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12/10/14

ESPOSENDE RECEBEU MAIOR INICIATIVA DE VOLUNTARIADO CORPORATIVO DO PAÍS

Esposende acolheu, no passado dia 3 de outubro, a nona edição do GIRO, a maior iniciativa de voluntariado corporativo do país, promovida pelo GRACE – Grupo de Reflexão e Apoio à Cidadania Empresarial.
O concelho voltou a ser palco desta iniciativa, com o envolvimento ativo da empresa municipal Esposende Ambiente e do Parque Natural Litoral Norte, que receberam cerca de 140 voluntários das empresas Ana Aeroportos, Groundforce, Banco Popular, LH, DHL, Euronext, Banco Santander, Eurest, Siemens, Fundação PT, Unicer, Morais Leitão, Galvão Teles e Soares da Silva, Comunidade de Inserção Social de Esposende e, naturalmente, da Esposende Ambiente.
Os voluntários procederam à recolha de resíduos e ao arranque de plantas invasoras no Pinhal e na Praia da Carruagem, em Belinho, numa área de 1 hectare, e participaram ainda num Ambipaper, promovido no Centro de Educação Ambiental. Deste modo, esta ação de sensibilização ambiental permitiu aos voluntários conhecer e explorar os diversos equipamentos e recursos educativos disponíveis no Centro de Educação Ambiental, testando os seus conhecimentos sobre diversos temas ambientais, nomeadamente a gestão de resíduos, gestão de recursos hídricos, biodiversidade e recursos florestais.
O GRACE realiza todos os anos o GIRO, um dia solidário que junta as empresas associadas em torno de uma causa. Ao contrário das edições anteriores, em que grande parte das iniciativas incidiu sobre a área social, o ambiente foi o mote desta edição que, além de 45 empresas associadas, reuniu também, e pela primeira vez, duas entidades académicas e oito instituições de solidariedade social convidadas, registando ainda um aumento recorde de voluntários em relação à edição anterior, num total de 900 voluntários a nível nacional e numa só edição.
A Esposende Ambiente aderiu ao GRACE em 2013 e desde então tem reforçado o seu papel na promoção da cidadania, sustentabilidade e responsabilidade social, tendo sido coorganizadora das duas últimas edições do GIRO e tendo participado recentemente na elaboração do Guia “Responsabilidade Social nas PME” publicado pelo GRACE.
Daqui.

Trabalhadores trocam escritórios por voluntariado


Esta sexta-feira, mais de 900 trabalhadores vão deixar os escritórios e juntar-se para limpar e replantar sete zonas de paisagem protegida no âmbito do GIRO, a maior iniciativa de voluntariado corporativo promovida anualmente em Portugal pelo Grupo de Reflexão e Apoio à Cidadania Empresarial (GRACE).

Ao contrário do que aconteceu nas edições anteriores, que se focaram particularmente em questões sociais, este dia solidário terá como mote o ambiente. Além de 45 empresas, a iniciativa - que terá um número recorde de participantes - contará também, e pela primeira vez, com o apoio de duas entidades académicas e oito instituições de solidariedade social.

Em comunicado enviado ao Boas Notícias, o GRACE explica que os profissionais destas organizações vão trocar o local de trabalho por sete zonas protegidas no Continente, Madeira e Açores para pôr mãos à obra e "preservar um património natural e genético que é de todos". 

No total, vão realizar-se sete ações ambientais na Costa da Caparica, Esposende, Penela, Sintra, Monchique, Santana na Madeira e S. Miguel, nos Açores, sendo que nas ilhas a iniciativa decorre em datas diferentes: 10 e 17 de outubro, respetivamente.



Em cada zona protegida, o GRACE será apoiado por  instituições locais dedicadas ao ambiente, natureza ou património – Esposende Ambiente em Esposende, FLOPEN - Associação de Produtores e Proprietários Florestais do Concelho de Penela, Parques de Sintra – Monte da Lua, Grupo Flamingo na Caparica e em Monchique, e Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves (SPEA) na Madeira e Açores.

Esta é a 9.ª edição do GIRO que já contou, nas suas oito edições anteriores, com mais de 4.500 voluntários envolvidos em intervenções com o objetivo de trabalhar, entre outros, a inclusão social, a defesa dos animais ou a recuperação de espaços naturais.

Daqui.

08/06/14

Projeto Voluntariado Empresarial junta 39 empresas no apoio a instituições sociais


A Câmara Municipal de Viana do Castelo e 39 empresas de Viana do Castelo assinaram ontem 111 protocolos no âmbito do projeto dedicado ao Voluntariado Empresarial sob o lema “Quem ama cuida”. O projeto, lançado em 2012, visa suprir as necessidades de instituições do concelho com os serviços prestados voluntariamente por empresas e tem vindo a crescer em número desde o seu lançamento.

O projeto pretende ser um espaço de aproximação entre competências das empresas e as necessidades das instituições particulares de solidariedade social e associações do concelho onde foram detetadas diversas necessidades que vão do simples bolo de aniversário das crianças institucionalizadas ou do corte de cabelo à manutenção de viaturas ou de equipamento informático. Para suprir estas necessidades, várias empresas do concelho associaram-se ao projeto e estão a fornecer a sua boa vontade, mão-de-obra e conhecimentos neste voluntariado empresarial.



No primeiro ano, foram 27 as empresas, mas agora são 39, incluindo inicialmente cabeleireiros, pastelarias, concessionários automóveis, ginásio, gabinetes de design, óticas, uma rádio, informática e uma empresa de ajudas técnicas, a que
 se juntam agora uma loja de roupa, uma loja de calçado, duas clínicas oftalmológicas, seis clínicas dentárias e duas farmácias.



