12/10/14

S. Vicente reestrutura voluntariado - Braga

A Junta de Freguesia de S. Vicente está a proceder a uma reestruturação da sua valência do voluntariado. Depois de indicar Manuela Gonçalves para assumir os destinos desta valência social da freguesia, a Junta de S. Vicente, em estreita colaboração com a nova gestão, está a ultimar as linhas orientadoras do voluntariado para aumentar o grupo de pessoas dispostas a esta atividade, fomentar a cidadania ativa, sensibilizar a comunidade para os problemas existentes, contribuir para a prevenção e resolução de alguns problemas e criar métodos de trabalho entre projetos e grupos de voluntariado.
O voluntariado da Junta de Freguesia de S. Vicente está direcionado para uma intervenção por projetos, desenvolvendo ações nas áreas da ação social, cultura, educação e saúde.
Para o desenvolvimento e dinamização desta área de apoio aos mais necessitados, a Junta de Freguesia está a recrutar pessoas que reúnam as condições para prestar este apoio social. Para tal, os interessados devem dirigira-se à sede da Junta de Freguesia de S. Vicente (Rua do Fecisco) e efetuar a sua inscrição. De resto, os novos responsáveis pela gestão do grupo de voluntariado contactarão os selecionados para assumir funções no grupo.

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19/09/14

Misericórdia de Barcelos: voluntariado homenageado

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APVC promove voluntariado ambiental

A APVC - Associação para a Protecção do Vale do Coronado é uma das "13 entidades" que participa no projeto Embaixada da Água, desenvolvendo duas ações neste sábado e no dia 28 de setembro.
Uma "ação de voluntariado ambiental, com limpeza e manutenção da Poça Velha," é uma das ações que a APVC vai desenvolver no âmbito da Embaixada da Água, que se trata de uma iniciativa do Centro Regional de Excelência em Educação para o Desenvolvimento Sustentável da Área Metropolitana do Porto (CRE.Porto), promovido pela Escola Superior de Biotecnologia da Católica Porto, Área Metropolitana do Porto, Pavilhão da Água e mais de trinta parceiros da região.
A limpeza e manutenção da Poça Velha, situada na Rua de Vila, no lugar de Outeiro, em S. Mamede do Coronado, decorrem entre as 9.30 e as 12.30 horas deste sábado, 13 de setembro. Segundo a APVC, a Poça Velha é "um dos mais antigos sistemas de contenção e distribuição de água tradicionais do Coronado", que "ainda" está "ativa e ecologicamente sustentável, rega campos agrícolas e é 'casa' de muitos anfíbios, rico ecossistema". "E, dali, as águas correm, abundantes, para o Ribeiro da Mamoa – e depois, Rio Leça", acrescentou fonte da associação.
Esta atividade é de "acesso livre" a qualquer pessoa, estando a associação a aceitar "voluntários". Para a ação, a APVC recomenda o "uso de botas de água (galochas), luvas e, se chover, impermeável, boa disposição e vontade em recuperar património agrícola". Há ainda a "possibilidade de realizar almoço-picnic junto ao local, em ambiente campestre".
Para mais informações pode contactar através do número 917 040 207 ou consultar o sítio http://embaixadadaagua.blogspot.pt.
Já para a manhã do dia 28 de setembro, entre as 9.30 e as 12.30 horas, há a segunda edição da caminhada Rota da Água no Vale do Coronado, "uma 'viagem' pelos vários pontos de interesse do património da água, no Coronado, com animação cultural e curtas intervenções sobre património, biodiversidade e mundo rural". A caminhada, com um percurso de dez quilómetros, tem como ponto de partida e chegada a Igreja de S. Romão do Coronado. A "participação é gratuita, mas de inscrição obrigatória", através do número 917 040 207.
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COLÓQUIO “O PAPEL DO VOLUNTARIADO NA SAÚDE”

