Voluntários vão frequentar uma ação de formação para estudo da língua portuguesa e só depois partem para Nova Mambone, onde está previsto ficarem pelo menos três anos
- Visita e
Eucaristia com os Reclusos da Prisão Alcoentre (*)
- Via Lucis com as Famílias de Alcoentre, S. Pedro e Manique
Início: 6.ªf | 28 Abril, pelas 18horas
Fim: Domingo | 30 Abril, pelas 18horas
(*) a visita e Missa na Prisão requerem o envio da cópia do CC por email até
dia 2 de Abril e está sujeito a confirmação pela Direção do Estabelecimento
Prisional.
Acantonamento nos Bombeiros de Alcoentre
Para maiores de 18 anos
15 Páscoas | estudantes e desempregados
25 Páscoas | profissionais
Inclui seguro de acidentes pessoais (o preço nunca é impedimento)
Parcerias:
Paróquias de Alcoentre
Capelania do Estabelecimento Prisional
Bombeiros Voluntários de Alcoentre
Estiveram em missão na Costa de Marfim, Moçambique e São Tomé e Príncipe. Agora vão estar no Consolata Museu para contarem como foi o contacto com com mais pobres, as dificuldades sentidas e os momentos felizes que viveram
Quatro missionárias vão revelar as suas «experiências pessoais sobre a missão, as realidades encontradas, as dificuldades, os resultados e as suas perspetivas sobre o que deve ser a missão hoje», no próximo dia 15 de fevereiro, a partir das 21h00, no Consolata Museu, em Fátima.
Ao longo da noite, os visitantes poderão escutar a médica Maria João Lopes, que passou pela Costa de Marfim e que agora se prepara para partir em missão para a Guiné-Bissau, mas também a educadora de infância Joana Peixoto, que esteve a fazer voluntariado em Moçambique. A estas voluntárias dos Missionários da Consolata juntam-se Helena Reis e Ana Aleixo, ambas professoras do Centro de Estudos de Fátima (CEF), que estiveram em São Tomé e Príncipe, através das Missões Claretianas.
Estes testemunhos serão dados «na terceira sala da exposição permanente do museu, dedicada exclusivamente ao mundo missionário e ao caminho do Evangelho através dos cinco continentes», informam os responsáveis pelo espaço museológico dos Missionários da Consolata, em comunicado.
O relato das histórias de missão terá início após a «degustação de chá e biscoitos», uma característica da iniciativa em que esta atividade de insere – o «Chá com Arte». O evento é organizado pelos responsáveis do Consolata Museu | Arte Sacra e Etnologia e pela sua liga de amigos. Esta edição vai decorrer sob o tema «Voluntariado Missionário».
Na paróquia de Santa Catarina, Caldas da Rainha (Lisboa), vai realizar-se, este sábado, o envio missionário de Susana Querido, membro do grupo missionário Ondjoyetu da Diocese de Leiria-Fátima, para Angola.
A leiga missionária que tem 33 anos e é professora de Educação Moral e Religiosa Católica parte, dia 07 de fevereiro, para Sumbe, (Angola) volvidos cerca de 13 anos, lê-se numa nota enviada à Agência ECCLESIA.
Em 2004, Susana Querido fez parte do projeto ASA (Ação Solidária com Angola), que decorreu de 2000 a 2006 e se concretizou na geminação das dioceses de Leiria-Fátima e do Sumbe, refere.
O Centro S. Pedro Claver é um projeto dos Leigos para o Desenvolvimento em Portugal, que desde 1993 apoia, em regime de explicações, estudantes estrangeiros residentes na área da Grande Lisboa, no sentido de facilitar a sua integração como alunos ou como trabalhadores em Portugal.
Em 2017, o Centro está à procura de pessoas que tenham gosto e disponibilidade para ensinar e que possam dar pelo menos 1h do seu tempo a lecionar disciplinas de Matemática, Físico-Química e Português, a alunos do 3º ciclo e secundário.
