14/09/13

Concurso: Capital Europeia do Voluntariado 2014

O Centro Europeu do Voluntariado está a organizar um concurso, até dia 01 de outubro, para escolher a capital europeia do voluntariado de 2014.

O objetivo deste evento é promover e desenvolver o voluntariado a nível local, reconhecendo as “cidades e as organizações que o praticam com base nas recomendações do relatório P.A.V.E (Agenda Política para o Voluntariado na Europa)”, anuncia osite.

A cidade vencedora será anunciada a 05 dezembro, Dia Internacional do Voluntariado.

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Novas missões dos Leigos para o Desenvolvimento

A Associação Leigos para o Desenvolvimento (LD) enviará este mês 8 novos voluntários, que vão realizar em comunidade e em regime de voluntariado, um serviço de desenvolvimento e de promoção, em diversos países em vias de desenvolvimento, particularmente nos países de expressão oficial portuguesa: S. Tomé e Príncipe, Angola e Moçambique. Para assinalar a partida destes novos jovens voluntários realizar-se-á uma Missa de Envio, no próximo dia 8 de Setembro, na Igreja do Colégio São João de Brito, em Lisboa.
No período de missão, estes 8 jovens juntam-se a mais outros oito que, já em missão, renovam por mais um ano. Assim, e em 2013/14, os LD passarão a ter 16 voluntários no terreno, dedicando as suas vidas a uma grande experiência de promoção humanitária, integrando projectos em áreas fundamentais como a Educação, o Desenvolvimento Comunitário, a Saúde e a Promoção Social.
Os novos voluntários, oriundos de vários pontos do país, com idades compreendidas entre os 25 e os 40 anos são na sua maioria mulheres (5 mulheres e 3 homens). Apesar de todos terem formação académica superior, passaram por uma formação especial, ao longo de um ano, para poderem partir em missão, nomeadamente na área do voluntariado, do desenvolvimento, da própria vida espiritual e do trabalho em comunidade. Na fase final, tiveram uma formação específica para os projectos de desenvolvimento nos quais vão trabalhar. Com percursos e histórias de vida distintas, que os fez chegar até aos LD, todos se sentem motivados e impelidos a dedicarem-se ao serviço e promoção do desenvolvimento humano e a colocarem os seus conhecimentos à disposição de outros, contribuindo para o desenvolvimento das comunidades locais, lutando contra as desigualdades sociais e situações de pobreza existentes.
Cada vez mais, o foco é a capacitação institucional dos parceiros dos LD no terreno de forma a garantir projectos sustentáveis a longo prazo. Esta capacitação implica um grande esforço de formação dos recursos humanos locais dos vários projectos que existem, tanto na área da educação como da promoção social. Assim, no Centro Juvenil da Graça em Benguela (Angola), nas Escolinhas Comunitárias do Niassa (Moçambique) e no Grupo Comunitário de Porto Alegre (São Tomé e Príncipe), os LD estarão a trabalhar directamente na formação dos recursos humanos locais, transmitindo-lhes conhecimentos e validando competências.
Por outro lado, em Moçambique, continuar-se-á a apostar no Ensino Pré-Escolar em Língua Portuguesa, nos locais onde a Língua Materna não é o Português. Como tal, no Niassa, norte de Moçambique, os LD continuarão a apostar no Projecto das Escolinhas Comunitárias do Niassa, para a qual têm neste momento a decorrer uma campanha específica que pretende angariar fundos para prosseguir o projeto de educação pré-escolar que tem levado a cabo com as crianças das aldeias do interior do país. Esta rede comunitária de ensino pré-escolar envolve cerca de 307 crianças, dos 3 aos 6 anos de idade, 30 recursos humanos moçambicanos e 150 mamãs.
Com uma experiência e saber acumulado ao serviço dos outros, há 27 anos, os Leigos para o Desenvolvimento têm um projecto em Portugal (Centro S. Pedro Claver) e cinco missões em curso, em três países de expressão portuguesa: duas em S. Tomé e Príncipe (Porto Alegre e S. Tomé), duas em Angola (Benguela e Uíje) e uma em Moçambique (Cuamba).
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Voluntariado: Transformação da realidade local leva jovem ao serviço comunitário

O jovem Miguel Dias, que amanhã termina um projecto de voluntariado num bairro da Amadora, nos arredores de Lisboa, diz-se surpreendido por ver “mesmo ao lado de sua casa” uma realidade tão diferente daquela que vive. 
Em declarações à ECCLESIA, que pode ouvir esta noite, no programa na Antena 1, o jovem, estudante de arquitetura, afirma que a sua disponibilidade pode não provocar uma “mudança no mundo”, mas que mudar Lisboa, para já, o torna feliz e melhora a relação com “Deus” e com “as outras pessoas”.

