23/06/14

Joaquim Góis - Presidente da Sociedade Recreativa e Musical da Pedreira

Qual é o maior desafio para uma colectividade nos nossos dias?

Conseguir conciliar o voluntariado com todos os valores que este representa e com as exigências técnicas e de disponibilidade de tempo que a gestão duma colectividade obriga. O voluntariado valioso dos dirigentes associativos deveria ter um melhor enquadramento legal/fiscal, que reconhecesse o importante trabalho social realizado por estes. Seria uma boa medida para permitir que esta “galinha dos ovos de oiro” continuasse pujante e disposta a enfrentar novos desafios.

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16/06/14

Voluntariado - EAPN

Desde a sua fundação que o apoio ao movimento de participação social e ao voluntariado é uma constante na vida da EAPN Portugal.
A Direção Nacional e a Coordenação dos Núcleos Distritais da EAPN Portugal, por exemplo, são levadas a cabo por voluntários que asseguram o seu funcionamento e dinamização.
Áreas de actividade da EAPN Portugal, como a sensibilização, a informação, a investigação e alguns projectos específicos, são exercidas por voluntários.
No entanto, outras áreas funcionais como Marketing, Tradução, Design, entre outras, são também motivo de candidatura por parte de quem tem estas habilitações e nos possa ajudar a passar a nossa mensagem.
Em breve a EAPN Portugal terá em vigor o seu novo Programa de Gestão de Voluntariado.

Candidatura

Caso se identifique com a nossa Missão e esteja interessado em trabalhar connosco pode enviar-nos o seu Curriculum Vitae, acompanhado de uma carta de apresentação e motivação para voluntariado@eapn.pt.
Daqui.

