27/07/14

Há cada vez mais portugueses a fazer voluntariado missionário

Este Verão, 548 pessoas participam em projectos internacionais ligados à Igreja Católica.  "A crise não é uma palavra do léxico dos voluntários".

Há cada vez mais portugueses a fazer voluntariado missionário. Este Verão, 548 pessoas participam em projectos internacionais e quase mil vão estar envolvidas em diversas acções em Portugal. E isto só através das organizações ligadas à Igreja Católica.
São dados da Fundação Fé e Cooperação (FEC), que desde 2002 dinamiza a Rede de Voluntariado Missionário.
"Relativamente ao ano passado, houve um aumento de 35%, e, de facto, este é o ano em que parte mais gente, em que mais voluntários vão estar a trabalhar durante todo o ano em missões fora de Portugal. É um número recorde, sem dúvida", refere Ana Patrícia Fonseca, da FEC, à Renascença.
O crescimento do número de voluntários em missão também reflecte o crescimento de instituições a organizar as missões. E nem a crise parece ter afectado a adesão a este tipo de voluntariado.
"A crise não é uma palavra do léxico dos voluntários. A partida pode ser mais difícil porque implica angariar fundos e, efectivamente, há mais dificuldades em angariar esses fundos para as viagens. Mas há um esforço ao longo de todo o ano para que os missionários possam partir e fazer este trabalho missionário que tanto desejam e ambicionam", explica.
Mulheres e jovens
O perfil do voluntário mantém-se. Nas missões internacionais são "sobretudo mulheres, jovens e jovens universitárias".

Os PALOP – com Cabo Verde, Moçambique e Angola à cabeça – continuam a ser o destino privilegiado. "O país para onde partem mais voluntários é Cabo Verde, contrariamente ao que acontecia em anos anteriores", diz Ana Patrícia Fonseca.

Também a Guiné Bissau e São Tome e Príncipe têm um número expressivo de voluntários, outra diferença relativamente aos anos anteriores.

Daqui.

Voluntariado missionário conta com mais de 1.500 portugueses

Cerca de um terço vão para fora, sobretudo África. A maioria dos voluntários tem entre 18 e 30 anos, são estudantes recém-licenciados ou trabalhadores.

Mais de 1.500 portugueses vão envolver-se, ao longo do ano, em acções de voluntariado missionário, no país e no estrangeiro, revelou a Fundação Fé e Cooperação (FEC), organismo da Igreja Católica.
Em comunicado, a FEC refere que 548 portugueses participaram, participam ou participarão (os números já contabilizam os voluntários que ainda irão em missão até final do ano) em missões internacionais, número que sobe para 992 nas acções de voluntariado em Portugal.

De acordo com os dados do inquérito feito às entidades que integram a Rede de Voluntariado Missionário, coordenada pela FEC, África é a região do mundo que mais atrai voluntários portugueses. Em 2014, Cabo Verde vai acolher 143 voluntários, Moçambique 94, Guiné-Bissau 90, Angola 74 e São Tomé e Príncipe 78. O Brasil vai receber 45 e Timor-Leste 14.

Dos 548 portugueses envolvidos em acções de voluntariado missionário internacional (maior registo desde 2002), 514 deslocaram-se em missões de curta duração (entre duas semanas e seis meses). Dos restantes, há mais mulheres do que homens a envolverem-se em missões de longa duração (entre sete meses e dois ou mais anos).
É na região de Lisboa e Vale do Tejo que estão mais de metade dos 992 jovens e adultos que, ao longo do ano, vão fazer voluntariado missionário em Portugal, desenvolvendo sobretudo actividades de animação sociocultural e trabalho pastoral.
Na sua maioria, os voluntários têm entre 18 e 30 anos, são estudantes, recém-licenciados ou trabalhadores que aproveitam as férias para fazerem voluntariado, e "muitos" repetem a experiência, retracta a FEC.
Educação e formação é o foco privilegiado dos projectos de voluntariado missionário nos países em desenvolvimento e crianças e jovens são o principal público-alvo.
Daqui.

