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23/12/07

‘O Regaço’ e Maria da Paz Varzim distinguiram Aurora Cunha

Na passagem do Dia Internacional do Voluntariado, Aurora Cunha foi homenageada na passada quarta-feira pela direcção da Casa ‘O Regaço’ – estrutura sob alçada do Núcleo da Cruz Vermelha da Póvoa de Varzim.
Ver aqui.

A propósito do Dia Mundial do Voluntariado


Comemorou-se, na passada quarta-feira, o Dia Mundial do Voluntariado. Assim acontece desde 5 de Dezembro de 1985, há precisamente vinte e dois anos.


De acordo com a definição das Nações Unidas, “o voluntário é o jovem ou o adulto que, devido ao seu interesse pessoal e ao seu espírito crítico, dedica parte do tempo, sem remuneração alguma, a diversas formas de actividade de bem estar social ou outros campos de intervenção”.


A Declaração Universal do Voluntariado de 1990 proclamou “a fé na acção voluntária, força criadora e mediadora com vista à contribuição para a resolução dos problemas sociais e do ambiente e à construção de uma sociedade mais humana e mais justa”.


Apesar de tão recente reconhecimento, sabe-se que o voluntariado é uma prática tão antiga como a própria Humanidade, com origens particularmente religiosas. Três mil anos antes de Cristo existiam nas margens do Nilo, o grande rio de África, sistemas de protecção mútua que funcionavam em casos de inundações e catástrofes climáticas; na Palestina, na costa ocidental do mesmo continente, funcionavam já associações de mercadores que mutuamente se juntavam para proteger as caravanas dos assaltos.


O investigador Domingos Cruz, no trabalho “A mutualidade em Portugal”, faz recuar, entre nós, esta “tradição de previdência” aos compromissos marítimos da época fernandina (1367 – 1383), assinalando a existência de “associações populares de índole de socorro mútuo”, espalhadas por todo o país, identificando-as com “as antigas irmandades e confrarias, nas quais os vizinhos se inscrevem, mediante uma pequena quota, para uma assistência mútua espiritual dos irmãos, dos consócios que acompanham o funeral do falecido e mandam rezar por sua alma umas tantas orações e missas”.


A acção estendia-se, desempenhando uma acção assistencial de auxílio mútuo entre os componentes que se encontrassem em circunstâncias difíceis. As Misericórdias, criadas na agonia do século XV pela iniciativa da Rainha D. Leonor, agigantaram-se na prática de apoio aos doentes e necessitados e terão sido, talvez, as únicas instituições a resistirem às consequências da instauração do regime constitucional, em 1834, já que a monarquia liberal pôs fim a todos aqueles movimentos - naturalmente porque quase exclusivamente ligados à Igreja, vítima, então de conhecidas perseguições - sem se preocupar com a criação de organismos que aproveitassem os ideais de generosidade das populações.


Contra tal estado de coisas, e pela mão de cidadãos inquietados pelas circunstâncias de miséria e abandono em que vivia grande parte da população portuguesa, naturalmente sob o impulso das correntes de ideais que agitavam a Europa, foram-se erguendo, a partir de meados do século XIX, aquelas que viriam a designar-se Associações de Socorros Mútuos, a quem coube um vasto leque de atribuições de carácter solidário, visando prioritariamente a melhoria da trágica situação das classes trabalhadoras.Um movimento que chegou também ao nosso concelho, surgindo, em 8 de Junho de 1884, a Associação de Socorros Mútuos de Santiago de Riba-Ul. Primeiramente em instalações provisórias, viria a dispor, a partir de 1939, de edifício construído de raiz para o efeito, de concepção e qualidade notáveis para a época. Tudo pelo esforço e generosidade de Camilo Pacheco da Costa Ferreira, popularmente conhecido por Camilo da Fábrica, porque proprietário de uma fábrica de curtumes no local a que, por isso mesmo, ainda hoje chamamos Alto da Fábrica, próximo da linha de fronteira entre a cidade e Santiago de Riba-Ul.


(Trata-se de um generoso benemérito, talvez injustamente esquecido, a quem não foi prestada ainda a devida homenagem. Para além de uma intensa actividade ao serviço da Câmara, a cujo Executivo presidiu, então sem qualquer outra recompensa para além do sentimento do dever cumprido, devem-lhe Santiago e o concelho a prática de bem-fazer de toda uma vida, agigantando-se o esforço em prol da Misericórdia, subsidiando-a para que pudesse iniciar a actividade, e a abnegação pelo antigo Asilo da Infância Desvalida, que serviu em tempos difíceis, oferecendo o terreno, na Rua de Manuel Alegria, onde foi construída a primeira sede própria).


