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04/09/15

O que posso fazer para ajudar os refugiados? - FAZER VOLUNTARIADO


Muitos portugueses questionam-se sobre o que podem fazer para ajudar. A Renascença preparou um guia prático.


Há várias maneiras de agir, desde abrir a casa ao acolhimento de famílias, fazer uma doação em dinheiro ou bens ou até dar aulas de português para ajudar à integração dos refugiados. A Renascença elaborou um pequeno guia com alguns exemplos do que se pode fazer.


A UNICEF Portugal aceita donativos em dinheiro, tal como a maioria das organizações que já têm larga experiência em trabalhar nestas situações de crise humanitária, como os Médicos Sem Fronteiras, o Serviço Jesuíta aos Refugiados, a Cáritas ou a Cruz Vermelha. 



Faça uma doação

Para a UNICEF (Fundo das Nações Unidas para a Infância) pode aceder a este site para fazer um donativo em dinheiro, que a organização explica para onde vai ser canalizado.



Os Médicos Sem Fronteiras têm um site próprio só para donativos. Se quiser especificar para onde quer enviar o seu dinheiro – por exemplo, para o alívio das condições humanitárias nos campos de refugiados em Calais, em França, ou na fronteira da Hungria com a Áustria, pode telefonar para (212) 763-5779 ou enviar um email paradonations@newyork.msf.org.



O Serviço Jesuíta aos Refugiados opera em todo o mundo e dedica-se em Portugal ao acolhimento de refugiados de diversas proveniências. Aceita transferências bancárias para o NIB 0036.0071.99100093831.32 (Montepio). Pode enviar também cheque/vale postal dirigido a JRS-Portugal Serviço Jesuíta aos Refugiados, Rua Rogério de Moura, Lote 59, Alto do Lumiar, 1750-342 Lisboa.



A Cáritas está a trabalhar activamente no terreno com as centenas de migrantes que afluem todos os dias à Europa. Pode enviar o seu donativo aqui.



A Cruz Vermelha Internacional também recebe donativos no site



Faça voluntariado e/ou doação de bens

Alternativamente, pode dedicar algum do seu tempo a ajudar na prática. Pode envolver-se com as associações no terreno, como as acima referidas, ou, em Portugal, pode falar para o Conselho Português para os Refugiados (CPR), cujo objectivo principal é promover uma política de asilo mais humana e liberal, a nível nacional e internacional. É o "parceiro operacional" do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) para Portugal. 



O CPR tem dois centros de acolhimento em Portugal e precisa sempre de alimentos não perecíveis. Estão também à procura de voluntários, e neste momento a prioridade vai para professores que ensinem os refugiados a falar em português. 



Além disso, o CPR já recebeu ofertas de mais de 100 famílias portuguesas que se dispuseram a receber refugiados em suas casas. Se quiser inscrever-se para acolher cidadãos sírios, iraquianos, afegãos e por aí fora, pode enviar a sua proposta para geral@cpr.pt.



Um grupo de amigos alemães criou espontaneamente a associação "Refugees Welcome", que se está a tornar numa espécie de "AirBnB para refugiados". Uma rede similar pode chegar a Portugal.



Compre bens específicos para os mais necessitados

A Amazon disponibilizou uma "wishlist" para as pessoas comprarem bens como sapatos e sacos-cama para serem enviados para Calais, onde milhares de pessoas se encontram bloqueadas num campo de refugiados que já recebeu a alcunha de "a Selva" por parte das autoridades francesas e britânicas. 



Pode organizar uma recolha de roupa e alimentos no seu bairro ou local de trabalho e entrar em contacto com organizações como a Cáritas para fazer uma doação em género. 



Assine uma petição

Existem várias petições que querem chamar a atenção dos legisladores para esta crise humanitária sem precedentes. Entre elas, um par de exemplos:



Pode sempre criar a sua própria petição, inscrever-se como voluntário ou simplesmente ajudar a partilhar as notícias que chegam das fronteiras europeias. 



Quase 300 mil migrantes e refugiados chegaram este ano à Europa pelo mar Mediterrâneo, anunciou esta semana a agência da ONU para os refugiados. Estima-se que as chegadas vão continuar a um ritmo de três mil pessoas por dia.
Daqui.
Ver mais aqui.

20/10/14

Campanha


O Centro Humanitário Foz do Tejo (margem sul) da Cruz Vermelha Portuguesa, irá participar nos próximos dias 24,25 e 26 de Outubro  na “Acção Nacional de Recolha de Bens Alimentares”  ( MISSÃO SORRISO) nas lojas do Continente, Continente Bom dia e Modelo Continente, temos a nosso cargo 9 lojas.