25/07/14

Um em cada oito italianos faz voluntariado

Uma pesquisa realizada pelo Instituto de Estatística Italiano concluiu que existem mais de seis milhões de pessoas a fazer voluntariado na Itália. Uns através de organizações, outros de forma autónoma


O Instituto de Estatística Italiano revelou esta semana que há 6,63 milhões de italianos envolvidos em atividades de voluntariado no país. Segundo o estudo, o primeiro do género em Itália, 4,14 milhões de cidadãos efetuam voluntariado em grupo ou integrados numa organização e os restantes trabalham para a comunidade de forma não organizada, ou nas duas frentes.

Desenvolvida em parceria com as redes de Centros de Serviço para o Voluntariado e com a Fundação Voluntariado e Participação, a pesquisa concluiu que um em cada oito italianos realiza atividades gratuitas em benefício de outras pessoas. O trabalho voluntário é mais difundido no norte do país, em particular no nordeste com 16 por cento. No sul, os níveis de participação rondam os 8,6 por cento.


Daqui.

Voluntariado Missionário


Braga
• Diálogos - Leigos SVD para a missão (Grupo de Guimarães)
• Leigos para o Desenvolvimento (Grupo de Braga)
• Paróquia da Apúlia
• Sopro
Porto

• GAS' África Porto
• GAS Porto
• Grão
• Leigos Boa Nova
• Leigos Missionários Carmelitas Descalços
• Leigos para o Desenvolvimento (Grupo do Porto)
• Leigos Voluntários Dehonianos (Grupo do Porto)
• Missionárias Dominicanas do Rosário (Grupo do Porto)
• Movimento Teresiano de Apostolado (Grupo de Santo Tirso)
• Paróquia da Foz do Sousa
• Paróquia de Ramalde
• Voluntariado Passionista
Aveiro

• ORBIS - Cooperação e Desenvolvimento
• ORBIS/ S.D.A.M.- Aveiro
• Projecto Casa Fiz do Mundo - Paróquia da Carregosa
Coimbra
• Grupo Missionário João Paulo II
• Leigos Missionários Combonianos
• Leigos para o Desenvolvimento (Grupo de Coimbra)
Leiria

• Grupo Missionário Ondjoyetu
• Leigos Franciscanos
• Voluntariado Missionário Cluny
Lisboa

• AASUL
• Álamos
• Associação de Leigos Voluntários Dehonianos
• Associação Mãos Unidas - Pe. Damião
• Congregação dos Sagrados Corações
• Diálogos – Leigos SVD para a missão
• Equipa d'África
• FIDESCO
• Fraternidade Missionária Verbum Dei
• Fundação Champagnat
• Fundação D. Bosco - Projecto Vida
• Fundação João XXIII
• Fundação João XXIII /Casa do Oeste
• GAS’África Lisboa
• GASTagus
• Grupo Missão Mundo
• Grupo Tuala Kumoxi - Paróquia de Famões
• Irmãs de Santa Doroteia
• Irmãs Franciscanas Missionárias de Maria
• Jovens sem Fronteiras
• Juventude Doroteia
• Juventude Hospitaleira
• Juventude Mariana Vicentina
• Leigos Capuchinhos em Missão
• Leigos Missionários da Consolata
• Leigos para o Desenvolvimento
• Misericórdias para o Desenvolvimento
• Missionárias do Espírito Santo - Voluntariado Espiritano
• Missionárias Dominicanas do Rosário
• Missionárias Dominicanas do Rosário (Grupo da Amadora)
• Missionário de São João Baptista
• Missionários Claretianos
• Movimento ao Serviço da Vida
• Movimento Missionário da Paróquia da Ramada / MOVER MUNDOS - Associação para a Cooperação e Desenvolvimento
• Movimento Teresiano de Apostolado
• Paróquia de Algueirão - Projecto Bé Bá Chiná
• Paróquia do Campo Grande
• Projecto SABI - NAVEGAR
• Religiosas do Sagrado Coração de Maria
• VIDES
• Voluntariado Espiritano
• Voluntários das Misericórdias para o Desenvolvimento
Setúbal