A criação das primitivas Caixas de Previdência e de outros esquemas de apoio na doença vieram a determinar a cessação da actividade da Associação de Socorros Mútuos de Santiago, de que foram amigos e desprendidos servidores o Dr. António Joaquim de Freitas e seu filho Dr. Ilídio Cardoso de Freitas. As instalações estão ao serviço da Junta de Freguesia, no sector do apoio à infância, cumprindo-se assim, ainda que ajustados aos novos anseios das populações, os nobres propósitos de Camilo da Fábrica.


Volvidos duzentos anos sobre o momento em que se verificou um maior crescimento das organizações de voluntários – nascidas pela ineficácia do Estado na resposta aos graves problemas sociais – continua a encarar-se o trabalho voluntário como um dever dos cidadãos para com esse mesmo Estado, que ainda não encontrou soluções para enfrentar os crescentes dramas das novas sociedades.


Nas últimas décadas, multiplicaram-se por todo o país Instituições Particulares de Solidariedade Social, ocupando o nosso concelho lugar cimeiro na quantidade, na qualidade e na dinâmica. Contudo, e apesar de criado, já lá vão sete anos, o Conselho Nacional da Promoção do Voluntariado, continua a aguardar-se uma política nacional de salvaguarda dos ignorados direitos dos voluntários e de sensibilização da sociedade para a importância da sua acção.


Opinião do Prof. António Magalhães, Fundador e impulsionador, desde há dezasseis anos, da Associação de Solidariedade Social de Loureiro – com as valências de creche, jardim-de-infância, centro de dia e apoio domiciliário, e mais um lar na “rampa de lançamento” – António Pinho entendeu chegado o momento da retirada, decidindo não se recandidatar a novo mandato. O exemplo de dedicação e entrega será luzeiro a iluminar a rota daqueles a quem foram entregues os destinos da dinâmica Associação.


Opinião daqui.

07/12/07

Liga Contra o Cancro homenageia voluntários


Dia Internacional do Voluntário é assinalado, hoje, no Auditório da Liga Portuguesa Contra o Cancro, pelas 11 horas.


A cerimónia conta com a presença do presidente da Liga, Vítor Veloso; com o bispo do Porto, D. Manuel Clemente, e com a primeira-dama, Maria Cavaco Silva. No decorrer do dia, entregar-se-ão diplomas a alguns voluntários.


No evento, a Liga Portuguesa Contra o Cancro que tem, actualmente, cerca de 400 pessoas, presta uma homenagem a voluntários com mais de 10, 20 e 30 anos de serviço. Maria Helena Quinta, octogenária, faz parte desse grupo de voluntários, estando no IPO há 32 anos. "Tudo começou porque um senhor, um dia, me pediu que o ajudasse num trabalho de apoio aos doentes. Esse senhor, entretanto, morreu, mas eu decidi ajudar e fui para o IPO.


Estou lá desde o início, praticamente. Nunca me arrependi", garantiu. A octogenária revela que continua a ir ao IPO, mas agora não tem o título de voluntária. "Tenho um mais pomposo, mas não me lembro do nome". Hoje, Maria Helena junta-se aos 110 voluntários que vão receber um diploma pela sua dedicação e profissionalismo em nome da Liga.


Em todo o território português, segundo um estudo realizado em 2001, pela Universidade Católica, existem cerca de um milhão e 500 mil voluntários formais e informais. No entanto, o Observatório do Emprego e Formação Profissional aponta para os 500 mil formalmente inscritos. O Conselho Nacional para a Promoção do Voluntariado diz que a realidade estatística estará entre esses dois valores.


Fonte: 05.12.2007 Fonte: Jornal de Notícias

Maria Cavaco Silva elogia crescimento da Bolsa do Voluntariado

Maria Cavaco Silva elogiou hoje o aumento do número de voluntários e o crescimento da Bolsa de Voluntariado criada há um ano pela Entrajuda, instituição de apoio a outras instituições de solidariedade social.