NISA – No próximo dia 20 de setembro, pelas 14 horas, vai realizar-se no auditório da Biblioteca Municipal de Nisa o colóquio “O Papel do Voluntariado na Saúde, Hoje!” promovido pela Federação Nacional de Voluntariado em Saúde – FNVS com o apoio do Município de Nisa e da Liga dos Amigos do Centro de Saúde de Nisa.
O colóquio terá com preletor o Dr. João António Pereira, presidente da FNVS e está aberto à participação de voluntários e técnicos da área social e da saúde e público em geral.
A FNVS é uma Organização de Voluntariado, de Organizações e de Voluntários do Campo da Saúde. Tem também a missão de promover o voluntariado através da informação, da reflexão e do debate, contribuindo deste modo para a tomadas ou aumento da consciência crítica face à sociedade atual e para o reconhecimento do voluntariado como um importante instrumento de participação e de exercício de uma cidadania ativa.
O tema deste colóquio em Nisa, é motivado pela constatação de que ser voluntário e atuar voluntariamente no Campo da Saúde, não tem sempre as mesmas características. O Campo da Saúde, Público ou Privado caminha no sentido da sua organização e adaptação às novas realidades financeiras, económicas e sociais. Nos dias de hoje, sente-se cada vez mais necessária a presença do voluntariado e dos voluntários nas Unidades de Saúde e em outros equipamentos onde prestam cuidados de saúde. Essa presença é necessária à complementaridade e à humanização e deve acontecer com mais organização, com mais profissionalismo no sentido do bem feito e sobretudo com “cada vez mais amor para com o outro”, seja irmão ou cidadão.
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Voluntariado em Saúde: Federação Nacional de Voluntariado em Saúde - FNVS


http://www.voluntariadoemsaude.org/

Considera-se que num primeiro tempo, a origem da Federação Nacional de Voluntariado em Saúde – FNVS, se pode situar em maio de 1992, aquando da realização em Lisboa, de um Encontro de Ligas de Amigos de Voluntariado Hospitalar, promovido e convocado pela então Direção-geral dos Hospitais / Ministério da Saúde.

Num segundo tempo, em 2003, quando cerca de 30 Organizações de Voluntariado em Saúde se reúnem a 19 de julho no Porto e a 28 de novembro em Fátima, onde é registada a afirmação de que “o Voluntariado em Saúde não está representado na Comissão de Saúde / Conselho Nacional para a Promoção do Voluntariado, porque não se encontra organizado em uma Federação” e se dão os primeiros passos no sentido da formalização da ideia em Personalidade Jurídica, com o envolvimento e a liderança da presidência da Comissão Nacional da Pastoral da Saúde e da Responsável do Departamento do Voluntariado em Saúde da mesma Comissão, Dra. Maria Teresa Salgado de Morais, simultaneamente, presidente da Associação do Voluntariado do Hospital de S. João – Porto.
Num terceiro tempo, em 2005 e 2006, quando na Comissão para o Voluntariado no Domínio da Saúde / Conselho Nacional para a Promoção do Voluntariado, é evidenciada a importância da representatividade do setor do Voluntariado Hospitalar na dita Comissão, e em que a presença do referido setor do Voluntariado Hospitalar naquela, por escolha, era assegurada pela, já citada, Dra. Maria Teresa Salgado de Morais, e por quem a secundou na presidência da Associação do Voluntariado do Hospital de S. João – Porto. Foram também neste período, aprovados naquela Comissão e por unanimidade, os Estatutos da Federação, e entregue a liderança do processo em ordem à legalização, à já referida Associação do Voluntariado do Hospital de S. João – Porto, que conduziu, até 2007, à inscrição no Registo Nacional das Pessoas Coletivas, à celebração da Escritura de Constituição, e à formação da Comissão Instaladora.

A data da criação:
Vinte e um de maio de 2007, data da celebração da escritura de constituição,  sendo fundadores, a AVHJoão - Porto, a LAHCascais, a LAHSTirso, a LAHDChaves, a AVHSJDFamalicão, a AHCMPia - Porto, a LACHGaia, a LAHEspinho, a LAHOvar, a LAHSAntónio - Porto e a AVASOCIAL - Entroncamento. O  pedido de admissão da denominação, havia sido apresentado no Registo Nacional das Pessoas Coletivas, a 14 de fevereiro imediatamente anterior; e os Estatutos publicados na edição do Diário da República – 2.ª Série – N.º 245 de 20 de dezembro do mesmo ano.