13/06/14

O voluntariado escravo recrutado pela Fifa

Caro  leitor, você de bom grado que é, altruísta, caridoso, amigo; toparia trabalhar de graça para uma empresa bilionária? Suponhamos que Bill Gates ou Eike Batista, nosso ainda bilionário brasileiro, o convocasse para ser voluntário em suas empresas. Você aceitaria numa boa? Bem definido que seria um trabalho gracioso, sem vínculo empregatício, sem nenhuma chance de um dia ser contratado por uma dessas empresas privadas. O conceito de voluntariado ou trabalho voluntário é a dedicação de uma pessoa ou grupo em prol de outras pessoas ou entidade com fins estritamente humanitários, que não visa lucros. São bons exemplos a cruz vermelha, os médicos sem fronteiras, os anjos (médicos e para médicos) do asfalto entre outros.
Embutido, portanto, neste sentido está o livre-arbítrio ou espontânea vontade de quem se dispõe a expender os seus esforços em prol de outros. A legislação brasileira disciplina as relações de trabalho. Qualquer trabalho escravo ou análogo a este é vedado pela constituição. Mas, deixemos este tema numa memória de espera, e retomemo-lo ao fim desta matéria.
Falemos de algo que está em proeminência  no momento. Em tempos de copa do mundo a Fifa é um órgão tão repetido como mandatária maior do futebol que todos sabem do seu papel neste esporte. No mundo todo ela é a dona da bola e ninguém tasca. Ela se enquadra naquele batido princípio, se precisar ela prende, ela solta e não tem conversa. Ou faz-se o que ela dita ou nada feito.
Prova maior de sua tirania e intransigência na realização de torneios de futebol  foram suas exigências na construção das chamadas arenas para a Copa Brasil Fifa 2014. Fora a modernização dos aeroportos, vias de acesso para os estádios e outras infraestruturas no chamado padrão Fifa. Ou o país cumpria estas metas ou perdia o direito de sediar o tão cobiçado torneio quadrienal de futebol.
Como tudo exagerado tem efeitos colaterais, no caso da construção dos nababescos estádios (arenas) por imposição da poderosa Fifa, a regra seguiu a risca. Diante de vultosos gastos pelo governo o que se viu foram protestos e mais protestos das pessoas Brasil a fora. Ora bolas , se o país tem bilhões para sediar um torneio de futebol que dura 30 dias, num total de 64 jogos, por que serviços permanentes  tão vitais como saúde, educação, segurança e transporte coletivo estão sucateados e com padrão de terceiro mundo? Boa pergunta e oportuna provocação do povo brasileiro. Afinal nem  só de futebol vive o brasileiro, mas sim de saúde de bom padrão, alimentos à mesa, transporte, educação, segurança etc.
A reivindicação é simples e objetiva: queremos escolas, hospitais e transporte padrão Fifa. Nada mais conseqüente e natural. Se a Fifa impõe e o governo petista de Lula e Dilma faz por que não podemos exigir os mesmos serviços públicos da mesma qualidade? É natural tal exigência da sociedade.
Bem além desta polêmica e contestada questão de tantos gastos na realização da copa Fifa 2014 no Brasil, uma outra questão que a imprensa e autoridades não têm trazido à discussão refere-se ao trabalho dos voluntários para a tão poderosa e bilionária gestora do futebol no planeta. E então eu torno à questão. Se existe alguém ou autoridade que ainda não se pronunciou eu dou o pontapé inicial. Se alguma pessoa já o fez eu me alio a ela e façamos então um protesto sobre esse trabalho que a Fifa recruta, graciosamente, junto a milhares de pessoas que se dispõem a trabalhar sem remuneração  para um órgão privado que fatura bilhões de dólares por ano! Só em 2014, os lucros estimados da Fifa serão de 10 bilhões de reais .
O que é um voluntariado? Como definido pela própria ONU, é um trabalho de altruísmo, de filantropia ou solidariedade, voltado a atender às necessidade de pessoas carentes, doentes, ou sob qualquer risco; trabalho este sem remuneração ou vínculo empregatício, por puro espírito cívico e vocação voltada ao bem de nosso próximo e semelhante.
Pergunto eu; que necessidade tem a Fifa de recrutar  filantropia e solidariedade de outras pessoas? Aliás, é oportuna uma segunda pergunta: a nossa poderosa e intransigente gestora e legisladora do futebol tem algum trabalho de filantropia e benefício social no mundo? Se o tem que nos mostre, porque já seria um lado virtuoso de seus dirigentes. A mim me parece que, os milhares de voluntários que a entidade “alicia” para um trabalho não pago, são atraídos como um engodo e como exploração análoga a serviço escravo. Com que justificativa a entidade recruta tanta gente para um trabalho não remunerado? Nesta copa 2014, são 15 mil voluntários , entre brasileiros e estrangeiros.
Todo esse pessoal do voluntariado Fifa deveria ser nos moldes de um trabalho temporário, como ocorre por exemplo em outras empresas, em passagem de natal e ano novo. Para esses trabalhos temporários, nossas autoridades e leis não são nada brandas. Que seja um emprego por 15 ou 30 dias, exige-se legalização, remuneração justo e recolhimento de impostos .
Por que as leis e a justiça têm que ser lenientes e tolerantes com um órgão privado como a Fifa que fatura bilhões com o futebol? Com a palavra o governo de Lula/Dilma e as autoridades trabalhistas do Brasil. O que pensam nossos ministros do TST e OIT ( organização internacional do trabalho ) ?        
(João Joaquim, médico, cronista do DM - joaomedicina.ufg@gmail.com)
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09/06/14