O “sentido de comunidade”, explica o jovem que está integrado na Juventude Salesiana, é a grande motivação para se dedicar ao voluntariado.

O jovem, de 19 anos, acredita que aproximar outras pessoas destes projectos e “mostrar-lhes o que se passa nestas semanas e nestes acampamentos” os ajudaria a perceber que “por trás daquilo tudo também existe o espírito de grupo”.

No terceiro ano do curso de arquitectura, este jovem voluntário apela à sensibilização de todos as pessoas e explica que mesmo os “não católicos”, se podem envolver nestas iniciativas.

Em fevereiro, Miguel vai participar, pela terceira vez, na Missão País, um projecto universitário que tem como objectivo levar Cristo a outras universidades e evangelizar Portugal através do testemunho de fé.

Ao longo desta semana o programa de rádio Ecclesia  vai ao encontro de jovens que em tempo de férias disponibilizam-se para ajudar o outro com ações de voluntariado em Portugal.

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13/09/13

Portugueses realizam ações sociais em Batalha

"Chegamos no sábado, dia 3 de agosto, à Batalha. Mas porque é que estamos aqui? Qual o nosso propósito nesta cidade?

Nós somos voluntários de um grupo de ação social – o GASTagus – grupo que existe desde 2008 (http://www.gastagus.org/). O seu objetivo é alertar os jovens para as desigualdades que existem no mundo dos nossos dias, através da promoção de atividades de voluntariado em Portugal e fora deste (Angola, Brasil, Cabo Verde, Moçambique e São Tomé e Príncipe).
Ao longo de toda a formação que durou um ano, os voluntários recebem diversas palestras e formações sobre cidadania, empreendedorismo, voluntariado, associativismo, desigualdades sociais e direitos humanos, entre outras. Ao longo desse mesmo ano, todos os jovens voluntários fazem voluntariado em diversas associações portuguesas que necessitam de toda a ajuda possível.

Paralelamente às formações e ao voluntariado, os voluntários angariam todo o dinheiro necessário para comprar a sua passagem e cobrir a sua estadia no país onde fazem missão todo o mês de agosto.

Nos foi atribuído o projeto de Batalha, no Piauí, através das Irmãs da Congregação das Filhas de Sant’Ana, sobretudo devido à ajuda da Ir. Graça, que nos foi buscar diretamente a Fortaleza.

Estamos aqui na Batalha para dar palestras às crianças, jovens e mulheres sobre autoestima, respeito pelos direitos humanos, sexualidade e gravidez na adolescência, nutrição, álcool e drogas, associativismo, empreendedorismo e voluntariado. Queremos também chegar às zonas rurais e debater estes temas com os jovens. Estamos também a colaborar no Lar de Sant’Ana, na Ervanário Sant’Ana, no Colégio Coração de Jesus, na Pastoral da Criança e na Pastoral da Comunicação. 

Estamos disponíveis para ajudar em qualquer área e qualquer pessoa, desde de que nos contactem.

Há quatro dias que cá estamos e já nos sentimos em casa. Estamos a ser muito bem recebidos e todo mundo é muito legal. Por isso, agradecemos do fundo de todo o coração aos habitantes de Batalha."

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“Quando vivemos no meio da guerra é impossível não ver a vida com outros olhos”

Maria Palha vai para os locais onde a maioria das pessoas não quer estar. Esteve na Líbia quando rebentou a revolução da chamada “Primavera Árabe”, deu apoio aos desalojados das cheias do Rio de Janeiro e ajudou a população que sofreu com o violento terramoto na fronteira da Turquia com o Irão, em 2011. A jovem de Vila Franca de Xira conseguiu concretizar o sonho de integrar a equipa dos Médicos Sem Fronteiras e diz que é um ‘bichinho’ ter que ajudar quem mais precisa. A psicóloga clínica contou algumas das suas experiências a O MIRANTE na véspera de partir para a Síria, naquela que considera ser a sua missão mais arrojada.