Os bens recolhidos serão posteriormente distribuídos pelas famílias mais carenciadas dos concelhos do Seixal, Almada e Sesimbra, famílias estas que
são regularmente acompanhadas pelo departamento de acção social do nosso centro.



Toda a logística da acção assenta no trabalho de muitos voluntários que nestes dias se juntam para levar a cabo este projecto. É neste sentido que venho solicitar a colaboração para estarem nas lojas a receber os bens que, ao longo dos dois dias, nos vão sendo doados.




Dependendo da vossa disponibilidade, juntos marcaremos a diferença.

08/06/14

Cruz Vermelha recebe Prémio Quatro Liberdades

Peter Maurer, presidente do CICV, dedica este prémio aos 17 milhões de voluntários e 80 milhões de membros espalhados pelo mundo
A Fundação Roosevelt atribuiu o Prémio Internacional Quatro Liberdades 2014 à Cruz Vermelha, devido à «enorme dedicação» dos seus voluntários «em proteger as vidas e a dignidade das vítimas de guerras e desastres»

A Cruz Vermelha recebeu o Prémio Internacional Quatro Liberdades 2014, anunciou esta semana a organização, em comunicado. O galardão foi atribuído na Holanda, pela Fundação Roosevelt, como reconhecimento pela «enorme e incessante dedicação» do Comité Internacional da Cruz Vermelha (CICV) e da Federação Internacional das Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho (FICV), dos seus membros, voluntários e simpatizantes «em proteger as vidas e a dignidade das vítimas de guerras e desastres».

Para a Fundação Roosevelt, durante as operações humanitárias em todo o mundo e em áreas de conflito como a Síria, os voluntários e pessoal ligado àquele movimento internacional, «estão muitas vezes em condições e circunstâncias muito difíceis, para prevenir e aliviar o sofrimento» humano. «Este prémio é um grande incentivo para o Movimento da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho como um todo», afirmou Peter Maurer, presidente do CICV.

«Gostaria de o dedicar aos nossos 17 milhões de voluntários ativos e 80 milhões de membros espalhados pelo mundo, e a todos aqueles que arriscam as suas vidas diariamente para prevenir e aliviar o sofrimento humano. Estes incluem os 34 funcionários e voluntários do Crescente Vermelho Sírio Árabe e os cinco da Sociedade do Crescente Vermelho Palestino que foram mortos no cumprimento do seu dever na Síria desde o início do conflito. Bem como, mais especificamente, aos três funcionários do CICV que estão capturados no país há 224 dias», acrescentou o responsável.

De acordo com Francesco Rocca, vice-presidente da FICV, o mundo em que a Cruz Vermelha e o Crescente Vermelho operam hoje é «profundamente marcado pela vulnerabilidade, pobreza e conflito», e, por isso, necessita do trabalho do movimento. O Movimento Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho é a maior rede humanitária no mundo baseada no voluntariado.

Daqui.

23/05/09

Campanha País Solidário


O que é a Campanha?

Têm-se acumulado os sinais de um agravamento significativo da situação social em Portugal (Perda de emprego, Dificuldades das micro-empresas, Diminuição do próprio trabalho informal) que convergem num multiplicar de situações de grande carência.


É evidente que estão a aumentar diariamente os desequilíbrios sociais e a aparecer novas formas de pobreza.


Estamos a ser confrontados com novas realidades e novas situações críticas, sobretudo evidenciadas nos casos em que ambos os elementos adultos de uma família se encontram no desemprego e em que as famílias têm crianças e/ou ascendentes idosos a seu cargo.


Cabe ao Estado um papel central na resolução destes problemas, mas entendemos que a sociedade civil, e o movimento filantrópico em particular, deve ter um papel activo e mobilizador em torno dos principais problemas que afectam as sociedades


Assim, numa óptica de complementaridade com as medidas e instrumentos de apoio social já implementados, decidimos lançar uma campanha de solidariedade direccionada para responder às novas formas de empobrecimento, a que se decidiu chamar País Solidário.

Esta é uma resposta excepcional para os tempos excepcionais que atravessamos.

As respostas de emergência que urge potenciar têm de ser:
· eficazes,
· flexíveis,
· e baseadas nas redes sociais já existentes no País.

A quem se destina?