«Uma em cada seis pessoas exerce voluntariado em Portugal», afirmou a mulher do Presidente da República, numa cerimónia de entrega de diplomas, no Porto, a 110 voluntários da Liga Portuguesa Contra o Cancro com 10 ou mais anos de serviço a favor dos doentes.

Maria Cavaco Silva recordou que esteve há um ano, também no Dia Internacional do Voluntariado, na abertura da Bolsa do Voluntariado da Entrajuda, que reunia então cerca de 200 voluntários.

«No final de Janeiro deste ano já eram 1.500 e actualmente são quase 5.000 voluntários de 477 instituições», salientou.

Maria Cavaco Silva enalteceu «a vontade e a boa-vontade» de quem presta apoio social sem pretender nada em troca e sublinhou que «o Estado não pode nem deve acudir a tudo».

O Bispo do Porto, D. Manuel Clemente, sublinhou a importância do trabalho voluntário, reconhecendo também que compete ao Estado garantir «o bem comum de uma sociedade, mas sem exclusivismo».

D. Manuel Clemente destacou as três características que o Papa Bento XVI considerou definidoras da caridade: «ser imediata, independente de qualquer motivação que não seja o amor ao próximo e gratuita».

«O voluntariado é a entrega de si, é a verdadeira lei da vida. Os voluntários são a parte mais sã e mais promissora da nossa sociedade», frisou.

O Bispo do Porto historiou o papel que o Cristianismo teve como fomentador do voluntariado, realçando que só a partir do século XVIII é que os estados começaram a assumir uma parte importante do trabalho social que até aí era assegurado por diferentes organizações da sociedade civil.
Notícia daqui.

Quatro anos de voluntariado na Covilhã


A rede de voluntariado dinamizada pela Associação Beira Serra, na Covilhã, já prestou 3.700 serviços à comunidade desde que foi criada em Junho de 2003, disse hoje à Agência Lusa Graça Rojão, uma das suas responsáveis.


"A rede conta com cerca de meia centena de membros mais activos, para além de outros com uma prestação pontual", contou aquela responsável no Dia Internacional do Voluntário.


A data foi hoje assinalada pela Beira Serra com a entrega de diplomas aos membros mais dedicados. Entre os serviços prestados estão o acompanhamento de pessoas doentes, visitas a idosos isolados, apoio ao estudo de crianças e jovens socialmente desfavorecidos e com dificuldades de aprendizagem, bem como animação em lares da terceira idade.



"Os serviços de visitas ou companhia para pessoas idosas é o que tem maior procura", disse Graça Rojão. "Não é um serviço de apoio domiciliário. Às vezes trata-se tão só de companhia para um passeio, conversa ou ajuda a tratar de algum assunto burocrático", acrescentou. Outro tipo de ajudas prende-se com o facto de "haver muita gente com dificuldades de leitura".


Metade dos voluntários são estudantes, sobretudo do ensino superior, havendo também um grupo significativo de pessoas na vida activa e com idades compreendidas entre os 48 e 55 anos. "As mulheres estão claramente em maioria", dissee Graça Rojão. Apesar de não haver uma explicação cientificamente testada, aquela responsável pensa que as voluntárias também procuram convívio. "Há menos oportunidades de convívio para as mulheres.


Não vão para o café ou para as tabernas como os homens. Por outro lado, são desde pequenas mais treinadas que os homens para tratar dos outros", considerou.


Os serviços de voluntariado podem ser requeridos pelas famílias através de contactos telefónicos para a Beira Serra ou outros parceiros, como as juntas de freguesia.


Notícia daqui.

Boa Vista: Centro da Juventude de Sal Rei expõe sobre voluntariado

Encontra-se patente no Centro de Juventude de Sal Rei uma mostra sobre a solidariedade social.
A exposição em slide exibe fotos de actividades voluntárias, na sua maioria em torno da preservação do meio ambiente, desenvolvidas por organizações locais e não só. A iniciativa surge no âmbito da comemoração do Dia Internacional do Voluntariado, celebrado hoje, 5 de Dezembro. Em paralelo, uma equipa estará disponível para sensibilizar os visitantes sobre a importância do voluntariado.

São dezenas de fotografias exibidas em slides, mostrando os principais trabalhos voluntários realizados por organizações e associações da ilha, entre elas o Clube Ambiental da Boa Vista, Natura 2000, Cruz Vermelha, Câmara Municipal e iniciativas pessoais, que tentam apoiar o desenvolvimento sustentado da ilha das dunas. Trabalhos espontâneos de organizações do mundo inteiro também estarão disponíveis.