Vale d'Acor - Colónia de Férias


Associação Vale de Acór realiza todos os verões uma colónia de férias durante nove dias, com cerca de 100 crianças entre os 3 e os 11 anos de idade.
Nela participam os filhos dos nossos utentes, filhos de reclusos de diversos estabelecimentos prisionais e ainda crianças institucionalizadas, com ou sem deficiência física e mental. Trata-se de uma iniciativa sem qualquer fim lucrativo, cuja principal finalidade é apoiar crianças desfavorecidas, vítimas de situações de pobreza e exclusão social. A equipa de monitores, é formada por vários utentes da Comunidade Terapêutica e por voluntários, que desta forma dão o seu contributo a esta causa.
Para além das idas à praia, há ainda tempo para jogos, pinturas, catequese, ateliers e workshops de diversas áreas, desporto, música, e muita, muita brincadeira! Desta forma crianças e utentes da nossa Comunidade passam uma semana de convívio e lazer, em que por um lado os mais novos têm um espaço educativo, subordinado a um determinado tema e a par de uma promoção de um estilo de vida saudável, enquanto que os mais velhos vivem uma experiência de serviço e ajuda ao próximo, num processo de empowerment que aumenta a sua auto-estima. Alem disso reforçam-se os laços familiares entre pais e filhos, e entre utentes e profissionais da Comunidade.
Para mais informações, ver aqui.

08/06/14

Férias Solidárias



Santuário de Fátima oferece férias a pais de filhos com deficiência


Como tem sido hábito dos últimos anos, o Santuário de Fátima está a organizar um programa que visa oferecer uma semana de repouso aos pais que tenham ao seu cuidado filhos com deficiência, sobretudo os que têm limitações profundas.
Estes ficarão alojados no Santuário, onde serão acompanhados por uma equipa devidamente preparada para lhes proporcionar todos os cuidados e algumas iniciativas de ocupação cultural e espiritual.
Os interessado em beneficiar desta oferta poderão escolher um de quatro turnos possíveis: 30 de julho a 5 de agosto, 8 a 14 de agosto, 18 a 24 de agosto ou 28 de agosto a 3 de setembro.
O padre Antunes, responsável do Serviço de Doentes do Santuário de Fátima, adianta que “serão atendidos em primeiro lugar os pais que se encontrem em situações mais graves e que nunca tenham participado nestes encontros”, referindo ainda que “os pais podem optar por acompanhar os filhos e ficar ou, então, por deixá-los e virem buscá-los no fim do turno”.
As inscrições deverão ser efetuadas até ao dia 15 de junho e remetidas para o Secretariado Nacional do Movimento da Mensagem de Fátima (Apartado 31, 2496-908 Fátima ou mmf@fatima.pt).
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Celebridades pedem apoio para refugiados

Os participantes gravaram mensagens de 30 segundos a pedir apoio às famílias de refugiados e do público para partilhar as histórias


Mais de 20 celebridades gravaram mensagens em vídeo para contar as histórias de «sofrimento» e «coragem» dos refugiados e pedir apoio para os cidadãos que vivem este drama

O Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR) lançou esta segunda-feira, 2 de junho, uma campanha em vídeo de apoio aos refugiados. A iniciativa antecipa o Dia Mundial dos Refugiados, assinalado a 20 de junho, e reúne os testemunhos de mais de duas dezenas de celebridades e embaixadores da Boa Vontade do ACNUR. Os participantes gravaram mensagens de 30 segundos a pedir apoio às famílias de refugiados e do público para partilhar as histórias.


Segundo António Guterres, alto comissário da ONU para os Refugiados, os participantes estão a ajudar a contar «uma história de sofrimento mas de extrema coragem e resistência» face às adversidades dos refugiados. Entre os convidados estão o prémio Nobel da Literatura em 2010, Mário Vargas Llosa, o cantor colombiano Juanes, o embaixador da Boa Vontade e escritor afegão-americano Khaled Hosseini, e Barbara Hendricks, também embaixadora da Boa Vontade do ACNUR e cantora.


«Com a violência a desalojar cada vez mais pessoas, o mundo enfrenta desafios sem precedentes para proteger e ajudá-las», frisa António Guterres, citado pela Rádio das Nações Unidas. Para este responsável, o mundo está a assistir a uma «destruição de famílias e de comunidades» a uma escala que é «verdadeiramente terrível». O alto comissário da ONU para os Refugiados considera que é necessário fazer mais para «solucionar estes conflitos».

