11/08/16
Cáritas Diocesana apela a voluntários para “regresso às aulas”
16/08/15
Alunos fazem voluntariado nas bibliotecas escolares e dão explicações a colegas
25/07/14
Escola Voluntária
12/07/14
Mais de 80 voluntários dão corpo e alma à EB 2,3 Frei Caetano Brandão
Daqui.
08/06/14
Três agrupamentos de Guimarães ganham ‘Selo Escola Voluntária’
19/03/14
Escola + VOLUNTÁRIA

25/01/09
Voluntários na Educação (Declaração de Salamanca)
67. As organizações de pessoas com deficiência – isto é, aquelas em que têm o poder de decisão – devem ser convidadas a part i c i p a r a c t ivamente na identificação das necessidades, na determinação de casos pri o ri t á rios, na administração de serviços, na avaliação de resultados e na promoção da mudança.
28/01/08
Service-Learning

* It works to bring abstract academia into the real world and students gain hands-on experience and practice being active members of their community.
* Service learning is an opportunity for the university to become a more integrated resource within the community, and to produce graduates with high standards of civic responsibility.
* Through the use of service learning, community based organizations find themselves better able meet the needs of their constituents, as they have access to human and organizational resources through these unique partnerships with the university.
23/12/07
Alunos do secundário integram equipa do centro de saúde no apoio a idosos isolados

04/10/07
Tribos da Cidadania reúne participantes em Sta. Cruz
O maior movimento de voluntariado jovem do Brasil mostra sua força em Santa Cruz do Sul.
O projeto Tribos nas Trilhas da Cidadania, promovido pela ONG Parceiros Voluntários, reuniu participantes na tarde de ontem no ginásio da Escola Harmonia, no Bairro Harmonia. Promovido em todas as regiões do Rio Grande do Sul, o projeto reúne cerca de 90 mil jovens em 200 escolas. Em Santa Cruz são aproximadamente 1 mil, divididos em 12 tribos. Cada grupo, formado nas escolas, desenvolve ações de voluntariado organizado dentro do colégio, entre três trilhas pré-definidas: meio ambiente, cultura ou educação para a paz. A iniciativa começou em 2003 e, desde lá, consegue o envolvimento de cada vez mais municípios a cada ano. Na região de cobertura da Parceiros Voluntários de Santa Cruz, além da sede, participam Vera Cruz, Herveiras, Vale Verde e Sinimbu. O encontro de ontem, explica a coordenadora da PV, Sheila Boesel, serviu como integração, troca de experiências e apresentação dos trabalhos desenvolvidos por cada tribo. No dia 24, esses e outros grupos das regiões dos vales do Rio Pardo e Taquari se reúnem para um evento maior, em Encruzilhada do Sul. A expectativa é receber 800 jovens.
MULTIPLICADORES
Além de trabalhar com a juventude, a Parceiros realiza a capacitação de professores, que se tornam multiplicadores das ações. Por meio de uma pesquisa que determinou o perfil do jovem, os professores são estimulados a trabalhar em seus grupos temas como liderança, protagonismo juvenil, empreendedorismo e voluntariado organizado. O resultado se mostra em ações que vão além do Tribos nas Trilhas da Cidadania. A professora Loreci Pereira, da Escola Santuário, participa do projeto há cinco anos. Desde lá, percebe uma mudança na maneira como os estudantes passaram a encarar suas responsabilidades, sobretudo em relação ao voluntariado. “Notamos que os alunos desenvolveram liderança e passaram a criar novas iniciativas dentro do colégio.” A estudante Lucília dos Santos, 12 anos, foi uma das sementes do Tribos que já rende frutos. Ela e os colegas, hoje na 5ª série, participam da ação pelo terceiro ano. “Fazemos visitas aos idosos no asilo e na escola conscientizamos os outros alunos de que não pode haver violência. Aproveitamos o recreio para unir todo mundo em brincadeiras que despertam o sentimento de paz.”
