26/08/14

Juventude

As férias de Verão
Por Inês Garcia

As férias de verão já chegaram há algum tempo, mas para aqueles que agora acabaram a sua formação, chega a parte em que procuram emprego. Para muitos essa será uma luta de muitos meses, para alguns poderá mesmo chegar a um ano ou mais, altura em que param de procurar. Alguns com desejo olham para fora do país, outros param de procurar, desmotivados pela falta de respostas.

Não faltam, se procurarmos, empresas de recursos humanos, páginas e blogs com propostas de emprego e conselhos que prometem ajudar na procura de emprego. Entre esses conselhos poderemos encontrar vários que nos dizem que devemos manter-nos em constante aprendizagem, sempre a acumular novas experiências, novas competências, com cursos, formações, ou voluntariado, por exemplo.

Para os jovens que procuram emprego torna-se difícil conceber uma realidade em que acabada a sua formação, seja ela qual for, têm ainda que pagar por formações complementares. Para muitos é inconcebível pagar por cursos, muitos de nós, jovens, não temos o poder financeiro para fazer novas formações, especialmente no Verão, em que pretendemos levar uma vida descansada, ir à praia, "curtir" com os amigos, ir a festas, etc.

Torna-se ainda mais difícil procurar emprego, mandar currículos para todos os lados, o que se vai tornando cansativo e mesmo infrutífero, porque simplesmente, se não tivermos tirado gestão, economia ou qualquer outra formação nessa área, somos "pouco interessantes" para o mercado de trabalho.

Há estudos que dizem que fazer voluntariado é uma excelente forma de conseguir manter essas competências em constante atualização. Há que ser, necessariamente, inteligente nos projetos a aderir, mas eu, como dirigente associativa, vejo o quão difícil é incentivar os jovens a participar nessas causas, sejam elas qual forem, mesmo quando o que se requer aos jovens é simplesmente aparecer.

O nosso distrito, de Setúbal, é particularmente pobre em tecido associativo. As associações juvenis são inexistentes no concelho de Setúbal e têm uma fraca expressão (pelo menos) em Palmela, são essas as realidades mais próximas que eu conheço. Vejo que o que mexe os jovens são as festas, aquelas com a música bem alta, que não permita aos jovens conversar, em que as competências desenvolvidas são a dança e a conversa fútil.

Não é fácil fazer trabalho de voluntariado, mas vou-vos dar a minha experiência. Aprende-se bastante, trocam-se muitos conhecimentos. Existe um sentimento de partilha, quando estamos envolvidos numa associação, se ela for juvenil, encontraremos pessoas com as quais partilhamos muitos interesses, encontramos pessoas com quem aprendemos.

Aprendemos a "fazer acontecer", emprestamos uns aos outros, ajudamo-nos, e, numa associação juvenil, pelas largas dificuldades que enfrentam, pela falta de apoios, contamos apenas uns com os outros se queremos ver alguma ação ser realizada. Isso melhora as nossas competências sociais, no mínimo, mas também de organização, porque qualquer associação deve obedecer a estatutos definidos, devemos prestar contas aos sócios (os que existem) e temos que lutar por apoios. Por isso acreditem, ganhamos competências.

Podem-me dizer que depois de tirarem um curso querem é trabalhar. Trabalhar de graça não é para ninguém, não estão para isso. Pois bem, eu subscrevo, mas a inércia é o pior que nos pode acontecer. Se derem uma oportunidade a uma associação perto de vocês, se se juntarem a um movimento de voluntariado verão que aprenderão muito mais do que estavam à espera. E talvez com esse enriquecimento no vosso currículo mostrem ao recrutador que são "desenrascados", interessados e auto-suficientes, e vão-se distinguir de todos aqueles que têm uma formação semelhante.

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Banco local de voluntariado em Almeirim

Almeirim implementou um banco local de voluntariado numa iniciativa da câmara municipal no âmbito da Rede Social.

A autarquia vai coordenar o registo das pessoas que pretendem ser voluntárias e as instituições que precisam delas.

O presidente da câmara, Pedro Ribeiro, refere num folheto enviado pelo correio aos munícipes que a ideia ganhou forma porque "ao longo dos anos muitas têm sido as pessoas que nos têm contactado para fazerem voluntariado".

