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13/08/15

Organização 'SOS Alegria'


LEVANDO ALEGRIA

Doutores Palhaços SOS Alegria é uma organização da sociedade civil sem fins lucrativos que utiliza a linguagem do palhaço em intervenções hospitalares, levando alegria a pacientes hospitalizados e equipes de saúde, com visitas regulares em instituições de saúde da cidade de Ponta Grossa, no estado do Paraná.

Ver mais aqui.

10/07/15

Voluntariado na unidade hospitalar de Portimão

Nestes tempos de mudanças, tão difíceis para todos, assiste-se a uma maior participação das pessoas para que, com a sua disponibilidade e dedicação, possam contribuir para o bem-estar daqueles para quem as dificuldades já são parte da sua vida há muito tempo.
Receber e transmitir amor é fundamental para o equilíbrio de cada voluntário e nada melhor que vivê-lo nas mais diversas formas.

Chegada a uma fase da vida livre das responsabilidades laborais e com maior disponibilidade de tempo, sentimos necessidade de abraçar novas tarefas. 

Tento impor a mim própria uma filosofia de vida onde continuar a ser útil aos outros é também um dos caminhos de realização pessoal.

Sou uma privilegiada por estar ao serviço do voluntariado hospitalar – Associação Elos de Esperança no CHA- Unidade de Portimão -, porque me enriquece humanamente dando-me aos outros. 

Faz-me crescer a necessidade de aparecer na vida dos outros com um sorriso de esperança, sorriso que valorizo bastante. 


Respeito muito, e cada vez mais, a dor alheia. E são tão complexos os caminhos e contornos da dor! 

Como dizia Saint-Exupéry, «aqueles que passam por nós não vão sós, não nos deixam sós. Deixam um pouco de si, levam um pouco de nós».

Comemora-se no dia 5 de dezembro o Dia Internacional do Voluntariado. Os dias internacionais servem para trazer temas para a ordem do dia.

Servem para fazer balanços, para valorizar o trabalho de muitos voluntários que constroem o país e a coesão social sem se fazerem notar. Hoje celebra-se esta dádiva: a da entrega gratuita ao outro.

Por curiosidade, na nossa associação, Elos de Esperança, de janeiro a outubro do corrente ano, na Unidade Hospitalar de Portimão, nos diversos serviços hospitalares, os nossos voluntários, totalizaram 21761 horas de trabalho ativo. Em outubro, os 123 voluntários ativos, totalizaram 2178 horas de serviço. Sem dúvida que somos uma gota no oceano.
Mas, como dizia Madre Teresa de Calcutá, sem essa gota o oceano seria bem diferente.

O voluntário é um cidadão com mestrado. Mestrado em generosidade, em paciência, em desprendimento. 

Como diz Agustina Bessa Luís, «o voluntariado não é uma ocupação é uma travessia na noite onde se inventa o dia seguinte».

De uma coisa estamos certos, «desta vida nada se leva… a não ser a vida que se leva…só se deixa…; então, deixamos o nosso melhor.…O nosso melhor sorriso…, o nosso maior abraço…, a nossa melhor história…, a nossa melhor intenção…, toda a nossa compreensão e, do nosso amor, a maior porção. 

Só queremos ficar na memória de alguém como outro alguém que era do Bem».

7 de Dezembro de 2014 | 10:10

12/10/14

Voluntariado do Hospital de Famalicão sensibiliza para o cancro da mama

A Associação de Voluntariado do Hospital de Famalicão promoveu, no domingo, 5 de outubro, a Caminhada Rosa, numa ação de sensibilização ao cancro da mama. A inscrição de participação teve um custo de três euros, um valor simbólico, que deu direito a uma T-Shirt e água.


Daqui.

08/06/14

Voluntariado na área da saúde em debate em Torres Vedras

Ensaios sobre o voluntariado prossegue no próximo dia 10 de abril com uma sessão dedicada ao voluntariado na área da saúde que terá lugar pelas 18h, na Cooperativa Cowork (situada na Rua Dr. Gomes Leal, n.º 3 A, em Torres Vedras).
Serão preletores nesta sessão Mário Reis (da Liga dos Amigos do Hospital de Torres Vedras), Alexandra Correia (da ACREDITAR – Associação de Pais e Amigos das Crianças com Cancro) e Ilda Costa (da AMI – Assistência Médica Internacional).
Recorde-se que o projeto Faça Parte visa abordar diferentes domínios de voluntariado no concelho de Torres Vedras, apresentando diversos programas e possibilidades existentes à data, a nível local, nacional e internacional, recorrendo-se a testemunhos na primeira pessoa.
Daqui.