Notícia daqui.12/08/07
Alunos da Unicamp vencem o Prêmio Trote da Cidadania 2007
Resumo dos projetos vencedores:Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) O projeto "Trote da Cidadania pelo Consumo Consciente", desenvolvido por alunos da Unicamp em parceria com o Instituto Akatu, ficou em primeiro lugar no Prêmio Trote da Cidadania 2007. "Disputar esse prêmio trouxe uma expectativa muito grande para nós, organizadores do trote. Essa iniciativa da Fundação Educar DPaschoal nos incentiva a melhorar ainda mais o projeto e, agora que ganhamos, acredito que ampliará a adesão de alunos e de parceiros, beneficiando ainda mais a comunidade que ajudamos", diz Andréa Akemi Matsui, aluna do quarto ano de Engenharia Elétrica da Unicamp e coordenadora do projeto Consumo Consciente. Em sua quinta edição, o trote cidadão na universidade inicialmente limitava-se aos calouros recolherem material seletivo e doá-lo a uma cooperativa de reciclagem da cidade. Agora, o projeto cresceu. Durante os quatro dias de trotes, os calouros, monitorados pelos veteranos voluntários, participam de várias atividades. No início deste ano, por exemplo, eles visitaram cooperativas de reciclagem, fizeram campanha nas ruas pela coleta seletiva de lixo, realizaram brincadeiras educativas em instituições infantis e aprenderam a evitar o desperdício de alimentos e materiais nos refeitórios da Unicamp. Também doaram canecas plásticas visando à substituição dos copos descartáveis usados nos refeitórios da Unicamp para incentivar o consumo consciente. As ações aplicadas no início do ano na universidade tiveram uma grande adesão de estudantes. Somente no campus de Campinas (SP), participaram quase 100% dos 39 cursos. Assim, o projeto promoveu, além da integração entre os veteranos e os calouros que chegam à universidade, uma nova visão social aos estudantes, ampliando a consciência ambiental e de voluntariado, que, futuramente, poderá ser multiplicada no mercado de trabalho e junto à comunidade. Universidade Federal Fluminense (UFF) O segundo lugar no Prêmio Trote da Cidadania 2007 ficou para o projeto "Trote Cultural", desenvolvido pelos estudantes da Universidade Federal Fluminense (UFF), em Niterói (RJ). Criado institucionalmente em 2001, o trote cidadão tem como objetivo estimular veteranos a praticar atividades socioculturais para recepcionar os calouros. Entre as ações implantadas em 2007, estavam desde a doação de sangue e arrecadação de alimentos até a limpeza da Praia de Icaraí. A cada ano aumenta o número de adeptos voluntários, entre veteranos e calouros. No primeiro semestre deste ano, a adesão chegou a 50% dos cursos da UFF, englobando um total de 23 faculdades. Os projetos são semestrais, contemplando os alunos que ingressam na universidade também no segundo semestre, e aplicados em março e agosto. No final do ano, em retribuição às ações, a UFF realiza um grande show, que reúne cerca de oito mil estudantes. "Acho essa iniciativa da Fundação Educar DPaschoal ótima, pois o Prêmio Trote da Cidadania cria uma expectativa positiva e incentiva novos alunos a participarem dos projetos", observa Nelma Cezario, coordenadora do Trote Cultural e chefe do setor de marketing da Universidade Federal Fluminense. Universidade Salvador (Unifacs) O terceiro lugar do Prêmio Trote da Cidadania 2007 ficou para o projeto "Educação - Eu Abracei Essa Idéia", desenvolvido pelos alunos da Universidade Salvador (Unifacs), na Bahia. Atrelada a uma das metas do milênio estabelecida pela ONU - Educação básica de qualidade para todos -, a iniciativa quis contribuir para a melhoria do ensino nas comunidades carentes da grande Salvador, arrecadando 1,5 mil cadernos e 2 mil lápis, que foram doados a quatro instituições da cidade. O projeto da Unifacs consiste também em receber bem o novo aluno, para que este não passe por nenhuma situação vexatória ou por trotes agressivos. E todo veterano que integra o trote cidadão é reconhecido pela universidade, que lhe concede um certificado de participação para incrementar seu currículo estudantil. "O concurso da Fundação Educar DPaschoal é uma iniciativa que devia ser seguida por outras lideranças no país, pois incentivaria várias universidades a serem cidadãs. E ser um dos vencedores do prêmio celebra a nossa cidadania na universidade", afirma Genilson Coutinho Pereira, presidente do DCE da Universidade de Salvador e coordenador do projeto "Educação - Eu Abracei Essa Idéia".