O trabalho voluntário na Boa Vista gira, sobretudo, em torno da preservação do meio ambiente, através da limpeza de praias e ruas, plantação de árvores e preservação de espécies em extinção, caso das tartarugas marinhas e outros animais que procuram a costa da ilha. Também são desenvolvidas outras actividades como apoios na construção de habitações sociais, doação de materiais escolares e brinquedos, apoio no transporte escolar, doação de sangue, apoio médico gratuito, doação de roupas ou comida, entre outras.

O dia 5 de Dezembro, Dia Internacional do Voluntariado, é uma oportunidade para as organizações que trabalham com voluntários juntarem esforços em projectos e campanhas que promovam o desenvolvimento social e económico das comunidades.
Notícia daqui.

05/12/07

Faro: autarquia lança Guia do Voluntariado

A autarquia de Faro vai lançar um guia do voluntário, um documento com todas as Instituições Particulares de Solidariedade Social que acolhem voluntários no concelho, bem como o tipo de trabalho voluntário de que necessitam.
O guia é lançado no site da câmara (www.cm-faro.pt) dia 5, quarta-feira à meia-noite, no âmbito das comemorações do Dia Internacional do Voluntariado.
O Guia do Voluntário será igualmente distribuído por todas as IPSS’s de Faro. A edição resulta de um trabalho de parceria com as entidades sociais do concelho no âmbito do programa REVOS – Rede Europeia de Voluntariado Social.
Notícia daqui.

É cada vez mais difícil arranjar voluntariado

É cada vez mais difícil arranjar voluntariado

No dia mundial do Voluntariado, que hoje se assinala, o JM ouviu representantes de duas instituições de solidariedade social. Ambos consideram que é cada vez mais difícil arranjar quem se dedique a esta causa. Pedro Telhado, da Casa do Voluntário refere que, ainda assim, a sua instituição tem 400 pessoas que prestam apoio a várias instituições. São os jovens quem mais se dedica ao voluntariado

Nos tempos que correm, não é fácil conseguir arranjar quem se dedique a uma causa sem que, por isso, receba qualquer tipo de remuneração. Os diversos afazeres do dia-a-dia, o stress que cada vez mais consome a sociedade moderna, fazem com que as pessoas não tenham tempo para ajudar os outros.

O JORNAL da MADEIRA ouviu Pedro Telhado, da Casa do Voluntário na Madeira e José Manuel Barbeito, da Cáritas, sobre esta problemática, que foram unânimes em considerar que há cada vez mais dificuldades em arranjar quem se dedique ao voluntariado.

Hoje é dia do Voluntariado, e, por isso, de reflexão.

Pedro Telhado refere que as instituições apercebem-se, cada vez mais, da importância dos voluntários como complemento da actividade dos técnicos, pois «estes levam a uma maior humanização dos serviços prestados e a um maior bem-estar de todos.Pedro Telhado considera que apesar do incremento do número de voluntários, existirão sempre lacunas a serem preenchidas e a necessidade de novos voluntários tanto na Madeira como no resto do país.» No que diz respeito à realidade regional, Pedro Telhado é de opinião que «podemos dizer que temos tido sucesso mas acreditamos que todos os anos mais pessoas se decidirão a se tornarem voluntários».

A Casa do Voluntário conta com mais de 400 pessoas que se dedicam à causa em questão e que prestam serviço nas outras instituições. O perfil «é, cada vez mais, de pessoas jovens com educação média/superior», segundo Pedro Telhado. Os voluntários têm dado resposta à maioria dos pedidos que têm sido dirigidos à Casa do Voluntário pelas instituições.Quanto a iniciativas levadas a cabo pela Casa do Voluntário, Pedro Telhado diz-nos que aquela instituição organiza acções de promoção do voluntariado, como cursos, a marcha do voluntariado e a feira das vontades.

Notícia daqui.

Coimbra celebra Dia Internacional do Voluntariado

É sob o lema “Ser solidário, ser voluntário” que hoje, 5, se comemora o Dia Internacional do Voluntariado

Coimbra recebe, neste dia, um conjunto de iniciativas, promovidas pela Associação Saúde em Português. O objectivo passa por salientar a importância que o voluntariado tem na sociedade.