013-08-08

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Férias: não fazer nada ou fazer alguma coisa?

O entusiasmo do verão pode ser direcionado para atividades cívicas. O EDUCARE.PT lança um desafio aos adolescentes para tornar as férias mais interventivas.
Entre o tempo passado sozinhos em casa ou as saídas com os amigos, por esta altura, já os dias se tornaram mais longos. E aborrecidos. Antes que isso aconteça há algumas atividades que podem tornar o verão mais produtivo. Fazer voluntariado ou abraçar uma causa como membro de uma associação. Tens duas opções: ficar em casa ou fazer alguma coisa.

Voluntariado

Dar livremente o nosso tempo em prol dos outros. Assim se resume o que é ser voluntário. Há diversas instituições que recrutam candidatos, a idade mínima é de 16 anos. Mas o melhor é aceder ao Portal da Juventude em http://juventude.gov.pt para conferir as oportunidades e os contatos. Em Portugal há diversas entidades que requerem voluntários apoio a crianças ou idosos. O primeiro passo é o registo online como voluntário, escolher o projeto e fazer a inscrição em http://voluntariadojovem.juventude.gov.pt
Fora do país, há projetos de voluntariado desenvolvidos pela União Europeia. Neste caso é preciso ter em conta o tempo mínimo de participação, que pode ser mais de um mês. O sítio certo onde procurar informação sobre as entidades de acolhimento e as atividades que promovem é em http://europa.eu/youth/volunteering_-_exchanges/work_camps/
index_eu_pt.html


Experiências de voluntariado internacional nas Nações Unidas podem ser consultadas emwww.unv.org. Por norma, são direcionadas a maiores de 25 anos, no entanto, há um novo regime para recrutar voluntários online para traduções, redação de artigos, apoio ao nível do design de brochuras, entre outras tarefas a realizar através da Internet. E, em alguns destes casos, as restrições relativas à idade podem ser mais flexíveis. Toda a informação necessária para participar está disponível em inglês, espanhol e francês emwww.onlinevolunteering.org.

Ativismo

Promover a participação ativa dos jovens dos 15 aos 30 anos na sociedade é a missão do projeto nacional Do Something.pt cuja tradução para português significa: Faz alguma coisa! O site www.dosomething.pt mostra todas as ações sociais que esta organização realiza. Para o candidato encontrar a causa que o move há uma lista de temas à escolha, onde se incluem Ambiente, Artes e Cultura, Direitos Humanos, Discriminação, Educação, Paz e Cidadania, Pobreza e Saúde e Desporto. Depois é só tomar a iniciativa.

Em alternativa a acolher as ações já levadas a cabo pela organização, os interessados podem optar por formar um Club Do Something. Para começar a trabalhar são necessários mais quatro membros e uma dose série de empenho. Há que planear dois projetos de intervenção na sua comunidade, que podem ser originais ou abraçar campanhas de outros clubes já formados.  Depois é preciso argumentar as razões para a criação do clube e submeter a candidatura à Do Something. A lista de clubes existentes é vasta e está disponível no endereço www.dosomething.pt/pt/programas/clubes/clubes-ds/

Associativismo

Até gostavas de fazer alguma coisa em prol do teu bairro, mas precisavas de uma organização. Não é difícil. Criar uma associação juvenil e abraçar uma missão com os amigos, pode ser a experiência de uma vida e começar do nada, numas férias de verão. Basta ter objetivos e ações bem definidas. E tudo pode ser feito sem burocracias em qualquer balcão do serviço "Associação na Hora". O sitehttp://www.associacaonahora.mj.pt/ explica tudo.

Os passos são simples. É preciso escolher a denominação e um modelo de estatutos predefinido e aprovado, que será fornecido no balcão de atendimento. Depois, reunir a identificação pessoal e fiscal dos jovens que vão constituir a associação que podem ser no mínimo dois ou nove, consoante o tipo de estatutos. Após este processo é concedido o cartão eletrónico de identificação de pessoa coletiva, o físico é remetido para a sede da associação.

