Infante D. Fernando - 2440-118 Batalha
244 769 110
244 769 111
Saiba mais aqui.
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Banco de Voluntariado da Batalha
07/11/09
Porta Amiga
Blogue sobre voluntariado: http://portamiga.blogspot.com/
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22/10/09
Voluntários para ler em voz alta
O Plano Nacional de Leitura e o Observatório da Língua Portuguesa vão desenvolver um projecto de voluntariado para estimular a leitura em parceria entre adultos e crianças, em instituições como escolas e bibliotecas.
A medida foi anunciada hoje no âmbito da assinatura de um protocolo entre o Plano Nacional de Leitura (PNL) e o Observatório da Língua Portuguesa (OLP), com vista a promover iniciativas para a promoção do livro e da leitura em Portugal e restantes países membros da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP). "É uma área importante de cidadania em que as pessoas podem ajudar os outros a ler mais e melhor", explica Isabel Alçada, comissária do PNL, realçando que já existem no nosso país diversos projectos de voluntariado de leitura em várias áreas, nomeadamente o apoio à leitura junto de pessoas, crianças e adultos, hospitalizadas.De acordo com a responsável, o voluntariado será organizado pelo OLP e cabe ao PNL "ajudar os profissionais a gerir o acolhimento do voluntariado pelas instituições com que trabalha - jardins-de-infância, escolas e bibliotecas -, de forma que as pessoas sejam incentivadas a ir"."Nesta situação dos voluntários irem às escolas ler com as turmas, o que o PNL pode fazer é ajudar a organizar esse acolhimento, enquanto o Observatório ajuda a encontrar pessoas responsáveis e idóneas que queiram ir ler", destaca Isabel Alçada.A responsável salienta que cabe ao PNL dar formação aos voluntários, o que não considera difícil. "Haverá uma pequena formação, mas, na verdade, para ler com crianças basta pegar num livro e ler a história, estar atenta à criança, ver se ela está a aderir e mostrar-lhe os desenhos, pô-la ao colo quando ela é pequenina, tê-la ao lado quando é maior, basta que a pessoa goste de ler, goste de livros e acima de tudo que goste de crianças", considera.No âmbito deste projecto, os voluntários poderão também ir a escolas e bibliotecas fazer sessões de leitura em voz alta."A leitura em voz alta para grupos também é muito favorável, porque está demonstrado que a oralidade é um factor de domínio da linguagem. A leitura, em grande medida, assenta no domínio que as pessoas têm da linguagem oral: quanto mais se fala bem melhor se lê, quanto melhor se lê mais se fala bem", realça.O PNL apresenta hoje e sexta-feira, na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, um balanço de três anos de actividade, salientando alguns dos vários projectos desenvolvidos a nível nacional para a promoção da leitura.Entre estes, Isabel Alçada destaca o projecto Crescer a Ler, em colaboração com a Associação Portuguesa de Educadores de Infância, que aderiu ao Programa Start Book e vai dar um livro a cada criança portuguesa, "porque está demonstrado que receber livros gratuitamente em determinado ponto da vida estimula a leitura em família e incentiva o gosto pelo livro".Destacou também um programa que permite às pessoas em formação nas Novas Oportunidades requisitarem livros que podem ler em casa com os filhos e o Ler + Dá Saúde, projecto desenvolvido por médicos pediatras e de clínica geral junto das famílias, assente no princípio de que ter hábitos de leitura promove o desenvolvimento infantil."Quando uma pessoa lê com uma criança, a criança sente que está no foco da atenção do adulto e isso dá uma paz interior muito favorável em todos os domínios do desenvolvimento", sublinha Isabel Alçada.
Daqui.
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Voluntariado da Leitura
05/10/09
Voluntariado Universitário: Projecto Cabo Verde e Projecto com Deficientes

No dia 6 de Outubro (3.ªfeira) , às 18.30h
Projecto Cabo Verde
Experiências do Trabalho em Agosto 2009 e
Apresentação do Projecto para 2010 Organização
Centro Cultural da Penha
Entrada livre
Av. Calouste Gulbenkian, nº 129 1º andar
3000-092 Coimbra
Telefone – 239 482058
Email: ccpenha@sapo.pt
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Voluntariado missionário
Centro Cultural da Penha

Av. Calouste Gulbenkian, n.º 129, 1.º andar
3000-092 Coimbra
Telefone – 239 482 058
E-mail: ccpenha@sapo.pt
Tipo de voluntariado: voluntariado com pessoas portadoras de deficiência, voluntariado missionário
27/08/09
O voluntariado como um valor acrescido no "curriculum vitae"
Voluntário:
Voluntário é aquele que assume o compromisso de prestar serviços não remunerados de forma livre, desinteressada e responsável, numa determinada organização, de acordo com as aptidões e competências que possui.