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Cruz Vermelha recebe Prémio Quatro Liberdades

Peter Maurer, presidente do CICV, dedica este prémio aos 17 milhões de voluntários e 80 milhões de membros espalhados pelo mundo
A Fundação Roosevelt atribuiu o Prémio Internacional Quatro Liberdades 2014 à Cruz Vermelha, devido à «enorme dedicação» dos seus voluntários «em proteger as vidas e a dignidade das vítimas de guerras e desastres»

A Cruz Vermelha recebeu o Prémio Internacional Quatro Liberdades 2014, anunciou esta semana a organização, em comunicado. O galardão foi atribuído na Holanda, pela Fundação Roosevelt, como reconhecimento pela «enorme e incessante dedicação» do Comité Internacional da Cruz Vermelha (CICV) e da Federação Internacional das Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho (FICV), dos seus membros, voluntários e simpatizantes «em proteger as vidas e a dignidade das vítimas de guerras e desastres».

Para a Fundação Roosevelt, durante as operações humanitárias em todo o mundo e em áreas de conflito como a Síria, os voluntários e pessoal ligado àquele movimento internacional, «estão muitas vezes em condições e circunstâncias muito difíceis, para prevenir e aliviar o sofrimento» humano. «Este prémio é um grande incentivo para o Movimento da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho como um todo», afirmou Peter Maurer, presidente do CICV.

«Gostaria de o dedicar aos nossos 17 milhões de voluntários ativos e 80 milhões de membros espalhados pelo mundo, e a todos aqueles que arriscam as suas vidas diariamente para prevenir e aliviar o sofrimento humano. Estes incluem os 34 funcionários e voluntários do Crescente Vermelho Sírio Árabe e os cinco da Sociedade do Crescente Vermelho Palestino que foram mortos no cumprimento do seu dever na Síria desde o início do conflito. Bem como, mais especificamente, aos três funcionários do CICV que estão capturados no país há 224 dias», acrescentou o responsável.

De acordo com Francesco Rocca, vice-presidente da FICV, o mundo em que a Cruz Vermelha e o Crescente Vermelho operam hoje é «profundamente marcado pela vulnerabilidade, pobreza e conflito», e, por isso, necessita do trabalho do movimento. O Movimento Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho é a maior rede humanitária no mundo baseada no voluntariado.

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Voluntariado em África: Eles receberam mais do que tinham para dar

Por dois ou seis meses, eles trocaram de língua, alimentação e temperatura. Escolheram fazer a diferença em Moçambique e São Tomé e a experiência deu-lhes mais do que contavam. Mafalda e Manuel foram voluntários em África em 2013.

Para Mafalda Lencastre, o bichinho de fazer voluntariado em África cresceu desde há vários anos: "perguntavam porquê mas eu não sabia". No verão do ano passado, entre julho e setembro de 2013, participou em Moçambique numa missão do projeto Grão, uma organização religiosa que coopera com os Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP).
Um semestre. Foi este o espaço de tempo entre o final da licenciatura e o início do mestrado, mas também o necessário para levarem Manuel Trigueiros a decidir concorrer ao programaMOVE. A organização deu-lhe a possibilidade de se deslocar até São Tomé, num projeto que pretende desenvolver o microcrédito, o empreendedorismo e pequenos negócios.
Mafalda acompanhou crianças órfãs com SIDA. Todos os dias acordava por volta das cinco da manhã, rezava com a comunidade e partia de bicicleta para uma nova missão. Com o objetivo de "estimular a língua portuguesa, mas também capacitar as pessoas que estão responsáveis pelas casas para darem continuidade ao projeto", Mafalda garante que o mais importante foi mesmo "começar pelo básico". As frases ficam para uma fase posterior. Ensinou as cores, o vestuário, a família e as divisões da casa - todas as "coisas que servem para comunicar com alguém que só fale português", diz.
O ambiente, que leva muitas vezes a que "as pessoas queiram desistir facilmente quando um negócio não corre bem", tornou-se num dos aspetos mais importantes na missão dos participantes do MOVE. Manuel recorda o espírito "leve-leve, o deixa andar, tranquilo" e garante que a "componente cultural" foi a principal dificuldade para os negócios e o empreendedorismo.
Com missões distintas, Mafalda e Manuel passaram por obstáculos semelhantes. A jovem garante que se pudesse voltaria para lá pela experiência pessoal e pela mais valia que pôde proporcionar à comunidade que a acolheu. Ambos reconhecem que quem parte leva objetivos muito ambiciosos mas, mais do que a vontade em criar novos projetos, é preciso dar continuidade ao trabalho que já foi realizado.
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Voluntários de Leitura



http://www.voluntariosdaleitura.org/

Três agrupamentos de Guimarães ganham ‘Selo Escola Voluntária’