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Projecto "Palavra Chave" leva livros às prisões


O projecto "Palavra Chave" vai levar livros e outras actividades a diversos estabelecimentos prisionais do país a partir de meados de Setembro, em acções de voluntariado de apoio ao processo de reintegração social dos reclusos. 

Desenvolvido em parceria com a Direcção-Geral da Reinserção e dos Serviços Prisionais, o "Palavra Chave" terá uma fase inicial destinada a formação de voluntários em Bragança, Lamego, Elvas, Grândola e Ponta Delgada, cinco localidades onde existem estabelecimentos prisionais. 

O promotor cultural Filipe Lopes, fundador do Grupo “O Contador de Histórias”, referiu à agência Lusa que a formação do "Palavra Chave" visa "dotar os participantes de ferramentas que lhes permitam entender a especificidade" da população prisional. 

A formação, conduzida pela psicóloga Carla Xavier, ajudará os participantes "para que eles próprios concebam e desenvolvam depois projectos de intervenção, promoção de leitura e outros, dentro das prisões". 

Prevê-se que as acções nos estabelecimentos prisionais seleccionados possam envolver mais de uma centena de voluntários. 

Filipe Lopes, que desenvolve "A poesia não tem grades" nas prisões há uma década, ressalvou a importância de utilizar o livro como ferramenta "de desenvolvimento pessoal e de integração social". 

"A sobrelotação das cadeias e a diminuição dos recursos diminuem a capacidade dos estabelecimentos prisionais para trabalharem estas duas áreas. O recluso tem de sentir o sofrimento como punição dos seus actos, mas tem de ser apoiado no seu processo de crescimento e renovação como pessoa", observou. 

As intervenções da iniciativa "Palavra Chave" nos estabelecimentos prisionais tem já datas provisórias: 19 de Setembro e 12 de Outubro, em Lamego; 20 e 21 de Setembro, em Bragança; 24 de Setembro e 18 e 22 de Outubro, em Pinheiro da Cruz (Grândola); 19 de Outubro, em Elvas; e 23, 24 e 25 de Outubro, em Ponta Delgada. 

O número estimado de presos que serão "envolvidos directamente" na "Palavra Chave" é de 120 nos cinco estabelecimentos prisionais, universo que poderá superar os "350 reclusos com as actividades decorrentes dos projectos de iniciativas que serão apresentados na formação". 

O projecto "Palavra Chave", que se estende até Março do próximo ano, foi um dos vencedores do programa EDP Solidária, em 2013. 

"A poesia não tem grades", também em regime de voluntariado, continua a decorrer em paralelo e, este ano, visitou o Estabelecimento Prisional de Ponta Delgada, nos Açores. 

Estão agendadas sessões de leitura de poesia, grande parte de obras de autores portugueses, para Silves, Faro, Olhão, Sintra (prisão da Carregueira), Alcoentre, Covilhã, Guarda, Aveiro, Lamego e Caldas da Rainha.


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Voluntariado: Movimento Missionário de Professores vai eleger novos órgãos sociais



O Movimento Missionário de Professores (MOMIP), que reúne educadores de todo o país sob o carisma dos irmãos missionários do Espírito Santo, iniciou hoje um encontro nacional em Cortegaça, no Porto.

De acordo com um comunicado do organismo, enviado à Agência ECCLESIA, a 52.ª edição da iniciativa, que vai decorrer até à próxima quarta-feira na Casa de S. Paulo, tem como tema “Olhar o Mundo à Luz da Fé”.

Criado em 1962, este organismo católico divide-se por pequenos núcleos, nas paróquias e dioceses, e procura contribuir para a educação cultural e cristã de crianças e jovens, dando explicações e ajudando alunos em dificuldades.

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Trabalho voluntário é importante para o currículo e é diferencial na contratação

O trabalho voluntário, além de trazer benefícios pessoais a quem o pratica, como a satisfação de estar ajudando o próximo, também pode ser uma ótima experiência de preparação para o mercado de trabalho. De acordo com o presidente da Associação de Profissionais de Recursos Humanos (APRH) de Sorocaba, Daniel de Carvalho Luz, muitas empresas consideram o voluntariado como um ótimo diferencial no currículo de seus candidatos, sendo que isso pode até fazer a diferença na seleção. "O profissional passa a ver as pessoas com outros olhos, o que é muito interessante em organizações maiores onde o ambiente é muito competitivo e todos tendem a se voltar para si mesmas", destaca.