Ontem, na sessão de assinatura de protolocos, o Presidente da Câmara agradeceu às empresas pela sua atitude solidária e de coresponsabilidade social demonstrada no apoio às instituições. José Maria Costa referiu ainda estar muito sensibilizado com a iniciativa já que, apesar das dificuldades económicas que as empresas atravessam atualmente, não deixaram de dar resposta positiva e solidária às instituições que contribuem com o seu trabalho para construção de um mundo melhor para as crianças e jovens que estas instituições apoiam.

Refira-se que esta iniciativa inovadora em Portugal permite também melhorar o conhecimento das instituições sociais e facilita outras formas de colaboração solidária, sendo que a autarquia desenvolveu, a este propósito, outra iniciativa de colaboração das empresas através de “outdoors solidários” em que empresas e colaboradores participaram, durante um dia, em trabalhos de beneficiação, pintura e decoração em instituições ligadas à infância e à juventude.

Daqui.

26/03/08

As vantagens do voluntariado empresarial

O voluntariado empresarial consiste na disponibilização gratuita, por iniciativa do empregador ou com o apoio deste, do tempo e do saber dos seus colaboradores. As acções de voluntariado empresarial podem ser feitas durante o horário normal de trabalho ou, se feitas fora deste período, devem garantir aos participantes a possibilidade de compensação do tempo despendido.

Um estudo encomendado à “MORI” pela Comissão Europeia no ano 2000 dava conta do baixo nível de envolvimento dos portugueses em actividades regulares de voluntariado (3%, face à média de 16% nos 10 países analisados).

Em 2005, assisti em Londres à entrega dos prémios de excelência da “Business in the Community”, onde tive oportunidade de ficar a conhecer os melhores projectos de responsabilidade social daquele ano. Deparei-me com realidades que seriam estranhas no nosso País, tais como o facto de alguns dos prémios terem sido atribuídos a grandes clubes, conhecidos internacionalmente pelas suas equipas de futebol, pelos projectos de integração social que desenvolvem junto das comunidades locais.

Há, pois, já me esquecia: um grande evento nacional, com o “Royal Albert Hall” completamente cheio, aparentemente sem vozes dissonantes, divisões ou “bota abaixo”, com o patrocínio e a presença do Príncipe Carlos, que – para minha surpresa – até disse umas piadas engraçadas a propósito e uma actuaçãodo “Cirque du Soleil” a encerrar.

Em Portugal, a realidade é diferente e ainda são raras as empresas que têm programas de voluntariado. Muito mais do que noutros países, a vertente externa da responsabilidade social das empresas nacionais é feita através de donativos em dinheiro, quase sempre canalizados para as mesmas instituições, as que têm mais conhecimentos, mais fácil acesso e maior capacidade de influência sobre quem decide. Em alguns casos, trata-se mesmo de patrocínios comerciais disfarçados, concedidos para melhorar a imagem da organização ou do seu líder e para obter benefícios fiscais.

Dados de 2002 do Observatório Europeu das PMEs indicam que, em 80% dos casos, os apoios concedidos pelas nossas empresas são feitos casuisticamente, sem obedecer a uma estratégia, sem ligação com o negócio da empresa e sem contribuírem para que se estabeleçam laços duradouros e benéficos entre as partes.

Ora, isto não faz sentido, pois a maioria dos apoios concedidos deviam ter carácter de continuidade, ser destinados a instituições cuidadosamente seleccionadas de acordo com critérios de racionalidade, tais como ligação ao negócio da empresa, transparência, profissionalismo, capacidade de execução, resultados obtidos, proximidade geográfica ou outro.

Admitindo que a principal função de uma empresa não é distribuir riqueza mas sim criá-la, será que se justifica o seu envolvimento em acções de voluntariado?

Do ponto de vista da empresa, são múltiplas as vantagens destas acções, pois permitem a humanização do trabalho, o aumento da coesão interna, o reforço do sentimento de orgulho de pertença a uma organização socialmente responsável, o desenvolvimento de novas competências dos colaboradores, ou até o conhecimento de nichos de mercado e identificação de novas oportunidades comerciais.

Do lado das organizações que beneficiam do trabalho dos voluntários, vários aspectos devem ser, no entanto, acautelados. Desde logo deve preparar-se, cuidadosamente, o acolhimento dos voluntários, escolher bem o seu perfil perante as necessidades, dar-lhes uma formação mínima e condições dignas de actuação, etc.

Embora, como se disse, o voluntariado empresarial não esteja ainda muito desenvolvido em Portugal, a verdade é que existem já excelentes iniciativas por esse país fora, de grandes e pequenas empresas, umas mais conhecidas e outras totalmente anónimas.

A sua pode ser a próxima.
Opinião daqui.

05/06/07

Três instituições contempladas na rede de voluntariado

Três instituições de Guimarães apresentaram projectos que foram seleccionados pelo Grupo de Reflexão e Apoio à Cidadania Empresarial denominado GRACE.

Sediado em Lisboa, este grupo é constituído por um conjunto de empresas que tem trabalhado de uma forma muito particular o voluntariado empresarial. Ou seja durante um dia os funcionários destas empresas, deixam o seu posto de trabalho e vão exercer o voluntariado em instituições sem fins lucrativos.


Este ano, a Cercigui, Fraterna e Associação de Apoio à Criança de Guimarães, foram contempladas com este voluntariado empresarial. No caso da Fraterna e Associação de Apoio à Criança de Guimarães estão previstas a execução de tarefas como um Voo-baptismo, pinturas de salas e colocação de armários.


Refira-se que os projectos contemplados, pelas três de instituições de Guimarães, vão ser apresentados esta terça-feira em Lisboa. A sua concretização está marcada para o dia 12 de Outubro.


Ler aqui.