Actuação do Voluntário
O voluntário:
empenha-se responsavelmente nas actividades que desenvolve junto dos destinatários
participa graciosamente na actividade da organização promotora, não sendo onerado com as despesas que decorrem do seu trabalho complementa a actividade dos restantes profissionais da organização sem os substituir; trabalha de forma a corresponder aos interesses dos destinatários, mantendo-se em sintonia com a cultura e os valores da organização promotora
empenha-se responsavelmente nas actividades que desenvolve junto dos destinatários
participa graciosamente na actividade da organização promotora, não sendo onerado com as despesas que decorrem do seu trabalho complementa a actividade dos restantes profissionais da organização sem os substituir; trabalha de forma a corresponder aos interesses dos destinatários, mantendo-se em sintonia com a cultura e os valores da organização promotora
O voluntariado representa um conjunto de acções de interesse social que contribuem para a melhoria da qualidade de vida e do bem-estar das populações estando ao serviço dos indivíduos, das famílias e das comunidades.
Decorre de uma decisão livre e voluntária, apoiada em motivações e opções pessoais.
Em suma, o Programa de Voluntariado é um acordo entre o voluntário e a organização promotora. É uma relação de compromisso baseada no livre exercício da cidadania e sem contrapartidas financeiras Resulta de um encontro de vontades e respeita direitos e deveres do voluntário, da organização, dos indivíduos, das famílias e da comunidade.
Daqui.
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16/08/09
CENTRO DE MEDICINA DE REABILITAÇÃO DE ALCOITÃO

C.M.R.A/Núcleo local de voluntariado
Rua Conde Barão - Alcoitão
2649-506 Alcabideche
Telefone: 214 608 300
Fax: 214 691 185
E-mail: voluntariado-cmr@santacasa.pt
Rua Conde Barão - Alcoitão
2649-506 Alcabideche
Telefone: 214 608 300
Fax: 214 691 185
E-mail: voluntariado-cmr@santacasa.pt
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Santa Casa da Misericórdia
20/07/09
Jovens para o Desenvolvimento
Somos grupo informal de jovens voluntários cujo o nome é "Jovens para o Desenvolvimento" Neste momento estamos a organizar um projecto que interliga ambiente, solidariedade e divulgação de informação.
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Jovens para o Desenvolvimento (Palmela)
19/06/09
Associação Terra dos Sonhos

Formalmente, a Associação Terra dos Sonhos é uma Instituição Particular de Solidariedade Social, sob a forma de associação de solidariedade social com fim de acção social, cujo fim principal é a realização dos sonhos de crianças e adolescentes diagnosticados com doenças crónicas e/ou em fase terminal.
Acreditamos na força inspiradora e transformadora dos pequenos momentos únicos, como motor de melhoria da qualidade de vida das crianças e dos familiares e amigos que convivem de perto com estas realidades.
Acreditamos na força inspiradora e transformadora dos pequenos momentos únicos, como motor de melhoria da qualidade de vida das crianças e dos familiares e amigos que convivem de perto com estas realidades.
Conhecer mais aqui.
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Voluntariado com pessoas em fase terminal
06/06/09
TESTEMUNHO DE VOLUNTARIADO
Somos um grupo de voluntárias da Escola Secundária Dr. Mário Sacramento e, no âmbito da disciplina de Área de Projecto, realizámos um trabalho sobre o tema “Voluntariado” com o objectivo de alertar a sociedade para a importância desta actividade na atenuação dos problemas sociais e ambientais, e, consequentemente, na construção de uma sociedade mais justa e menos desigual.
Deste modo, contactámos diversas instituições para saber se era possível realizar voluntariado, tendo obtido resposta apenas de duas: Banco Alimentar Contra a Fome e uma Instituição de apoio a pessoas com deficiência.
