12/10/14

ESPOSENDE RECEBEU MAIOR INICIATIVA DE VOLUNTARIADO CORPORATIVO DO PAÍS

Esposende acolheu, no passado dia 3 de outubro, a nona edição do GIRO, a maior iniciativa de voluntariado corporativo do país, promovida pelo GRACE – Grupo de Reflexão e Apoio à Cidadania Empresarial.
O concelho voltou a ser palco desta iniciativa, com o envolvimento ativo da empresa municipal Esposende Ambiente e do Parque Natural Litoral Norte, que receberam cerca de 140 voluntários das empresas Ana Aeroportos, Groundforce, Banco Popular, LH, DHL, Euronext, Banco Santander, Eurest, Siemens, Fundação PT, Unicer, Morais Leitão, Galvão Teles e Soares da Silva, Comunidade de Inserção Social de Esposende e, naturalmente, da Esposende Ambiente.
Os voluntários procederam à recolha de resíduos e ao arranque de plantas invasoras no Pinhal e na Praia da Carruagem, em Belinho, numa área de 1 hectare, e participaram ainda num Ambipaper, promovido no Centro de Educação Ambiental. Deste modo, esta ação de sensibilização ambiental permitiu aos voluntários conhecer e explorar os diversos equipamentos e recursos educativos disponíveis no Centro de Educação Ambiental, testando os seus conhecimentos sobre diversos temas ambientais, nomeadamente a gestão de resíduos, gestão de recursos hídricos, biodiversidade e recursos florestais.
O GRACE realiza todos os anos o GIRO, um dia solidário que junta as empresas associadas em torno de uma causa. Ao contrário das edições anteriores, em que grande parte das iniciativas incidiu sobre a área social, o ambiente foi o mote desta edição que, além de 45 empresas associadas, reuniu também, e pela primeira vez, duas entidades académicas e oito instituições de solidariedade social convidadas, registando ainda um aumento recorde de voluntários em relação à edição anterior, num total de 900 voluntários a nível nacional e numa só edição.
A Esposende Ambiente aderiu ao GRACE em 2013 e desde então tem reforçado o seu papel na promoção da cidadania, sustentabilidade e responsabilidade social, tendo sido coorganizadora das duas últimas edições do GIRO e tendo participado recentemente na elaboração do Guia “Responsabilidade Social nas PME” publicado pelo GRACE.
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Paróquia em festa com envio missionário


Os paroquianos de Vilamar, concelho de Cantanhede, uniram-se aos missionários da Consolata para celebrar o envio de Filipa Santos e Tânia Paiva, em missão de voluntariado, para a Costa do Marfim


A paróquia de Vilamar, no concelho de Cantanhede, uniu-se o fim de semana passado para celebrar o envio missionário de Filipa Santos e Tânia Paiva, que partem para a Costa do Marfim no próximo domingo, 12 de outubro, para uma missão de voluntariado em Marandalla.

O programa iniciou-se com um testemunho do padre João Nascimento, missionário da Consolata, que trabalha há vários anos na Costa do Marfim. No domingo, 5 de outubro, realizou-se a missa de envio, presidida pelo missionário Álvaro Pacheco, recém-chegado da Coreia do Sul. A celebração foi animada por um grupo de jovens do Porto.

Filipa e Tânia são primas e interessaram-se pela missão depois de lerem o testemunho de uma voluntária na revista FÁTIMA MISSIONÁRIA. Ambas sentiram vontade de também experimentar o voluntariado em terras africanas, contactaram os Missionários da Consolata em Portugal, e depois de um período de preparação, estão a postos para abraçar esta nova aventura missionária.

«Sempre sonhei ir como voluntária para um país distante, ajudar quem mais precisa e ser útil aos demais e graças a Deus através dos Missionários da Consolata posso realizar esse sonho» , relatou emocionada Filipa Santos, que sempre esteve ligada à catequese na sua paróquia.

Tânia Paiva pediu a rescisão de contrato no estabelecimento comercial do Porto onde trabalhava para poder ir como voluntária para a Costa do Marfim. «Vou com o coração aberto para aprender a conviver com uma cultura diferente e ajudar naquilo que puder», disse a jovem.