04/04/08

Precisamos de uma lufada de ar fresco que só os jovens podem dar

Um mês após a tomada de posse enquanto directora da Liga dos Amigos do Centro Hospitalar de Gaia, Idalina Vilela revelou ao Audiência a importância do voluntariado jovem. Sem, contudo, desprezar o contributo dos voluntários mais velhos com que conta a Liga, a actual directora aguarda a lufada de ar fresco que venha trazer à instituição uma nova onda de frescura e alegria. Com 19 anos de existência, a instituição liderada por Idalina Vilela presta diariamente apoio aos doentes do Centro Hospitalar de Gaia e cresce, a cada dia que passa, para fora das paredes do hospital, no apoio aos familiares dos internados. Dar tudo aos doentes sem nada receber é o lema que conduz a Liga que anseia continuar a lutar em prol da comunidade hospitalar.

Que tipo de serviços e actividades presta a Liga dos Amigos do Centro Hospitalar de Gaia? A Liga é uma Instituição Privada de Solidariedade Social (IPSS) que tem 19 anos e que desenvolve a sua actividade na assistência e no acompanhamento aos doentes e aos familiares dos doentes durante o seu percurso no hospital. Durante estes quase 20 anos tem havido uma actividade muito diversificada, que passa pelos serviços específicos de voluntariado bem conhecidos e pelos apoios com pequenos-almoços e lanches nos momentos das consultas. Os voluntários fazem a ponte entre os profissionais e as pessoas que esperam. Porque as vezes a demora é longa para quem espera. Essa é a actividade principal da Liga em termos de consulta. No internamento propriamente dito, ajudamos no acompanhamento das refeições, nos doentes que estão isolados, cujos familiares são de longe. Aí, eles fazem a ponte entre os técnicos de serviço social na comunidade propriamente dita. Outra das áreas que neste momento estamos a desenvolver em parceria com o hospital e que é uma solicitação do serviço social, é o acompanhamento no período-pós-alta. Contudo, como não temos hipótese de acompanhar as pessoas no domicílio, porque não temos nem o número de voluntários, nem as características suficientes, o que nós fazemos é pagar. As verbas da liga que são provenientes das taxas dos sócios (apenas um euro por sócio), dos peditórios a nível nacional e de algumas verbas que nos são dadas, servem-nos, por exemplo, para pagarmos a um acompanhante que fique em casa do doente.
A que tipo de pessoas é que a instituição presta assistência no domicílio? As situações mais frequentes são de pessoas que, tendo alta do hospital, têm pessoas idosas ou com incapacidade em casa, ou quando é o cuidador de alguém que fica doente. A equipa de gestão de altas (EGA) decide que a pessoa não necessita de estar hospitalizada, contudo não tem retaguarda. Então nós pedimos que seleccionem um acompanhante e nós pagamos a despesa. Outra das áreas a que prestamos assistência é no acompanhamento em termos de ajudas técnicas. Há pessoas que precisam, por exemplo, de cadeiras de rodas, próteses, apoio na parte alimentar (muito comum na área oncológica) e nós, até à verba disponível, pagamos essas despesas. Mas há sempre um estudo feito pelo serviço social antes de nós o prestarmos. Outra das nossas actividades é dotar os serviços com coisas que melhoram a qualidade da estadia das pessoas. Por exemplo, o ano passado investimos na área da cinesioterapia.

Um apoio para além das paredes do hospital

Embora os contributos não sejam tantos quanto os desejados, a Liga dos Amigos do Centro Hospitalar de Gaia não deixa de sonhar além-fronteiras. Porque, se o momento do internamento é doloroso e requer um cuidado especial do ponto de vista dos voluntários, o pósinternamento não deixa de se revelar igualmente importante. Acima de tudo quando, atrelados aos doentes, existem cuidadores ou subordinados que ficam sem apoio no momento do internamento.

