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11/08/16

Cáritas Diocesana apela a voluntários para “regresso às aulas”


A Cáritas Diocesana de Leiria-Fátima vai associar-se, pelo terceiro ano consecutivo, à Cáritas Portuguesa e à Associação Karingana Wa Karingana para recolher material escolar novo.
Trata-se de uma campanha que visa oferecer conjuntos escolares a crianças de famílias carenciadas da Diocese, no próximo início de ano letivo. Para tal, a ação vai decorrer no fim de semana de 3 e 4 de Setembro e a Cáritas aceita a participação de voluntários que queiram colaborar.
No ano passado, “participaram cerca de 65 voluntários, tendo sido angariadas mais de 20 mil unidades de material escolar, nos dois dias em que decorreu a campanha”, informa a instituição, acrescentando que “este ano queremos voltar proporcionar às nossas crianças um início de ano escolar mais feliz”.
Os interessados poderão contactar os telefones 961483691 e 244823692 ou o email social.caritas.leiria@gmail.com.

Daqui.

04/09/15

O que posso fazer para ajudar os refugiados? - FAZER VOLUNTARIADO


Muitos portugueses questionam-se sobre o que podem fazer para ajudar. A Renascença preparou um guia prático.


Há várias maneiras de agir, desde abrir a casa ao acolhimento de famílias, fazer uma doação em dinheiro ou bens ou até dar aulas de português para ajudar à integração dos refugiados. A Renascença elaborou um pequeno guia com alguns exemplos do que se pode fazer.


A UNICEF Portugal aceita donativos em dinheiro, tal como a maioria das organizações que já têm larga experiência em trabalhar nestas situações de crise humanitária, como os Médicos Sem Fronteiras, o Serviço Jesuíta aos Refugiados, a Cáritas ou a Cruz Vermelha. 



Faça uma doação

Para a UNICEF (Fundo das Nações Unidas para a Infância) pode aceder a este site para fazer um donativo em dinheiro, que a organização explica para onde vai ser canalizado.



Os Médicos Sem Fronteiras têm um site próprio só para donativos. Se quiser especificar para onde quer enviar o seu dinheiro – por exemplo, para o alívio das condições humanitárias nos campos de refugiados em Calais, em França, ou na fronteira da Hungria com a Áustria, pode telefonar para (212) 763-5779 ou enviar um email paradonations@newyork.msf.org.



O Serviço Jesuíta aos Refugiados opera em todo o mundo e dedica-se em Portugal ao acolhimento de refugiados de diversas proveniências. Aceita transferências bancárias para o NIB 0036.0071.99100093831.32 (Montepio). Pode enviar também cheque/vale postal dirigido a JRS-Portugal Serviço Jesuíta aos Refugiados, Rua Rogério de Moura, Lote 59, Alto do Lumiar, 1750-342 Lisboa.



A Cáritas está a trabalhar activamente no terreno com as centenas de migrantes que afluem todos os dias à Europa. Pode enviar o seu donativo aqui.



A Cruz Vermelha Internacional também recebe donativos no site



Faça voluntariado e/ou doação de bens

Alternativamente, pode dedicar algum do seu tempo a ajudar na prática. Pode envolver-se com as associações no terreno, como as acima referidas, ou, em Portugal, pode falar para o Conselho Português para os Refugiados (CPR), cujo objectivo principal é promover uma política de asilo mais humana e liberal, a nível nacional e internacional. É o "parceiro operacional" do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) para Portugal. 



O CPR tem dois centros de acolhimento em Portugal e precisa sempre de alimentos não perecíveis. Estão também à procura de voluntários, e neste momento a prioridade vai para professores que ensinem os refugiados a falar em português. 



Além disso, o CPR já recebeu ofertas de mais de 100 famílias portuguesas que se dispuseram a receber refugiados em suas casas. Se quiser inscrever-se para acolher cidadãos sírios, iraquianos, afegãos e por aí fora, pode enviar a sua proposta para geral@cpr.pt.



Um grupo de amigos alemães criou espontaneamente a associação "Refugees Welcome", que se está a tornar numa espécie de "AirBnB para refugiados". Uma rede similar pode chegar a Portugal.



Compre bens específicos para os mais necessitados

A Amazon disponibilizou uma "wishlist" para as pessoas comprarem bens como sapatos e sacos-cama para serem enviados para Calais, onde milhares de pessoas se encontram bloqueadas num campo de refugiados que já recebeu a alcunha de "a Selva" por parte das autoridades francesas e britânicas. 



Pode organizar uma recolha de roupa e alimentos no seu bairro ou local de trabalho e entrar em contacto com organizações como a Cáritas para fazer uma doação em género. 



Assine uma petição

Existem várias petições que querem chamar a atenção dos legisladores para esta crise humanitária sem precedentes. Entre elas, um par de exemplos:



Pode sempre criar a sua própria petição, inscrever-se como voluntário ou simplesmente ajudar a partilhar as notícias que chegam das fronteiras europeias. 



Quase 300 mil migrantes e refugiados chegaram este ano à Europa pelo mar Mediterrâneo, anunciou esta semana a agência da ONU para os refugiados. Estima-se que as chegadas vão continuar a um ritmo de três mil pessoas por dia.
Daqui.
Ver mais aqui.

