27/08/16

Missão Ondjoyetu: Estes 10 anos fizeram a diferença!


Foi no passado dia 12, sexta-feira, que regressou a Portugal o grupo dos sete que tinham ido em visita ao Gungo. Para alguns foi a novidade do desconhecido, oportunidade de finalmente ver, sentir e viver aquilo que já tantas vezes tinham ouvido contar. Para outros foi regressar ao sítio de onde nunca tinham partido.
Estes 12 dias de Missão foram passados grande parte do tempo na sede da Missão, Donga, onde foi possível acompanhar e dar formação aos líderes da Pastoral da Criança, parteiras, promotores de saúde, jovens, grupo de catequistas e da liturgia. Sendo grande parte do grupo da área da saúde, podemos dar alguma assistência em consultas e tratamento de feridas. Connosco também subiu o camião e pudemos reforçar a cantina e levar alguns bens para pessoas particulares.
Tivemos ainda a oportunidade de estar dois dias numa aldeia do Gungo, no Calipe, onde nos encontrámos com a comunidade local e com as milhões de crianças que lá vivem, sempre com o seu sorriso e curiosidade encantaram os corações das nossas visitas.
E falo agora em nome pessoal: foi muito, muito bom voltar a estar no Gungo. Ver como os projetos continuaram a evoluir, rever pessoas que assumiram papéis mais importantes na Missão e perceber como as sementes que tantos e tantos voluntários deixaram deram frutos e o Gungo está a crescer. Chegamos à Donga de noite e ao longe vimos a luz que ilumina aquele lugar, a luz não vem só dos painéis solares que permitem iluminação dos espaços públicos, vem do coração de tanta gente boa que está a aproveitar a presença missionária, vem do amor que tantos missionários depositaram no seu trabalho, vem da oração dos que nunca tendo pisado esta terra também contribuem para a Missão e da certeza que este é um projeto de Deus.
E como disse o Tio Calei na mensagem de despedida: "Já não é pelas vossas palavras que acreditamos; nós próprios vimos e ouvimos e sabemos que Ele é verdadeiramente o Salvador do mundo".
Twapandula chiwa a todos os que tornam possível esta Missão.
Estamos Juntos!
Mana Inegi (colaboração) | Presente Leiria-Fátima

Daqui.

11/08/16

Cáritas Diocesana apela a voluntários para “regresso às aulas”


A Cáritas Diocesana de Leiria-Fátima vai associar-se, pelo terceiro ano consecutivo, à Cáritas Portuguesa e à Associação Karingana Wa Karingana para recolher material escolar novo.
Trata-se de uma campanha que visa oferecer conjuntos escolares a crianças de famílias carenciadas da Diocese, no próximo início de ano letivo. Para tal, a ação vai decorrer no fim de semana de 3 e 4 de Setembro e a Cáritas aceita a participação de voluntários que queiram colaborar.
No ano passado, “participaram cerca de 65 voluntários, tendo sido angariadas mais de 20 mil unidades de material escolar, nos dois dias em que decorreu a campanha”, informa a instituição, acrescentando que “este ano queremos voltar proporcionar às nossas crianças um início de ano escolar mais feliz”.
Os interessados poderão contactar os telefones 961483691 e 244823692 ou o email social.caritas.leiria@gmail.com.

Daqui.

Troféu distingue melhores práticas de voluntariado

As candidaturas para o Troféu Português do Voluntariado já estão a decorrer. A iniciativa homenageia anualmente as boas práticas de voluntariado



As organizações promotoras de voluntariado podem candidatar os seus voluntários ao Troféu Português do Voluntariado até ao próximo dia 15 de outubro. O vencedor vai receber uma «peça de cristal» e um certificado. «A organização proponente receberá também um certificado», com o nome do projeto associado ao vencedor.

Troféu Português do Voluntariado será atribuído pela Confederação Portuguesa do Voluntariado (CPV), pela oitava vez, para «homenagear o trabalho dos voluntários e incentivar a prática do voluntariado».

A distinção é uma forma de «promover e valorizar» o voluntariado, «incentivar a defesa do ambiente e dos animais» e «divulgar boas práticas», indicam os promotores da iniciativa, em comunicado.

Daqui.