A Missão:
A Federação Nacional de Voluntariado em Saúde – FNVS, tem a missão de integrar, representar, promover o quadro de valores comuns, preservar a identidade e o voluntariado, e defender os interesses, das Organizações Promotoras de Voluntariado em Saúde e das Organizações Representativas de Voluntários do Campo da Saúde, suas associadas, com domicílio fiscal em Portugal; e desenvolver e alargar a base de apoio social no que concerne à mobilização para o Voluntariado em Saúde e à melhoria dos serviços que se prestam aos beneficiários, com envolvência da comunidade.

A Atualidade:
A 21 de maio de 2013, a FNVS integra 46 Organizações de Voluntariado e de Voluntários do Campo da Saúde, (correspondendo a cerca de 54.410 membros e 9.840 voluntários de ação direta), estabelecidas em todos os distritos de Portugal continental, menos um, e na Região Autónoma dos Açores.
A FNVS presta às associadas, os Serviços de Consultoria Jurídica, em Contabilidade e Fiscalidade, e em Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho, Serviços de Seguros de Acidentes Pessoais para Voluntários, para Dirigentes Voluntários e para participantes de Atividades; e ministra Ações de Formação para qualificação de voluntários e de gestores de voluntariado, tendo para o efeito, uma Bolsa de Formadores, constituída.
A APVS – Agência Portuguesa para o Voluntariado em Saúde, é um serviço da FNVS para a relação com os cidadãos e com as instituições que funciona on-line, e permite a obtenção de informação, a realização de candidaturas, a consultoria, a inscrição em atividades e a obtenção de produtos.
A FNVS ter parcerias firmadas com Entidades públicas e privadas que permitem a realização dos objetivos da Organização e das suas associadas e seus membros.

Os Contactos:
Rua Mártires da Liberdade, 192, 3.º Sala 32 4050-359 Porto
Telefone – 220 999 897     Fax - 220 400 897
Telemóvel – 966 859 736
Endereço eletrónico

6.º ENCONTRO NACIONAL DO VOLUNTARIADO EM SAÚDE

SANTA MARIA DA FEIRA – O 6.º Encontro Nacional do Voluntariado em Saúde realiza-se a 4 de outubro em Santa Maria da Feira, organizado pela Federação Nacional de Voluntariado em Saúde em parceria com a Liga dos Amigos do Hospital S. Sebastião e apoio do Município de Santa Maria da Feira.
O evento subordinado ao tema geral “O Papel do Voluntariado na Saúde” tem como objetivos, para além do encontro de voluntários do campo da saúde de Portugal, o tratamento de vários sub-temas, relacionados com aspetos e áreas específicas do desempenho do voluntariado, como por exemplo, nos cuidados primários, nos cuidados em pediatria e nos cuidados paliativos; e o papel das terapias complementares. Será também tratado o tema “O Papel do Voluntariado no Serviço Nacional de Saúde”, por distinta personalidade do sistema público da saúde.
O Encontro é aberto a todos os públicos e as condições de participação e o programa, encontram-se publicados no site.
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Jovem de Coimbra parte para Moçambique em missão de voluntariado