• GASNova
• Jovens Missionárias da Apresentação de Maria

Castelo Branco

• Missionárias Dominicanas do Rosário (Grupo da Beira Baixa)
Funchal

• Leigos Voluntários Dehonianos (Grupo da Madeira)
Ponta Delgada

• Leigos Voluntários Dehonianos (Grupo dos Açores)
Daqui.

Escola Voluntária


O Programa Escola Voluntária é um instrumento de atuação no âmbito do voluntariado que visa promover os valores de cidadania e da solidariedade em meio escolar.



Ver mais aqui.

22/07/14

Sesimbra: Praia do Ribeiro do Cavalo vai receber acção de voluntariado

A Praia do Ribeiro do Cavalo vai receber uma acção de voluntariado de limpeza organizada pela autarquia local, pela Liga para a Protecção da Natureza e Pingo Doce. A iniciativa "Sesimbra Praia Limpa" está dividida em três acções que vão decorrer nos meses de Julho, Agosto e Setembro deste ano.

A primeira acção de voluntariado está agendada para dia 24 deste mês, quinta-feira. A limpeza repete-se nos dias 28 de Agosto e 20 de Setembro, no horário das 09h00 às 13h00.

A participação nesta iniciativa está aberta a todas as pessoas interessadas, sendo necessária a realização de uma inscrição prévia através do e-mail ecoslocais@ecoslocais.lpn.pt ou por SMS para o 96 267 29 95, indicando o nome e a data de nascimento.

A organização aconselha os voluntários a utilizar roupa e calçado confortável e a trazer um chapéu e água.

Clique aqui para consultar o cartaz da iniciativa "Sesimbra Praia Limpa".

Notícia daqui.

20/07/14

Dia dos Avós dinamizado pelo Banco Local de Voluntariado

É na Quinta Pedagógica de Braga que avós e netos são desafiados a comemorar, durante a próxima semana, o Dia dos Avós.

O objectivo da iniciativa, dinamizada pelo Banco Local de Voluntariado em parceria com a Quinta Pedagógica, é estimular as relações intergeracionais, com actividades de troca de experiências e solidariedade entre as duas gerações.

Os interessados em participar podem desde já fazer a inscrição para as actividades que decorrem de 21 a 25 de Julho, entre as 14.30 e as 16.30 horas.

O programa prevê um ateliê de cozinha sobre ‘fidalguinhos’, para segunda-feira.
As tardes dos dia 22 e 24 são dedicadas a ateliês de artes plásticas, elaborando ‘sacos de cheiros’ com plantas aromáticas colhidas na Quinta Pedagógica.

Na quarta-feira, avós netos dedicam-se a outro aletiê de cozinha, desta vez sobre compotas de fruta, confeccionadas com produtos colhidos na quinta.

No dia 25, a proposta é um ateliê de pasta de papel. Sendo que para este dia está também previsto um la
nche de confraternização para marcar o encerramento da semana.

“Os avós são um baluarte essencial na estrutura familiar e indispensáveis no auxílio que dão aos filhos e na ajuda à formação cultural e cívica dos netos”, afirmou Firmino Marque, vice-presidente da câmara, que ontem participou na apresentação da iniciativa à imprensa.
Fernando Pinto, responsável pela Quinta Pedagógica, referiu que a presença dos avós representa uma mais-valia para a Quinta.

“Durante este ano temos contado com a presença de muita população sénior nas nossas actividades”, referiu o responsável.

Ateliês são desenvolvidos com apoio de voluntários do Banco Local de Voluntariado — o BLV conta actualmente com mais de 1700 inscritos. “Diariamente estarão cinco ou seis voluntários a dinamizar os ateliês com avós e netos”, avançou Amélia Pereira. A coorde-nadora do BLV de Braga referiu que todas as se-gundas-feiras os volun-tários marcam presença na Quinta colaborando com os utentes da Associação de Paralisia Cerebral.