Novo grupo Ondjoyetu no Gungo


Há três anos que planeamos esta viagem. Para uns foi e será um reencontro de caras conhecidas. Para outros todo um mundo novo!
Para os primeiros, será uma tentativa de atenuar todas as saudades acumuladas ao longo destes anos e reviver todo o amor e amizade a que já estão habituados. Para os segundos, apesar de já terem ouvido vezes sem conta, nas palavras dos que já conheciam a terra, foi sentir pela primeira vez a verdadeira África.
Partimos no dia 2 de agosto para o Gungo. O nosso cavalinho e elefante levam as doações que se reuniram em Portugal. Graças à generosidade de todos levamos medicamentos, produtos diversos de farmácia, bens de primeira necessidade, e o amor de todos, que, assim, também estão em missão com todos nós. Os missionários estão preparados para avançar com formações na área da saúde, desenvolvimento pessoal e social de jovens e crianças e partilhar com o povo a palavra do Senhor. Daqui a uma semana teremos histórias e novidades para partilhar.
Estamos juntos...agora na linha da frente!
Daqui.

07/08/16

Papa agradece aos voluntários das JMJ

Francisco agradeceu especialmente os voluntários que "por mais de um ano trabalharam neste evento". 

Ler mais aqui e aqui.

13/07/16

VOLUNTARIADO: Cáritas precisa de monitores para Férias Balneares

COMO SER MONITOR NA COLÓNIA BALNEAR 





http://www.coloniacaritas.org/como-ser-monitor/

07/07/16

Médicos festejam aniversário com seminário

Os Médicos do Mundo assinalam o seu aniversário com o seminário «Emergência Humanitária e Desastres Naturais». O Enviado Especial do Banco Mundial para o Haiti, Alexandre Abrantes, é o orador

Ver mais aqui.

04/06/16

ATIVIDADE DE VERÃO – FÉRIAS SOLIDÁRIAS 2016

Porque há atividades que nunca custam “repetir”… de novo…





3 - 7 agosto 2016
> 17 anos | jovens . adultos

Para quê?
Cuidar o Encontro contigo, com outros, com a natureza,
com Deus em tempo de férias.

 Onde?
Acantonamento | Mosteiro de Arouca
Caminhadas | Passadiços do Paiva, Mizarela, Drave
Misericórdia | Lar e Cuidados Continuados
Patronato | Crianças e Jovens


outras ligações:

Mais informações e inscrições:
Cristina Nunes

968574005


22/05/16

Comunidade Vida e Paz - Trabalho Voluntário com Sem-Abrigo


A intervenção da Comunidade Vida e Paz só é possível graças ao trabalho de muitas pessoas que anónima e generosamente nos dão um pouco de si mesmos, todos os dias, nas mais diversas atividades. Conheça as diferentes formas de voluntariado.
Ser voluntário nas Equipas de Rua
De 15 em 15 dias, o voluntário faz a volta da noite, com o objetivo de escutar e motivar as pessoas sem-abrigo a mudar de vida.
Ser voluntário nas Equipas das Sandes
Prepara e acondiciona as ceias que são distribuídas todas as noites pelas Equipas de Rua às pessoas sem-abrigo.
Ser voluntário no Banco de Roupa
Faz a triagem dos donativos de roupa que chegam à Comunidade. Prepara os kits de roupa para as voltas da noite e os pedidos de roupa vindos dos Centros, EAD e do projeto de apoio às famílias.
Ser voluntário na Comunicação
Representa a Comunidade Vida e Paz nos eventos de angariação de fundos em que a instituição participa. Atendimento na loja ‘Montra Solidária’.
Ser voluntário no Espaço Aberto ao Diálogo, Comunidades Terapêuticas e Comunidades de Inserção
Nas várias estruturas da Comunidade existem diversas necessidades ao nível de voluntariado que podem ir desde a animação, à formação profissional etc.
Ser voluntário na Equipa para a Espiritualidade
Para que a Comunidade seja portadora de esperança e dignificação da pessoa humana através de um projeto integrador, dirigido à pessoa por inteiro e de forma universal, a ação do Apoio Espiritual, caminha para colaborar no cumprimento da missão da Comunidade Vida e Paz, cooperando no processo de transformação, transversal a todos os envolvidos nessa missão a partir do carisma fundacional
Ser voluntário com a sua Empresa
O voluntariado empresarial é uma excelente forma de criar espírito de equipa e entre-ajuda entre os colaboradores.

Seja nosso Voluntário!


CONTACTOS:
Natacha Santos – Gestão de Voluntariado
Daqui.

16/03/16

Entre a culpa e o perdão

Podem reparar-se os danos causados a uma vítima? Vítimas e agressores de crimes diferentes, juntam-se na mesma sala para tratar das marcas deixadas pelos crimes. Os diálogos restaurativos tentam beneficiar os indivíduos afectados por comportamento ofensivos. Trata-se de um projecto que está implementado em 7 países europeus e que pela primeira vez é aplicado em Portugal. No caso, o Estabelecimento Prisional do Linhó, em Sintra, serviu de lugar de encontro.