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Cáritas precisa de voluntários para “vestir novo espaço”


CARITAS DIOCESANA DE BEJA

A Cáritas Diocesana de Beja está a remodelar a boutique onde tem disponível roupa, calçado, entre outros artigos, para as famílias carenciadas.  
A intervenção decorre esta semana naquele espaço instalado na sede da Cáritas. O trabalho de beneficiação é feito por voluntariado. Neste momento faltam voluntários para “vestir” a boutique.
Ana Soeiro, coordenadora do Voluntariado na Cáritas de Beja, apela à população que se voluntarie para este projecto.
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AÇÃO DE VOLUNTARIADO - LIMPEZA DE RESÍDUOS E INVASORAS

O Biodiscoveries, financiado pelo programa LIFE+, é um projeto a cinco anos que está a ser desenvolvido pela Câmara Municipal do Barreiro, através do CEA – Centro de Educação Ambiental, e que tem como objetivo o combate às espécies invasoras da Reserva Natural Local do Sapal do Rio Coina e Mata da Machada. A característica distintiva deste projeto é a integração do voluntariado, e dela depende o seu sucesso.

Desta forma, e para além da ‘Subida do Rio Coina’ agendada para este sábado, que já regista um alargado número de participações, e que está integrada no âmbito do BIODISCOVERIES, o CEA dinamiza sábado, 11 de outubro, entre as 9h00 e as 13h00, uma ‘Ação de Voluntariado’ destinada ao arranque de chorões (uma das espécies de infestantes identificada) na Mata Nacional da Machada. Os resíduos que possam existir neste espaço da Reserva Natural Local serão, também, objeto de limpeza.

Inscreva-se através dos números 800 205 681 (Linha Verde) ou 212 068 041.

Fonte - CMB

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Trabalhadores trocam escritórios por voluntariado


Esta sexta-feira, mais de 900 trabalhadores vão deixar os escritórios e juntar-se para limpar e replantar sete zonas de paisagem protegida no âmbito do GIRO, a maior iniciativa de voluntariado corporativo promovida anualmente em Portugal pelo Grupo de Reflexão e Apoio à Cidadania Empresarial (GRACE).

Ao contrário do que aconteceu nas edições anteriores, que se focaram particularmente em questões sociais, este dia solidário terá como mote o ambiente. Além de 45 empresas, a iniciativa - que terá um número recorde de participantes - contará também, e pela primeira vez, com o apoio de duas entidades académicas e oito instituições de solidariedade social.

Em comunicado enviado ao Boas Notícias, o GRACE explica que os profissionais destas organizações vão trocar o local de trabalho por sete zonas protegidas no Continente, Madeira e Açores para pôr mãos à obra e "preservar um património natural e genético que é de todos". 

No total, vão realizar-se sete ações ambientais na Costa da Caparica, Esposende, Penela, Sintra, Monchique, Santana na Madeira e S. Miguel, nos Açores, sendo que nas ilhas a iniciativa decorre em datas diferentes: 10 e 17 de outubro, respetivamente.



Em cada zona protegida, o GRACE será apoiado por  instituições locais dedicadas ao ambiente, natureza ou património – Esposende Ambiente em Esposende, FLOPEN - Associação de Produtores e Proprietários Florestais do Concelho de Penela, Parques de Sintra – Monte da Lua, Grupo Flamingo na Caparica e em Monchique, e Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves (SPEA) na Madeira e Açores.

Esta é a 9.ª edição do GIRO que já contou, nas suas oito edições anteriores, com mais de 4.500 voluntários envolvidos em intervenções com o objetivo de trabalhar, entre outros, a inclusão social, a defesa dos animais ou a recuperação de espaços naturais.

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Dia do Idoso Voluntariado ajuda reformada a combater solidão na Lousã

Após uma vida de trabalho em Lisboa, a reformada Sara Santos, de 73 anos, acabou por radicar-se na Lousã, onde desenvolve serviço voluntário com idosos e crianças para combater a solidão.

Há 15 anos, quando ela e o marido decidiram aposentar-se, escolheram a Lousã para viver, deixando para trás décadas de labor na capital, onde permanecem os três filhos, quatro netos e um bisneto.

Natural de Boticas, Sara Santos era segunda ajudante no 5º Cartório Notarial de Lisboa, enquanto José Ventura, já falecido, oriundo da Pampilhosa da Serra, trabalhava no hotel Altis.

"Para os idosos, Lisboa é uma terra triste. As pessoas não têm com quem falar", afirmou a ex-funcionária pública à agência Lusa.

Na Lousã, onde fez muitos amigos, Sara Santos, muito ativa na comunidade, colabora com a paróquia local.