Participamos na construção de pontes entre pessoas, instituições e territórios, através de acções de voluntariado, de forma a tornarmos a Cidade mais justa, fraterna e solidária.
Temos projectos nossos (sempre com parceiros), projectos conjuntos, e projectos de parceiros para os quais contribuímos com voluntários que levam o espírito do serviço à Cidade, do encontro e da mudança.
Vamos ao encontro de pessoas socialmente fragilizadas, actuando nas temáticas da exclusão, da pessoa sem-abrigo, da pessoa idosa isolada, das crianças e jovens em situações de maior vulnerabilidade, da pessoa imigrante ou refugiada, etc.
Informações: GABINETE DE APOIO À FORMAÇÃO AVANÇADA (GAFA) Marta Salvador Tel. 21 721 41 54 / 21 721 40 00 Horário de atendimento:2ªs. a 6ªs. Feiras: 09H00 - 18H00; Endereço electrónico:gafa@ft.lisboa.ucp.pt
O júri da competição Capital
Europeia do Voluntariado, implementada pelo Centro Europeu de
Voluntariado (CEV) desde 2014,selecionou
a cidade de Aarhus, na Dinamarca, comoCapital Europeia do Voluntariado
2018. O anúncio da cidade vencedora foi feito durante as celebrações do Dia
Internacional dos Voluntários, a 5 de dezembro último, em Londres, no
âmbito da conferência internacional que encerrou as
iniciativas realizadas no quadro da mesma distinção da qual Londres
foi alvo durante 2016. Em 2017, a Capital Europeia do
Voluntariadoserá Sligo, na Irlanda, cujo centro de voluntariado celebra o
seu 10º aniversário. Nesta cidade o valor económico do voluntariado, como
cofinanciamento, é reconhecido e são recolhidos sistematicamente dados
relativos à prática do voluntariado, os quais servem de base à elaboração de
políticas públicas locais. No que se refere a Aarhus, a cidade tem uma
"Estratégia de Cidadania Ativa", a qual envolve a implementação de
mecanismos de financiamento para organizações promotoras de voluntariado e
medidas de medição do impacto do voluntariado para a elaboração de
políticas públicas adequadas para o setor. Mais informações, aqui.
Um grupo de seis mulheres, residentes na região, decidiu avançar com a criação de um Banco do Tempo em Vila Franca de Xira e estão determinadas em provar que é possível ter uma destas estruturas a funcionar no concelho.
A ideia do projecto é operar como um banco, com a diferença de que o único bem transaccionado é o tempo. Há cheques onde os interessados podem dar e receber até 20 horas de ajudas em diversas áreas, seja a passar a roupa, dar explicações a jovens alunos, ir com idosos ao médico ou até lavar o carro. Tudo à borla, apenas movido com o espírito de dar e receber sem pedir nada em troca.
Têm mais de 55 anos, estão reformados, mas têm demasiada vida e habilitações para pararem. Histórias de quem aproveita a velhice para fazer voluntariado em África. Ler mais aqui.
Propostas contemplam o apoio a criança com dificuldades educativas e mulheres com deficiência mental
“A Pastoral Universitária convida os universitários e pós-universitários a participarem nas ações de voluntariado, com um apelo ao sentimento de solidariedade de cada estudante, bem como ao seu compromisso para com o melhoramento da sociedade em que se inserem”
Sobre os projetos, será apresentado o programa “Mais Horizonte”, desenvolvido a partir de “uma parceria com a Escola Básica de Gualtar” e que pretende contribuir para alargar os horizontes de “crianças com dificuldade de aprendizagem e insucesso escolar”.
Destaque ainda para um outro novo projeto, desta vez ligado ao “apoio e acompanhamento de mulheres portadoras de doença mental”, na Casa de Saúde do Bom Jesus.
O terceiro projeto é o programa “Semente”, este a nível internacional e que vai na sua quarta edição. Aqui o que se pede é um voluntariado “de curta duração, em países em vias de desenvolvimento e com expressão portuguesa”.