Daqui.

16/07/14

Jovens voluntários recuperam pombais e outros edifícios em Vimioso

Jovens de Espanha, França, Rússia, China, Coreia do Sul, Taiwan, Eslováquia, República Checa e Bélgica participam num campo de trabalho para a preservação e revitalização do meio ambiente.

Vinte e um jovens voluntários, de vários países europeus e asiáticos, estão a recuperar pombais tradicionais e outros edifícios rurais na aldeia de Uva, no concelho de Vimioso

O campo de trabalho é promovido pelo Instituto Português do Desporto e da Juventude, em parceria da Palombar - Associação de Conservação da Natureza e Património Rural, e prolonga-se até à próxima sexta-feira, 18 Julho. Junta jovens de países como Espanha, França, Rússia, China, Coreia do Sul, Taiwan, Eslováquia, República Checa e Bélgica. 

A iniciativa tem como objectivos "a recuperação e valorização de edifícios rurais que são, também, património cultural, e a partilha de experiências entre diversas culturas", refere a responsável pela Palombar, Teresa Nóvoa. 

Mãos na massa 

Quem participa mostra-se entusiasmo e dá nota das características específicas da região do planalto mirandês e das suas construções, com destaque para os pombais tradicionais. 

Miguel Mundó veio de Barcelona (Espanha) e mostra-se surpreendido com a “paisagem original” de Uva, onde sobressaem os “muitos e tão próximos pombais”. Refere estar a “gostar da experiência” porque pode “trabalhar ao ar livre e contribuir para a preservação do património cultural de uma região”. 

“É uma experiência única dentro das minhas férias de verão", refere o jovem catalão. 

Sílvia Peregrina, jovem madrilena, conta que já ajudou a “limpar a zona” e o próximo passo – diz - é “retirar a argila” para, depois, “fazer uma nova massa” e aplicar, com vista à “recuperação do pombal”.
 
Kuei-Wen Huang, de Taiwan, diz que está viver “uma experiência agradável” e “à descoberta de uma região única em Portugal”. Para Kuei-Wen Huang, este "é um campo de trabalho bastante interessente” porque tem a oportunidade de “descobrir o património e conviver com gente diferente de vários países e continentes". 

Os voluntários têm a oportunidade de aprender e experimentar todas as técnicas tradicionais de construção, nomeadamente picar o reboco, preparar e aplicar a argamassa ou reparar o telhado. O contacto com os habitantes da aldeia e com a cultura da região é outra das componentes do projecto. 

Ícones culturais Manuel Barros, director regional do Instituto Português do Desporto e da Juventude visitou o campo de voluntariado para conviver com os jovens e para afirmar “uma opção e uma aposta” neste tipo de actividades realizadas no interior dos país, consideradas "projectos âncora", que vão "seguramente" promover a atractividade e fixação de pessoas nestes territórios. 

"O mundo rural só se poderá povoar se conseguirmos encontrar estratégias para fixar e atrair pessoas e estes ícones culturais, como são os pombais tradicionais, poderão ser um bom exemplo", realça. 

Na aldeia de Uva há cerca de 40 pombais que, no passado, contribuíram para o sustento de muitas famílias através da carne de pombo, ou do "pombinho" - estrume de pombo - um fertilizante natural utilizado na agricultura.

Daqui.

ATENÇÃO: FRAUDE «Evento com mil voluntários é trabalho não declarado»

O voluntariado em muitos eventos, nomeadamente festivais de música de Verão, é trabalho não declarado, afirma o inspector-geral da Autoridade para as Condições de Trabalho (ACT).

À margem do lançamento da campanha contra o trabalho não declarado, Pedro Pimenta Braz referiu esse como um dos casos em que as organizações poupam nos custos de trabalho à custa dos voluntários.