O Agrupamento de Escolas de Abação, de Briteiros e de Virgínia Moura, em Moreira de Cónegos, foram distinguidos com o ‘Selo Escola Voluntária’, um prémio atribuído pelo Ministério da Educação que promove os valores de cidadania e da solidariedade no meio escolar e cuja cerimónia de entrega decorre hoje, numa sessão solene às 15 horas, em Lisboa.

A distinção destina-se a reconhecer o contributo dado pelos estabelecimentos de educação e ensino que, através de projectos educativos, valorizam as actividades de voluntariado, fortalecem o envolvimento da comunidade educativa no projecto da escola e da escola na comunidade, contribuindo para o desenvolvimento de laços sociais dentro e fora dela.

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É um projeto e é pioneiro: um centro comunitário num bairro coordenado por alunos voluntários


FAP no Bairro, da Federação Académica do Porto, é um projeto ambicioso que revela a capacidade de intervenção social de estudantes universitários. Em dois espaços de 50 metros quadrados, fazem-se trabalhos de casa, rastreios de saúde, brinca-se e adquirem-se competências.

É no Bairro do Carriçal, um dos bairros sociais do Porto, que funciona o centro comunitário. Um espaço com 50 metros quadrados com uma área de leitura e de lazer, com uma biblioteca construída com livros oferecidos. Tem computadores com acesso gratuito à Internet e uma zona de trabalho. São, sobretudo, crianças, adolescentes e jovens que ali passam as tardes a fazer os trabalhos da escola, a pesquisar na Internet, a brincar. Mesmo ao lado, e mais recentemente, abriu outro espaço destinado à população adulta e idosa, que funciona ainda a meio gás, com rastreios de saúde e workshops de informática. Este não é um projeto qualquer. É um projeto inédito, assente no voluntariado de estudantes universitários que, desta forma, podem intervir diretamente na comunidade. FAP no Bairro da Federação Académica do Porto (FAP) surgiu em dezembro de 2010 e abriu portas de forma mais regular em fevereiro do ano seguinte. A FAP abraçou o desafio com unhas e dentes. Criou um centro comunitário concebido e coordenado por estudantes, abriu um banco de voluntários que asseguram o dia a dia do espaço. A procura e a oferta têm estado equilibradas. Uma média de 25 voluntários, 15 dos quais de forma mais permanente, de várias áreas de formação académica, orientam cerca de 40 crianças e jovens que regularmente passam pelo espaço em diversas ocasiões. Joana Magalhães, vogal da FAP, aluna do 5.º ano de Medicina, responsável pela área social da FAP, coordena o FAP no Bairro. Sempre soube que era um “projeto nobre”, mas quando partiu para o terreno e percebeu a dinâmica, percebeu que era muito mais do que isso. “É um projeto que tem um potencial gigantesco.” 

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Voluntários da Leitura - LAGOS


Para assinalar o Dia Mundial do Livro e dos Direitos do Autor, e sensibilizar a população em geral para a leitura, a Câmara Municipal de Lagos organizou um conjunto de atividades das quais se destaca a Cerimónia de Entrega de Prémios do Concurso Literário “Sophia de Mello Breyner Andresen”.

Por decisão da UNESCO, a data de 23 de abril foi escolhida para Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor. Neste dia deixaram de estar connosco importantes autores como Cervantes e Shakespeare, entre outros, que, no entanto, legaram à Humanidade um património literário eterno.