No Banco Alimentar, o nosso trabalho consistiu em colocar os diversos alimentos presentes no armazém em sacas, que depois seriam distribuídas por cabazes e, posteriormente, entregues a diversas instituições que deles precisassem.
Na Instituição de apoio a pessoas com deficiência, realizámos tarefas em diversas secções. Na tecelagem, distribuímos linhas para que os utentes pudessem realizar as suas tarefas. Nas montagens, prestámos auxílio no encaixe de peças, supervisionamos se os utentes realizavam correctamente o seu trabalho e procedemos à colagem das embalagens que continham as peças devidamente contadas. Já no Centro de Acolhimento Ocupacional (CAO), ajudámos as monitoras durante o horário de almoço e de higiene e realizámos passeios ao exterior com eles.
Ambas as experiências foram bastante enriquecedoras, no sentido em que passámos a perceber o que é realmente ser voluntário. Por um lado, contribuiu para que nos tornássemos pessoas com uma maior consciência das reais necessidades e problemas da sociedade. Antes de entrarmos neste “mundo”, não sabíamos quais as carências particulares de uma pessoa com deficiência no seu dia-a-dia. Por outro lado, a prática de voluntariado no Banco Alimentar alterou a nossa mentalidade em relação ao facto de que grande parte da população portuguesa tem necessidades alimentares e por isso, quando nos hipermercados os voluntários nos entregam sacos plásticos para nós ajudarmos aquela causa, devemos aceitá-los, sendo essa pequena acção um grande contributo para esta Instituição.
O voluntariado é uma realidade sobre a qual não pensamos muito, ou porque andamos demasiadamente preocupados com os nossos problemas, ou porque nos desculpamos com a falta de tempo. No entanto, ao praticarmos, vemos com outros olhos e com outra importância que as nossas necessidades já estão devidamente atendidas em comparação com aquilo que falta aos outros.
Cristina Rodrigues, Joana Fernandes, Joana Silva e Mónica Seabra
12.º E
12.º E
02/06/09
AGIR PARA DESENVOLVER - PROJECTOS DE ESPERANÇA

Caros amigos, A Fundação Evangelização e Culturas (FEC) lança hoje a Campanha de Angariação de Fundos Agir para Desenvolver – Projectos de Esperança. A possibilidade de construirmos um mundo onde cada pessoa possa viver com dignidade é uma meta que depende da colaboração de todos.
Num tempo em que a interdependência mundial é uma realidade assumida, somos chamados a intensificar a dinâmica de solidariedade entre os povos.
Neste sentido, a FEC lança o desafio de ser sinal de esperança em pequenas comunidades de Angola, Moçambique, Timor-Leste e Portugal, apoiando na melhoria das suas condições de vida, através da implementação de 10 projectos, coordenados por 10 entidades de Voluntariado Missionário, membros da Plataforma gerida pela FEC.
Para tomar parte deste dinamismo solidário, os apoiantes desta causa terão apenas de escolher o(s) projecto(s) a apoiar e o valor do donativo que pretendem disponibilizar. Todas as informações disponíveis em http://www.agirparadesenvolver.org/
Contamos consigo nesta dinâmica solidária!
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Fundação Evangelização e Cultura
25/05/09
Juventude Hospitaleira
A Juventude Hospitaleira, Movimento Juvenil inspirado e animado pelos Irmãos de S. João de Deus e pelas Irmãs Hospitaleiras do Sagrado Coração de Jesus, em cada ano realiza um vasto leque de acções destinadas aos jovens. O verão é sem dúvida o tempo mais fértil para estas acções e os Centros Hospitaleiros o “palco” mais propício para a experiência da Solidariedade e da HOSPITALIDADE.
Neste verão não te limites a ficar no teu canto, ou a fazeres o que é mais vulgar para um tempo de férias, vem até nós, arrisca-te, inscreve-te e participa num Campo de Férias, no Campo Missionário, no Acampamento Hospitaleiro, nas 115 horas de Hospitalidade ou na grande acção HospitaliDar sem parar! 50 dias e 50 noites.
Vive umas férias diferentes, “gasta” uns dias da tua vida:
- no Acolhimento, no Serviço e na Entrega à pessoa com doença mental;
- tecendo laços de verdadeira Amizade com outros jovens;
- na descoberta de Jesus Cristo, o HOSPITALEIRO por excelência.