Famílias que perderam a totalidade ou parte significativa dos rendimentos do trabalho tendo ficado impossibilitadas de fazer face aos encargos com o agregado familiar, designadamente, crianças em idade pré-escolar, idosos e pessoas com deficiência.

A campanha destina-se, em primeiro lugar, às famílias que não beneficiam dos sistemas específicos de protecção social, nomeadamente: Subsídio de Desemprego, Rendimento Social de Inserção ou Complemento Solidário do Idoso

Onde vai actuar?

Para já, a Campanha arranca nas seguintes áreas (NUT-III):

· Grande Porto
(Municípios: Espinho, Gondomar, Maia, Matosinhos, Porto, Póvoa do Varzim, Valongo, Vila do Conde, Vila Nova de Gaia, Santo Tirso e Trofa)

· Vale do Ave
(Municípios: Cabeceiras de Basto, Fafe, Guimarães, Mondim de Basto, Póvoa de Lanhoso, Vieira do Minho, Vila Nova de Famalicão e Vizela)

· Municípios do Tâmega
(Munícipios: Castelo de Paiva, Celorico de Basto, Amarante, Baião, Felgueiras, Lousada, Marco de Canavezes, Paços de Ferreira, Paredes, Penafiel, Mondim de Basto, Ribeira de Pena, Cinfães e Resende)

· Península de Setúbal
(Municípios: Alcochete, Almada, Barreiro, Moita, Montijo, Palmela, Seixal, Sesimbra e Setúbal)

A escolha destas áreas teve por base o indicador de precariedade familiar face ao desemprego (percentagem de agregados em que todos os activos estão desempregados)[1].

Mas é objectivo da campanha a extensão a todas as regiões carenciadas do País.

Quais as entidades envolvidas?

Entidades Promotoras:
Fundação Gulbenkian e Fundação EDP, BPI, Caixa Geral de Depósitos Fundação Millenium BCP, BES, Montepio Geral, Santander, Grupo Jerónimo Martins

Parcerias com os canais de televisão SIC, RTP e TVI, e ainda com a empresa de telecomunicações AR Telecom e a Mr. Net, responsável pela criação de um site na internet. A Euro RSCG foi a empresa responsável pela imagem

Mas esta é uma Campanha sem protagonistas nem chancelas. Ao decidir-se lançar e divulgar esta iniciativa, estamos a partilhar uma inquietação com toda a sociedade civil, apelando para que cada um contribua para esta iniciativa.

Vontades já manifestadas:
um conjunto de personalidades da sociedade civil, entre as quais encontramos a Dr.ª Manuela Eanes, Dr.ª Manuela Silva, Dr.ª Dulce Rocha, D. Manuel Martins, Prof. Bruto da Costa, Dr. Silva Lopes, que lideram um movimento cívico de cidadãos e que já nos demonstraram o seu interesse em juntar-se a esta Campanha.

Também já manifestaram interesse em envolver-se e arranjar formas de contribuição para a Campanha organizações como a Associação dos Deficientes das Forças Armadas.

Quem executa no terreno?

Três instituições com experiência e rede de proximidade

Cáritas Portuguesa (actuará em Setúbal e Grande Porto)

Cruz Vermelha Portuguesa (actuará no Vale do Ave e Tâmega)

Federação dos Bancos Alimentares contra a Fome
(nas 4 áreas seleccionadas)

A Campanha baseia-se assim na relação de responsabilidade e confiança com as entidades executoras.

Cada Euro doado será entregue aos destinatários.

(Não foram criadas novas estruturas para execução da Campanha. A iniciativa é baseada nas estruturas já existentes, garantindo-se que todo o montante reunido seja exclusivamente destinado ao objectivo da Campanha)

Que tipos de Apoios?

· Apoio para o pagamento de despesas decorrentes da utilização de respostas sociais (Creche, Jardim de Infância, ATL, Lar, Instituição para pessoas com deficiência...) devidas por famílias em situação de ruptura financeira decorrente de desemprego ou cessação de actividade.

Apoio à educação – Apoio para o pagamento de propinas (excluindo Universidades) e de outras despesas escolares de filhos de pais desempregados.


Princípio de co-responsabilidade solidária: a dívida será saldada em 50% pelas verbas da Campanha e em 50% por perdão da dívida pela Instituição.


Apoio Alimentar - Reforço da distribuição de leite através da Federação dos Bancos Alimentares contra a Fome, nas áreas geográficas seleccionadas no quadro desta Campanha.

Outros apoios excepcionais ligados a situações de carência grave detectadas pelas instituições e devidamente justificados.