“Um evento que possa funcionar com mil voluntários, estamos a falar de trabalho não declarado. Isso para nós é claro como a água e não vale a pena que é graças aos voluntários que conseguem edificar este [projecto] , com certeza, estamos a falar de custos. Pessoas que trabalham, cumprem horário de trabalho e têm obrigações, estamos a falar de trabalho não declarado. O voluntário está tipificado na lei”, explica o inspector-geral da ACT.

Pedro Pimenta Braz refere ainda que esta modalidade do pseudo voluntariado também começa a ser usada na restauração, sobretudo na altura de Verão. Em causa estão os direitos dos trabalhadores, mas também a concorrência desleal, sublinha.

O inspector-geral conta que durante uma acção da ACT pediu a identificação de uma pessoa num restaurante que lhe respondeu que era apenas voluntário e estava a ajudar um amigo, que era o patrão.

“Isso para nós é anedótico. Não seria anedótica se já não tivéssemos apanhado dezenas de casos destes. Se estivermos atentos em restaurantes que estão pertos de praias, abertos só quatro ou cinco meses por ano, isto é um fenómeno assustador”, afirma  Pedro Pimenta Braz.
Além da restauração, outro sector onde os inspectores têm encontrado mais casos de trabalho não declarado é o da agricultura.
A Autoridade para as Condições de Trabalho lançou uma campanha de sensibilização para tentar travar o fenómeno que, segundo alguns estudos, representam cerca de 20% do Produto Interno Bruto (PIB).
A acção envolve não apenas os parceiros sociais, mas também o Serviços de Estrangeiros e Fronteiras, o Instituto de Emprego e o Alto Comissariado para as Migrações. A Autoridade Tributária e a Segurança Social ficaram fora.
O Instituto de Segurança Social já reagiu. O gabinete de Mariana Ribeiro Ferreira refere que a ACT não se coordenou com o instituto para este ser parceiro estratégico numa campanha em que teria toda a disponibilidade para colaborar, à semelhança do que já acontece no grupo de trabalho contra a fraude.
Daqui.

12/07/14

VILA DE REI: MUNICÍPIO IMPLEMENTA BANCO DE VOLUNTARIADO


A Câmara Municipal de Vila de Rei, através do Conselho Nacional para a Promoção do Voluntariado (CNPV) e em parceria com o CLDS+ e a Rede Social de Vila de Rei, encontra-se a implementar um Banco Local de Voluntariado em Vila de Rei.

A ação procura ir ao encontro das necessidades de uma comunidade maioritariamente idosa, exercendo-se uma cidadania plena e criando-se laços de afetividade, confiança, partilha e cooperação entre as pessoas que precisam de ajuda e de quem quer ajudar.

O Banco Local de Voluntariado de Vila de Rei pretende assim ser um espaço de encontro e partilha entre voluntários que oferecem a sua disponibilidade para prestarem um conjunto de ações inerentes à cidadania ativa e à solidariedade social.

As organizações promotoras disponibilizam oportunidades de enquadramento em atividades em áreas sociais e comunitárias.


Neste sentido, importa explicar o conceito de voluntariado na comunidade Vilarregense e sensibilizar para a sua importância enquanto exercício de cidadania dos jovens e de todos aqueles que pretendem entrar neste mundo de forma livre, com vontade própria, motivados, desinteressados e responsáveis, comprometendo-se a realizar ações de ajuda, de voluntariado ao domicilio e em instituições públicas, privadas e/ou sociais, em Vila de Rei.
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Voluntários belgas ajudam a embelezar aldeias de Montesinho, em Bragança

Mais de uma centena de jovens voluntários belgas passaram os últimos dias a limpar e embelezar sete aldeias do Parque Natural de Montesinho, em Bragança, num dos campos de férias mais concorridos de sempre nesta área protegida transmontana.

Ler mais aqui.