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Voluntariado: Uma educação para a missão

A voluntária Inês Cabral, com 23 anos, encontrou tempo para se dedicar à missão e vai partir em agosto para durante um mês ajudar o próximo no Sobral, Ceará (Brasil).

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27/07/13

Associação Raízes


SER VOLUNTÁRIO

Basta DAR UMA HORA por semana para poder fazer toda a DIFERENÇA!

Podemos não mudar o mundo, mas podemos mudar o mundo de alguém

Objetivo:
- Visitas semanais de acompanhamento a idosos em situação de isolamento (freguesias do Lumiar, Ameixoeira e Charneca)

Oferecemos:
- Formação certificada
- Acompanhamento contínuo de atividade
- Certificado de voluntariado
- Aquisição de competências através da experiência adquirida na área de geriatria e no âmbito de intervenção comunitária

Contactos
Fax: 21 752 20 69
Email Direcção: direcao@raizes.pt
Email Voluntariado: voluntariado@raizes.pt
Email Formação: formacao@raizes.pt
Email Centro de Apoio ao Estudo: raizes.cae@gmail.com
Email Livraria Crescer a Ler: cresceraler@raizes.pt
1750-137 LISBOA
Raízes – Associação de Apoio à Criança e ao Jovem
Telefone: 21 752 20 50
Email Geral: geral@raizes.pt
Morada:
Rua Leopoldo de Almeida, nº 9 A/B

http://raizes.pt/

Associação Raízes

Os projectos de intervenção da Raízes são muito dinâmicos, assim como as suas necessidades em termos de voluntariado!
JUNTOS PODEMOS FAZER MAIS E MELHOR!
ACTUALMENTE PROCURAMOS…
- 1/2 voluntário(a)s para apoio na Livraria
Livraria Infanto-Juvenil Crescer a Ler, com componente itinerante
Local: Lumiar e Escolas em Lisboa
Horário: tardes, variável

-Voluntários para apoio ao estudo.
Destinatáriosalunos do 1º ao 3º Ciclo
Local: Amadora, Olivais, Lumiar, Lisboa
Horário: entre as 16h e 20h (conforme disponibilidade do
voluntário)
Regularidade: 1 a 5 vezes por semana

- No âmbito do projeto Cidadania e Bem-estar necessita-se de Voluntários para realizar visitas semanais a idosos em risco de isolamento social.
Local: Lumiar, Ameixoeira e Charneca
Horário: conforme disponibilidade do voluntário
Regularidade: 2 horas por semana
Ver mais em Raízes.

05/07/13

Estamos a recrutar 3 Voluntários/as para Moçambique

Para participarem no Serviço Voluntário Europeu "SAVE - Saúde, Alimentação, Vestuário e Educação", promovido pelo Programa Juventude em Ação da União Europeia.



Os voluntários serão responsáveis por coordenar localmente o Projeto SAVE – Saúde, Alimentação, Vestuário e Educação, incluindo apoio às crianças e famílias beneficiárias, recolha de informação variada sobre as mesmas, execução de ações de Educação para o Desenvolvimento, gestão das parcerias existentes, gestão dos donativos, entre outras.

Perfil dos Voluntários

Assertividade e liderança
 
Adaptação multicultural
 
Trabalho de equipa, gestão de conflitos e gestão da mudança
 
Organização, planeamento e persistência.

Requisitos dos Voluntários

Entre os 18 e os 30 anos;
Com disponibilidade:
- Agosto a Novembro de 2013: Mínimo 2 horas/semana para integração e formação no Porto, horário laboral ou pós-laboral.
- Novembro de 2013 a Maio de 2014: SVE em Moçambique.
- Maio a Agosto de 2014: Mínimo 2 horas/semana para feedback e avaliação do SAVE, no Porto, em horário laboral ou pós-laboral.


Preferencialmente, com experiência em voluntariado nacional ou internacional no âmbito da cooperação
para o desenvolvimento (requisito não eliminatório).
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Oferta

Integração numa ONGD em crescimento e desenvolvimento;
Desenvolvimento de várias funções na área social adquirindo competências de foro pessoal, social e técnico.