Como se pode contribuir?

A Campanha País Solidário está aberta à contribuição de todos, quer entidades quer pessoas em nome individual que queiram colaborar.

- Em cada um dos Bancos promotores (CGD, BPI, Millennium BCP, BES, Montepio Geral e Santander) há uma conta bancária com o nome País Solidário para onde podem ser transferidos ou depositados os donativos;

- Há um número de telefone - 760 307 307 – em que de cada chamada (custo de cada chamada 0,60cent. + IVA) revertem 0,48€ para a Campanha.

Há também um site com todas as informações http://www.paissolidario.org/

Qual a duração prevista e o montante assegurado à partida?

A campanha foi pensada para durar até ao final do ano. Será um bom sinal se ela terminar antes.
Contamos com o contributo solidário de todos, não só de outras instituições que se queiram juntar a nós, mas também – e principalmente - de cada um dos cidadãos, que partilha das nossas preocupações e que, na medida das suas possibilidades, queira contribuir para a causa.

Como será executada?

À Cáritas Portuguesa e à Cruz Vermelha Portuguesa, competirá:
· Fazer o atendimento, triagem, avaliação e plano de apoio das situações de carência abrangidas pela Campanha
· Atribuir os apoios necessários e assegurar um acompanhamento de proximidade dos beneficiários.
· Garantir a rigorosa e criteriosa utilização dos recursos financeiros postos à sua disposição
· Acompanhar a implementação e os resultados dos planos estabelecidos
· Elaborar os relatórios de execução pré-definidos

À Federação dos Bancos Alimentares contra a Fome, competirá:
· Garantir uma distribuição excepcional de leite nas zonas de intervenção da Campanha.

O acompanhamento e controlo de execução da Campanha será assegurado pela Fundação Gulbenkian.

[1] Fonte: INE




(Informação recebida por correio electrónico.)

Ver mais aqui, aqui, aqui e aqui.

23/12/07

‘O Regaço’ e Maria da Paz Varzim distinguiram Aurora Cunha

Na passagem do Dia Internacional do Voluntariado, Aurora Cunha foi homenageada na passada quarta-feira pela direcção da Casa ‘O Regaço’ – estrutura sob alçada do Núcleo da Cruz Vermelha da Póvoa de Varzim.
Ver aqui.

02/11/07

Cruz Vermelha das Caldas lança “Operação 500” para duplicar número de sócios

A delegação das Caldas da Rainha da Cruz Vermelha Portuguesa quer duplicar o número de sócios - agora denominados membros contribuintes - junto das camadas mais jovens. O objectivo é chegar aos 500.

Esta entidade pretende continuar com acções de formação profissional e desenvolver programas de voluntariado.
Ler mais aqui.

21/10/07

Voluntariado não é sinónimo de "amadorismo"


Cruz Vermelha acolhe mais sete novos voluntários


Na cerimónia de compromisso de fidelidade dos sete novos membros da Cruz Vermelha Portuguesa, o responsável pela área de Voluntariado e Socorro, Rui Nunes, garantiu que o voluntariado exige "formação contínua" e que não se deve aliar a amadorismos.


Rui Nunes apontou ainda que a importância do voluntariado na sociedade está mais do que provada.


Notícia daqui.

08/07/07

Voluntários rondam os 400

A Casa do Voluntário tem actualmente cerca de 400 associados que prestam serviços nas mais diversas áreas sociais e ambientais.

Após a VI Marcha de Promoção do Voluntariado, que se iniciou às 9 horas na Zona velha do Funchal, junto ao teleférico, até à Promenade do Lido, uma iniciativa que contou entre 50 a 100 voluntários, o presidnete da Casa do Voluntário disse que a causa a que se presta este organismo precisa de mais associados.

À margem de uma demonstração de primeiros socorros levada a cabo pela Cruz Vermelha Portuguesa, na qual participaram pouco mais de duas dezenas de voluntários, onde puderam ver como uma organização pode ser útil, Pedro Telhado disse que a mensagem do voluntariado «tem passado», porque há uma participação das pessoas, sobretudo de jovens.

Com esta iniciativa, destacou, «mostrámos novamente a importância do voluntariado e a alegria de sermos voluntários», acrescentando que «o esprírito do voluntariado são pessoas que acreditam que pequenas contribuições podem alterar o mundo para melhor» e que, por isso, é importante haver mais pessoas que se dediquem a esta área.

«O voluntário é um espírito e as pessoas que estão aqui são felizes por aquilo que fazem», sublinhou.