Suzana Patrocínio, junta-se a uma equipa de 14 voluntários dos Leigos para o Desenvolvimento (LD), que em Setembro partirão em missão para Angola, Moçambique, S. Tomé e Príncipe e o seu destino será Cuamba, em Moçambique.
Em Moçambique, esta jovem licenciada em Língua e Cultura Portuguesa, irá estar mais dedicada ao projecto Muthiyana que promove o empoderamento das mulheres de Cuamba, em Moçambique.
Para Suzana Patrocínio, de 32 anos partir em missão humanitária é… “confiar, acima de tudo, em Deus e saber que fazemos parte de uma grande família de missionários. É, também, aprender a viver em comunidade e a praticar diariamente a nossa relação de intimidade com Deus, através da oração – individual e comunitária. É aprender a pedir graça mesmo nos momentos de maior dificuldade, tendo a resiliência necessária para continuar a seguir a Deus e não abandonar a missão que nos foi confiada a nós”.
Sobre as expectativas que tem para a sua missão, Suzana Patrocínio diz: “mais do que ter expectativas sobre a missão que vou desenvolver, é saber que aprendi a deixar o coração aberto para que Deus haja através de nós”.
Quanto aos nove meses de formação que antecederam a sua partida, refere ainda: “foram 9 meses de grande crescimento espiritual e pessoal, nos quais aprendi a partilhar com os meus irmãos de missão aquilo que vou sentindo e pensando no dia-a-dia e compreendendo a importância de saber dizer as coisas com justiça, verdade e amor. Sem ter receios ou travões. Porque estar na formação dos Leigos é estar entre pessoas que têm a mesma vontade de servir a Deus, que têm o mesmo brilho no olhar e o mesmo comprometimento para com a vida”.
No total, estarão no terreno 14 voluntários, cujo objetivo é dar continuidade a um trabalho de 28 anos ao serviço das comunidades mais necessitadas. Para assinalar a partida destes novos jovens voluntários realizar-se-á uma Missa do Envio no próximo dia 7 de setembro, às 13:00, na Igreja do Colégio São João de Brito, em Lisboa.
Com uma experiência e saber acumulado ao serviço dos outros há 28 anos, os Leigos para o Desenvolvimento têm um projeto em Portugal (Centro S. Pedro Claver) e quatro missões em curso, em três países de expressão portuguesa: duas em S. Tomé e Príncipe (Porto Alegre e S. Tomé), uma em Angola (Benguela) e outra em Moçambique (Cuamba).
Os “Leigos para o Desenvolvimento” são uma Associação católica, dotada de personalidade jurídica canónica e civil, reconhecida como uma Organização Não-Governamental para o Desenvolvimento (ONGD), membro da Plataforma Nacional das ONGD Portuguesas e da Rede Xavier. Nasceu em Lisboa, a 11 de Abril de 1986,e a sua sede é no Centro Universitário Padre António Vieira , em Lisboa.
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Voluntários de "Leigos para o desenvolvimento" partem para São Tomé, Angola e Moçambique

Mais 14 voluntários dos Leigos para o Desenvolvimento partem para São Tomé e Príncipe, Angola e Moçambique.

Uma partida marcada para este início de Setembro, mês em que começam a regressar a Portugal as equipas que têm estado naqueles países africanos. Os dado são avançados pela associação “Leigos para o Desenvolvimento” que envia este ano menos voluntários para as missões que tem a decorrer naqueles países da lusofonia.

Um esforço no âmbito do voluntariado missionário que conta com mais de 1.500 portugueses que se tem envolvido ao longo do ano em acções de voluntariado no país e no estrangeiro, revelou a Fundação Fé e Cooperação, organismo da Igreja Católica.

De Lisboa, Domingos Pinto com uma síntese de noticias de âmbito eclesial em Portugal.

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06/09/14

Grupo Ondjoyetu prepara novo ano


No dia 6 de setembro, às 20h30, no Seminário de Leiria, com a celebração da Eucaristia, o jantar partilhado e a apresentação do programa anual, o grupo missionário diocesano irá dar início a mais um ano de atividades.
Esta será também uma ocasião para “reforçarmos a nossa coragem missionária e aumentarmos o ânimo para continuar”, refere o padre David Nogueira.
Este responsável recorda que foi por esta altura, no ano de 1999, que se realizou o primeiro encontro de jovens missionários que resultou no que hoje é o grupo missionário Ondjoyetu, quando se deslocaram à nossa diocese alguns jovens de Créteil, França: “Na altura foi feito um encontro de partilha e, como continuação e por orientação do padre Vítor Mira, surgiu um grupo que foi reunindo e caminhando ao longo de 15 anos de dinâmica missionária dentro e fora da Diocese e do País”.
Esse facto será lembrado ao longo do ano em várias iniciativas, a primeira das quais será uma vigília missionária diocesana, no dia 17 de outubro, às 21h00.
Ainda em outubro, nos dias 24 a 26, o grupo estará no Mercado de Sant’Ana, no centro da cidade de Leiria, com uma exposição fotográfica e outros testemunhos destes 15 anos de atividade.
Mais informações na página do grupo missionário.
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Cáritas prepara voluntariado para Setembro