"Não sou catequista, mas conto às crianças histórias que ligam essa aprendizagem à vida real", explicou.

Na Arte-Via -- Cooperativa Artística e Editorial, a cuja assembleia-geral preside, integra as atividades educativas e de solidariedade sociocultural da Universidade do Autodidata e da Terceira e Idade da Lousã, uma das valências da instituição, acompanhando quase 100 utentes, entre adultos e crianças.
"Quando aqui cheguei, quis logo encontrar um caminho e a cooperativa é que me valeu. Não troco esta terra por outra", revelou.

Também José Ventura, que "sonhava regressar à aldeia onde nasceu" (Pescanseco Fundeiro, no concelho da Pampilhosa da Serra), acabou por mudar de ideias.

O casal optou por comprar um apartamento novo, quando o comboio ainda circulava no Ramal da Lousã, ligando a vila a Coimbra.

"Queríamos um sítio onde não estivéssemos longe de tudo. Na Arte-Via, contacto com muitas pessoas, estou a ajudar-me a mim própria e não sinto a solidão", salientou.

Por graça, uma pessoa amiga com quem se escreve, costuma identificar Sara Santos nas cartas como ‘Embaixadora de Trás-os-Montes na Lousã’, o que a faz sorrir.

"A minha alma é transmontana, a Lousã foi o meu abrigo e de coração sou serrana, por amor ao meu marido", resumiu.

Passa temporadas na modesta casa serrana da família, em Pescanseco, onde regressam no verão pampilhosenses de várias gerações radicados em Lisboa.

"Gosto muito de estar lá e falar com os mais novos, para saber o que eles fazem", congratulou-se.
Sara Santos anda a reler o livro ‘Padre Fontes -- O romance de uma vida’, de Eugénio Mendes Pinto, uma biografia do fundador do Congresso de Medicina Popular de Vilar de Perdizes: António Fontes, transmontano que, como ela, nasceu em 1940.

"Mas amo a terra que me acolheu", enfatizou. Em Lisboa, "os idosos não têm o apoio domiciliário que têm aqui", beneficiando de "duas visitas diárias", exemplificou.

Desde a juventude, aprecia músicos que se destacaram na oposição à ditadura, como Luís Cília e José Afonso, entre outros.
"Muitas das suas canções ajudaram-me a sentir que era alguém", acentuou.

Também ela escreve poemas com preocupações político-sociais. No último 25 de Abril, numa comemoração local dos 40 anos da Revolução dos Cravos, Sara Santos empolgou o público ao declamar um desses textos.

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Ensaio geral solidário em Lisboa


A compra do bilhete para o ensaio geral do espetáculo «Tempestades» vai reverter para a ATACA - Associação de Tutores e Amigos da Criança Africana

Assistir ao ensaio geral do espetáculo «Tempestades», no próximo dia 16 de outubro, às 21h00, no Teatro Camões, em Lisboa, será uma forma de apoiar a ATACA – Associação de Tutores e Amigos da Criança Africana, através da compra do bilhete para o evento. O espetáculo será apresentado pela Companhia Nacional de Bailado.

«Com coreografia de Rui Lopes Graça e conceção musical de Pedro Carneiro, ‘Tempestades’ é um espetáculo inspirado no movimento alemão Sturm und Drang’ (Tempestade e Ímpeto) nascido nas décadas de sessenta e setenta do século XVIII, que se impunha à racionalidade do Iluminismo e as rígidas regras do neoclassicismo francês, exaltando tempestades de irracionalidade e emoções selvagens», explicam os responsáveis pelo evento, em comunicado.

ATACA é uma Organização Não Governamental que apoia quase 300 crianças moçambicanas, que vivem em «condições de pobreza extrema» garantindo, através do programa de apadrinhamento, a melhoria das condições básicas de vida destas crianças e das suas famílias por meio da alimentação, saúde, educação e vestuário.