Podem aderir ao banco do voluntariado todas as pessoas que de forma desinteressada se comprometam a dar um pouco do seu tempo livre em diversas acções.

As organizações que os vão receber podem ser públicas ou privadas, sem fins lucrativos, como escolas, instituições de solidariedade social, juntas de freguesia, serviços de saúde, entre outros.
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Universitários trocam praia por voluntariado

Bernardo Brochado, Etianete Lopes e David Rocha são três jovens universitários que, durante as férias de verão, reduzem as possibilidades de trabalhar para o bronze e optam pelo trabalho voluntário em três associações de solidariedade social de Lisboa.

"É mesmo uma experiência de vida que nos prepara para a realidade de outra forma", descreve Bernardo Brochado a propósito da sua experiência na Candeia, associação que trabalha com crianças institucionalizadas e onde é voluntário.
Estudante de Economia na Universidade Católica Portuguesa, Bernardo Brochado integrou a associação por incentivo de um amigo: "Ele convidou-me para fazer um campo à experiência, disse "eu acho que tu tens perfil para fazer isto". Fiz o campo, gostei imenso e ainda cá estou, passados quatro anos", recorda.
A Candeia, que realizou a sua primeira atividade em 1991, conta atualmente com cerca de 50 voluntários ativos que trabalham em ações realizadas ao longo do ano e em atividades sazonais, explicou à agência Lusa Maria Quaresma, da associação.
Nos campos de férias sazonais, Bernardo Brochado convive com as crianças da instituição, o que coloca a sua vida sob perspetiva.
"É um "abre olhos" para dizer "de facto eu sou um sortudo, por um lado, que sorte que eu tive". Estou sempre a queixar-me dos meus problemas, mas os meus problemas são tão pequeninos ao pé do que estas crianças passam"", refere o estudante de Economia.
À semelhança de Bernardo, Etianete Lopes escolheu ser voluntária em campos de férias para crianças. A estudante de Direito da Universidade Autónoma de Lisboa escolheu o Instituto de Solidariedade e Cooperação Universitária (ISU).
Criado em 1989, o ISU realiza projetos que visam o desenvolvimento das comunidades, desenvolvendo também iniciativas em Países Africanos de Língua Portuguesa (PALOP).
Esta é uma associação que conta hoje com "cerca de 100 a 150 voluntários", explicou André Azevedo, responsável pelo Centro de Formação para o Voluntariado da instituição.
David Rocha frequenta o curso de Engenharia Mecânica no Instituto Superior de Engenharia de Lisboa e também encontrou no voluntariado uma ocupação que o preenche.
O estudante de Engenharia Mecânica procurava "experimentar coisas novas" quando se decidiu pelo voluntariado como uma forma de sair da sua zona de segurança. A Liga Portuguesa Contra o Cancro (LPCC) foi a sua escolha, onde participou na campanha de prevenção do cancro de pele realizada num campeonato de surf na Costa da Caparica, em Almada.
A LPCC desenvolve várias campanhas de sensibilização para a prevenção do cancro da pele e o trabalho voluntário revela-se fulcral, uma vez que permite "chegar a mais pessoas, a mais sítios e mais longe", afirma Rita Teles Branco, membro da direção da Liga.
Da experiência enquanto voluntário, David Rocha destaca as competências que adquiriu: "Diria que sou mais tolerante a novas ideias e opiniões e tenho uma diferente sensibilidade para os problemas dos outros".
"As coisas boas que a associação me traz mais do que compensam uma semana de férias no Algarve ou menos um dia de estudo para o teste, ou o que for. Compensa completamente", resume.