Aqui encontrarás um novo sentido para vida e para os acontecimentos, aqui aprenderás que dar e receber são “água” da mesma fonte, daqui verás um mundo com uns olhos novos.
Vêm de coração livre e mãos abertas!
Para mais informações visita: www.juventudehospitaleira.org
Mais pormenores: clica aqui.
Folheto Hospitalidar: clica aqui.
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Juventude Hospitaleira
23/05/09
Campanha País Solidário

O que é a Campanha?
Têm-se acumulado os sinais de um agravamento significativo da situação social em Portugal (Perda de emprego, Dificuldades das micro-empresas, Diminuição do próprio trabalho informal) que convergem num multiplicar de situações de grande carência.
Têm-se acumulado os sinais de um agravamento significativo da situação social em Portugal (Perda de emprego, Dificuldades das micro-empresas, Diminuição do próprio trabalho informal) que convergem num multiplicar de situações de grande carência.
É evidente que estão a aumentar diariamente os desequilíbrios sociais e a aparecer novas formas de pobreza.
Estamos a ser confrontados com novas realidades e novas situações críticas, sobretudo evidenciadas nos casos em que ambos os elementos adultos de uma família se encontram no desemprego e em que as famílias têm crianças e/ou ascendentes idosos a seu cargo.
Cabe ao Estado um papel central na resolução destes problemas, mas entendemos que a sociedade civil, e o movimento filantrópico em particular, deve ter um papel activo e mobilizador em torno dos principais problemas que afectam as sociedades
Assim, numa óptica de complementaridade com as medidas e instrumentos de apoio social já implementados, decidimos lançar uma campanha de solidariedade direccionada para responder às novas formas de empobrecimento, a que se decidiu chamar País Solidário.
Esta é uma resposta excepcional para os tempos excepcionais que atravessamos.
As respostas de emergência que urge potenciar têm de ser:
· eficazes,
· flexíveis,
· e baseadas nas redes sociais já existentes no País.
A quem se destina?
Famílias que perderam a totalidade ou parte significativa dos rendimentos do trabalho tendo ficado impossibilitadas de fazer face aos encargos com o agregado familiar, designadamente, crianças em idade pré-escolar, idosos e pessoas com deficiência.
A campanha destina-se, em primeiro lugar, às famílias que não beneficiam dos sistemas específicos de protecção social, nomeadamente: Subsídio de Desemprego, Rendimento Social de Inserção ou Complemento Solidário do Idoso
Onde vai actuar?
Para já, a Campanha arranca nas seguintes áreas (NUT-III):
· Grande Porto
(Municípios: Espinho, Gondomar, Maia, Matosinhos, Porto, Póvoa do Varzim, Valongo, Vila do Conde, Vila Nova de Gaia, Santo Tirso e Trofa)
· Vale do Ave
(Municípios: Cabeceiras de Basto, Fafe, Guimarães, Mondim de Basto, Póvoa de Lanhoso, Vieira do Minho, Vila Nova de Famalicão e Vizela)
· Municípios do Tâmega
(Munícipios: Castelo de Paiva, Celorico de Basto, Amarante, Baião, Felgueiras, Lousada, Marco de Canavezes, Paços de Ferreira, Paredes, Penafiel, Mondim de Basto, Ribeira de Pena, Cinfães e Resende)
· Península de Setúbal
(Municípios: Alcochete, Almada, Barreiro, Moita, Montijo, Palmela, Seixal, Sesimbra e Setúbal)
A escolha destas áreas teve por base o indicador de precariedade familiar face ao desemprego (percentagem de agregados em que todos os activos estão desempregados)[1].
Mas é objectivo da campanha a extensão a todas as regiões carenciadas do País.
Quais as entidades envolvidas?
Entidades Promotoras:
Fundação Gulbenkian e Fundação EDP, BPI, Caixa Geral de Depósitos Fundação Millenium BCP, BES, Montepio Geral, Santander, Grupo Jerónimo Martins
Parcerias com os canais de televisão SIC, RTP e TVI, e ainda com a empresa de telecomunicações AR Telecom e a Mr. Net, responsável pela criação de um site na internet. A Euro RSCG foi a empresa responsável pela imagem
Mas esta é uma Campanha sem protagonistas nem chancelas. Ao decidir-se lançar e divulgar esta iniciativa, estamos a partilhar uma inquietação com toda a sociedade civil, apelando para que cada um contribua para esta iniciativa.