Para tal, vai decorrer um jantar convívio, no Restaurante Serenata, pelas 19 horas, seguido do lançamento do livro “Ser solidário – estórias de amor e paz”.

A obra, editada pela associação organizadora, conta a participação de vários autores que relatam histórias de cooperação e humanismo. A apresentação vai ser feita no Café Santa Cruz, por volta das 21 horas, com os comentários do jornalista da RTP, João Fernando Ramos.

Em seguida, vai ter lugar um colóquio, a partir dos testemunhos de alguns voluntários, de organizações como a Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV) e a Caritas Diocesana (Projecto REDUZ).

Para além de uma exposição fotográfica, o Café Santa Cruz vai receber, ainda, a violinista Joana Reis e um grupo de cantares cabo-verdianos, que vão actuar ao vivo naquele espaço.

As comemorações do Dia Internacional do Voluntariado terminam na discoteca Via Latina, ao som de ritmos africanos.
Notícia daqui.

Dia Mundial do Voluntariado

A ONU (Organização das Nações Unidas) fixou o dia 5 de Dezembro (Quarta-feira) como o «Dia Mundial do Voluntariado», considerando que o serviço voluntário, incluindo o dos voluntários das Nações Unidas, está a prestar uma importante contribuição para as actividades socioeconómicas em todas as partes do Mundo.
Entre nós, esta data reveste-se também de um significado muito especial, numa presença das gentes portuguesas desde há muitos séculos e através das mais variadas obras, nos nossos tempos agrupadas sobre a designação genérica de IPSS (Instituições Privadas de Solidariedade Social), mas que remontam às Confrarias do Corpo Santo (Marítimos), Misericórdias, Resgate de Cativos e Escravos, etc.
Neste «Dia Mundial do Voluntariado» muito me apraz saudar afectuosamente e com toda admiração e respeito o exemplar papel de dedicação ao próximo de todos os que, no Algarve, trabalham voluntariamente nas mais diversas áreas e Instituições, dando um contributo da mais assinalada valia para a construção de um mundo mais fraterno e solidário.
* Governadora Civil do Distrito de Faro
Notícia daqui.

03/12/07

FARO: Mostrar o que é o voluntariado

A Direcção Regional do Instituto Português da Juventude apresenta uma Mostra sobre Voluntariado, dia 5 de Dezembro.

A Monstra acontece no âmbito do Dia Internacional do Voluntário e decorre entre AS 14h00 e as 18h00.

No espaço da Loja Ponto JÁ vão estar presentes representantes do Centro de Recrutamento de Faro do Exército e a Associação Cultural e Recreativa do Algarve (ARCA).

O Centro de Recrutamento de Faro irá expor informação sobre o Voluntariado no Exército e a ARCA informação e produtos do Comércio Justo.

As duas entidades presentes vão estar disponíveis para prestar informação e esclarecer dúvidas sobre os seus projectos.
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01/12/07

“Manhãs de Voluntariado” no Cadaval - Dia Internacional do Voluntário


O Cadaval recebe a 5 de Dezembro uma acção comemorativa do Dia Internacional do Voluntário, denominada “Manhãs de Voluntariado”, numa organização conjunta que envolve os municípios do Cadaval, Bombarral, Lourinhã e Torres Vedras.


As inscrições para participação nesta acção já se encontram abertas no Banco Local de Voluntariado do Cadaval, sedeado na Câmara.Pelo segundo ano consecutivo, o conjunto dos quatro referidos municípios organiza esta acção, cujo objectivo é, por um lado, sensibilizar a sociedade civil para a importância do voluntariado, através da apresentação de projectos (em diversas áreas) que envolvam voluntários, e, por outro, promover iniciativas intra e inter-concelhias de cidadania, solidariedade, parceria e co-responsabilidade.


A sessão de abertura desta acção comemorativa contará com a presença dos autarcas representantes dos municípios organizadores, de um representante do Conselho Nacional para a Promoção do Voluntariado e da directora do Centro Distrital de Segurança Social de Lisboa, Rosa Araújo.


No que toca às temáticas das intervenções, serão as seguintes: “Abraço” – Associação de Apoio a Pessoas com VIH/SIDA, por Margarida Martins, presidente da referida instituição; Instituto Português da Juventude – Programa “Voluntariado Jovem Para as Florestas”, por Anabela Cardante, coordenadora distrital do Voluntariado e Acção Social da Direcção Regional de Lisboa e Vale do Tejo; Bolsa de Voluntariado da Figueira da Foz – 5 Anos de existência, por Alexandre Nunes, técnico responsável pela Bolsa de Voluntariado da Figueira da Foz.A sessão de encerramento contará com a actuação do Grupo “A Força e a Magia da Palavra”, oficina sénior dinamizada por voluntários da Bolsa de Voluntariado da Figueira da Foz.