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Acção de voluntariado ambiental no Maciço Montanhoso Central Oriental

A Secretaria Regional do Ambiente e Recursos Naturais através da Direcção Regional de Florestas e Conservação da Natureza e em parceria com o Corpo de Polícia Florestal da RAM e o Serviço do Parque Natural da Madeira promove hoje uma acção de voluntariado ambiental/florestal. Esta acção decorre no âmbito do Projeto Life “Maciço Montanhoso Central Oriental”, que tem por objetivo principal recuperar as espécies e habitats do Maciço Montanhoso Central Oriental da ilha da Madeira mais concretamente na área entre o Pico do Areeiro e Achada do Teixeira,
Os interessados em participar deverão dirigir-se às 10h30 à Achada do Teixeira, onde terá lugar a concentração. Segue-se às 10h45  uma introdução à ação de voluntariado  e às 11h00 tem início as atividades de recolha de sementes de urze molar e limpeza de espécies vegetais exóticas invasoras. O Secretário Regional do Ambiente e Recursos Naturais marcará presença no local pelas 12 horas e, uma hora depois, a acção será dada por terminada.
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12/08/14

VILA DE REI – Banco Local de Voluntariado aceita voluntários

O Banco Local de Voluntariado de Vila de Rei está em fase de implementação e a aceitar voluntários.



A iniciativa tem como objetivo principal a criação de um espaço de encontro entre pessoas interessadas em ser voluntárias, e que irão assim oferecer a sua disponibilidade para prestar um conjunto de ações inerentes à condição de cidadania ativa e solidária.


As organizações promotoras irão disponibilizar oportunidades de enquadramento em atividades em áreas sociais e comunitárias.


A ação procura ir ao encontro das necessidades de uma comunidade maioritariamente idosa, exercendo-se uma cidadania plena e criando-se laços de afetividade, confiança, partilha e cooperação entre as pessoas que precisam de ajuda e de quem quer ajudar.


É um projeto promovido pela Câmara Municipal e pelo CLDS+ através do Conselho Nacional para a Promoção do Voluntariado.

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Voluntários em missão no Alentejo

Vários voluntários portugueses estão em missão no Alentejo. Ao longo de vários dias, os missionários vão visitar doentes e trabalhar na animação de lares de idosos e centros de dia


Oito voluntários do grupo missionário diocesano Ondjoyetu estão em missão na zona de Santo André, no Alentejo, até ao próximo domingo, 10 de agosto. Os voluntários partiram no último fim de semana e, ao longo destes dias, vão participar na vida das comunidades, em celebrações, encontros e convívios.

«Uma parte do nosso trabalho concretizar-se-á na visita a doentes e na animação de lares de idosos e centros de dia, com a preocupação de ser uma companhia diferente para as pessoas com quem vamos estar», explicou David Nogueira, sacerdote e responsável diocesano do Serviço de Animação Missionária, em declaração ao jornal Presente Leiria-Fátima.

Além da logística necessária, os voluntários levam espírito de evangelização e uma pequena imagem de Nossa Senhora de Fátima. «Neste estar com eles, aproveitamos para difundir a consciência cristã, muitas vezes através da oração Mariana da Mensagem de Fátima, que carregamos connosco sempre, sendo diocesanos de Leiria-Fátima», acrescentou o sacerdote. «Não temos a ilusão de mudar o mundo numa semana de missão, mas aquela pequena gotinha de água que deixarmos, já torna o oceano um pouco maior», realçou David Nogueira.

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27/07/14

Há cada vez mais portugueses a fazer voluntariado missionário

Este Verão, 548 pessoas participam em projectos internacionais ligados à Igreja Católica.  "A crise não é uma palavra do léxico dos voluntários".

Há cada vez mais portugueses a fazer voluntariado missionário. Este Verão, 548 pessoas participam em projectos internacionais e quase mil vão estar envolvidas em diversas acções em Portugal. E isto só através das organizações ligadas à Igreja Católica.
São dados da Fundação Fé e Cooperação (FEC), que desde 2002 dinamiza a Rede de Voluntariado Missionário.
"Relativamente ao ano passado, houve um aumento de 35%, e, de facto, este é o ano em que parte mais gente, em que mais voluntários vão estar a trabalhar durante todo o ano em missões fora de Portugal. É um número recorde, sem dúvida", refere Ana Patrícia Fonseca, da FEC, à Renascença.
O crescimento do número de voluntários em missão também reflecte o crescimento de instituições a organizar as missões. E nem a crise parece ter afectado a adesão a este tipo de voluntariado.
"A crise não é uma palavra do léxico dos voluntários. A partida pode ser mais difícil porque implica angariar fundos e, efectivamente, há mais dificuldades em angariar esses fundos para as viagens. Mas há um esforço ao longo de todo o ano para que os missionários possam partir e fazer este trabalho missionário que tanto desejam e ambicionam", explica.
Mulheres e jovens
O perfil do voluntário mantém-se. Nas missões internacionais são "sobretudo mulheres, jovens e jovens universitárias".