Despesas asseguradas, a cada Voluntário
 
Consulta do Viajante, Vacinas, Profilaxias e Vistos;
Viagem Portugal-Moçambique-Portugal;
Dinheiro de Bolso durante os 6 meses da Missão;
Deslocações em Moçambique entre os vários projetos.
Seguro de Viagem.
Se reúne os requisitos e perfil definidos envie o seu CV e Carta de Motivação para adriana.leite@ataca.org até 10 de Julho de 2013.
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Rua de Faria Guimarães, 842
4200-209 Porto, Portugal

11/02/13

Voluntariado - Dar é Bom


Ajudar o outro previne o aparecimento de doenças graves, como as cardiovasculares e oncológicas, e contribui para o aumento da esperança de vida. Pesquisas americanas, feitas em Michigan e Harvard, demonstraram que o voluntariado estimula a produção das hormonas que combatem o stresse e evita a depressão. Sabe-se, agora, que as ações de apoio desinteressado têm uma base bioquímica: sintonizar-se emocionalmente com terceiros deve-se ao papel dos neurónios-espelho, responsáveis pela empatia. Depois, o facto de se usar competências em prol dos outros confere um sentido de utilidade e pertença, e traduz-se em satisfação e bem-estar.

In Revista Visão n.º 1034, 27-12-2012 a 2-01-2013

10/10/12

"Dar o que somos é ainda melhor do que dar o que temos


Outubro é o mês missionário. Excelente ocasião para partilharmos uma entrevista com Ana Sofia, jovem missionária do grupo Ondjoyetu, da diocese de Leiria-Fátima, acabada de chegar do Gungo (Angola).




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28/07/12

PROCURA-SE VOLUNTÁRIOS PARA A JMJ 2013

Com menos de um ano para o início da Jornada Mundial da Juventude (JMJ), no Rio, os organizadores ainda estão recebendo solicitações de jovens e adultos que desejam dedicar o seu tempo como voluntários do grande evento na cidade carioca. 

Para ser voluntário é preciso ter pelo menos 18 anos e não há limite para os adultos. Os organizadores também estão considerando a possibilidade de aceitar jovens de 16 anos que tenham autorização dos pais. 

Os voluntários ficam à disposição do comitê organizador oferecendo a sua colaboração gratuita para a preparação e realização do evento nas suas diversas fases. Já têm muitos voluntários trabalhando, ainda que a maioria deles começará a sua colaboração algumas semanas antes da cerimônia de abertura, ou seja, deverão chegar ao Rio, pelo menos, uns 15 dias antes. 

Feira Vocacional 
As inscrições estão abertas também para as congregações, movimentos e comunidades religiosas que queiram participar da Feira das Vocações, que será no bairro da Urca, na praça General Tiburcio, de onde parte o teleférico que leva até o Pão de Açúcar, uma das principais atrações turísticas da cidade. "Quando os jovens chegarem à JMJ, verão as insígnias da Feira das Vocações, com as mensagens dos santos que irá levá-los a questionar-se sobre a sua vocação", disse o diácono Arnaldo Rodriguez, um dos responsáveis ​​pela preparação pastoral do evento. "Haverá um palco para concertos, pregações, momentos de oração e um lugar para reflexões". E também serão preparadas grandes tendas para a adoração do Santíssimo Sacramento, para as missas e para o sacramento da confissão. O objetivo da Feira - continuou Rodriguez – não é "para satisfazer a curiosidade dos jovens", mas "um evento chave" da JMJ, para que cada um possa discernir a própria vocação. "As congregações, seminários diocesanos e comunidades rezarão com os jovens. Mostrarão não só o seu carisma particular, mas também a oportunidade de encontrar o Senhor", disse. 

