04/09/15
O que posso fazer para ajudar os refugiados? - FAZER VOLUNTARIADO
22/08/15
Serviço Jesuíta aos Refugiados pede ao Governo que receba mais sírios
O Serviço Jesuíta aos Refugiados (JRS) pediu ao Governo que receba mais refugiados sírios em Portugal e emita mais vistos humanitários, lembrando que os países vizinhos da Síria estão a ficar sem capacidade de resposta.
O presidente do JRS lembra que Portugal já recebeu outros refugiados, como o grupo de estudantes sírios que chegou a Portugal em Março para prosseguir os estudos em universidades portuguesas e politécnicos, no âmbito da Plataforma Global de Assistência Académica de Emergência, iniciativa do ex-Presidente da República Jorge Sampaio.
“Estas iniciativas são óptimas, mas não chegam perante este drama humanitário”, lembrou André Costa Jorge em declarações à Renascença.
Daqui.
10/07/15
Serviço Jesuíta aos Refugiados galardoado com Medalha de Ouro
20/06/07
Timor Leste precisa de ajuda para cuidar dos refugiados
19/06/07
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O voluntariado é o acto que resulta da vontade humana para fazer o bem, nas suas múltiplas e diversificadas vertentes, procurando, quem assim actua, esforçar-se no sentido de o alcançar. É uma atitude que resulta muito da formação de quem o pratica, dos valores que defende, dos ideais que prossegue, do espírito de solidariedade, compreensão e generosidade que é capaz de pôr na vida.
A prática do voluntariado implica uma entrega e uma doação de si próprio, de forma materialmente desinteressada, isto é, o verdadeiro interesse que move o verdadeiro voluntário está associado à tentativa e ao esforço de apoiar os outros na resolução dos seus problemas e dificuldades.
O grau de entrega e doação é, naturalmente variável e depende, por um lado, das possibilidades do voluntário, das suas capacidades e responsabilidades pessoais, familiares e profissionais e, por outro lado, das necessidades e exigências das acções a realizar.
O trabalho voluntário depende, assim, da conjugação entre as exigências das tarefas a realizar e as disponibilidades reais do voluntário.
Em qualquer das situações, o voluntariado tem que ser posto em prática de forma responsável e “profissional”. Isto é, quem se predispõe a tal, tem que o fazer dando o melhor de si próprio, devidamente enquadrado nas regras existentes, procurando criar bom ambiente de trabalho.
O voluntariado exige esforço, capacidade de luta e de sofrimento e, em geral, bom senso. O estar ao serviço dos outros é um objectivo que dá também alegrias e satisfação, mas estas surgem por acréscimo, como complemento, e não como fim em si mesmo.
A razão de ser do voluntariado reside, basicamente no facto de existirem áreas da vida, nomeadamente no domínio humano e social em que só desse modo é possível levar a cabo uma série de tarefas que, de outra forma, dificilmente se concretizariam apenas pela via profissional.