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28/01/08

F3M apoia estudos de crianças da aldeia moçambicana de Chimpaca


Apoio aos estudos de crianças na aldeia moçambicana de Chimpaca, recolha de roupas e alimentos e compra de produtos de instituições carenciadas são algumas das actividades de responsabilidade social que a F3M tem vindo a desenvolver.


O apoio a instituições de solidariedade social tem sido constante ao longo dos vários anos de actividade da empresa, que tem um forte relacionamento com os diversos actores da economia social. Para o desenvolvimento destas iniciativas, a empresa conta também com o apoio dos seus colaboradores.


A F3M, sensibilizada para o desenvolvimento humano nos países do 3º Mundo, associou-se há alguns anos à causa “Um Sopro em África”, um projecto levado a cabo pela Sopro, uma organização não governamental sedeada na cidade de Barcelos. Através deste apadrinhamento, a empresa de software está a possibilitar a cinco crianças da aldeia de Chimpaca as condições essenciais para estudar.


O apadrinhamento é um tipo de intervenção social que se afasta das tradicionais formas de solidariedade, ao permitir que se estabeleça uma ligação afectiva entre quem ajuda e quem recebe.


O “padrinho” não só contribui monetariamente para os estudos do “afilhado”, como também recebe um feedback constante da situação do seu educando.


Esse contacto tanto acontece com um desenho de agradecimento ou uma carta como com o relatório do aproveitamento escolar da criança.


Este é um projecto-piloto que, num primeiro momento, visa a alfabetização das crianças da aldeia de Chimpaca, mas que, a médio prazo, prevê um alargamento para outras comunidades.


A acção pretende apoiar as populações africanas a serem auto-suficientes e a criarem condições que contrariem o surto de imigração a que se tem vindo a assistir, nos últimos anos, nos países ocidentais.


Para o projecto, a educação, a formação, os cuidados de saúde e as infra-estruturas básicas são vectores fundamentais para a evolução dos países sub-desenvolvidos.


Do actual plano da política de intervenção social da F3M, consta também a recolha de brinquedos, roupas e material escolar que são posteriormente encaminhados para instituições de solidariedade social com as quais a empresa está relacionada. Estas recolhas realizam-se várias vezes durante o ano.


Fundada em Julho de 1987, a F3M – Information Systems, S.A. é actualmente uma das 100 maiores empresas nacionais na área da Tecnologias de Informação e uma das 1.500 maiores empresas europeias do sector.


A empresa tem ainda vindo a desenvolver o processo de internacionalização, partindo para mercados-alvo como o Chile, América Latina, Angola e Áustria – porta de entrada para o centro e leste da Europa.


Notícia daqui.

12/11/07

Um Mundo de dúvidas com 40 mil ONG

Ninguém sabe ao certo quantas organizações não governamentais (ONG) se dedicam à ajuda ao desenvolvimento em África.
Há estimativas que apontam para 40 mil ONG internacionais, mas o número real, o dinheiro movimentado, os seus efeitos, tudo isto é matéria de especulação. O que se sabe é que, por vezes, ONG envolvidas em ajuda humanitária surgem nas notícias pelos piores motivos, como no caso da Arca de Zoé, grupo que tentou levar 103 crianças do Chade para França, alegando que se tratava de órfãos do Darfur.
Esta história motivou uma reacção do Governo chadiano e não foi a primeira vez que uma ONG excedeu os limites. Há outros exemplos. Em Março de 2006, o Governo da Eritreia expulsou várias agências, incluindo nomes sólidos. Um terço do país passava fome e estas organizações davam comida a mais de 1,3 milhões de pessoas. Dois anos antes, o Gana colocou centenas de organizações na lista negra.
Das três mil activas, apenas 150 cumpriam as regras do país, apresentando relatórios sobre as suas actividades às autoridades locais. Num continente marcado pela violência, são frequentes os episódios de rebeldes a atacarem ONG, com vítimas entre os voluntários.
A realidade das ONG em África é complexa. Os críticos afirmam que 60% do dinheiro enviado acaba nos bolsos de elites corruptas. Há mesmo quem diga que o verdadeiro problema de África é a ajuda humanitária (grandes burocracias, corrupção, o fim da iniciativa, mercados locais enfraquecidos).
O economista William Easterly, no seu livro O Fardo do Homem Branco, estima em 2,3 biliões de dólares (dez vezes o PIB português) o dinheiro investido em ajuda humanitária nos últimos 50 anos, para poucos resultados. Em 2005, a ajuda internacional foi superior a 106 mil milhões de dólares, segundo estimativa da ONU. Outro economista, Jeffrey Sachs, contesta o pessimismo de visões como a de Easterly.
Em 2002, cada habitante da África subsariana recebeu apenas 12 dólares de ajuda, contabilizou Sachs. Por ser uma discussão tão política, o mundo das ONG é difícil de avaliar.
Quantas pessoas morreriam sem a acção dos Médicos Sem Fronteiras, ou da Oxfam, ou do PAM? E quanto valem essas vidas? E por que razão algumas crises recebem mais do que outras? Em 1999, a ONU gastou 207 dólares por cada pessoa afectada no Kosovo e apenas oito dólares por cada vítima no Congo.
O interesse dos media e os interesses nacionais jogam um papel na definição das prioridades, mas sem a acção de milhares de voluntários ao serviço de ONG, grandes e pequenas, a mortalidade infantil africana seria ainda maior e haveria muitos milhões adicionais de pessoas a passarem fome.

09.11.2007 Fonte: Diário de Notícias

02/09/07

"Water Aid"


The Police e RFM promovem leilão para ajuda humanitária


Os The Police, que actuam no Estádio Nacional no próximo dia 25, vão lançar em parceria com a rádio RFM um leilão on-line para recolher fundos para o projecto WaterAid. A WaterAid é uma ONG que através de projectos hídricos que permitem levar água potável às populações carenciadas, de projectos de saneamento e de educação sobre higiene, trabalha para melhorar a qualidade de vida das populações de alguns dos países mais pobres do mundo.


Moçambique e Timor-Leste estão entre os países onde a entidade actua. Com o objectivo de recolher fundos para este projecto, a banda britânica tem promovido leilões nos diversos países incluídos na sua digressão mundial.


Em Portugal, a RFM, do grupo Renascença, além de ser a rádio oficial do concerto, foi seleccionada, em exclusivo, para realizar o leilão. A acção vai decorrer no dia 14 (sexta-feira), entre as 7h e as 19h, e as licitações serão feitas através da caixa correio leilaopolice@rfm.pt.


Em leilão estarão diversos prémios, como bilhetes especiais para o concerto, encontro com os membros da banda ou 'merchandising' assinado.


A digressão mundial da banda, que volta a reunir no mesmo palco Sting, Andy Summers e Stewart Copeland depois de mais de duas décadas separados, tem uma agenda de mais de 60 concertos por grandes recintos e estádios nos Estados Unidos, Canadá e Europa.


A primeira e única vez que os The Police actuaram em Portugal foi em 1980, no Estádio do Restelo.


02.09.2007 Fonte: Sol