A Cáritas Diocesana de Beja está a receber voluntários para as campanhas que se iniciam em Setembro.  
Durante o mês de Agosto, Teresa Chaves, presidente da Cáritas, diz que o menor número de actividades não exige um número tão significativo de voluntários. Ainda assim, a distribuição dos géneros alimentares do programa de apoio aos mais carenciados contínua a ter o apoio do trabalho voluntário.
Na Cáritas Diocesana de Beja, o perfil do voluntário vai desde o estudante universitário ao reformado.
No total são 35 os voluntários que colaboram com a Cáritas de Beja. O número multiplica-se em épocas de campanhas especiais. O início de Setembro traz a angariação de material escolar numa das superfícies comerciais da cidade. Teresa Chaves afirma que as inscrições têm corrido a bom ritmo, mas que “são sempre precisas mais pessoas”. A mesma responsável apela ao voluntariado e destaca que “quem faz voluntariado recebe mais do que aquilo que dá”.
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Missionários e jovens debatem papel da família

Jovens e missionários vão unir-se às preocupações do Papa Francisco sobre a família, no âmbito das Jornadas Missionárias e das Jornadas Nacionais da Pastoral Juvenil, que vão decorrer em Fátima



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26/08/14

Juventude

As férias de Verão
Por Inês Garcia

As férias de verão já chegaram há algum tempo, mas para aqueles que agora acabaram a sua formação, chega a parte em que procuram emprego. Para muitos essa será uma luta de muitos meses, para alguns poderá mesmo chegar a um ano ou mais, altura em que param de procurar. Alguns com desejo olham para fora do país, outros param de procurar, desmotivados pela falta de respostas.

Não faltam, se procurarmos, empresas de recursos humanos, páginas e blogs com propostas de emprego e conselhos que prometem ajudar na procura de emprego. Entre esses conselhos poderemos encontrar vários que nos dizem que devemos manter-nos em constante aprendizagem, sempre a acumular novas experiências, novas competências, com cursos, formações, ou voluntariado, por exemplo.

Para os jovens que procuram emprego torna-se difícil conceber uma realidade em que acabada a sua formação, seja ela qual for, têm ainda que pagar por formações complementares. Para muitos é inconcebível pagar por cursos, muitos de nós, jovens, não temos o poder financeiro para fazer novas formações, especialmente no Verão, em que pretendemos levar uma vida descansada, ir à praia, "curtir" com os amigos, ir a festas, etc.

Torna-se ainda mais difícil procurar emprego, mandar currículos para todos os lados, o que se vai tornando cansativo e mesmo infrutífero, porque simplesmente, se não tivermos tirado gestão, economia ou qualquer outra formação nessa área, somos "pouco interessantes" para o mercado de trabalho.

Há estudos que dizem que fazer voluntariado é uma excelente forma de conseguir manter essas competências em constante atualização. Há que ser, necessariamente, inteligente nos projetos a aderir, mas eu, como dirigente associativa, vejo o quão difícil é incentivar os jovens a participar nessas causas, sejam elas qual forem, mesmo quando o que se requer aos jovens é simplesmente aparecer.

O nosso distrito, de Setúbal, é particularmente pobre em tecido associativo. As associações juvenis são inexistentes no concelho de Setúbal e têm uma fraca expressão (pelo menos) em Palmela, são essas as realidades mais próximas que eu conheço. Vejo que o que mexe os jovens são as festas, aquelas com a música bem alta, que não permita aos jovens conversar, em que as competências desenvolvidas são a dança e a conversa fútil.

Não é fácil fazer trabalho de voluntariado, mas vou-vos dar a minha experiência. Aprende-se bastante, trocam-se muitos conhecimentos. Existe um sentimento de partilha, quando estamos envolvidos numa associação, se ela for juvenil, encontraremos pessoas com as quais partilhamos muitos interesses, encontramos pessoas com quem aprendemos.

Aprendemos a "fazer acontecer", emprestamos uns aos outros, ajudamo-nos, e, numa associação juvenil, pelas largas dificuldades que enfrentam, pela falta de apoios, contamos apenas uns com os outros se queremos ver alguma ação ser realizada. Isso melhora as nossas competências sociais, no mínimo, mas também de organização, porque qualquer associação deve obedecer a estatutos definidos, devemos prestar contas aos sócios (os que existem) e temos que lutar por apoios. Por isso acreditem, ganhamos competências.