Neste momento, a Liga dos Amigos está a apostar em novos projectos? Na última direcção, em que o director foi o Dr. Olímpio Ferreira, nós começamos a avançar para outro tipo de projectos. Nós achamos que o papel da Liga não se deve limitar aos doentes que estão internados, mas tem que se prolongar para a comunidade em geral, porque é ela quem apoia e suporta o funcionamento da Liga. Foi nessa altura que começamos a abrir a nossa actividade aos subsídios para os cuidadores. Nós temos dois grandes projectos: o “Regresso a Casa” e o “Família Segura”. No “Regresso a Casa” gostaríamos de conseguir um acompanhamento diferente num futuro mais próximo. Neste momento, não temos essa hipótese e o acompanhamento poderia passar por coisas tão simples como fazer um telefonema a um idoso com dificuldades de memória e perguntar-lhe se já tomou o comprimido que era suposto tomar àquela hora. Já fazemos actualmente um acompanhamento pontual para acabar com a solidão, principalmente dos idosos. Esse apoio consiste em fazer um voluntário visitar um idoso. Isso acontece apenas pontualmente porque não conseguimos alargar por não haver capacidade de resposta. Estamos a prever que as solicitações sejam mais do que muitas porque há muita gente nessa situação. Quando não o conseguimos fazer, remetemos esses casos para a Rede Social de Apoio, com a qual mantemos um bom relacionamento desde a anterior direcção da qual eu fui secretária. O projecto “Regresso a Casa” é um projecto muito aliciante para nós. Tínhamos feito na administração anterior uma candidatura para termos uma carrinha equipada para que pudéssemos prestar esse apoio. Entretanto, esse projecto não foi financiado e nós não temos capacidade para o suportar. O projecto “Família Segura” prende-se um pouco com a urgência e pretende ser a ligação entre a comunidade e a pessoa internada. Nós fomo-nos apercebendo que alguns doentes querem ir para casa porque deixaram sem apoio um idoso ou uma criança em casa. Então o projecto tem como objectivo responder a essas situações. Nós podemos fazer essa ligação, referenciando a pessoa e a acompanhando a situação. Numa fase inicial, de diagnóstico e depois acompanhando enquanto necessário.

De que forma são geridas as despesas e o apoio prestado pela instituição? Nós temos uma escrita formal, que é obrigatória. O dinheiro que é recebido dos peditórios é publicitado, até porque para se fazerem os peditórios é necessário que se peçam autorizações. É tudo muito claro. Há um pedido que é accionado e nós perguntamos qual é a situação. Recebemos então um pedido formal que esclarece as necessidades que solicitam. Nós temos um protocolo com a administração do Hospital e todos os anos fazemos um relatório completo das doações e contribuições.

Disse-me há pouco que a ajuda prestada pela Liga vai até à vossa disponibilidade financeira. A que tipo de instituições e apoios recorremparasuportarosvossos esforços? Aquilo que nos suporta a actividade são principalmente os peditórios que fazemos anualmente. Nós não temos grandes despesas a não serem as já referidas porque fazemos uma gestão muito equilibrada das coisas. Para mim, nós temos uma fragilidade por não termos pessoas efectivas na Liga. Somos praticamente só voluntários. Essa é uma fragilidade que, por um lado, me permite utilizar todo o dinheiro disponível para esta actividade, mas que por outro lado me limita o crescimento. Para o desenvolvimento pessoal dos voluntários começamos na direcção anterior uma formação específica. Essa formação foi muito desenvolvida por mim e por outros formadores com domínio na área hospitalar. Outra parte da formação foi desenvolvida num projecto financiado pelo Fundo Social Europeu. O objectivo dessa formação era fazer com que os serviços entendessem o que era o voluntariado, porque isso às vezes não é muito claro. Por outro lado, era suposto que os próprios profissionais dissessem aos voluntários o que é que queriam que eles fizessem naquele serviço específico. Aí participaram os directores de serviço e os enfermeiroschefes, pedindo um determinado perfil de voluntário, nomeadamente no apoio nas refeições, à família, nas situações de solidão, reduzir o stress e também facilitar um pouco a comunicação. Porque os profissionais estão sempre a correr e estão muito limitados pelas rotinas e pelo trabalho que têm que desenvolver. O voluntário pode estar lá, de uma forma mais contributiva e irromper um pouco com essa solidão.

“Precisamos de pessoas para dar um ar fresco, uma lufada de alegria”

Embora a Liga dos Amigos sobreviva com o valioso contributo de voluntários cuja média de idades ronda os 65 anos, Idalina Vilela não esconde a vontade de atrair os jovens. Porque, como afirma, só eles poderão trazer à instituição a frescura que a imaturidade e, por vezes, a pouca consciência dão. Características que, para a directora, poderão revelar-se preciosas no apoio aos doentes e no combate à solidão, mas que devem ser moldadas nesse sentido, evitando o risco de se reverterem negativamente em favor do desentusiasmo pela actividade.