A Pastoral Universitária de Braga espera que esta iniciativa contribua para dar aos voluntários envolvidos “vivências humanas e sociais” que lhes permitam “confrontar-se com a sua condição de vida, a sua responsabilidade junto dos mais desfavorecidos e a sua consciência cristã”.
As inscrições para os dois primeiros projetos já estão abertas na respetiva página da organização.
Alunos universitários de Braga vão ter a oportunidade de participar num encontro de apresentação de propostas de voluntariado em Portugal e no estrangeiro
O projeto `Sementes´ é de curta duração e decorre em países em vias de desenvolvimento e com expressão portuguesa Ver mais aqui.
O Instituto das Irmãs Hospitaleiras do Sagrado Coração de Jesus (IIHSCJ) realiza as "Jornadas do Voluntariado", no dia 1 de Outubro,
entre as 9h30 e as 19h, no Auditório da Clínica Psiquiátrica S. José, na
Azinhaga da Torre do Fato, 8 (Telheiras), em Lisboa. No evento
discutir-se-ão temas como valor do voluntariado, boas práticas em voluntariado
e ética do voluntariado. Informações e inscrições:jornadas.vol@irmashospitaleiras.pt.
A CPV organiza uma ação
de formação em "Gestão de Programas de Voluntariado", com um total de 24
horas, que decorrerá nos dias 12, 13, 19 e 20 de Outubro, entre
as 9h30 e as 16h30, na sede do Corpo Nacional de Escutas (CNE), na Rua D. Luís I, 34, em Lisboa. Esta ação de
formação tem como destinatários os recursos humanos de organizações privadas
com e sem fins lucrativos e de entidades públicas, bem como técnicos de Bancos
Locais de Voluntariado, que promovam, ou pretendam promover, programas/projetos
de voluntariado. A ação de formação tem um custo de 50€ por formando/a. O
pagamento deve ser feito antes da inscrição e o seu comprovativo deve ser
enviado para geral@convoluntariado.pt. Inscrições para a ação
de formação, aqui.
A divulgação do trabalho da Pastoral Penitenciária em Portugal está a fazer crescer o número de interessados em colaborar com os capelães dos estabelecimentos prisionais, no apoio social e espiritual aos reclusos
O trabalho desenvolvido pelos membros da Pastoral Penitenciária nas cadeias portuguesas está a despertar a atenção a cada vez mais voluntários, que se têm oferecido para colaborar no apoio social e espiritual dos reclusos, revelou esta segunda-feira, 5 de setembro, o padre João Gonçalves, no âmbito da I Peregrinação Nacional do movimento ao Santuário de Fátima.
Segundo o coordenador nacional da Pastoral Penitenciária, «o número de voluntários nas prisões tem aumentado significativamente», e embora não existam dados concretos sobre a quantidade de pessoas que disponibilizam o seu tempo para ajudar os detidos, há atualmente «mais de 500 visitadores» ligados à pastoral carcerária da Igreja Católica.
Apesar desta manifestação de solidariedade, o padre João Gonçalves considera que há ainda «muito a fazer» para mudar a mentalidade da sociedade em geral e das comunidades católicas em particular, no que respeita ao acolhimento e integração social e laboral dos ex-reclusos.
«Que tenhamos todos a capacidade de agir e dar respostas concretas, de nos pormos a caminho, de visitarmos os presos, de estarmos próximos deles e testemunharmos a misericórdia de Deus», disse por sua vez o bispo auxiliar de Lisboa, Joaquim Mendes, alertando para a necessidade de haver cada mais proximidade com os detidos, que «estão privados da sua liberdade mas não da sua dignidade».
Nesta primeira peregrinação nacional da Pastoral Penitenciária participaram vários reclusos e ex-reclusos, familiares de presos, os capelães prisionais e diversos elementos ligados ao sistema prisional.