Vontades já manifestadas:
um conjunto de personalidades da sociedade civil, entre as quais encontramos a Dr.ª Manuela Eanes, Dr.ª Manuela Silva, Dr.ª Dulce Rocha, D. Manuel Martins, Prof. Bruto da Costa, Dr. Silva Lopes, que lideram um movimento cívico de cidadãos e que já nos demonstraram o seu interesse em juntar-se a esta Campanha.
Também já manifestaram interesse em envolver-se e arranjar formas de contribuição para a Campanha organizações como a Associação dos Deficientes das Forças Armadas.
Quem executa no terreno?
Três instituições com experiência e rede de proximidade
Cáritas Portuguesa (actuará em Setúbal e Grande Porto)
Cruz Vermelha Portuguesa (actuará no Vale do Ave e Tâmega)
Federação dos Bancos Alimentares contra a Fome
(nas 4 áreas seleccionadas)
A Campanha baseia-se assim na relação de responsabilidade e confiança com as entidades executoras.
Cada Euro doado será entregue aos destinatários.
(Não foram criadas novas estruturas para execução da Campanha. A iniciativa é baseada nas estruturas já existentes, garantindo-se que todo o montante reunido seja exclusivamente destinado ao objectivo da Campanha)
Que tipos de Apoios?
· Apoio para o pagamento de despesas decorrentes da utilização de respostas sociais (Creche, Jardim de Infância, ATL, Lar, Instituição para pessoas com deficiência...) devidas por famílias em situação de ruptura financeira decorrente de desemprego ou cessação de actividade.
· eficazes,
· flexíveis,
· e baseadas nas redes sociais já existentes no País.
A quem se destina?
Famílias que perderam a totalidade ou parte significativa dos rendimentos do trabalho tendo ficado impossibilitadas de fazer face aos encargos com o agregado familiar, designadamente, crianças em idade pré-escolar, idosos e pessoas com deficiência.
A campanha destina-se, em primeiro lugar, às famílias que não beneficiam dos sistemas específicos de protecção social, nomeadamente: Subsídio de Desemprego, Rendimento Social de Inserção ou Complemento Solidário do Idoso
Onde vai actuar?
Para já, a Campanha arranca nas seguintes áreas (NUT-III):
· Grande Porto
(Municípios: Espinho, Gondomar, Maia, Matosinhos, Porto, Póvoa do Varzim, Valongo, Vila do Conde, Vila Nova de Gaia, Santo Tirso e Trofa)
· Vale do Ave
(Municípios: Cabeceiras de Basto, Fafe, Guimarães, Mondim de Basto, Póvoa de Lanhoso, Vieira do Minho, Vila Nova de Famalicão e Vizela)
· Municípios do Tâmega
(Munícipios: Castelo de Paiva, Celorico de Basto, Amarante, Baião, Felgueiras, Lousada, Marco de Canavezes, Paços de Ferreira, Paredes, Penafiel, Mondim de Basto, Ribeira de Pena, Cinfães e Resende)
· Península de Setúbal
(Municípios: Alcochete, Almada, Barreiro, Moita, Montijo, Palmela, Seixal, Sesimbra e Setúbal)
A escolha destas áreas teve por base o indicador de precariedade familiar face ao desemprego (percentagem de agregados em que todos os activos estão desempregados)[1].
Mas é objectivo da campanha a extensão a todas as regiões carenciadas do País.
Quais as entidades envolvidas?
Entidades Promotoras:
Fundação Gulbenkian e Fundação EDP, BPI, Caixa Geral de Depósitos Fundação Millenium BCP, BES, Montepio Geral, Santander, Grupo Jerónimo Martins
Parcerias com os canais de televisão SIC, RTP e TVI, e ainda com a empresa de telecomunicações AR Telecom e a Mr. Net, responsável pela criação de um site na internet. A Euro RSCG foi a empresa responsável pela imagem
Mas esta é uma Campanha sem protagonistas nem chancelas. Ao decidir-se lançar e divulgar esta iniciativa, estamos a partilhar uma inquietação com toda a sociedade civil, apelando para que cada um contribua para esta iniciativa.