Os PALOP – com Cabo Verde, Moçambique e Angola à cabeça – continuam a ser o destino privilegiado. "O país para onde partem mais voluntários é Cabo Verde, contrariamente ao que acontecia em anos anteriores", diz Ana Patrícia Fonseca.

Também a Guiné Bissau e São Tome e Príncipe têm um número expressivo de voluntários, outra diferença relativamente aos anos anteriores.

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Voluntariado missionário conta com mais de 1.500 portugueses

Cerca de um terço vão para fora, sobretudo África. A maioria dos voluntários tem entre 18 e 30 anos, são estudantes recém-licenciados ou trabalhadores.

Mais de 1.500 portugueses vão envolver-se, ao longo do ano, em acções de voluntariado missionário, no país e no estrangeiro, revelou a Fundação Fé e Cooperação (FEC), organismo da Igreja Católica.
Em comunicado, a FEC refere que 548 portugueses participaram, participam ou participarão (os números já contabilizam os voluntários que ainda irão em missão até final do ano) em missões internacionais, número que sobe para 992 nas acções de voluntariado em Portugal.

De acordo com os dados do inquérito feito às entidades que integram a Rede de Voluntariado Missionário, coordenada pela FEC, África é a região do mundo que mais atrai voluntários portugueses. Em 2014, Cabo Verde vai acolher 143 voluntários, Moçambique 94, Guiné-Bissau 90, Angola 74 e São Tomé e Príncipe 78. O Brasil vai receber 45 e Timor-Leste 14.

Dos 548 portugueses envolvidos em acções de voluntariado missionário internacional (maior registo desde 2002), 514 deslocaram-se em missões de curta duração (entre duas semanas e seis meses). Dos restantes, há mais mulheres do que homens a envolverem-se em missões de longa duração (entre sete meses e dois ou mais anos).
É na região de Lisboa e Vale do Tejo que estão mais de metade dos 992 jovens e adultos que, ao longo do ano, vão fazer voluntariado missionário em Portugal, desenvolvendo sobretudo actividades de animação sociocultural e trabalho pastoral.
Na sua maioria, os voluntários têm entre 18 e 30 anos, são estudantes, recém-licenciados ou trabalhadores que aproveitam as férias para fazerem voluntariado, e "muitos" repetem a experiência, retracta a FEC.
Educação e formação é o foco privilegiado dos projectos de voluntariado missionário nos países em desenvolvimento e crianças e jovens são o principal público-alvo.
Daqui.

25/07/14

Um em cada oito italianos faz voluntariado

Uma pesquisa realizada pelo Instituto de Estatística Italiano concluiu que existem mais de seis milhões de pessoas a fazer voluntariado na Itália. Uns através de organizações, outros de forma autónoma


O Instituto de Estatística Italiano revelou esta semana que há 6,63 milhões de italianos envolvidos em atividades de voluntariado no país. Segundo o estudo, o primeiro do género em Itália, 4,14 milhões de cidadãos efetuam voluntariado em grupo ou integrados numa organização e os restantes trabalham para a comunidade de forma não organizada, ou nas duas frentes.

Desenvolvida em parceria com as redes de Centros de Serviço para o Voluntariado e com a Fundação Voluntariado e Participação, a pesquisa concluiu que um em cada oito italianos realiza atividades gratuitas em benefício de outras pessoas. O trabalho voluntário é mais difundido no norte do país, em particular no nordeste com 16 por cento. No sul, os níveis de participação rondam os 8,6 por cento.


Daqui.