(...)

Para assinalar esta efeméride, a Biblioteca Municipal de Lagos tem estado a promover, ao longo de todo o mês, um conjunto de atividades de onde se destacam algumas.
Assim, até ao dia 03 de maio, entre as 10h30 e as 18h00, está a decorrer, nos Antigos Paços do Concelho (Praça Gil Eanes), uma Feira do Livro, cuja organização está a cargo da Livraria Livros Ria Formosa.

No dia 21 decorre, a partir das 19h00, uma sessão pública, a ter lugar na Biblioteca Municipal Dr. Júlio Dantas, onde será apresentado o Projeto “Voluntários de Leitura”.

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Ponto de Vista: Voluntariado

O voluntariado sempre teve papel fundamental na sociedade. A sua importância aumenta na proporção do crescimento das dificuldades do país e por consequência, dos seus cidadãos, mormente das camadas mais frágeis. Os que praticam voluntariado, e felizmente, são cada vez mais, fazem-no com espírito de missão, por solidariedade e conforto interior, e sem qualquer outro interesse ou motivação. Por esta via, dão imenso à sociedade. 
Os exemplos são múltiplos, começando pelos bombeiros, hospitais, passando pelas IPSS e terminando nas vulgares mas igualmente importantes, coletividades de cultura, desporto e recreio. São centenas de milhar de pessoas, envolvidas nestes projetos de interesse coletivo, sem as quais o país não seria o mesmo e seria certamente pior.
Como disse antes e repito, ninguém faz voluntariado, procurando mais do que o conforto interior. Não obstante, penso que o estado devia dar alguns sinais mais evidentes sobre a importância do voluntariado.
Quantos voluntários não sofreram acidentes, ou contraíram doenças, mercê do desempenho de atividades voluntárias? E quantos não tiveram que suportar os custos inerentes a esses acidentes e a essas doenças?
Crie-se um seguro de grupo, ou outra qualquer solução técnica, que permita minimizar os problemas inerentes a situações análogas às anteriormente referidas.
O trabalho voluntário merece que a sociedade dê mais alguns sinais, que aqueles que têm acontecido.
Fica aqui a sugestão.
(texto publicado na edição de 3 de abril de 2014)
António Lucas, presidente da Assembleia Municipal da Batalha 
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Projeto Voluntariado Empresarial junta 39 empresas no apoio a instituições sociais


A Câmara Municipal de Viana do Castelo e 39 empresas de Viana do Castelo assinaram ontem 111 protocolos no âmbito do projeto dedicado ao Voluntariado Empresarial sob o lema “Quem ama cuida”. O projeto, lançado em 2012, visa suprir as necessidades de instituições do concelho com os serviços prestados voluntariamente por empresas e tem vindo a crescer em número desde o seu lançamento.

O projeto pretende ser um espaço de aproximação entre competências das empresas e as necessidades das instituições particulares de solidariedade social e associações do concelho onde foram detetadas diversas necessidades que vão do simples bolo de aniversário das crianças institucionalizadas ou do corte de cabelo à manutenção de viaturas ou de equipamento informático. Para suprir estas necessidades, várias empresas do concelho associaram-se ao projeto e estão a fornecer a sua boa vontade, mão-de-obra e conhecimentos neste voluntariado empresarial.



No primeiro ano, foram 27 as empresas, mas agora são 39, incluindo inicialmente cabeleireiros, pastelarias, concessionários automóveis, ginásio, gabinetes de design, óticas, uma rádio, informática e uma empresa de ajudas técnicas, a que
 se juntam agora uma loja de roupa, uma loja de calçado, duas clínicas oftalmológicas, seis clínicas dentárias e duas farmácias.



Ontem, na sessão de assinatura de protolocos, o Presidente da Câmara agradeceu às empresas pela sua atitude solidária e de coresponsabilidade social demonstrada no apoio às instituições. José Maria Costa referiu ainda estar muito sensibilizado com a iniciativa já que, apesar das dificuldades económicas que as empresas atravessam atualmente, não deixaram de dar resposta positiva e solidária às instituições que contribuem com o seu trabalho para construção de um mundo melhor para as crianças e jovens que estas instituições apoiam.