Podem-me dizer que depois de tirarem um curso querem é trabalhar. Trabalhar de graça não é para ninguém, não estão para isso. Pois bem, eu subscrevo, mas a inércia é o pior que nos pode acontecer. Se derem uma oportunidade a uma associação perto de vocês, se se juntarem a um movimento de voluntariado verão que aprenderão muito mais do que estavam à espera. E talvez com esse enriquecimento no vosso currículo mostrem ao recrutador que são "desenrascados", interessados e auto-suficientes, e vão-se distinguir de todos aqueles que têm uma formação semelhante.

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Banco local de voluntariado em Almeirim

Almeirim implementou um banco local de voluntariado numa iniciativa da câmara municipal no âmbito da Rede Social.

A autarquia vai coordenar o registo das pessoas que pretendem ser voluntárias e as instituições que precisam delas.

O presidente da câmara, Pedro Ribeiro, refere num folheto enviado pelo correio aos munícipes que a ideia ganhou forma porque "ao longo dos anos muitas têm sido as pessoas que nos têm contactado para fazerem voluntariado".

Podem aderir ao banco do voluntariado todas as pessoas que de forma desinteressada se comprometam a dar um pouco do seu tempo livre em diversas acções.

As organizações que os vão receber podem ser públicas ou privadas, sem fins lucrativos, como escolas, instituições de solidariedade social, juntas de freguesia, serviços de saúde, entre outros.
Diga o que pensa sobre este Artigo. O seu comentário será enviado directamente para a redacção de O MIRANTE.

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Universitários trocam praia por voluntariado

Bernardo Brochado, Etianete Lopes e David Rocha são três jovens universitários que, durante as férias de verão, reduzem as possibilidades de trabalhar para o bronze e optam pelo trabalho voluntário em três associações de solidariedade social de Lisboa.

"É mesmo uma experiência de vida que nos prepara para a realidade de outra forma", descreve Bernardo Brochado a propósito da sua experiência na Candeia, associação que trabalha com crianças institucionalizadas e onde é voluntário.
Estudante de Economia na Universidade Católica Portuguesa, Bernardo Brochado integrou a associação por incentivo de um amigo: "Ele convidou-me para fazer um campo à experiência, disse "eu acho que tu tens perfil para fazer isto". Fiz o campo, gostei imenso e ainda cá estou, passados quatro anos", recorda.
A Candeia, que realizou a sua primeira atividade em 1991, conta atualmente com cerca de 50 voluntários ativos que trabalham em ações realizadas ao longo do ano e em atividades sazonais, explicou à agência Lusa Maria Quaresma, da associação.
Nos campos de férias sazonais, Bernardo Brochado convive com as crianças da instituição, o que coloca a sua vida sob perspetiva.
"É um "abre olhos" para dizer "de facto eu sou um sortudo, por um lado, que sorte que eu tive". Estou sempre a queixar-me dos meus problemas, mas os meus problemas são tão pequeninos ao pé do que estas crianças passam"", refere o estudante de Economia.
À semelhança de Bernardo, Etianete Lopes escolheu ser voluntária em campos de férias para crianças. A estudante de Direito da Universidade Autónoma de Lisboa escolheu o Instituto de Solidariedade e Cooperação Universitária (ISU).
Criado em 1989, o ISU realiza projetos que visam o desenvolvimento das comunidades, desenvolvendo também iniciativas em Países Africanos de Língua Portuguesa (PALOP).
Esta é uma associação que conta hoje com "cerca de 100 a 150 voluntários", explicou André Azevedo, responsável pelo Centro de Formação para o Voluntariado da instituição.
David Rocha frequenta o curso de Engenharia Mecânica no Instituto Superior de Engenharia de Lisboa e também encontrou no voluntariado uma ocupação que o preenche.
O estudante de Engenharia Mecânica procurava "experimentar coisas novas" quando se decidiu pelo voluntariado como uma forma de sair da sua zona de segurança. A Liga Portuguesa Contra o Cancro (LPCC) foi a sua escolha, onde participou na campanha de prevenção do cancro de pele realizada num campeonato de surf na Costa da Caparica, em Almada.
A LPCC desenvolve várias campanhas de sensibilização para a prevenção do cancro da pele e o trabalho voluntário revela-se fulcral, uma vez que permite "chegar a mais pessoas, a mais sítios e mais longe", afirma Rita Teles Branco, membro da direção da Liga.
Da experiência enquanto voluntário, David Rocha destaca as competências que adquiriu: "Diria que sou mais tolerante a novas ideias e opiniões e tenho uma diferente sensibilidade para os problemas dos outros".
"As coisas boas que a associação me traz mais do que compensam uma semana de férias no Algarve ou menos um dia de estudo para o teste, ou o que for. Compensa completamente", resume.