Voluntariado Missionário


Braga
• Diálogos - Leigos SVD para a missão (Grupo de Guimarães)
• Leigos para o Desenvolvimento (Grupo de Braga)
• Paróquia da Apúlia
• Sopro
Porto

• GAS' África Porto
• GAS Porto
• Grão
• Leigos Boa Nova
• Leigos Missionários Carmelitas Descalços
• Leigos para o Desenvolvimento (Grupo do Porto)
• Leigos Voluntários Dehonianos (Grupo do Porto)
• Missionárias Dominicanas do Rosário (Grupo do Porto)
• Movimento Teresiano de Apostolado (Grupo de Santo Tirso)
• Paróquia da Foz do Sousa
• Paróquia de Ramalde
• Voluntariado Passionista
Aveiro

• ORBIS - Cooperação e Desenvolvimento
• ORBIS/ S.D.A.M.- Aveiro
• Projecto Casa Fiz do Mundo - Paróquia da Carregosa
Coimbra
• Grupo Missionário João Paulo II
• Leigos Missionários Combonianos
• Leigos para o Desenvolvimento (Grupo de Coimbra)
Leiria

• Grupo Missionário Ondjoyetu
• Leigos Franciscanos
• Voluntariado Missionário Cluny
Lisboa

• AASUL
• Álamos
• Associação de Leigos Voluntários Dehonianos
• Associação Mãos Unidas - Pe. Damião
• Congregação dos Sagrados Corações
• Diálogos – Leigos SVD para a missão
• Equipa d'África
• FIDESCO
• Fraternidade Missionária Verbum Dei
• Fundação Champagnat
• Fundação D. Bosco - Projecto Vida
• Fundação João XXIII
• Fundação João XXIII /Casa do Oeste
• GAS’África Lisboa
• GASTagus
• Grupo Missão Mundo
• Grupo Tuala Kumoxi - Paróquia de Famões
• Irmãs de Santa Doroteia
• Irmãs Franciscanas Missionárias de Maria
• Jovens sem Fronteiras
• Juventude Doroteia
• Juventude Hospitaleira
• Juventude Mariana Vicentina
• Leigos Capuchinhos em Missão
• Leigos Missionários da Consolata
• Leigos para o Desenvolvimento
• Misericórdias para o Desenvolvimento
• Missionárias do Espírito Santo - Voluntariado Espiritano
• Missionárias Dominicanas do Rosário
• Missionárias Dominicanas do Rosário (Grupo da Amadora)
• Missionário de São João Baptista
• Missionários Claretianos
• Movimento ao Serviço da Vida
• Movimento Missionário da Paróquia da Ramada / MOVER MUNDOS - Associação para a Cooperação e Desenvolvimento
• Movimento Teresiano de Apostolado
• Paróquia de Algueirão - Projecto Bé Bá Chiná
• Paróquia do Campo Grande
• Projecto SABI - NAVEGAR
• Religiosas do Sagrado Coração de Maria
• VIDES
• Voluntariado Espiritano
• Voluntários das Misericórdias para o Desenvolvimento
Setúbal

• GASNova
• Jovens Missionárias da Apresentação de Maria

Castelo Branco

• Missionárias Dominicanas do Rosário (Grupo da Beira Baixa)
Funchal

• Leigos Voluntários Dehonianos (Grupo da Madeira)
Ponta Delgada

• Leigos Voluntários Dehonianos (Grupo dos Açores)
Daqui.

Escola Voluntária


O Programa Escola Voluntária é um instrumento de atuação no âmbito do voluntariado que visa promover os valores de cidadania e da solidariedade em meio escolar.



Ver mais aqui.

22/07/14

Sesimbra: Praia do Ribeiro do Cavalo vai receber acção de voluntariado

A Praia do Ribeiro do Cavalo vai receber uma acção de voluntariado de limpeza organizada pela autarquia local, pela Liga para a Protecção da Natureza e Pingo Doce. A iniciativa "Sesimbra Praia Limpa" está dividida em três acções que vão decorrer nos meses de Julho, Agosto e Setembro deste ano.

A primeira acção de voluntariado está agendada para dia 24 deste mês, quinta-feira. A limpeza repete-se nos dias 28 de Agosto e 20 de Setembro, no horário das 09h00 às 13h00.

A participação nesta iniciativa está aberta a todas as pessoas interessadas, sendo necessária a realização de uma inscrição prévia através do e-mail ecoslocais@ecoslocais.lpn.pt ou por SMS para o 96 267 29 95, indicando o nome e a data de nascimento.