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S. Vicente reestrutura voluntariado - Braga

A Junta de Freguesia de S. Vicente está a proceder a uma reestruturação da sua valência do voluntariado. Depois de indicar Manuela Gonçalves para assumir os destinos desta valência social da freguesia, a Junta de S. Vicente, em estreita colaboração com a nova gestão, está a ultimar as linhas orientadoras do voluntariado para aumentar o grupo de pessoas dispostas a esta atividade, fomentar a cidadania ativa, sensibilizar a comunidade para os problemas existentes, contribuir para a prevenção e resolução de alguns problemas e criar métodos de trabalho entre projetos e grupos de voluntariado.
O voluntariado da Junta de Freguesia de S. Vicente está direcionado para uma intervenção por projetos, desenvolvendo ações nas áreas da ação social, cultura, educação e saúde.
Para o desenvolvimento e dinamização desta área de apoio aos mais necessitados, a Junta de Freguesia está a recrutar pessoas que reúnam as condições para prestar este apoio social. Para tal, os interessados devem dirigira-se à sede da Junta de Freguesia de S. Vicente (Rua do Fecisco) e efetuar a sua inscrição. De resto, os novos responsáveis pela gestão do grupo de voluntariado contactarão os selecionados para assumir funções no grupo.

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19/09/14

Misericórdia de Barcelos: voluntariado homenageado

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APVC promove voluntariado ambiental

A APVC - Associação para a Protecção do Vale do Coronado é uma das "13 entidades" que participa no projeto Embaixada da Água, desenvolvendo duas ações neste sábado e no dia 28 de setembro.
Uma "ação de voluntariado ambiental, com limpeza e manutenção da Poça Velha," é uma das ações que a APVC vai desenvolver no âmbito da Embaixada da Água, que se trata de uma iniciativa do Centro Regional de Excelência em Educação para o Desenvolvimento Sustentável da Área Metropolitana do Porto (CRE.Porto), promovido pela Escola Superior de Biotecnologia da Católica Porto, Área Metropolitana do Porto, Pavilhão da Água e mais de trinta parceiros da região.
A limpeza e manutenção da Poça Velha, situada na Rua de Vila, no lugar de Outeiro, em S. Mamede do Coronado, decorrem entre as 9.30 e as 12.30 horas deste sábado, 13 de setembro. Segundo a APVC, a Poça Velha é "um dos mais antigos sistemas de contenção e distribuição de água tradicionais do Coronado", que "ainda" está "ativa e ecologicamente sustentável, rega campos agrícolas e é 'casa' de muitos anfíbios, rico ecossistema". "E, dali, as águas correm, abundantes, para o Ribeiro da Mamoa – e depois, Rio Leça", acrescentou fonte da associação.
Esta atividade é de "acesso livre" a qualquer pessoa, estando a associação a aceitar "voluntários". Para a ação, a APVC recomenda o "uso de botas de água (galochas), luvas e, se chover, impermeável, boa disposição e vontade em recuperar património agrícola". Há ainda a "possibilidade de realizar almoço-picnic junto ao local, em ambiente campestre".
Para mais informações pode contactar através do número 917 040 207 ou consultar o sítio http://embaixadadaagua.blogspot.pt.
Já para a manhã do dia 28 de setembro, entre as 9.30 e as 12.30 horas, há a segunda edição da caminhada Rota da Água no Vale do Coronado, "uma 'viagem' pelos vários pontos de interesse do património da água, no Coronado, com animação cultural e curtas intervenções sobre património, biodiversidade e mundo rural". A caminhada, com um percurso de dez quilómetros, tem como ponto de partida e chegada a Igreja de S. Romão do Coronado. A "participação é gratuita, mas de inscrição obrigatória", através do número 917 040 207.
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COLÓQUIO “O PAPEL DO VOLUNTARIADO NA SAÚDE”

NISA – No próximo dia 20 de setembro, pelas 14 horas, vai realizar-se no auditório da Biblioteca Municipal de Nisa o colóquio “O Papel do Voluntariado na Saúde, Hoje!” promovido pela Federação Nacional de Voluntariado em Saúde – FNVS com o apoio do Município de Nisa e da Liga dos Amigos do Centro de Saúde de Nisa.
O colóquio terá com preletor o Dr. João António Pereira, presidente da FNVS e está aberto à participação de voluntários e técnicos da área social e da saúde e público em geral.
A FNVS é uma Organização de Voluntariado, de Organizações e de Voluntários do Campo da Saúde. Tem também a missão de promover o voluntariado através da informação, da reflexão e do debate, contribuindo deste modo para a tomadas ou aumento da consciência crítica face à sociedade atual e para o reconhecimento do voluntariado como um importante instrumento de participação e de exercício de uma cidadania ativa.
O tema deste colóquio em Nisa, é motivado pela constatação de que ser voluntário e atuar voluntariamente no Campo da Saúde, não tem sempre as mesmas características. O Campo da Saúde, Público ou Privado caminha no sentido da sua organização e adaptação às novas realidades financeiras, económicas e sociais. Nos dias de hoje, sente-se cada vez mais necessária a presença do voluntariado e dos voluntários nas Unidades de Saúde e em outros equipamentos onde prestam cuidados de saúde. Essa presença é necessária à complementaridade e à humanização e deve acontecer com mais organização, com mais profissionalismo no sentido do bem feito e sobretudo com “cada vez mais amor para com o outro”, seja irmão ou cidadão.
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Voluntariado em Saúde: Federação Nacional de Voluntariado em Saúde - FNVS