Os critérios para participar são: presença ativa do movimento candidato no Brasil; presença em outros países e estar classificado pelo Código de Direito Canônico. Também os movimentos qeu não têm reconhecimento diocesano ou pontifício podem inscrever-se, ainda que os que tiverem reconhecimento canônico terão a preferência. Para mais informações escreva para: feiravocacional@rio2013.com 

E os interessados ​​em inscrever-se como voluntários pode fazê-lo em: http://www.rio2013.com/pt/voluntarios

19/07/12

Ao encontro dos idosos: projetos que contrariam a solidão

Ação social e proximidade: a paróquia como referência

Voluntariado e nova Consciência Social


Nota Pastoral da Conferência Episcopal Portuguesa


1. Um dos sinais mais promissores de esperança na construção de uma humanidade fraterna e feliz está patente na experiência alargada e crescente do voluntariado. Por isso, acolhemos de bom grado o ano 2011 como Ano Europeu das actividades voluntárias que promovam uma cidadania activa, declarado pelo Conselho de Ministros da União Europeia. Já há dez anos (15 de Novembro de 2001) nos associámos a semelhante evento, abordando a temática do voluntariado como «porta aberta para a humanização social».
Segundo a nossa proposta, o voluntariado ilumina-se com os princípios da Doutrina Social da Igreja, como são a dignidade da pessoa humana, o bem comum, a subsidiariedade e a solidariedade, e segue os valores da verdade, liberdade, justiça e paz, trabalhando para o desenvolvimento integral da pessoa humana.

2. Dirigimo-nos especialmente aos católicos para que se sintam particularmente motivados pela sua consciência a oferecer à comunidade um tempo de gratuidade ao serviço dos outros.
A vivência espiritual cristã, marcada pela cultura da gratuidade, cria uma disponibilidade interior para os outros, até à radicalidade da entrega, para servir as necessidades reais das pessoas que interpelam a consciência. A participação na sociedade actual, tão competitiva e cruelmente pautada por interesses, é verdadeiro antídoto do individualismo voraz, anunciador de um futuro de esperança.
Para o cristão, em diálogo com todas as pessoas de boa vontade, a comunhão com a Pessoa de Jesus implica chegar às causas ou raízes das difíceis questões que geram pobreza, exclusão, abandono ou indiferença. Quem é coerente com a fé cristã transforma a vida e adopta gestos de fraternidade, busca o conhecimento das situações a socorrer e sonha vias criativas de solução para os problemas.

3. Congratulamo-nos vivamente com o crescimento de uma nova consciência social, que está na base do voluntariado. É um grito de esperança, que vence pesos de ideologização e revela caminhos de um novo humanismo, que seja criativo, realista, dinâmico e pleno.
A atenção generosa e gratuita de muitos cidadãos ao bem do próximo revela uma cultura de solidariedade e abertura ao outro, capaz de indicar uma nova política nacional e internacional; a verdadeira concepção de vida solidária é chamada a superar os riscos de novas e velhas injustiças. O contributo de um autêntico voluntariado não se restringirá somente a acções primárias, mas lutará também pela transformação da sociedade.

4. As iniciativas de voluntariado situam-se no espírito do princípio da subsidiariedade e não se substituem aos serviços sociais dos poderes públicos. Pelo contrário, a intervenção dos voluntários possibilita e eleva a exigência das respostas públicas, permitindo contudo aos cidadãos, em virtude da espontaneidade do voluntariado, esbater muralhas burocráticas.
Dar vida à subsidiariedade é mobilizar para a responsabilidade de uma cidadania activa. Assim se pretende provocar a alteração da mentalidade centralista e estatizante, presente em diversos organismos públicos, que bloqueiam, tantas vezes, as energias da comunidade local e das redes de proximidade.
compromisso com a justiça social e o incentivo a alterações estruturais positivas serão factores determinantes de credibilidade das pessoas e instituições dedicadas ao voluntariado.
Pelo mérito da sua dádiva gratuita, o trabalho voluntário é uma mais-valia ética em relação ao trabalho remunerado; ambos dignificam o ser humano e caracterizam-se pela competência e organização.

