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12/07/14

Câmara de Condeixa reativa banco de voluntariado local

A Câmara Municipal de Condeixa-a-Nova anunciou que vai reativar o banco de voluntariado local parafacilitar o encontro entre instituições que queiram acolher voluntários e pessoas que queiram prestar este serviço.
Numa nota de imprensa, o município explica que se propõe “fazer a seleção dos voluntários através de uma entrevista personalizada, com vista a delinear as aptidões pessoais de cada um, para posteriormente proceder ao encaminhamento dos voluntários para as instituições que os irão receber”.
Segundo a autarquia, o compromisso entre a instituição e o voluntário é efetivado com a elaboração de um “Programa de Voluntariado”, um compromisso formal escrito no qual vão constar os direitos e deveres do voluntário, mas também da entidade promotora.
A câmara adianta que podem inscrever-se no banco de voluntariado local todas as pessoas com mais de 18 anos, com alguma disponibilidade de tempo, mas, sobretudo, “com vontade de ajudar de forma livre, não remunerada, desinteressada e responsável”.
À agência Lusa, a vereadora responsável pelos pelouros da educação, cultura e ação social, Liliana Pimentel, afirmou que o banco foi desativado “há cerca de quatro anos”, notando que, apesar de à data “haver pessoas interessadas, não havia disponibilidade de coordenação”, o que “é importante para fazer a ponte entre as pessoas e instituições interessadas”.
“Este trabalho passa a ser feito sob tutela da câmara”, esclareceu Liliana Pimental, acrescentando que várias pessoas têm expressado vontade em realizar voluntariado.
Segundo a autarca, nos ateliês ocupacionais promovidos pela autarquia, nos quais participam pessoas desempregadas e reformadas, há quem manifeste interesse em realizar outras atividades.
“Muitas destas pessoas têm perfil para serem voluntárias e, dessa forma, poderem responder a lacunas de alguns serviços municipais, associações ou outras entidades”, exemplificou, esperançada em “muita adesão” ao banco, que arranca na quarta-feira.
Neste dia, no âmbito das I Jornadas Solidárias, decorre uma ação de sensibilização sobre o voluntariado, aberta a todos os interessados, na sala de reuniões do serviço de ação social e saúde, a partir das 10:30 horas.
Já à tarde, é desenvolvida uma ação de intervenção junto de munícipes sinalizados pelos serviços de ação social do concelho denominada “Vamos melhorar o seu lar” com o apoio de alguns voluntários.
As pessoas interessadas devem inscrever-se na Loja Social. As áreas de intervenção são diversas, indo desde o ambiente à terceira idade, da cultura ao desporto, da proteção civil à defesa dos animais, entre outras.
Daqui.

25/10/07

Aberta Loja Social para "diminuir exclusão"

Fazer diminuir a exclusão social. Eis o objectivo da Loja Social de Condeixa-a-Nova, que foi ontem inaugurada na Praça da República. "O espaço é pequeno, mas para nós, que não tínhamos nada, é o melhor", revelou a vereadora da Acção Social e vice-presidente da Câmara Municipal, Margarida Guedes, com satisfação. "Esta é uma obra magnífica para uma vila também magnífica", disse, por seu lado, o baterista da banda Xutos & Pontapés, Kalu, que "apadrinhou" a Loja. E acrescentou "Obras como esta deveriam ser repetidas por todo o lado".
A escolha do músico para "abençoar" o novo espaço tem uma justificação, esclarece Margarida Guedes "Os Xutos & Pontapés são uma banda, muitas vezes, de intervenção social, que apoia as grandes e as pequenas causas através da música". Já o presidente da Câmara Municipal de Condeixa-a-Nova, Jorge Bento, entende que "uma boa união entre a música e as causas sociais será sempre produtiva". E refere: "Faço votos para que as pessoas de Condeixa se associem a este projecto". Isto porque, a seu ver, só essa "união" vai permitir conter a exclusão social.
Busca de emprego é aposta
Loja Social de Condeixa visa suprir necessidades de famílias carenciadas, mediante a recolha de objectos - usados ou novos - doados por particulares ou empresas. O espaço integra um banco solidário (onde se destacam o vestuário e alguns brinquedos) e um banco de voluntariado social. Mas a sala de informática é uma "grande aposta", defende a responsável pelo Pelouro da Acção Social. Este espaço de informação pretende, também, apoiar os indivíduos no processo de procura de emprego e encontra-se aberto à comunidade. No entender de Margarida Guedes, trata-se de algo que "ajuda muito quem não tem computador em casa". O piso superior do edifício inclui, ainda, uma sala de reuniões e um gabinete de costura. Previstos estão cursos de costura e de pintura em vidro, revela a técnica superior de serviço social Carla Lopes Barbeiro. A formação está a cargo de duas residentes no concelho - uma costureira e uma pintora -, que vão trabalhar em regime de voluntariado.
Notícia daqui.