10/07/15

Milhares oferecem-se para fazer voluntariado

Trinta mil pessoas ofereceram-se para serem voluntárias, registando-se na plataforma online «Dar e Receber». A iniciativa resulta de uma parceria entre a Entrajuda e a Cáritas

Depois de seis meses de atividade, os promotores da plataforma online «Dar e Receber» fazem um balanço positivo do projeto, que soma 75 mil utilizadores, 30 mil voluntários, 4 mil instituições inscritas, 2300 registos de produtos para oferecer e 800 bens doados a quem mais precisa.


O portal é o resultado de uma parceria entre a Entrajuda e a Cáritas e cria uma ligação entre quem tem alguma coisa para doar e quem precisa de a receber. Desta forma, pessoas e empresas podem dar bens ou tempo a instituições sociais, enquanto as organizações de solidariedade divulgam na página as suas carências. A plataforma possibilita ainda pesquisar respostas sociais por freguesia, ajudando o acesso a este tipo de serviços, em caso de carência.


«A ideia foi criar uma rede de apoio social recorrendo às novas tecnologias para aproximar as pessoas, apoiando os mais necessitados e incentivando a participação da sociedade civil num projeto de solidariedade social», explica em comunicado Diogo Travassos, responsável pelo projeto. O portal procura evitar a duplicação de iniciativas e agrupa a Bolsa de Voluntariado, o Banco de Bens Doados online e o motor de busca Ajuda Social.

Daqui.

06/09/14

Cáritas prepara voluntariado para Setembro


A Cáritas Diocesana de Beja está a receber voluntários para as campanhas que se iniciam em Setembro.  
Durante o mês de Agosto, Teresa Chaves, presidente da Cáritas, diz que o menor número de actividades não exige um número tão significativo de voluntários. Ainda assim, a distribuição dos géneros alimentares do programa de apoio aos mais carenciados contínua a ter o apoio do trabalho voluntário.
Na Cáritas Diocesana de Beja, o perfil do voluntário vai desde o estudante universitário ao reformado.
No total são 35 os voluntários que colaboram com a Cáritas de Beja. O número multiplica-se em épocas de campanhas especiais. O início de Setembro traz a angariação de material escolar numa das superfícies comerciais da cidade. Teresa Chaves afirma que as inscrições têm corrido a bom ritmo, mas que “são sempre precisas mais pessoas”. A mesma responsável apela ao voluntariado e destaca que “quem faz voluntariado recebe mais do que aquilo que dá”.
Daqui.

31/10/07

Cáritas da zona Sul querem investir no voluntariado

Valorizar o potencial que o voluntariado pode imprimir na formação de grupos de acção sócio caritativa Cáritas, junto das comunidades paroquiais é o que pretendem as Caritas da zona Sul que recentemente estiveram reunidas.
Algarve, Évora e Beja desejam assim, encontrar e optimizar esforços, investir na formação para que a acção caritativa da Igreja se desenvolva.

Uma acção que também foi alvo de reflexão neste encontro. “Uma acção centrada no amor que deve conduzir a prática do cristianismo de hoje”, aponta à Agência ECCLESIA, Carlos Oliveira, Presidente da Caritas do Algarve e anfitrião do encontro, que sublinha ser “o serviço que está na base desta instituição”.

Do encontro foi também possível fazer um ponto de situação das valências das Cáritas da zona Sul. Intervenção junto de áreas como a infância, a juventude, grávidas desprotegidas, recuperação de toxicodependentes, fornecimento de refeições e serviço domiciliário, distribuição de roupa e géneros, “para além da formação e emprego que algumas caritas estão a desenvolver através dos cursos de formação profissional para as áreas de infância e geriatria fez perceber que em caso de necessidade, sabemos onde recorrer e como o fazer”, explica Carlos Oliveira.

O resultado das visitas que a Cáritas Portuguesa realizou às organizações caritas da zona sul foi tambe´m partilhado. As vistas “são sempre positivas, pelo contacto que se estabelece, mas também porque dão uma visão extra funcionamento interno e pelas linhas de acção que se traçam”, admite o Presidente da Caritas Algarve.

Linhas de acção a desenvolver com a optimização de parcerias. Na diocese mais a Sul, a instituição Cáritas goza de bom relacionamento com as entidades institucionais. A Caritas Algarve está representada nas comissões locais de acção social. Com a autarquia “mantemos uma boa relação que, dentro da sua autonomia, nos ajuda”.

Mas independentemente de apoios financeiros, Carlos Oliveira sublinha “as parcerias que temos estabelecido para resolver os problemas daqueles que se dirigem a nós ou à autarquia”, dentro das respostas sociais que dispõem e das solicitações por parte da autarquia.

“A postura é sempre de receptividade”, aponta o responsável que indica ser o Estado a ter, em primeiro lugar, “a obrigação de executar, e não pode querer transportar para a sociedade civil os problemas que não são de fácil resolução. Se optarem por dialogar, estaremos sempre disponíveis”, assegura.
Notícia daqui.