De acordo com este responsável, à Casa do Voluntário chegam sempre ofertas de pessoas e jovens que, segundo explicou, são depois encaminhadas para os vários tipos de organizações de voluntariado, que vão desde a angariação nas campanhas de fundos de recolha de alimentos, na dedicação aos outros na solidariedade social, com o apoio às crianças e não só.

No entanto, apontou, os voluntários podem ainda ser encaminhados para causas relacionadas com o ambiente e a pobreza.

Ver notícia aqui.

22/06/07

Cruz Vermelha tem sede no Bairro dos Arneiros

(...)

As três estruturas de voluntariado

O núcleo das Caldas integra actualmente três estruturas de voluntariado - Juventude, Voluntariado Geral e Grupo de Apoio à Emergência.
A Juventude Cruz Vermelha são a “maior força viva do voluntariado e motor impulsionador do núcleo”, explicou o seu presidente, Fernando Fidalgo. A acção destes jovens centra-se em actividades de sensibilização nas áreas de intervenção para a inclusão social, promoção e educação para a saúde, educação ambiental e sustentabilidade e desenvolvimento e cooperação internacional.
Têm a funcionar, desde Abril de 2005, o Gabinete de Apoio Psicossocial, tendo já prestado apoio a 25 utentes. Integrado neste projecto está também a ser implementado um projecto de prevenção da violência escolar, em conjunto com o Agrupamento de Escolas de Santo Onofre.
Esta estrutura tem ainda a ambição de “criar respostas sociais na área de protecção crianças e jovens”, referiu a responsável pelo grupo da Juventude, Mafalda Silva.
O Voluntariado ainda é muito recente. Começou em Outubro do ano passado com 10 pessoas e actualmente conta com 18, na sua maioria mulheres, com mais de 35 anos, residentes nas Caldas e concelhos limítrofes.
Ao voluntário é pedida lealdade para com os princípios fundamentais da instituição, e que são a humanidade, imparcialidade, neutralidade, independência, voluntariado, unidade e universalidade, e é-lhes dada formação básica institucional.
Já desenvolveram várias campanhas de solidariedade e o apoio ao peregrino e vão continuar o seu trabalho durante o ano. Vão também desenvolver o projecto “Viver Mais e Melhor”, que consiste em apoiar os idosos isolados socialmente.
O Grupo de Apoio à Emergência conta actualmente com 31 elementos, com formação em socorrismo, e desenvolve a sua actuação no âmbito da prestação de socorro em situações de emergência e apoio a eventos desportivos e ao peregrino.
A direcção pretende formar equipas de apoio à emergência em todas as freguesias do concelho, especialmente nas freguesias rurais mais afastadas das Caldas. A primeira formação a 14 voluntários em Santa Catarina começará hoje, dia 22 de Junho.
Estas equipas serão equipadas com sacos de primeiros socorros e deverão ser transportadas em viaturas todo-o-terreno, a adquirir no futuro ou a protocolar com entidades que colaboram com a Cruz Vermelha.
O pólo de formação da Cruz Vermelha tem sido a base de financiamento do núcleo, sobretudo com a realização de cursos de socorrismo e de tripulantes de ambulância de transporte. Num futuro próximo pretendem disponibilizar cursos de formação profissional nas áreas da saúde e educação e uma pós-graduação em reabilitação cardíaca, através de um protocolo com a Faculdade de Motricidade Humana (Universidade Técnica de Lisboa).
Nos próximos quatro anos a direcção quer ainda dotar a delegação de meios didácticos e de transporte, necessários ao cumprimento dos seus objectivos.


Notícia para ler aqui.

Directora Geral da Fundação para a Juventude vem à Trofa para assinar contrato

A Câmara Municipal da Trofa assina no esta sexta feira dia 22 de Junho, pelas 17h00, na Loja Social da Trofa (Centro Comercial da Vinha) um protocolo de colaboração com a Fundação da Juventude. Este acordo será assinado pelo Presidente da Câmara Municipal da Trofa, Bernardino Vasconcelos e pela Directora Geral da Fundação, Maria Geraldes. Esta sessão vai contar ainda com a presença dos jovens trofense que já estão inscritos no programa de voluntariado. Neste momento as inscrições já superaram as expectativas.