Vontades já manifestadas:
um conjunto de personalidades da sociedade civil, entre as quais encontramos a Dr.ª Manuela Eanes, Dr.ª Manuela Silva, Dr.ª Dulce Rocha, D. Manuel Martins, Prof. Bruto da Costa, Dr. Silva Lopes, que lideram um movimento cívico de cidadãos e que já nos demonstraram o seu interesse em juntar-se a esta Campanha.
Também já manifestaram interesse em envolver-se e arranjar formas de contribuição para a Campanha organizações como a Associação dos Deficientes das Forças Armadas.
Quem executa no terreno?
Três instituições com experiência e rede de proximidade
Cáritas Portuguesa (actuará em Setúbal e Grande Porto)
Cruz Vermelha Portuguesa (actuará no Vale do Ave e Tâmega)
Federação dos Bancos Alimentares contra a Fome
(nas 4 áreas seleccionadas)
A Campanha baseia-se assim na relação de responsabilidade e confiança com as entidades executoras.
Cada Euro doado será entregue aos destinatários.
(Não foram criadas novas estruturas para execução da Campanha. A iniciativa é baseada nas estruturas já existentes, garantindo-se que todo o montante reunido seja exclusivamente destinado ao objectivo da Campanha)
Que tipos de Apoios?
· Apoio para o pagamento de despesas decorrentes da utilização de respostas sociais (Creche, Jardim de Infância, ATL, Lar, Instituição para pessoas com deficiência...) devidas por famílias em situação de ruptura financeira decorrente de desemprego ou cessação de actividade.
Apoio à educação – Apoio para o pagamento de propinas (excluindo Universidades) e de outras despesas escolares de filhos de pais desempregados.
Princípio de co-responsabilidade solidária: a dívida será saldada em 50% pelas verbas da Campanha e em 50% por perdão da dívida pela Instituição.
Apoio Alimentar - Reforço da distribuição de leite através da Federação dos Bancos Alimentares contra a Fome, nas áreas geográficas seleccionadas no quadro desta Campanha.
Outros apoios excepcionais ligados a situações de carência grave detectadas pelas instituições e devidamente justificados.
Como se pode contribuir?
A Campanha País Solidário está aberta à contribuição de todos, quer entidades quer pessoas em nome individual que queiram colaborar.
- Em cada um dos Bancos promotores (CGD, BPI, Millennium BCP, BES, Montepio Geral e Santander) há uma conta bancária com o nome País Solidário para onde podem ser transferidos ou depositados os donativos;
- Há um número de telefone - 760 307 307 – em que de cada chamada (custo de cada chamada 0,60cent. + IVA) revertem 0,48€ para a Campanha.
Há também um site com todas as informações http://www.paissolidario.org/
Qual a duração prevista e o montante assegurado à partida?
A campanha foi pensada para durar até ao final do ano. Será um bom sinal se ela terminar antes.
Contamos com o contributo solidário de todos, não só de outras instituições que se queiram juntar a nós, mas também – e principalmente - de cada um dos cidadãos, que partilha das nossas preocupações e que, na medida das suas possibilidades, queira contribuir para a causa.
Como será executada?
À Cáritas Portuguesa e à Cruz Vermelha Portuguesa, competirá:
· Fazer o atendimento, triagem, avaliação e plano de apoio das situações de carência abrangidas pela Campanha
· Atribuir os apoios necessários e assegurar um acompanhamento de proximidade dos beneficiários.
· Garantir a rigorosa e criteriosa utilização dos recursos financeiros postos à sua disposição
· Acompanhar a implementação e os resultados dos planos estabelecidos
· Elaborar os relatórios de execução pré-definidos
À Federação dos Bancos Alimentares contra a Fome, competirá:
· Garantir uma distribuição excepcional de leite nas zonas de intervenção da Campanha.
O acompanhamento e controlo de execução da Campanha será assegurado pela Fundação Gulbenkian.
[1] Fonte: INE
Como se pode contribuir?
A Campanha País Solidário está aberta à contribuição de todos, quer entidades quer pessoas em nome individual que queiram colaborar.
- Em cada um dos Bancos promotores (CGD, BPI, Millennium BCP, BES, Montepio Geral e Santander) há uma conta bancária com o nome País Solidário para onde podem ser transferidos ou depositados os donativos;
- Há um número de telefone - 760 307 307 – em que de cada chamada (custo de cada chamada 0,60cent. + IVA) revertem 0,48€ para a Campanha.