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Acção de voluntariado ambiental no Maciço Montanhoso Central Oriental

A Secretaria Regional do Ambiente e Recursos Naturais através da Direcção Regional de Florestas e Conservação da Natureza e em parceria com o Corpo de Polícia Florestal da RAM e o Serviço do Parque Natural da Madeira promove hoje uma acção de voluntariado ambiental/florestal. Esta acção decorre no âmbito do Projeto Life “Maciço Montanhoso Central Oriental”, que tem por objetivo principal recuperar as espécies e habitats do Maciço Montanhoso Central Oriental da ilha da Madeira mais concretamente na área entre o Pico do Areeiro e Achada do Teixeira,
Os interessados em participar deverão dirigir-se às 10h30 à Achada do Teixeira, onde terá lugar a concentração. Segue-se às 10h45  uma introdução à ação de voluntariado  e às 11h00 tem início as atividades de recolha de sementes de urze molar e limpeza de espécies vegetais exóticas invasoras. O Secretário Regional do Ambiente e Recursos Naturais marcará presença no local pelas 12 horas e, uma hora depois, a acção será dada por terminada.
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12/08/14

VILA DE REI – Banco Local de Voluntariado aceita voluntários

O Banco Local de Voluntariado de Vila de Rei está em fase de implementação e a aceitar voluntários.



A iniciativa tem como objetivo principal a criação de um espaço de encontro entre pessoas interessadas em ser voluntárias, e que irão assim oferecer a sua disponibilidade para prestar um conjunto de ações inerentes à condição de cidadania ativa e solidária.


As organizações promotoras irão disponibilizar oportunidades de enquadramento em atividades em áreas sociais e comunitárias.


A ação procura ir ao encontro das necessidades de uma comunidade maioritariamente idosa, exercendo-se uma cidadania plena e criando-se laços de afetividade, confiança, partilha e cooperação entre as pessoas que precisam de ajuda e de quem quer ajudar.


É um projeto promovido pela Câmara Municipal e pelo CLDS+ através do Conselho Nacional para a Promoção do Voluntariado.

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Voluntários em missão no Alentejo

Vários voluntários portugueses estão em missão no Alentejo. Ao longo de vários dias, os missionários vão visitar doentes e trabalhar na animação de lares de idosos e centros de dia


Oito voluntários do grupo missionário diocesano Ondjoyetu estão em missão na zona de Santo André, no Alentejo, até ao próximo domingo, 10 de agosto. Os voluntários partiram no último fim de semana e, ao longo destes dias, vão participar na vida das comunidades, em celebrações, encontros e convívios.

«Uma parte do nosso trabalho concretizar-se-á na visita a doentes e na animação de lares de idosos e centros de dia, com a preocupação de ser uma companhia diferente para as pessoas com quem vamos estar», explicou David Nogueira, sacerdote e responsável diocesano do Serviço de Animação Missionária, em declaração ao jornal Presente Leiria-Fátima.

Além da logística necessária, os voluntários levam espírito de evangelização e uma pequena imagem de Nossa Senhora de Fátima. «Neste estar com eles, aproveitamos para difundir a consciência cristã, muitas vezes através da oração Mariana da Mensagem de Fátima, que carregamos connosco sempre, sendo diocesanos de Leiria-Fátima», acrescentou o sacerdote. «Não temos a ilusão de mudar o mundo numa semana de missão, mas aquela pequena gotinha de água que deixarmos, já torna o oceano um pouco maior», realçou David Nogueira.