Este contrato programa surge no âmbito do projecto Voluntariado Jovem que o Pelouro do Desporto e Juventude está a desenvolver na Trofa. desta forma a Fundação para a Juventude vai colaborar com a autarquia na formação especializada de Jovens. O projecto Voluntariado Jovem está direccionado para todos os jovens com idade compreendida entre os 15 e os 30 anos. Com este projecto a autarquia trofense procura reforçar os laços comunitários nas instituições sociais do concelho, promover os valores implícitos na acção de voluntário entre os jovens do concelho, estimular o desenvolvimento do espírito e das práticas de voluntariado jovem, contribuindo para a formação cívica e social. Este projecto pretende criar uma bolsa de voluntários activa no concelho, envolvendo as instituições sociais de concelho na acção do voluntariado juvenil.
Os jovens que integrarem este projecto poderão fazer voluntariado em áreas diversas como o apoio a crianças e jovens, a idosos, a portadores de deficiência, apoio no ambiente, educação, alfabetização, desporto, mediante as necessidades das instituições.

Este contrato programa surge no âmbito do projecto Voluntariado Jovem que o Pelouro do Desporto e Juventude está a desenvolver na Trofa. desta forma a Fundação para a Juventude vai colaborar com a autarquia na formação especializada de Jovens. O projecto Voluntariado Jovem está direccionado para todos os jovens com idade compreendida entre os 15 e os 30 anos.
Com este projecto a autarquia trofense procura reforçar os laços comunitários nas instituições sociais do concelho, promover os valores implícitos na acção de voluntário entre os jovens do concelho, estimular o desenvolvimento do espírito e das práticas de voluntariado jovem, contribuindo para a formação cívica e social. Este projecto pretende criar uma bolsa de voluntários activa no concelho, envolvendo as instituições sociais de concelho na acção do voluntariado juvenil.
A este projecto já se associaram instituições concelhias como a Cruz Vermelha Portuguesa da Trofa, a APPACDM da Trofa, a Irmandade da Santa Casa da Misericórdia da Trofa, o Lions Clube da Trofa, o Centro Social e Paroquial de S. Martinho de Bougado, a AEBA, a Associação Empresarial do Baixo Ave.
Notícia para ler aqui.

09/05/07

Cruz Vermelha Portuguesa: Mais e melhor voluntariado

No Dia Internacional da Cruz Vermelha discutem-se estratégias para o voluntariado. Aposta vai para a formação dos voluntários.


Celebra-se esta terça-feira o Dia Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho. A Cruz Vermelha Portuguesa (CVP) comemora a data com o Encontro Nacional de Voluntariado, no Porto, que junta voluntários de todo o país.

"Todos juntos pela humanidade é o grande lema para o Dia Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho", disse ao JPN a vice-presidente nacional da organização em Portugal, Cristina Louro.

No encontro vão participar oradores convidados das Cruzes Vermelhas espanhola, italiana, francesa e colombiana e vão ser definidas as orientações e metas específicas para o voluntariado da Cruz Vermelha Portuguesa.

"Estamos a repensar na estratégia do voluntariado e a pensar na formação que se vai dar aos voluntários e as metas a atingir. Não queremos ter só mais voluntariado, mas sim melhor voluntariado", sublinha a vice-presidente da CVP.

Movimento Internacional da Cruz Vermelha e Crescente Vermelho

O Comité Internacional da Cruz Vermelha (CICV) é uma entidade internacional sem fins lucrativos e tem sede em Genebra, na Suiça.

As 186 Sociedades Nacionais da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho, o Comité Internacional da Cruz Vermelha e a Federação Internacional das Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho formam o Movimento Internacional da Cruz Vermelha.
Um dos objectivos da Cruz Vermelha é "melhorar a condição das populações mais vulneráveis, em todas as situações, sejam elas de paz ou catástrofe", explicou Cristina Louro.





Por Rosa Carvalho

Publicado: 08.05.2007


Texto publicado aqui.

03/05/07

Dia Mundial da Cruz Vermelha assinala-se a 8 de Maio

«Juntos pela Humanidade» é o tema que assinala o Dia Mundial da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho que será assinalado no próximo dia 8 de Maio.

Por todo o mundo serão realizados diversos eventos e actividades que enalteçam a «importância do trabalho conjunto para tornar as comunidades vulneráveis mais seguras e melhor preparadas face aos riscos, perigos e desafios do mundo actual».

Em portugal, o «Encontro Nacional de Voluntariado» vai decorrer no mesmo dia na cidade do Porto, com o objectivo de juntar diversos voluntários portugueses e representa «o culminar de vários seminários organizados a nível regional».

O evento visa promover o reforço da Cruz Vermelha Portuguesa enquanto líder no serviço humanitário.

Ver notícia aqui.