5. Chamado a uma abrangência universal de todas as pessoas e situações, verdadeira rede de fraternidade, o voluntariado assume uma pluralidade de rostos e formas, junto dos que a sociedade esquece, rejeita, maltrata, empobrece, bem como na ajuda a uma educação para o serviço e para o desenvolvimento cultural.
Apontamos, brevemente, algumas das vertentes do multiforme voluntariado:
5.1 O voluntariado agregado a movimentos e obras sociais, já com larga tradição. Dentro deste tipo se situa o trabalho específico em hospitais, em prisões e em instituições de solidariedade social, para o qual se exige uma preparação adequada e uma integração nas normas das instituições onde actuam.
5.2 O voluntariado na resposta a situações de pessoas sós que necessitam de visita e companhia, de ajuda em diversos serviços. Muitos voluntários, integrados ou não em associações, exercem um serviço carregado de humanidade e paciente cuidado dos mais abandonados e esquecidos.
5.3 O voluntariado na educação, com bastante relevância, seja através dos alunos na resolução dos problemas da vida real, seja na participação das famílias e das comunidades nas actividades da escola: ajudar a fazer os trabalhos de casa, acompanhar visitas de estudo, colaborar na orientação vocacional, apoiar a construção ou reparação de uma determinada estrutura ou equipamento escolar.
5.4 O voluntariado ao serviço da evangelização, especialmente nas paróquias e movimentos, exercido em fecunda e apreciada dedicação na transmissão do Evangelho. Conta com milhares de voluntários, gratuitamente empenhados nas diversas acções eclesiais, nomeadamente a catequese, a animação litúrgica, a pastoral familiar, a participação nos órgãos de administração e corresponsabilidade pastoral.
5.5 O voluntariado missionário, próximo do Voluntariado Internacional para a Cooperação, sobretudo destinado para acções fora do país, inserido em projectos de promoção humana e social, em áreas como a educação e formação, a saúde, o associativismo, o apoio comunitário e social, a capacitação técnica de agentes locais. Procura ser sinal de fraternidade global, despertando a opinião pública para as questões do desenvolvimento. Lembramos, em atitude de reconhecimento e gratidão, os vários milhares de voluntários que, nas últimas décadas, partiram de Portugal em missão, na sua maioria ligados a institutos missionários «ad gentes».
5.6 O voluntariado na dimensão cultural, que ganha cada vez mais adeptos. Dedicar os tempos livres ao cultivo da música, seja em filarmónicas ou grupos corais, à conservação e promoção do património, arquivos, bibliotecas, museus e outros centros culturais valoriza quem se dedica e permite disponibilizar os bens culturais à comunidade, de modo mais rápido e económico.
5.7 O voluntariado de socorro de emergência, sobretudo através de instituições como os Bombeiros, a Cruz Vermelha e a Cáritas, tão atraente para muitos jovens dispostos a aventuras e riscos da própria vida na ajuda imediata em situações de particular aflição.
5.8 O voluntariado no campo ecológico, que conquistou espaço na vida contemporânea, tão necessitada da defesa do ambiente.
5.9 O voluntariado dos direitos humanos, com especial significado na defesa da vida, na promoção da justiça e da paz entre as pessoas e entre os povos.

6. Verifica-se que o voluntariado tem constituído para muitos um lugar de enriquecimento humanizante que faz repensar projectos de vida, valorizar e desfrutar de modo novo o que se tem, preparar para embates, aliviar as tensões e relativizar os próprios problemas.
Por isso, entre as muitas vantagens do voluntariado, que aqui não podemos desenvolver, queremos salientar, no actual contexto, o facto de ser escola de realismo duro da vida e promover uma educação capaz de olhar de frente os problemas concretos, as dificuldades e os sofrimentos, e uma ocasião para o anúncio da mensagem cristã.

7. O entusiasmo e o crescente número de pessoas que aderem ao serviço voluntário não podem fazer-nos esquecer asabedoria do saber dar-se. Lançar-se no trabalho voluntário requer conhecimento da realidade e qualificação das organizações. Quando se aposta na preparação, no estudo dos âmbitos de actuação, na formação ao longo do desenvolvimento da actividade, consegue atingir-se uma resposta mais profunda e realizadora.
Deve igualmente ser dada particular atenção às condições de maturidade humana por parte de quem oferece o seu tempo e competência ao bem comum, sob perigo de causar dano em vez de benefício.

8. Manifestamos o nosso profundo reconhecimento e apreço pela multidão de voluntários que dão firmeza à esperança neste tempo exigente de novo humanismo. Auguramos que o ano 2011 constitua uma oportunidade para os cidadãos, nomeadamente os cristãos, com especial referência aos mais novos, a serem expressão do amor gratuito de Deus pelos últimos. Entrevemos na experiência do voluntariado o paradigma de uma nova visão da sociedade para a qual nos impele o anúncio do Reino novo de Jesus.

Fátima, 15 de Fevereiro de 2011
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