O facto de a Liga ser maioritariamente formada por um corpo voluntário é, para si, uma maisvalia? O trabalho do voluntário no contacto directo com as pessoas tem que ser sempre um trabalho voluntário. A solidariedade e as relações que se criam entre as pessoas são muito importantes. Para mim, a grande fragilidade da Liga é a idade dos nossos voluntários. Nos já demos alguns passos numa grande campanha para estimular o voluntariado jovem, um voluntariado sazonal que poderá e deverá coincidir com os períodos de férias e com datas específicas como por exemplo o Dia Mundial da Criança, o Dia Internacional do Doente, o Dia da Mãe ou do Pai. Que venham pessoas da comunidade para dar um ar fresco, uma lufada de alegria que é muito importante quando se está doente.

A Liga dos Amigos do Hospital de Gaia está a precisar dessa “lufada de ar fresco”? Muito. Nós temos alguns jovens que entraram na última direcção e que são uma mais-valia porque têm essa alegria específica e dão um apoio grande na área da pediatria. Nós temos um grande cuidado no acompanhamento desses jovens, por um lado porque não queremos que eles corram riscos (e nós sabemos que alguns são muito voluntariosos e têm que ser acompanhados), por outro lado achamos que eles devem começar por áreas muito específicas, demonstrar que têm competências, que é um projecto para eles abraçarem. Nós não podemos dar-nos ao luxo de começarmos num projecto e depois deixá-lo cair. Precisamos que essas pessoas tenham o perfil necessário para agarrar os projectos. Apesar de muitos dos jovens que nos procuram quererem trabalhar no internamento, com idosos ou pessoas gravemente doentes, num primeiro momento nós não deixamos. Num primeiro momento, eles vão para as consultas de pediatria e acompanham as grávidas. Depois de um processo de integração gradual é que eles se vão confrontar com a doença, a morte... Se mostrarem que têm perfil, vão avançar para projectos gradualmente mais diferenciados. Uma das nossas propostas no próximo ano é ir ter com as escolas e Universidades e pedir que as pessoas venham dar generosamente aquilo que podem. Acreditamos que essa é uma forma de criar uma sociedade mais solidária porque os recursos são escassos e quando temos as pessoas e a vontade de mudar, as coisas conseguem-se. Realmente nós não precisamos de muito. Só precisamos de pessoas que queiram abraçar o projecto.
Os jovens ainda são poucos neste tipo de actividades de solidariedade voluntária? Eles não têm muita culpa disso. Durante um período muito concreto da Liga, nós não a abrimos aos jovens porque havia alguma resistência à presença deles. Eles são muito mais inconformistas e rompem com os esquemas. Nós tínhamos uma estrutura muito formal. Depois, na direcção anterior, avançamos com esta proposta e eles aderiram muito bem. Temos poucos, mas muito bons jovens que vieram dar resposta a uma solicitação da Directora do Serviço de Pediatria. Porque eles são crianças. Brincam mais. E não é preciso muito tempo. Se eles nos derem uma manhã ou uma tarde, mas cumprirem… Porque depois as crianças ficam à espera deles. Se eles não aparecerem, é uma promessa que não é cumprida. Nós não queremos muitos. Nós queremos certos! E avançar para este voluntariado jovem é uma mais-valia. O grande problema que nós temos na questão do voluntariado, como na maior parte das questões do país, é que são sempre os mesmos a responder. Realmente nunca poderemos dar um apoio domiciliário se não formos mais, se não formos mais preparados e se não começarmos muito cedo. Sendo voluntário, na minha opinião, tem que se ser o mais profissional possível, ou seja, têm que fazer aquilo a que se comprometem.
E esse sentido de profissionalismo voluntário que é preciso, já nasce com a pessoa ou é possível moldálo? Eu acho que nós somos naturalmente muito generosos. Nós somos é muito indisciplinados. Nós começamos muito bem. Na “explosão” somos magníficos. Mas depois vamos deixando cair o entusiasmo. E aquilo que é preciso fazer é regar aquela planta para ela não morrer. E os jovens podem fazer isso. Claro que eu prezo muito os nossos voluntários mais velhos, porque eles são a nossa estabilidade.