Há também um site com todas as informações http://www.paissolidario.org/
Qual a duração prevista e o montante assegurado à partida?
A campanha foi pensada para durar até ao final do ano. Será um bom sinal se ela terminar antes.
Contamos com o contributo solidário de todos, não só de outras instituições que se queiram juntar a nós, mas também – e principalmente - de cada um dos cidadãos, que partilha das nossas preocupações e que, na medida das suas possibilidades, queira contribuir para a causa.
Como será executada?
À Cáritas Portuguesa e à Cruz Vermelha Portuguesa, competirá:
· Fazer o atendimento, triagem, avaliação e plano de apoio das situações de carência abrangidas pela Campanha
· Atribuir os apoios necessários e assegurar um acompanhamento de proximidade dos beneficiários.
· Garantir a rigorosa e criteriosa utilização dos recursos financeiros postos à sua disposição
· Acompanhar a implementação e os resultados dos planos estabelecidos
· Elaborar os relatórios de execução pré-definidos
À Federação dos Bancos Alimentares contra a Fome, competirá:
· Garantir uma distribuição excepcional de leite nas zonas de intervenção da Campanha.
O acompanhamento e controlo de execução da Campanha será assegurado pela Fundação Gulbenkian.
[1] Fonte: INE
(Informação recebida por correio electrónico.)
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Banco Alimentar contra a Fome,
Cruz Vermelha
18/05/09
Associação Vida Universitária

Estes são os sítios onde os associados da Vida Universitária já fazem voluntariado:
Casa de Stª Isabel - Responsável: Inês Avelar (918192968)
Casalinho da Ajuda - Responsável: João Bettencourt (915081957)
Centro Social Nª Sª de Fátima - Responsável: Margarida Calado (913909705)
Para saberes o que se faz concretamente em cada sítio, os horários, e todas as informações que precisas, liga para o responsável.
Associação Vida Universitária
www.vida-univ.blogspot.com
vidauniv@gmail.com
Avenida de Roma, nº 68 R/c DtºA,
1700-350 Lisboa
Registo Nacional de Pessoas Colectivas 505 406 462
Diário da República, III Série, Número 66, de 19 de Março de 2002 (Suplemento)
Telefone 918192968
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Associação Vida Universitária
OUTONOS DA VIDA

Promovemos o Bem-estar dos Doentes, Seus Familiares e Cuidadores
Disponibilizamos Qualidade de Vida até Morrer
Humanizamos a Saúde
Disponibilizamos Qualidade de Vida até Morrer
Humanizamos a Saúde
O que são Cuidados Paliativos ?
A Organização Mundial de Saúde (OMS) define os Cuidados Paliativos, como cuidados que :
· Abrangem todos os tipos de cuidados, incluindo os físicos, psicológicos, sociais, emocionais e espirituais;
· Oferecem um sistema de apoio para ajudar os doentes a permanecerem tão activos quanto possível até morrerem;
· Ajudam a família a enfrentar a doença do ente querido e o período de luto após a morte;
· Respeitam os valores e crenças pessoais, culturais de estilo de vida e religiosos;
· Aliviam a dor e outros sintomas desagradáveis;
· Não provocam nem atrasam a morte;
· Encaram a morte como uma parte inevitável da vida.
· Abrangem todos os tipos de cuidados, incluindo os físicos, psicológicos, sociais, emocionais e espirituais;
· Oferecem um sistema de apoio para ajudar os doentes a permanecerem tão activos quanto possível até morrerem;
· Ajudam a família a enfrentar a doença do ente querido e o período de luto após a morte;
· Respeitam os valores e crenças pessoais, culturais de estilo de vida e religiosos;
· Aliviam a dor e outros sintomas desagradáveis;
· Não provocam nem atrasam a morte;
· Encaram a morte como uma parte inevitável da vida.
O que é a Dor Crónica?
De acordo com a International Association for the Study of Pain (IASP) a dor é definida como :
- Uma experiência multidimensional desagradável;
- Envolve não só um componente sensorial mas também um componente emocional;
- É associa a uma lesão tecidular concreta ou potencial, ou é descrita em função dessa lesão;
- É uma dor persistente ou recorrente durante pelo menos 3-6 meses, que muitas vezes persiste para além da cura da lesão que lhe deu origem, ou que existe sem lesão aparente.