http://www.voluntariadoemsaude.org/

Considera-se que num primeiro tempo, a origem da Federação Nacional de Voluntariado em Saúde – FNVS, se pode situar em maio de 1992, aquando da realização em Lisboa, de um Encontro de Ligas de Amigos de Voluntariado Hospitalar, promovido e convocado pela então Direção-geral dos Hospitais / Ministério da Saúde.

Num segundo tempo, em 2003, quando cerca de 30 Organizações de Voluntariado em Saúde se reúnem a 19 de julho no Porto e a 28 de novembro em Fátima, onde é registada a afirmação de que “o Voluntariado em Saúde não está representado na Comissão de Saúde / Conselho Nacional para a Promoção do Voluntariado, porque não se encontra organizado em uma Federação” e se dão os primeiros passos no sentido da formalização da ideia em Personalidade Jurídica, com o envolvimento e a liderança da presidência da Comissão Nacional da Pastoral da Saúde e da Responsável do Departamento do Voluntariado em Saúde da mesma Comissão, Dra. Maria Teresa Salgado de Morais, simultaneamente, presidente da Associação do Voluntariado do Hospital de S. João – Porto.
Num terceiro tempo, em 2005 e 2006, quando na Comissão para o Voluntariado no Domínio da Saúde / Conselho Nacional para a Promoção do Voluntariado, é evidenciada a importância da representatividade do setor do Voluntariado Hospitalar na dita Comissão, e em que a presença do referido setor do Voluntariado Hospitalar naquela, por escolha, era assegurada pela, já citada, Dra. Maria Teresa Salgado de Morais, e por quem a secundou na presidência da Associação do Voluntariado do Hospital de S. João – Porto. Foram também neste período, aprovados naquela Comissão e por unanimidade, os Estatutos da Federação, e entregue a liderança do processo em ordem à legalização, à já referida Associação do Voluntariado do Hospital de S. João – Porto, que conduziu, até 2007, à inscrição no Registo Nacional das Pessoas Coletivas, à celebração da Escritura de Constituição, e à formação da Comissão Instaladora.

A data da criação:
Vinte e um de maio de 2007, data da celebração da escritura de constituição,  sendo fundadores, a AVHJoão - Porto, a LAHCascais, a LAHSTirso, a LAHDChaves, a AVHSJDFamalicão, a AHCMPia - Porto, a LACHGaia, a LAHEspinho, a LAHOvar, a LAHSAntónio - Porto e a AVASOCIAL - Entroncamento. O  pedido de admissão da denominação, havia sido apresentado no Registo Nacional das Pessoas Coletivas, a 14 de fevereiro imediatamente anterior; e os Estatutos publicados na edição do Diário da República – 2.ª Série – N.º 245 de 20 de dezembro do mesmo ano.

A Missão:
A Federação Nacional de Voluntariado em Saúde – FNVS, tem a missão de integrar, representar, promover o quadro de valores comuns, preservar a identidade e o voluntariado, e defender os interesses, das Organizações Promotoras de Voluntariado em Saúde e das Organizações Representativas de Voluntários do Campo da Saúde, suas associadas, com domicílio fiscal em Portugal; e desenvolver e alargar a base de apoio social no que concerne à mobilização para o Voluntariado em Saúde e à melhoria dos serviços que se prestam aos beneficiários, com envolvência da comunidade.