Sobre o Trote da Cidadania São muitas as histórias trágicas ligadas a trotes violentos cometidos nas universidades brasileiras. Em 1980, o estudante Carlos Alberto de Souza, calouro da Universidade de Mogi das Cruzes, morreu vítima de espancamento por resistir ao corte de cabelo dentro do “trem dos estudantes”, que ia da capital ao interior. Em 1999, outro caso ficou marcado na história do trote no Brasil. Edson Tsung Chi Hsueh, calouro do curso de medicina da USP, foi encontrado morto na piscina da Atlética após churrasco de “confraternização” com os veteranos. As causas da morte de Edson não foram apuradas até hoje. Histórias como estas acontecem em universidades de todo o mundo. Por outro lado, ao mesmo tempo em que a barbárie continua acontecendo, cresce o número de trotes sociais, solidários e culturais. E foi a partir de 1999 que a Fundação Educar DPaschoal desenvolveu o 1º Concurso Trote da Cidadania, com o objetivo de premiar a melhor recepção de calouros com ações sociais. Foram inscritos 15 projetos, sendo oito da PUC-Campinas e sete da Unicamp, com a escolha dos melhores projetos baseada nos critérios de articulação de parceiros, visibilidade e mensagem. A Faculdade de Educação Física da PUC-Campinas e a Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp foram premiadas com um microcomputador. Desde então, a adesão de universitários a essa campanha não pára de crescer e, ao longo desses anos, a Fundação Educar DPaschoal reconhece os melhores projetos de trote cidadão implantados no Brasil com vários tipos de premiação.
30/06/07
Voluntariado faz Escola Cidadã na Zona Norte (Brasil)
Alunos do curso de Turismo da UnP em parceria com ONG Natal Voluntários promoveram ontem o evento Escola Cidadã, realizado na Escola Municipal Professora Francisca de Oliveira, no bairro Pajuçara. Um dos objetivos dessa iniciativa é inserir o voluntariado na escola, desenvolvendo ações de combate à fome e à miséria. O projeto teve o apoio da Secretaria de Educação e do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). Essa parceria surgiu também para integrar o objetivo de uma disciplina do curso de Turismo com o programa Universitários do Milênio, coordenado pela ONG Natal Voluntários. Para serem avaliados, os estudantes precisaram realizar uma atividade de conclusão da disciplina Planejamento e organização de eventos e, unindo o útil ao agradável, planejaram a Escola Cidadã.. O diretor do curso de Turismo, Maurício Formiga afirmou que eventos dessa natureza trazem suporte para as disciplinas e fazem com que os alunos participem de ações de inclusão.A organização do evento acrescentou que não só alunos de Turismo estão envolvidos nesse projeto. Alguns alunos do curso de Música da UFRN e do curso de pedagogia da UnP também fizeram parte do projeto. ‘‘O importante é unir universitários, independentes dos cursos e das entidades de ensino’’, afirmou Kamilla de Medeiros, estudante da UnP.
Entre as atividades desenvolvidas estão oficinas, palestras, apresentações culturais e programação de lazer com quadrilha improvisada e forró pé de serra. Cerca de 300 pessoas passaram pela escola durante as atividades.