Os voluntários com mais idade são, na generalidade, pessoas que têm algo por preencher na vida que as leva a procurar o voluntariado? Algumas. Outras pessoas sentem necessidade de que a sua vida faça sentido de uma forma diferente. A maior parte das pessoas que entrevistamos para voluntários, a certa altura aposentam- se e começam a achar que têm muito tempo. E, como durante muitos anos, pensaram que poderiam ajudar os outros e foram habituados a isso, acabam por partir para o voluntariado como uma forma de se ajudarem a si mesmo e aos outros. Quando as pessoas não têm nenhum problema psicológico por trás, está tudo bem. Mas quando as pessoas procuram o voluntariado para dar resposta a outras situações específicas, as coisas não funcionam. E há pessoas que, se não fizerem aquele serviço específico, não têm mais nada a que se agarrar. E isso não será uma boa aposta para o voluntariado. Eu não posso ir para o voluntariado por egoísmo, para me realizar pessoalmente. Quando me dizem que os voluntários são todos muito generosos, eu digo: “são sim”. Mas não é só o altruísmo, mas uma necessidade de nos podermos sentir úteis. E isto é algo que nós negociamos com os voluntários. É preciso que as pessoas desçam à terra e tenham a noção de que não podemos fazer só as coisas que nos dão prazer.

De certo modo, o contacto com os doentes é um trabalho muito humano… É essencialmente isso. As pessoas têm que ter características muito específicas na área da relação. Nós trabalhamos muito com eles o silêncio, o estar lá sem dizer nada, a forma como eu abordo as pessoas, o pedir licença para entrar na sua privacidade, o respeito pela sua espiritualidade. A formação que fizemos no ano passado trabalhou muito essas competências: o luto, o crescimento pessoal, o que é o ser voluntário.

Não existe, portanto, ninguém efectivo na Liga? Não temos ninguém efectivo. Apenas uma senhora que faz as limpezas, mas que é um recibo verde.

Na sua opinião, por onde é que deverá passar o incentivo ao voluntariado jovem? Nós pensamos começar alguns contactos com as escolas e as universidades, mas também achamos que isto se passa um pouco de pessoa a pessoa. Durante muitos anos eles não entraram na Liga porque não eram bem recebidos. Agora eles sabem que são bem recebidos e vão passando uns aos outros. E quando eles passam a palavra, já sabem para o que vêm, têm um perfil específico. De qualquer forma, nós mantivemos algum contacto com as associações de pais. Normalmente os pais têm aceite que os seus filhos vão para o hospital e tenham contacto com as pessoas doentes. Nós temos sempre um grande cuidado em protegê-los e em nos protegermos a nós. Quando os jovens vêm, nós pedimos sempre que os pais assinem um termo de autorização, por uma questão de princípio. Aquilo que gostaríamos de dizer aos pais e aos jovens é que nós não lhes tiraremos o tempo que eles necessitam para estudar. Mas poderemos fazer com eles uma gestão do seu tempo livre, para que possam fazer uma actividade que, com certeza, vai ser muito gratificante para eles. Eles vão conseguir crescer e desenvolver-se muito mais do ponto de vista humano e racional e vão ter sentido de utilidade que nos faz falta quando estamos em crise. E os jovens têm muito essas oscilações e isso poderá ser uma forma de lhes dizer que eles são necessários e úteis. Claro que nós também precisamos de voluntários de outras idades, para que se mantenha a maturidade, mas gostaríamos muito de avançar para a área dos jovens que é muito importante.
Tem esperança de que, a curto prazo, a Liga receba essa lufada de ar fresco de que está a precisar? Tenho essa esperança, até porque os jovens que nós temos são belíssimos e têm desenvolvido um trabalho que faz com que outros jovens venham. Nós temos jovens que se vestem de palhaços para trabalharem com a comunidade. Eles assumem papéis específicos que os mais velhos não assumem. Essa é uma área que nós gostaríamos muito de desenvolver. Eu também acho que os jovens podem fazer outro tipo de actividades, mesmo com idosos, como por exemplo, ler um jornal desportivo para quem já não pode ler, estimular num idoso as memórias, contar uma história, desenvolver actividades de música… É muito difícil romper a solidão. E só quem tem uma perspectiva diferente da vida e quem quer ver as coisas do ponto de vista do outro é que consegue romper essa solidão. E os jovens têm essa vantagem de ser uma lufada de ar fresco e de verem as coisas de outra forma, por não terem tido uma vida tão dura.
Falou-me várias vezes nos idosos e nas crianças. São essas as faixas etárias mais frágeis dos hospitais? Sim. As crianças estão acompanhadas pelos pais, habitualmente. O que é certo é que nós temos muitas famílias desestruturadas. E a hospitalização só contribui para agravar ainda mais essa situação. Os hospitais não estão preparados para desenvolver estas actividades de acompanhamento. Os profissionais preocupam-se mais com o doente. E o voluntário poderá desenvolver um tipo de actividade que seja capaz de fazer a ponte e dar “normalidade” à situação hospitalar. Nos idosos, a situação é um pouco mais complexa. Cada vez temos mais idosos. E temos mais idosos que, muitas vezes, são internados porque não têm acompanhamento familiar. Eu não acho que as famílias tenham culpa! O que eu acho é que é muito difícil qualquer família que tenha o rendimento mínimo deixar de trabalhar para ficar a cuidar do seu idoso. Portanto, quando não têm condições para o cuidar, depositam-no no hospital. E não é por ser egoísta, mas porque não se tem outras respostas. O voluntário pode identificar essas situações e trabalhá-las um pouco. O voluntário, não sendo profissional, pode estar mais atento e pode inclusivamente, dentro da Liga, tentar encontrar uma situação pontual, dentro dos nossos condicionalismos. Mas, até ao momento não houve nenhuma situação a que nós não conseguíssemos responder. Nós precisamos crescer. Nomeadamente temos muitas ofertas de roupas e móveis, mas não temos onde os guardar. Quando nos dão as coisas, nós damos a outras instituições porque não conseguimos guardá-las, não temos um espaço. Foi-nos prometido pelo hospital que teríamos um parque de camas e de cadeiras e estamos interessados nisso. Mas até ao momento ainda não existe.
Notícia daqui.