A Atualidade:
A 21 de maio de 2013, a FNVS integra 46 Organizações de Voluntariado e de Voluntários do Campo da Saúde, (correspondendo a cerca de 54.410 membros e 9.840 voluntários de ação direta), estabelecidas em todos os distritos de Portugal continental, menos um, e na Região Autónoma dos Açores.
A FNVS presta às associadas, os Serviços de Consultoria Jurídica, em Contabilidade e Fiscalidade, e em Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho, Serviços de Seguros de Acidentes Pessoais para Voluntários, para Dirigentes Voluntários e para participantes de Atividades; e ministra Ações de Formação para qualificação de voluntários e de gestores de voluntariado, tendo para o efeito, uma Bolsa de Formadores, constituída.
A APVS – Agência Portuguesa para o Voluntariado em Saúde, é um serviço da FNVS para a relação com os cidadãos e com as instituições que funciona on-line, e permite a obtenção de informação, a realização de candidaturas, a consultoria, a inscrição em atividades e a obtenção de produtos.
A FNVS ter parcerias firmadas com Entidades públicas e privadas que permitem a realização dos objetivos da Organização e das suas associadas e seus membros.

Os Contactos:
Rua Mártires da Liberdade, 192, 3.º Sala 32 4050-359 Porto
Telefone – 220 999 897     Fax - 220 400 897
Telemóvel – 966 859 736
Endereço eletrónico

6.º ENCONTRO NACIONAL DO VOLUNTARIADO EM SAÚDE

SANTA MARIA DA FEIRA – O 6.º Encontro Nacional do Voluntariado em Saúde realiza-se a 4 de outubro em Santa Maria da Feira, organizado pela Federação Nacional de Voluntariado em Saúde em parceria com a Liga dos Amigos do Hospital S. Sebastião e apoio do Município de Santa Maria da Feira.
O evento subordinado ao tema geral “O Papel do Voluntariado na Saúde” tem como objetivos, para além do encontro de voluntários do campo da saúde de Portugal, o tratamento de vários sub-temas, relacionados com aspetos e áreas específicas do desempenho do voluntariado, como por exemplo, nos cuidados primários, nos cuidados em pediatria e nos cuidados paliativos; e o papel das terapias complementares. Será também tratado o tema “O Papel do Voluntariado no Serviço Nacional de Saúde”, por distinta personalidade do sistema público da saúde.
O Encontro é aberto a todos os públicos e as condições de participação e o programa, encontram-se publicados no site.
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Jovem de Coimbra parte para Moçambique em missão de voluntariado

Suzana Patrocínio, junta-se a uma equipa de 14 voluntários dos Leigos para o Desenvolvimento (LD), que em Setembro partirão em missão para Angola, Moçambique, S. Tomé e Príncipe e o seu destino será Cuamba, em Moçambique.
Em Moçambique, esta jovem licenciada em Língua e Cultura Portuguesa, irá estar mais dedicada ao projecto Muthiyana que promove o empoderamento das mulheres de Cuamba, em Moçambique.
Para Suzana Patrocínio, de 32 anos partir em missão humanitária é… “confiar, acima de tudo, em Deus e saber que fazemos parte de uma grande família de missionários. É, também, aprender a viver em comunidade e a praticar diariamente a nossa relação de intimidade com Deus, através da oração – individual e comunitária. É aprender a pedir graça mesmo nos momentos de maior dificuldade, tendo a resiliência necessária para continuar a seguir a Deus e não abandonar a missão que nos foi confiada a nós”.
Sobre as expectativas que tem para a sua missão, Suzana Patrocínio diz: “mais do que ter expectativas sobre a missão que vou desenvolver, é saber que aprendi a deixar o coração aberto para que Deus haja através de nós”.
Quanto aos nove meses de formação que antecederam a sua partida, refere ainda: “foram 9 meses de grande crescimento espiritual e pessoal, nos quais aprendi a partilhar com os meus irmãos de missão aquilo que vou sentindo e pensando no dia-a-dia e compreendendo a importância de saber dizer as coisas com justiça, verdade e amor. Sem ter receios ou travões. Porque estar na formação dos Leigos é estar entre pessoas que têm a mesma vontade de servir a Deus, que têm o mesmo brilho no olhar e o mesmo comprometimento para com a vida”.
No total, estarão no terreno 14 voluntários, cujo objetivo é dar continuidade a um trabalho de 28 anos ao serviço das comunidades mais necessitadas. Para assinalar a partida destes novos jovens voluntários realizar-se-á uma Missa do Envio no próximo dia 7 de setembro, às 13:00, na Igreja do Colégio São João de Brito, em Lisboa.
Com uma experiência e saber acumulado ao serviço dos outros há 28 anos, os Leigos para o Desenvolvimento têm um projeto em Portugal (Centro S. Pedro Claver) e quatro missões em curso, em três países de expressão portuguesa: duas em S. Tomé e Príncipe (Porto Alegre e S. Tomé), uma em Angola (Benguela) e outra em Moçambique (Cuamba).
Os “Leigos para o Desenvolvimento” são uma Associação católica, dotada de personalidade jurídica canónica e civil, reconhecida como uma Organização Não-Governamental para o Desenvolvimento (ONGD), membro da Plataforma Nacional das ONGD Portuguesas e da Rede Xavier. Nasceu em Lisboa, a 11 de Abril de 1986,e a sua sede é no Centro Universitário Padre António Vieira , em Lisboa.
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Voluntários de "Leigos para o desenvolvimento" partem para São Tomé, Angola e Moçambique