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27/07/14

Há cada vez mais portugueses a fazer voluntariado missionário

Este Verão, 548 pessoas participam em projectos internacionais ligados à Igreja Católica.  "A crise não é uma palavra do léxico dos voluntários".

Há cada vez mais portugueses a fazer voluntariado missionário. Este Verão, 548 pessoas participam em projectos internacionais e quase mil vão estar envolvidas em diversas acções em Portugal. E isto só através das organizações ligadas à Igreja Católica.
São dados da Fundação Fé e Cooperação (FEC), que desde 2002 dinamiza a Rede de Voluntariado Missionário.
"Relativamente ao ano passado, houve um aumento de 35%, e, de facto, este é o ano em que parte mais gente, em que mais voluntários vão estar a trabalhar durante todo o ano em missões fora de Portugal. É um número recorde, sem dúvida", refere Ana Patrícia Fonseca, da FEC, à Renascença.
O crescimento do número de voluntários em missão também reflecte o crescimento de instituições a organizar as missões. E nem a crise parece ter afectado a adesão a este tipo de voluntariado.
"A crise não é uma palavra do léxico dos voluntários. A partida pode ser mais difícil porque implica angariar fundos e, efectivamente, há mais dificuldades em angariar esses fundos para as viagens. Mas há um esforço ao longo de todo o ano para que os missionários possam partir e fazer este trabalho missionário que tanto desejam e ambicionam", explica.
Mulheres e jovens
O perfil do voluntário mantém-se. Nas missões internacionais são "sobretudo mulheres, jovens e jovens universitárias".

Os PALOP – com Cabo Verde, Moçambique e Angola à cabeça – continuam a ser o destino privilegiado. "O país para onde partem mais voluntários é Cabo Verde, contrariamente ao que acontecia em anos anteriores", diz Ana Patrícia Fonseca.

Também a Guiné Bissau e São Tome e Príncipe têm um número expressivo de voluntários, outra diferença relativamente aos anos anteriores.

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Voluntariado missionário conta com mais de 1.500 portugueses

Cerca de um terço vão para fora, sobretudo África. A maioria dos voluntários tem entre 18 e 30 anos, são estudantes recém-licenciados ou trabalhadores.

Mais de 1.500 portugueses vão envolver-se, ao longo do ano, em acções de voluntariado missionário, no país e no estrangeiro, revelou a Fundação Fé e Cooperação (FEC), organismo da Igreja Católica.
Em comunicado, a FEC refere que 548 portugueses participaram, participam ou participarão (os números já contabilizam os voluntários que ainda irão em missão até final do ano) em missões internacionais, número que sobe para 992 nas acções de voluntariado em Portugal.

De acordo com os dados do inquérito feito às entidades que integram a Rede de Voluntariado Missionário, coordenada pela FEC, África é a região do mundo que mais atrai voluntários portugueses. Em 2014, Cabo Verde vai acolher 143 voluntários, Moçambique 94, Guiné-Bissau 90, Angola 74 e São Tomé e Príncipe 78. O Brasil vai receber 45 e Timor-Leste 14.

Dos 548 portugueses envolvidos em acções de voluntariado missionário internacional (maior registo desde 2002), 514 deslocaram-se em missões de curta duração (entre duas semanas e seis meses). Dos restantes, há mais mulheres do que homens a envolverem-se em missões de longa duração (entre sete meses e dois ou mais anos).
É na região de Lisboa e Vale do Tejo que estão mais de metade dos 992 jovens e adultos que, ao longo do ano, vão fazer voluntariado missionário em Portugal, desenvolvendo sobretudo actividades de animação sociocultural e trabalho pastoral.
Na sua maioria, os voluntários têm entre 18 e 30 anos, são estudantes, recém-licenciados ou trabalhadores que aproveitam as férias para fazerem voluntariado, e "muitos" repetem a experiência, retracta a FEC.
Educação e formação é o foco privilegiado dos projectos de voluntariado missionário nos países em desenvolvimento e crianças e jovens são o principal público-alvo.
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