Observando o índice de capacitação profissional da comunidade, os organizadores do evento trouxeram o professor Umbelino Junior, que é também supervisor do programa de voluntariado para ministrarr uma palestra sobre como se preparar para entrar no mercado de trabalho. Segundo o professor, o evento Escola Cidadã passou por várias etapas, tendo início com a formação da equipe, conhecimento da comunidade até chegar a essa ação. O diretor da escola do bairro Pajuçara, José Carlos Alves, acredita que essa ação irá aproximar a comunidade, e facilitará parcerias com as entidades apoiadoras. ‘‘Essa integração é fundamental para que os alunos valorizem mais o ambiente de estudo e sintam-se participantes ativos dos projetos’’, concluiu.
Ver notícia aqui.
13/06/07
02/06/07
Educar "no" e "para" o Voluntariado
24/05/07
Selo Escola Solidária 2007
Instituto Faça ParteO Selo Escola Solidária é o símbolo de um processo de reconhecimento e identificação das escolas de educação básica que priorizam sua articulação com a comunidade por meio de atividades e projetos de voluntariado educativo.
O voluntariado educativo é uma proposta formativa eficaz para dar significado aos conteúdos curriculares e à vivência de valores na prática de atividades sociais planejadas.
Tudo isto sem deslocar a escola de sua principal função - a de promover a aprendizagem curricular formal, preparando o aluno para a vida e para o mundo do trabalho.
O Selo é concedido de dois em dois anos. Em 2003 e 2005, foram certificadas em todos os estados brasileiros mais de 18 mil escolas grandes e pequenas, de educação infantil, ensino fundamental, médio e técnico, das redes municipal, estadual, federal e particular. No Rio Grande do Sul, 824 escolas foram certificadas.
Educação estimula escolas estaduais a participarem do Selo Escola Solidária
Ações pedagógicas da Secretaria da Educação estiveram na pauta do segundo dia de reunião da direção da secretaria com os coordenadores regionais de Educação.17/05/07
Voluntariado nas escolas: uma experiência para a vida
Discutir os problemas sociais, a realidade da comunidade e a participação cidadã nas escolas é fundamental para a formação de novas gerações, mais comprometidas com o desenvolvimento social, mais conscientes do impacto de suas ações no ambiente, mais capazes de tomar decisões éticas, tendo em vista o bem comum.
O trabalho voluntário na escola é uma oportunidade de construir um projeto de vida fazendo a conexão de conteúdos disciplinares de ética e cidadania com as práticas e vivência de voluntariado como acontecimento estrutural. É o meio de promover uma pedagogia que contribua para educar melhor.
Discutir voluntariado na escola propicia ainda a construção de saídas para os desafios que se impõem no espaço escolar, fortalecendo o desenvolvimento pessoal e familiar, as relações interpessoais, a formação básica, tecnológica e, principalmente a construção de uma nova perspectiva para a vida.
Criar oportunidades e espaço de atuação voluntária dos alunos, trazendo para o ambiente escolar uma nova postura de formação ética e cidadã, desperta a criatividade e a iniciativa deles frente aos problemas vivenciados na comunidade e na escola. Levando o jovem a tornar-se sujeito da ação, capaz de assumir responsabilidades e de agir com autonomia e solidariedade.
O voluntariado é empolgante, envolvente, e a consistência das ações depende do conhecimento aprofundado sobre os conceitos, da análise e do reconhecimento da realidade em que se pretende atuar e também da preparação da ação, como planejamento, organização, trabalho em equipe e avaliação dos resultados.
No escopo da prática do voluntariado, o desenvolvimento do projeto busca levar o aluno a compreender o seu papel de cidadão ético e consciente, refletindo sobre os temas que afetam diretamente o seu dia-a-dia na escola e na sociedade.
A escola não deve tornar-se um espaço assistencial, mas promover a solidariedade e o protagonismo como uma pedagogia que contribua para educar melhor. O meio condutor desse processo é realizado por educadores que atuam como facilitadores.
O livre desejo de participação, a decisão individual de doação de trabalho em benefício de uma causa - esta é a mais eficiente forma de expressar a solidariedade.
Ler texto de opinião aqui.