Mais 14 voluntários dos Leigos para o Desenvolvimento partem para São Tomé e Príncipe, Angola e Moçambique.

Uma partida marcada para este início de Setembro, mês em que começam a regressar a Portugal as equipas que têm estado naqueles países africanos. Os dado são avançados pela associação “Leigos para o Desenvolvimento” que envia este ano menos voluntários para as missões que tem a decorrer naqueles países da lusofonia.

Um esforço no âmbito do voluntariado missionário que conta com mais de 1.500 portugueses que se tem envolvido ao longo do ano em acções de voluntariado no país e no estrangeiro, revelou a Fundação Fé e Cooperação, organismo da Igreja Católica.

De Lisboa, Domingos Pinto com uma síntese de noticias de âmbito eclesial em Portugal.

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06/09/14

Grupo Ondjoyetu prepara novo ano


No dia 6 de setembro, às 20h30, no Seminário de Leiria, com a celebração da Eucaristia, o jantar partilhado e a apresentação do programa anual, o grupo missionário diocesano irá dar início a mais um ano de atividades.
Esta será também uma ocasião para “reforçarmos a nossa coragem missionária e aumentarmos o ânimo para continuar”, refere o padre David Nogueira.
Este responsável recorda que foi por esta altura, no ano de 1999, que se realizou o primeiro encontro de jovens missionários que resultou no que hoje é o grupo missionário Ondjoyetu, quando se deslocaram à nossa diocese alguns jovens de Créteil, França: “Na altura foi feito um encontro de partilha e, como continuação e por orientação do padre Vítor Mira, surgiu um grupo que foi reunindo e caminhando ao longo de 15 anos de dinâmica missionária dentro e fora da Diocese e do País”.
Esse facto será lembrado ao longo do ano em várias iniciativas, a primeira das quais será uma vigília missionária diocesana, no dia 17 de outubro, às 21h00.
Ainda em outubro, nos dias 24 a 26, o grupo estará no Mercado de Sant’Ana, no centro da cidade de Leiria, com uma exposição fotográfica e outros testemunhos destes 15 anos de atividade.
Mais informações na página do grupo missionário.
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Cáritas prepara voluntariado para Setembro


A Cáritas Diocesana de Beja está a receber voluntários para as campanhas que se iniciam em Setembro.  
Durante o mês de Agosto, Teresa Chaves, presidente da Cáritas, diz que o menor número de actividades não exige um número tão significativo de voluntários. Ainda assim, a distribuição dos géneros alimentares do programa de apoio aos mais carenciados contínua a ter o apoio do trabalho voluntário.
Na Cáritas Diocesana de Beja, o perfil do voluntário vai desde o estudante universitário ao reformado.
No total são 35 os voluntários que colaboram com a Cáritas de Beja. O número multiplica-se em épocas de campanhas especiais. O início de Setembro traz a angariação de material escolar numa das superfícies comerciais da cidade. Teresa Chaves afirma que as inscrições têm corrido a bom ritmo, mas que “são sempre precisas mais pessoas”. A mesma responsável apela ao voluntariado e destaca que “quem faz voluntariado recebe mais do que aquilo que dá”.
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Missionários e jovens debatem papel da família

Jovens e missionários vão unir-se às preocupações do Papa Francisco sobre a família, no âmbito das Jornadas Missionárias e das Jornadas Nacionais da Pastoral Juvenil, que vão decorrer em Fátima



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26/08/14

Juventude

As férias de Verão
Por Inês Garcia

As férias de verão já chegaram há algum tempo, mas para aqueles que agora acabaram a sua formação, chega a parte em que procuram emprego. Para muitos essa será uma luta de muitos meses, para alguns poderá mesmo chegar a um ano ou mais, altura em que param de procurar. Alguns com desejo olham para fora do país, outros param de procurar, desmotivados pela falta de respostas.