Refira-se que esta iniciativa inovadora em Portugal permite também melhorar o conhecimento das instituições sociais e facilita outras formas de colaboração solidária, sendo que a autarquia desenvolveu, a este propósito, outra iniciativa de colaboração das empresas através de “outdoors solidários” em que empresas e colaboradores participaram, durante um dia, em trabalhos de beneficiação, pintura e decoração em instituições ligadas à infância e à juventude.

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Voluntariado na área da saúde em debate em Torres Vedras

Ensaios sobre o voluntariado prossegue no próximo dia 10 de abril com uma sessão dedicada ao voluntariado na área da saúde que terá lugar pelas 18h, na Cooperativa Cowork (situada na Rua Dr. Gomes Leal, n.º 3 A, em Torres Vedras).
Serão preletores nesta sessão Mário Reis (da Liga dos Amigos do Hospital de Torres Vedras), Alexandra Correia (da ACREDITAR – Associação de Pais e Amigos das Crianças com Cancro) e Ilda Costa (da AMI – Assistência Médica Internacional).
Recorde-se que o projeto Faça Parte visa abordar diferentes domínios de voluntariado no concelho de Torres Vedras, apresentando diversos programas e possibilidades existentes à data, a nível local, nacional e internacional, recorrendo-se a testemunhos na primeira pessoa.
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Espaço Voluntariado - Politécnico do Porto

Espaço Voluntariado disponibiliza um portefólio de programas e projetos de voluntariado que incentiva a participação ativa e reflexiva em atividades de interesse formativo, social e comunitário. Constitui uma oportunidade de...
| Valorizar aprendizagens da formação académica, em contexto real e de ação
| Partilhar e adquirir novos conhecimentos e informações
| Explorar um projeto vocacional e profissional 
| Enriquecer o curriculum vitae e alargar/reforçar a rede de contactos
| Desenvolver competências pessoais e sociais
| Estimular a apropriação e exercícios críticos e pessoais de cidadania.

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14/05/14

A Felicidade com a vida em voluntários

Meu nome é Valdemar Dias da Silva Pedro, tenho 58 anos. Sou Licenciado em Psicologia, Pós graduado em Psicologia Clínica, formação em Solicitadora, Mestrando Acupuntura na Universidade de Cervantes, Mestrando Psicologia Clínica e da Saúde na Universidade Lusófona. Investigo temas como Espiritualidade e Voluntariado do qual faço alguma prática.

Pergunto -me o que é um ser espiritualizado? O voluntariado é uma prática de auto satisfação pessoal, de realização, de ajuda aos outros de forma desinteressada, um processo de compensação do Eu, uma forma de dizer não ao desinteresse dos outros pela natureza, pelas coisas, pelos humanos ou animais? Será que a espiritualização influi no individuo para ser voluntário? 
Minha Tese de Mestrado em Psicologia Clinica e da Saude na Universidade Lusófona de Lisboa, baseia-se nestes temas e na satisfação e felicidade com a vida de quem é voluntário, uma visão positivista da vida.
 
A Felicidade com a vida em voluntários 
"1. Resumo
Pretendemos neste estudo, aprofundar as questões da felicidade e da satisfação com a vida do individuo na prática do voluntariado e a influência da espiritualização. Os resultados esperados é saber se a prática do voluntariado e espiritualização influi nas questões em estudo, assim como no bem-estar geral do individuo
Palavras-chave: Voluntários, satisfação com a vida, felicidade e espiritualidade."

Solicitamos a colaboração da vossa prezada instituição. Enviamos link para preenchimento dos questionários para esta investigação ou poderei agendar para ir pessoalmente quando se encontrarem os voluntários na vossa associação.


https://docs.google.com/forms/d/1Qj6bCCEGUAV7YMjSFifM655_6HEEkeuB0Ga_JgFvyOc/viewform