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27/11/07

“Pechão na Rota do Voluntariado”

A Junta de Freguesia de Pechão preparou, no âmbito das Comemorações do Dia Internacional do Voluntariado, um conjunto de actividades dedicadas ao voluntariado, que decorrem de 3 a 8 de Dezembro.
A iniciativa arranca com a exposição de fotografia “O Voluntariado no Associativismo” de Telma Veríssimo, no dia 3 de Dezembro, que vai estar patente ao público até dia 7, das 09:00 às 12:30 e das 14:00 às 17:00 horas.
No dia 5 de Dezembro, a Junta de Freguesia de Pechão lança o Programa de Voluntariado, intitulado “Pechão na Rota do Voluntariado”, no Salão Nobre da autarquia, pelas 21:00 horas.
A iniciativa conta com a presença da directora regional do IPJ, responsáveis do Banco Alimentar contra a fome do Algarve e dois missionários com trabalho desenvolvido na área da educação na Guiné.
Trata-se de um programa cujo objectivo é desenvolver a cidadania activa, proporcionando a vivência de experiências em projectos de voluntariado. É um programa essencialmente de parcerias que envolve o município de Olhão e inúmeras entidades da região e da freguesia.
A semana encerra com um café concerto com Domingos e Amigos, iPod e Death on the door, no dia 8 de Dezembro, a partir das 22:00 horas. Esta é uma iniciativa realizada em conjunto com o Clube Oriental de Pechão.
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20/11/07

Dia Internacional do Voluntariado - Funchal

À semelhança dos anos anteriores, a Feira das Vontades regressa ao Jardim Municipal do Funchal para celebrar o Dia Internacional do Voluntariado.
Como ponto de encontro anual, a Casa do Voluntário – IPSS convida todas as instituições da Região Autónoma a apresentar, nos dias 23, 24 e 25 de Novembro, no Jardim Municipal do Funchal, o trabalho realizado junto do público, partilhar experiências, trocar informação e, por esta via, incentivar a prática do voluntariado, enquanto expressão de cidadania activa.
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18/11/07

Dia Internacional do Voluntário será comemorado no Cadaval

"Manhãs do Voluntariado” intitula a acção comemorativa que irá decorrer no Cadaval no próximo dia 5 de Dezembro e organizada em conjunto pelos municípios do Cadaval, Bombarral, Lourinhã e Torres Vedras.

A iniciativa decorre no cine-auditório dos Bombeiros Voluntários e pretende sensibilizar a sociedade civil para a importância do voluntariado e promover iniciativas de cidadania e solidariedade.

A sessão de abertura contará com a presença dos autarcas representantes dos municípios organizadores, de um representante do Conselho Nacional para a Promoção do Voluntariado e da directora do Centro Distrital de Segurança Social de Lisboa, Rosa Araújo.

Pelas 10h15 serão apresentados os projectos da Abraço – Associação de Apoio a Pessoas com VIH/SIDA, pela sua presidente, Margarida Martins, e um voluntário dará o seu testemunho.

Segue-se a apresentação do programa “Voluntariado Jovem Para as Florestas”, do Instituto Português da Juventude, pela Coordenadora Distrital do Voluntariado e Acção Social da Direcção Regional de Lisboa e Vale do Tejo, Anabela Cardante.

Alexandre Nunes, técnico responsável pela Bolsa de Voluntariado da Figueira da Foz, apresentará o filme “Bolsa de Voluntariado – 5 anos de boas práticas”.

O encontro termina com “A Força e a Magia da Palavra”, uma Oficina Sénior dinamizada por voluntários da Bolsa de Voluntariado da Figueira da Foz.

As inscrições para a acção poderão ser feitas através do Banco Local de Voluntariado do Cadaval, sedeado na autarquia, ou pelo telefone 262690100, fax 262695064, e-mail voluntariado@cm-cadaval.pt ou ainda preenchendo o formulário on-line em www.cm-cadaval.pt/eventos, onde está também disponível o programa da iniciativa.
Notícia daqui.