Não faltam, se procurarmos, empresas de recursos humanos, páginas e blogs com propostas de emprego e conselhos que prometem ajudar na procura de emprego. Entre esses conselhos poderemos encontrar vários que nos dizem que devemos manter-nos em constante aprendizagem, sempre a acumular novas experiências, novas competências, com cursos, formações, ou voluntariado, por exemplo.

Para os jovens que procuram emprego torna-se difícil conceber uma realidade em que acabada a sua formação, seja ela qual for, têm ainda que pagar por formações complementares. Para muitos é inconcebível pagar por cursos, muitos de nós, jovens, não temos o poder financeiro para fazer novas formações, especialmente no Verão, em que pretendemos levar uma vida descansada, ir à praia, "curtir" com os amigos, ir a festas, etc.

Torna-se ainda mais difícil procurar emprego, mandar currículos para todos os lados, o que se vai tornando cansativo e mesmo infrutífero, porque simplesmente, se não tivermos tirado gestão, economia ou qualquer outra formação nessa área, somos "pouco interessantes" para o mercado de trabalho.

Há estudos que dizem que fazer voluntariado é uma excelente forma de conseguir manter essas competências em constante atualização. Há que ser, necessariamente, inteligente nos projetos a aderir, mas eu, como dirigente associativa, vejo o quão difícil é incentivar os jovens a participar nessas causas, sejam elas qual forem, mesmo quando o que se requer aos jovens é simplesmente aparecer.

O nosso distrito, de Setúbal, é particularmente pobre em tecido associativo. As associações juvenis são inexistentes no concelho de Setúbal e têm uma fraca expressão (pelo menos) em Palmela, são essas as realidades mais próximas que eu conheço. Vejo que o que mexe os jovens são as festas, aquelas com a música bem alta, que não permita aos jovens conversar, em que as competências desenvolvidas são a dança e a conversa fútil.

Não é fácil fazer trabalho de voluntariado, mas vou-vos dar a minha experiência. Aprende-se bastante, trocam-se muitos conhecimentos. Existe um sentimento de partilha, quando estamos envolvidos numa associação, se ela for juvenil, encontraremos pessoas com as quais partilhamos muitos interesses, encontramos pessoas com quem aprendemos.

Aprendemos a "fazer acontecer", emprestamos uns aos outros, ajudamo-nos, e, numa associação juvenil, pelas largas dificuldades que enfrentam, pela falta de apoios, contamos apenas uns com os outros se queremos ver alguma ação ser realizada. Isso melhora as nossas competências sociais, no mínimo, mas também de organização, porque qualquer associação deve obedecer a estatutos definidos, devemos prestar contas aos sócios (os que existem) e temos que lutar por apoios. Por isso acreditem, ganhamos competências.

Podem-me dizer que depois de tirarem um curso querem é trabalhar. Trabalhar de graça não é para ninguém, não estão para isso. Pois bem, eu subscrevo, mas a inércia é o pior que nos pode acontecer. Se derem uma oportunidade a uma associação perto de vocês, se se juntarem a um movimento de voluntariado verão que aprenderão muito mais do que estavam à espera. E talvez com esse enriquecimento no vosso currículo mostrem ao recrutador que são "desenrascados", interessados e auto-suficientes, e vão-se distinguir de todos aqueles que têm uma formação semelhante.

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Banco local de voluntariado em Almeirim

Almeirim implementou um banco local de voluntariado numa iniciativa da câmara municipal no âmbito da Rede Social.

A autarquia vai coordenar o registo das pessoas que pretendem ser voluntárias e as instituições que precisam delas.

O presidente da câmara, Pedro Ribeiro, refere num folheto enviado pelo correio aos munícipes que a ideia ganhou forma porque "ao longo dos anos muitas têm sido as pessoas que nos têm contactado para fazerem voluntariado".

Podem aderir ao banco do voluntariado todas as pessoas que de forma desinteressada se comprometam a dar um pouco do seu tempo livre em diversas acções.

As organizações que os vão receber podem ser públicas ou privadas, sem fins lucrativos, como escolas, instituições de solidariedade social, juntas de freguesia, serviços de saúde, entre outros.
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