Ver reportagem aqui.

11/01/16

VOLUNTARIADO COM SEM-ABRIGO

Teresa Olazabal, Uma vida entregue


Como surgiu o seu desejo de ir ao encontro dos sem-abrigo, na noite do Porto? 
Um dia de inverno, há 20 anos, as temperaturas no Porto desceram até aos 2 graus negativos. Duas amigas e eu fomos à baixa com cobertores, ovos cozidos e chocolates, saber se era preciso ajuda. Quando vi um homem deitado no chão na rua, instintivamente ajoelhei-me junto dele e pela primeira vez percebi que era ao próprio Jesus que estava a atender. Nunca mais deixei de lá voltar.

A Teresa conseguiu reunir um grupo de amigos que lhe permitem levar por diante o trabalho com os sem-abrigo sem criar nenhuma “instituição”. É fácil, trabalhar assim, sem rede?
O AMOR não cabe em estatutos e normas. É gratuito, livre e espontâneo. Nunca seremos uma instituição, mas não é fácil trabalhar assim.

Um dos aspetos mais originais do seu trabalho com os sem-abrigo é cuidar tanto da dimensão espiritual quanto da material. Em cada encontro mensal com eles, há tempo para celebrar a fé, para o convívio, para a distribuição de bens materiais. De onde nasceu este modo diferente de estar com os sem-abrigo? 
O nosso grupo está sempre em processo de criação, crescimento e discernimento. Foi muito claro para nós que a principal fome desta «população» é Jesus. Um dia, em oração, conversei com Jesus sobre a maneira de saciar esta fome. Jesus foi muito claro na sua resposta: «Leva-me contigo». Atordoada e sem saber como, perguntei-Lhe onde, porque não tinha sítio. Jesus voltou a falar-me muito claramente: «Vou contigo onde eles estão». E o grupo esteve de acordo.

São conhecidas as suas celebrações de Natal com os sem-abrigo, que incluem sempre a celebração da Eucaristia. E também começam a ser conhecidos os «Retiros» espirituais para sem-abrigo, que organiza anualmente. Fale-nos do que acontece nestas ocasiões... 
A ideia da Missa de Natal apareceu como a continuação lógica da oração de rua. É o ponto alto dos nossos encontros, e a ternura de Deus que Se quer aproximar de cada um dos Amigos da Rua como há 2000 anos Se aproximou dos coxos, cegos, paralíticos e leprosos. É muito especial. Quanto aos «Retiros» espirituais, são uma graça que o Senhor, na sua imensa Misericórdia, nos quer dar – aos que os recebem e aos que os orientam; as vidas e as feridas dos corações brotam dolorosamente e Jesus consola, cura, toca. São momentos de uma imensa beleza.

A Teresa tem uma longa história de voluntariado. Onde começou a prestar este serviço? Recorda algum episódio ou pessoa que mais a tenha marcado? 
Os três sítios onde o Senhor me chamou a servi -Lo, foram os deficientes profundos, os doentes terminais oncológicos, e os sem-abrigo. Há muitos episódios marcantes na minha vida de voluntária, sendo que o principal foi o de ter sido possí- vel receber em casa um sem-abrigo em estado terminal para o atender, tratar e amar durante três meses e acompanhá-lo até à sua morte. Um grande presente do Céu.

A sua família acompanha-a e apoia-a neste serviço? 
É costume em casa não se falar dos deficientes e dos doentes terminais, apesar de um dos meus filhos me acompanhar há bastante tempo com os sem-abrigo.

Recentemente, viu-se inesperadamente atingida pela doença. Como integra uma realidade assim na sua vida de fé?
Várias doenças atingiram-me, e à minha família, nos últimos meses. Só em Deus e na Fé é possível com-viver com Paz e Alegria a realidade da doença, tendo como certo que Deus não manda o mal nem a doença, mas que Se interlaça nela para tirar o maior bem. Isto leva a que a doença passe a ser uma graça que agradeço ao Senhor todos os dias e todo o dia. Costumo fazê-lo recitando frases do Magnificat de Nossa Senhora.

Se quisesse resumir a sua vida cristã, que palavras escolheria? 
Entrega.

Daqui.