Câmara de Condeixa reativa banco de voluntariado local

A Câmara Municipal de Condeixa-a-Nova anunciou que vai reativar o banco de voluntariado local parafacilitar o encontro entre instituições que queiram acolher voluntários e pessoas que queiram prestar este serviço.
Numa nota de imprensa, o município explica que se propõe “fazer a seleção dos voluntários através de uma entrevista personalizada, com vista a delinear as aptidões pessoais de cada um, para posteriormente proceder ao encaminhamento dos voluntários para as instituições que os irão receber”.
Segundo a autarquia, o compromisso entre a instituição e o voluntário é efetivado com a elaboração de um “Programa de Voluntariado”, um compromisso formal escrito no qual vão constar os direitos e deveres do voluntário, mas também da entidade promotora.
A câmara adianta que podem inscrever-se no banco de voluntariado local todas as pessoas com mais de 18 anos, com alguma disponibilidade de tempo, mas, sobretudo, “com vontade de ajudar de forma livre, não remunerada, desinteressada e responsável”.
À agência Lusa, a vereadora responsável pelos pelouros da educação, cultura e ação social, Liliana Pimentel, afirmou que o banco foi desativado “há cerca de quatro anos”, notando que, apesar de à data “haver pessoas interessadas, não havia disponibilidade de coordenação”, o que “é importante para fazer a ponte entre as pessoas e instituições interessadas”.
“Este trabalho passa a ser feito sob tutela da câmara”, esclareceu Liliana Pimental, acrescentando que várias pessoas têm expressado vontade em realizar voluntariado.
Segundo a autarca, nos ateliês ocupacionais promovidos pela autarquia, nos quais participam pessoas desempregadas e reformadas, há quem manifeste interesse em realizar outras atividades.
“Muitas destas pessoas têm perfil para serem voluntárias e, dessa forma, poderem responder a lacunas de alguns serviços municipais, associações ou outras entidades”, exemplificou, esperançada em “muita adesão” ao banco, que arranca na quarta-feira.
Neste dia, no âmbito das I Jornadas Solidárias, decorre uma ação de sensibilização sobre o voluntariado, aberta a todos os interessados, na sala de reuniões do serviço de ação social e saúde, a partir das 10:30 horas.
Já à tarde, é desenvolvida uma ação de intervenção junto de munícipes sinalizados pelos serviços de ação social do concelho denominada “Vamos melhorar o seu lar” com o apoio de alguns voluntários.
As pessoas interessadas devem inscrever-se na Loja Social. As áreas de intervenção são diversas, indo desde o ambiente à terceira idade, da cultura ao desporto, da proteção civil à defesa dos animais, entre outras.
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Banco de Voluntariado de Beja retoma dimensão concelhia

O projecto Banco de Voluntariado, anteriormente coordenado pela Cáritas Diocesana de Beja, perdeu a abrangência distrital.
Actualmente o Banco de Voluntariado tem uma dimensão concelhia, sendo o seu funcionamento e gestão da responsabilidade dos parceiros da Rede Social, revela a Câmara de Beja.
O Banco de Voluntariado da Rede Social do Concelho de Beja visa, segundo os responsáveis, “promover o encontro entre pessoas que expressam a sua disponibilidade e vontade para serem Voluntárias e as Instituições Promotoras de programas/projectos de voluntariado que reúnem condições para integrar voluntários”.
Este projecto é desenvolvido por 7 entidades parceiras: Câmara Municipal de Beja; Cáritas Diocesana de Beja; Núcleo de Beja da Rede Europeia Anti-pobreza; Instituto Politécnico de Beja; Instituto Português do Desporto e da Juventude; Banco Alimentar e o Contrato Local de Desenvolvimento Social + Futuro.
Daqui.