A organização aconselha os voluntários a utilizar roupa e calçado confortável e a trazer um chapéu e água.

Clique aqui para consultar o cartaz da iniciativa "Sesimbra Praia Limpa".

Notícia daqui.

20/07/14

Dia dos Avós dinamizado pelo Banco Local de Voluntariado

É na Quinta Pedagógica de Braga que avós e netos são desafiados a comemorar, durante a próxima semana, o Dia dos Avós.

O objectivo da iniciativa, dinamizada pelo Banco Local de Voluntariado em parceria com a Quinta Pedagógica, é estimular as relações intergeracionais, com actividades de troca de experiências e solidariedade entre as duas gerações.

Os interessados em participar podem desde já fazer a inscrição para as actividades que decorrem de 21 a 25 de Julho, entre as 14.30 e as 16.30 horas.

O programa prevê um ateliê de cozinha sobre ‘fidalguinhos’, para segunda-feira.
As tardes dos dia 22 e 24 são dedicadas a ateliês de artes plásticas, elaborando ‘sacos de cheiros’ com plantas aromáticas colhidas na Quinta Pedagógica.

Na quarta-feira, avós netos dedicam-se a outro aletiê de cozinha, desta vez sobre compotas de fruta, confeccionadas com produtos colhidos na quinta.

No dia 25, a proposta é um ateliê de pasta de papel. Sendo que para este dia está também previsto um la
nche de confraternização para marcar o encerramento da semana.

“Os avós são um baluarte essencial na estrutura familiar e indispensáveis no auxílio que dão aos filhos e na ajuda à formação cultural e cívica dos netos”, afirmou Firmino Marque, vice-presidente da câmara, que ontem participou na apresentação da iniciativa à imprensa.
Fernando Pinto, responsável pela Quinta Pedagógica, referiu que a presença dos avós representa uma mais-valia para a Quinta.

“Durante este ano temos contado com a presença de muita população sénior nas nossas actividades”, referiu o responsável.

Ateliês são desenvolvidos com apoio de voluntários do Banco Local de Voluntariado — o BLV conta actualmente com mais de 1700 inscritos. “Diariamente estarão cinco ou seis voluntários a dinamizar os ateliês com avós e netos”, avançou Amélia Pereira. A coorde-nadora do BLV de Braga referiu que todas as se-gundas-feiras os volun-tários marcam presença na Quinta colaborando com os utentes da Associação de Paralisia Cerebral.

Daqui.

16/07/14

Jovens voluntários recuperam pombais e outros edifícios em Vimioso

Jovens de Espanha, França, Rússia, China, Coreia do Sul, Taiwan, Eslováquia, República Checa e Bélgica participam num campo de trabalho para a preservação e revitalização do meio ambiente.

Vinte e um jovens voluntários, de vários países europeus e asiáticos, estão a recuperar pombais tradicionais e outros edifícios rurais na aldeia de Uva, no concelho de Vimioso

O campo de trabalho é promovido pelo Instituto Português do Desporto e da Juventude, em parceria da Palombar - Associação de Conservação da Natureza e Património Rural, e prolonga-se até à próxima sexta-feira, 18 Julho. Junta jovens de países como Espanha, França, Rússia, China, Coreia do Sul, Taiwan, Eslováquia, República Checa e Bélgica. 

A iniciativa tem como objectivos "a recuperação e valorização de edifícios rurais que são, também, património cultural, e a partilha de experiências entre diversas culturas", refere a responsável pela Palombar, Teresa Nóvoa. 

Mãos na massa 

Quem participa mostra-se entusiasmo e dá nota das características específicas da região do planalto mirandês e das suas construções, com destaque para os pombais tradicionais. 

Miguel Mundó veio de Barcelona (Espanha) e mostra-se surpreendido com a “paisagem original” de Uva, onde sobressaem os “muitos e tão próximos pombais”. Refere estar a “gostar da experiência” porque pode “trabalhar ao ar livre e contribuir para a preservação do património cultural de uma região”. 

“É uma experiência única dentro das minhas férias de verão", refere o jovem catalão. 