Fotografias:
1 - O Gregório que morreu em nossa casa, uns dias antes de morrer
2 - O Rui (deficiente) comigo
3 - Diante deste homem na rua ajoelhei-me
4 - O senhor António em Soutelo
5 - Uma deficiente de que cuidei

26/11/15

Voluntariado para ajudar os refugiados


Texto de Ban Ki-Moon, aqui ("Deem oportunidades aos refugiados para retribuírem").

23/11/15

BANCO ALIMENTAR - LEIRIA

Caro voluntário,

A próxima Campanha de recolha de alimentos do Banco Alimentar decorrerá no fim-de-semana de 28 e 29 de novembro de 2015. À semelhança do que tem acontecido nas Campanhas anteriores, solicitamos a todos os voluntários, que queiram participar no trabalho de armazém, que preencham os seus dados e o turno pretendido no seguinte formulário:


Basta clicar no link que está a azul, preencher os dados pessoais, selecionar o turno e enviar-nos o formulário carregando na tecla Submit (validar) no fim do formulário.

 Agradecemos resposta até dia 22 de novembro.

Obrigada pela vossa disponibilidade em mais uma campanha de recolha de alimentos do Banco Alimentar de Leiria-Fátima.

Com os melhores cumprimentos,

Sílvia Domingues/José Marques

02/11/15

Campanha do Banco Alimentar contra a Fome



Nos dias 28 e 29 de novembro (sábado e domingo), o Banco Alimentar Contra a Fome realiza a sua tradicional recolha de alimentos, com vista a auxiliar os mais necessitados. 

27/09/15

ADAV-Leiria precisa de voluntários


A ADAV-Leiria, instituição que ajuda mulheres grávidas, puérperas e suas famílias, precisa de voluntários.

Contactos:
adav.leiria@gmail.com
963 051 000

Para se fazer voluntário da ADAV-Leiria, preencha este questionário de candidatura.

08/09/15

Morreu a 'senhora solidariedade' aquela que mais promoveu o voluntariado em Portugal


Elza Chambel foi uma das mais ativas voluntárias portuguesas. A Presidente do Conselho Nacional para a Promoção do Voluntariado morreu aos 78 anos



Perdeu hoje a batalha contra o cancro. Tinha 78 anos. 



A figura frágil camuflava a energia inesgotável de uma mulher que afirmava não ter a palavra "reforma" no seu dicionário pessoal. Elza Chambel foi uma das principais impulsionadoras do voluntariado em Portugal.

Presidente do Conselho Nacional para a Promoção do Voluntariado desde a sua fundação, em 2006, foi também a Coordenadora Nacional do Ano Europeu do Voluntariado, em 2011. No ano seguinte, o Presidente da República, Cavaco Silva, nomeou-a Comendadora. Informalmente, tinha outro título, o de "senhora solidariedade". 

"Voluntariado é trabalhar para e com o outros", dizia.

Nascida no Rio de Janeiro, passou a infância e a juventude em Trás-os-Montes, o que lhe moldaria o carácter aguerrido. Acabou por se fixar em Santarém para onde foi trabalhar como notária.

Licenciada em Direito pela Universidade de Coimbra, em 1960, afirmava-se como "feminista entre aspas" e envolveu-se na luta pela afirmação das mulheres na função pública.

"Na altura, havia um regulamento que dizia que as mulheres não podiam ir além de chefe de secção. Eu aceitaria isso se não me sentisse capaz de exercer o cargo, mas nunca por ser mulher", costumava contar. Elza Chambel acabou por conseguir fazer do estatuto do pessoal da Caixa de Previdência de Santarém um exemplo a nível nacional.

Foi a primeira chefe de divisão em Portugal e chegou a lugares de topo na estrutura da Segurança Social, como diretora distrital de Santarém e da Região de Lisboa e Vale do Tejo.

Em paralelo, sempre se dedicou à promoção do voluntariado. Procurava agitar consciências e dar visibilidade à causa. Ainda no passado dizia numa entrevista que "o voluntariado não pode substituir postos de trabalho".
Considerava-se uma otimista e quem com ela convivia também partilhava da mesma opinião.

Elza Chambel deixa uma filha, duas netas, de 14 e 18 anos, e mais de meio milhão de voluntários em Portugal.

Daqui.

04/09/15

O que posso fazer para ajudar os refugiados? - FAZER VOLUNTARIADO


Muitos portugueses questionam-se sobre o que podem fazer para ajudar. A Renascença preparou um guia prático.