Mais de 80 voluntários dão corpo e alma à EB 2,3 Frei Caetano Brandão


Mais de 80 voluntários participaram ontem no Dia do Voluntariado da EB 2,3 Frei Caetano Brandão. Pais, alunos, funcionários e docentes deram corpo a esta segunda edição que tem como objectivo proceder a intervenções na escola com recurso a ajuda de elementos da comunidade educativa nas férias escolares


Pintura de interiores e exteriores, construção de sofás, trabalhos na horta e decoração de cacifos foram alguns dos trabalhos executados por estes voluntários de várias idades.
Jael participou nesta acção pelo segundo ano consecutivo. Ontem dedicou-se à pintura exterior, nomeadamente das grades que já estavam a pedir uma intervenção. “O ano passado também pintei alguns postes, sofás. Isto de ser voluntário é divertido!”, diz-nos a aluna da Frei Caetano Brandão.



O seu pai, vestiu também a camisola de voluntário pela segunda vez consecutiva. “As escolas precisam do apoio de toda a gente e uma das melhores formas de as ajudarmos é esta. É também uma maneira de envolver quem usufrui com este trabalho, que são os alunos”, diz Paulo Coen.
Já na horta da escola, Catarina, engenheira que colabora no projecto Eco-Escolas da Frei Caetano Brandão, arrancava ervas daninhas junto da plantação de tomates que em breve dará os seus
 frutos. Consigo vários voluntários trabalhavam a terra que exige muita mão de obra nesta altura do ano.



Por sua vez, Fábio e Diogo dedicaram-se à pintura da estrutura externa da escola. Os dois amigos, que transitaram para o 9.º ano de escolaridade optaram pela pintura.

“Esta é uma forma de ajudarmos a que a escola fique como nova. Ajuda-nos também a passar o tempo. Sempre é melhor do que ficar em casa”, diz-nos Fábio Vilaça.



O seu companheiro, Diogo Marques, já não é novo nestas andanças: “o ano passado ajudei a pintar salas e grades. Este ano também optei pela pintura, mas faço o que for necessário”, diz o jovem estudante que desejava a participação de mais alunos neste dia. “Esta escola tem muitos alunos. Se todos contribuíssem um pouco poderíamos fazer as tarefas em muito menos tempo”. prossegue.



Cristina Fertuzinhos, coordenadora deste projecto, que está inserido também no programa ‘Eco-Escolas’ mostrava-se satisfeita com a adesão de tantos voluntários e a forma como estavam a decorre os trabalhos. “Temos alunos com idades bem diferentes, desde os mais pequenos - com 3, 4 anos - até aos mais jovens. Os professores também aderiram, assim como os pais”, diz a docente.

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Projeto de voluntariado jovem em Salvaterra de Magos

O banco local de voluntariado de Salvaterra de Magos criou um novo projeto de voluntariado jovem com o objetivo de ocupar os tempos livres dos estudantes durante os meses de Verão, proporcionando-lhes a oportunidade de ajudar várias graciosamente instituições do concelho.
O programa vai decorrer nos meses de julho, agosto e na primeira semana de setembro, contemplando áreas como o apoio a idosos e à infância, o combate à exclusão social e a cidadania, entre outras áreas de intervenção.
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PAMPILHOSA DA SERRA – Solidariedade “Amor à camisola”

Está a decorrer em Pampilhosa da Serra a iniciativa “Amor à camisola”, uma ação desenvolvida pelo Projeto TrilhosRur@l_idades-E5G promovido pelo Município pampilhosense e financiado e avaliado pelo Programa Escolhas, que consiste na promoção do voluntariado jovem naquele concelho, e vai ter lugar nos meses de julho e de agosto.

Esta atividade visa essencialmente fomentar a prática de voluntariado junto dos jovens, promovendo uma participação ativa e uma cidadania responsável, solidária e participativa.


Esta é também uma forma dos jovens ocuparem o seu tempo livre de uma forma saudável, de adquirirem rotinas e hábitos de trabalho em equipa.


Atualmente estão inscritos 11 jovens para realizar voluntariado nas várias atividades do projeto, encontrando-se ainda abertas as inscrições para a realização de mais ações de voluntariado.

Abertas Candidaturas para a 6.ª edição do Troféu Português do Voluntariado