Outonos da Vida
Associação para os Cuidados Paliativos e Dor Crónica do Médio Tejo
Sede:
Urbanização Casal Vaz, Lote 82
2350-867 Meia Via - Torres Novas
Delegação:
Tomar Av. D. Nuno Álvares Pereira, n.º 21
2304-909 Tomar
Telefone:932927853
Email: info@outonosdavida.pt
SKYPE: outonosdavida
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Outonos da Vida,
Voluntariado com idosos
Testemunho de voluntariado: Uma semana com os sem-abrigo

Cheguei da semana de missão com os sem-abrigo. Ao longo desta semana que passou, eu e mais 8 pessoas dos Missionários Combonianos estivemos na Comunidade Vida e Paz, em Lisboa. Fizemos sandes, lavámos, esfregámos, ajudámos na cozinha, animámos o espaço aberto que recebe sem-abrigo durante o dia, dando-lhes a oportunidade de saírem da rua através de programas de recuperação, andámos à noite a distribuir alimentos e a falar com as pessoas, visitámos as quintas de recuperação onde se faz um trabalho extraordinário e demos apoio espiritual.
A realidade dos sem-abrigo é muito complexa. Cada caso é um caso. Há quem esteja na rua porque não quer mudar de vida e ter responsabilidades, mas a maioria está lá porque a vida entrou na completa ruína. Encontrámos imensos doentes mentais, muitos alcóolicos, prostitutas, toxicodependentes, imigrantes, desempregados, abandonados... O nosso objectivo não era apenas dar comida e roupa. Era também falar com as pessoas e levá-las para a recuperação.
Era preciso rasgar horizontes ao amor, levá-los a lutarem pela sua própria vida e tirar-lhes o vazio provocado pelo materialismo, auto-suficiência e individualismo. Não é fácil, mas é possível. Encontrei muitas pessoas que recuperaram e que são o grande exemplo de como é possível vencer, mesmo quando estamos no fundo do poço.
Deixo-vos as histórias que mais me marcaram pela positiva ou pela negativa:
- Não consigo esquecer as pessoas que saltaram da rua, do álcool, da droga, da prostituição e que são um exemplo de como vale a pena ajudar. Um deles viveu 20 anos na droga... Agora, ninguém o reconhece. Está cheio de vida.
- A necessidade aflitiva de serem perdoados e de se perdoarem a eles próprios. Esta é a razão que leva muitos a continuarem no caminho de “escravidão”, como me dizia um toxicodependente no ex-Casal Ventoso.
- A quantidade de pessoas que estão na rua. Na estação do Oriente, é impressionante o número de pessoas que lá dormem.
- A solidão de um senhor que não é sem-abrigo, mas que foi ter connosco para desabafar.
- A importância de um simples aperto de mão a um sem-abrigo que está sujo, a um doente de SIDA (não ficamos infectados por dar um aperto de mão e esquecemo-nos tanto disso).
- O senhor que diz que é professor de História e está há anos na rua à espera de um barco que o leve.
- Do senhor que só vê a guerra colonial à sua frente e sente orgulho de ter “bombardeado Moçambique, sem deixar lá ninguém”.
- Dos imigrantes que vivem na rua, mas têm trabalho. Estão lá, porque o patrão não paga. Enquanto não arranjarem outro emprego para conseguirem a legalização, lá continuam...
- Das pessoas que quase caíam para cima de nós por causa do álcool, mas que se sentiam bem em ver que os escutávamos, não lhes dando apenas uma sandes.
- Das crianças que vieram pedir leite e pão.
- Do senhor que nos queria dar um euro que ganhou a arrumar carros, porque se o ajudávamos, também nos tinha de ajudar.
O desafio que vos deixo é este: olhemos para a realidade, conheçamo-la e rasguemos horizontes ao Amor. Principalmente ao Amor por aqueles que erram muito e, que, muitas vezes, só precisam de ser aceites e perdoados.
Maria João Garcia
Fé e Missão – Grupo de Jovens dos Missionários Combonianos
Maria João Garcia
Fé e Missão – Grupo de Jovens dos Missionários Combonianos
09/05/09
Projecto no Uganda
Para visitar aqui.
Publicada por
Voluntariado Nova Geração
à(s)
10:58
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