Há várias maneiras de agir, desde abrir a casa ao acolhimento de famílias, fazer uma doação em dinheiro ou bens ou até dar aulas de português para ajudar à integração dos refugiados. A Renascença elaborou um pequeno guia com alguns exemplos do que se pode fazer.


A UNICEF Portugal aceita donativos em dinheiro, tal como a maioria das organizações que já têm larga experiência em trabalhar nestas situações de crise humanitária, como os Médicos Sem Fronteiras, o Serviço Jesuíta aos Refugiados, a Cáritas ou a Cruz Vermelha. 



Faça uma doação

Para a UNICEF (Fundo das Nações Unidas para a Infância) pode aceder a este site para fazer um donativo em dinheiro, que a organização explica para onde vai ser canalizado.



Os Médicos Sem Fronteiras têm um site próprio só para donativos. Se quiser especificar para onde quer enviar o seu dinheiro – por exemplo, para o alívio das condições humanitárias nos campos de refugiados em Calais, em França, ou na fronteira da Hungria com a Áustria, pode telefonar para (212) 763-5779 ou enviar um email paradonations@newyork.msf.org.



O Serviço Jesuíta aos Refugiados opera em todo o mundo e dedica-se em Portugal ao acolhimento de refugiados de diversas proveniências. Aceita transferências bancárias para o NIB 0036.0071.99100093831.32 (Montepio). Pode enviar também cheque/vale postal dirigido a JRS-Portugal Serviço Jesuíta aos Refugiados, Rua Rogério de Moura, Lote 59, Alto do Lumiar, 1750-342 Lisboa.



A Cáritas está a trabalhar activamente no terreno com as centenas de migrantes que afluem todos os dias à Europa. Pode enviar o seu donativo aqui.



A Cruz Vermelha Internacional também recebe donativos no site



Faça voluntariado e/ou doação de bens

Alternativamente, pode dedicar algum do seu tempo a ajudar na prática. Pode envolver-se com as associações no terreno, como as acima referidas, ou, em Portugal, pode falar para o Conselho Português para os Refugiados (CPR), cujo objectivo principal é promover uma política de asilo mais humana e liberal, a nível nacional e internacional. É o "parceiro operacional" do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) para Portugal. 



O CPR tem dois centros de acolhimento em Portugal e precisa sempre de alimentos não perecíveis. Estão também à procura de voluntários, e neste momento a prioridade vai para professores que ensinem os refugiados a falar em português. 



Além disso, o CPR já recebeu ofertas de mais de 100 famílias portuguesas que se dispuseram a receber refugiados em suas casas. Se quiser inscrever-se para acolher cidadãos sírios, iraquianos, afegãos e por aí fora, pode enviar a sua proposta para geral@cpr.pt.



Um grupo de amigos alemães criou espontaneamente a associação "Refugees Welcome", que se está a tornar numa espécie de "AirBnB para refugiados". Uma rede similar pode chegar a Portugal.



Compre bens específicos para os mais necessitados

A Amazon disponibilizou uma "wishlist" para as pessoas comprarem bens como sapatos e sacos-cama para serem enviados para Calais, onde milhares de pessoas se encontram bloqueadas num campo de refugiados que já recebeu a alcunha de "a Selva" por parte das autoridades francesas e britânicas. 



Pode organizar uma recolha de roupa e alimentos no seu bairro ou local de trabalho e entrar em contacto com organizações como a Cáritas para fazer uma doação em género. 



Assine uma petição

Existem várias petições que querem chamar a atenção dos legisladores para esta crise humanitária sem precedentes. Entre elas, um par de exemplos:



Pode sempre criar a sua própria petição, inscrever-se como voluntário ou simplesmente ajudar a partilhar as notícias que chegam das fronteiras europeias. 



Quase 300 mil migrantes e refugiados chegaram este ano à Europa pelo mar Mediterrâneo, anunciou esta semana a agência da ONU para os refugiados. Estima-se que as chegadas vão continuar a um ritmo de três mil pessoas por dia.
Daqui.
Ver mais aqui.

03/09/15

CONFIAR realiza 2.º painel de impacto de Justiça Restaurativa


Confiar-PF/Portugal iniciará em Setembro, no Estabelecimento Prisional do Linhó, o segundo painel de impacto de Justiça Restaurativa, juntando vítimas e ofensores de crimes idênticos aos sofridos pelas vítimas. A Associação refere que, ao fim de oito sessões, moderadas por dois facilitadores qualificados, o Perdão, a Verdade, a Reconciliação e a consciência  do impacto dos atos cometidos trarão uma redução da reincidência no crime e uma desvitimização progressiva. Mais informações, aqui.