Sílvia Peregrina, jovem madrilena, conta que já ajudou a “limpar a zona” e o próximo passo – diz - é “retirar a argila” para, depois, “fazer uma nova massa” e aplicar, com vista à “recuperação do pombal”.
 
Kuei-Wen Huang, de Taiwan, diz que está viver “uma experiência agradável” e “à descoberta de uma região única em Portugal”. Para Kuei-Wen Huang, este "é um campo de trabalho bastante interessente” porque tem a oportunidade de “descobrir o património e conviver com gente diferente de vários países e continentes". 

Os voluntários têm a oportunidade de aprender e experimentar todas as técnicas tradicionais de construção, nomeadamente picar o reboco, preparar e aplicar a argamassa ou reparar o telhado. O contacto com os habitantes da aldeia e com a cultura da região é outra das componentes do projecto. 

Ícones culturais Manuel Barros, director regional do Instituto Português do Desporto e da Juventude visitou o campo de voluntariado para conviver com os jovens e para afirmar “uma opção e uma aposta” neste tipo de actividades realizadas no interior dos país, consideradas "projectos âncora", que vão "seguramente" promover a atractividade e fixação de pessoas nestes territórios. 

"O mundo rural só se poderá povoar se conseguirmos encontrar estratégias para fixar e atrair pessoas e estes ícones culturais, como são os pombais tradicionais, poderão ser um bom exemplo", realça. 

Na aldeia de Uva há cerca de 40 pombais que, no passado, contribuíram para o sustento de muitas famílias através da carne de pombo, ou do "pombinho" - estrume de pombo - um fertilizante natural utilizado na agricultura.

Daqui.

ATENÇÃO: FRAUDE «Evento com mil voluntários é trabalho não declarado»

O voluntariado em muitos eventos, nomeadamente festivais de música de Verão, é trabalho não declarado, afirma o inspector-geral da Autoridade para as Condições de Trabalho (ACT).

À margem do lançamento da campanha contra o trabalho não declarado, Pedro Pimenta Braz referiu esse como um dos casos em que as organizações poupam nos custos de trabalho à custa dos voluntários.

“Um evento que possa funcionar com mil voluntários, estamos a falar de trabalho não declarado. Isso para nós é claro como a água e não vale a pena que é graças aos voluntários que conseguem edificar este [projecto] , com certeza, estamos a falar de custos. Pessoas que trabalham, cumprem horário de trabalho e têm obrigações, estamos a falar de trabalho não declarado. O voluntário está tipificado na lei”, explica o inspector-geral da ACT.

Pedro Pimenta Braz refere ainda que esta modalidade do pseudo voluntariado também começa a ser usada na restauração, sobretudo na altura de Verão. Em causa estão os direitos dos trabalhadores, mas também a concorrência desleal, sublinha.

O inspector-geral conta que durante uma acção da ACT pediu a identificação de uma pessoa num restaurante que lhe respondeu que era apenas voluntário e estava a ajudar um amigo, que era o patrão.

“Isso para nós é anedótico. Não seria anedótica se já não tivéssemos apanhado dezenas de casos destes. Se estivermos atentos em restaurantes que estão pertos de praias, abertos só quatro ou cinco meses por ano, isto é um fenómeno assustador”, afirma  Pedro Pimenta Braz.
Além da restauração, outro sector onde os inspectores têm encontrado mais casos de trabalho não declarado é o da agricultura.
A Autoridade para as Condições de Trabalho lançou uma campanha de sensibilização para tentar travar o fenómeno que, segundo alguns estudos, representam cerca de 20% do Produto Interno Bruto (PIB).
A acção envolve não apenas os parceiros sociais, mas também o Serviços de Estrangeiros e Fronteiras, o Instituto de Emprego e o Alto Comissariado para as Migrações. A Autoridade Tributária e a Segurança Social ficaram fora.
O Instituto de Segurança Social já reagiu. O gabinete de Mariana Ribeiro Ferreira refere que a ACT não se coordenou com o instituto para este ser parceiro estratégico numa campanha em que teria toda a disponibilidade para colaborar, à semelhança do que já acontece no grupo de trabalho contra a fraude.
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