18/11/07

Liga dos Amigos do Hospital: 10 anos de voluntariado

Há 10 anos a trabalhar em prol dos utentes e familiares do Hospital Rainha Santa Isabel em Torres Novas, a Liga dos Amigos do Hospital faz um balanço da actividade. Os objectivos continuam os mesmos, mas faltam voluntários e amigos para ajudar a concretizá-los.

A Liga dos Amigos do Hospital de Torres Novas está a comemorar 10 anos. Com escritura de Novembro de 1996, a actividade efectiva começou no ano de 97. Dez anos depois, os objectivos continuam os mesmos e actualizados: “Promover a melhoria do acolhimento global dos utentes do hospital, colaborar com os órgãos de gestão do hospital na dignificação do utente e defesa dos seus direitos e contribuir para a dignificação da actividade dos trabalhadores do hospital, através de iniciativas culturais, profissionais, sociais e desportivas”. Os estatutos mantém-se e, de acordo com a direcção, não precisam de ser alterados. E é com base nestes que surge toda a actividade da Liga, como explicou Manuel Ligeiro, presidente da direcção: “Partindo destes objectivos, as principais actividades da liga são o voluntariado, que é a parte nobre da liga e também a ajuda em medicamentos para pessoas que não têm capacidade de os obter. A liga, através de propostas do serviço social do hospital, suporta a parte que devia ser do utente. Além disso, apoiamos pessoas que saem do hospital, mas que precisam de uma alimentação especial. Comparticipamos metade da alimentação às pessoas que não a podem comprar, havendo excepções em que pagamos 100 por cento. Para as pessoas que podem pagar, fazemos a ponte para a adquirirem. Tudo com base nos pareceres dos serviços do hospital”.Voluntariado: a área nobre O voluntariado é, como diz Manuel Ligeiro, o trabalho “nobre” da associação e este acontece diariamente entre paredes do hospital, como explicou José Gasalho, coordenador de voluntariado hospitalar na Liga e vice-presidente da direcção: “Temos apoio permanente aos utentes nas consultas externas, fisioterapia, hospital dia e nas urgências. Fazemos uma ronda de contacto com as pessoas, abordando-as com um complemento alimentar. Atrás do café vem sempre uma palavrinha de conforto ou de auxílio”. Um trabalho prático que auxilia as pessoas também no entendimento dos serviços do hospital. Mas o trabalho de voluntário não fica apenas por aqui: “Elaboram periodicamente cartazes temáticos, conforme os dias comemorativos. Oferecem uma lembrança aos doentes internados que fazem anos, entre outras coisas”, continuou o coordenador.No entanto, para chegar a todo o lado onde gostaria, a Liga precisaria de mais voluntários: “Neste momento temos 30 voluntários na teoria e 19 na prática. Tem havido dificuldade de recrutamento face aos horários que praticamos. A disponibilidade das pessoas é fora do nosso horário e além disso estamos numa instituição e temos que nos sujeitar a todas as regras”. Ser voluntário hospitalar, garante José Manuel Gasalho é algo muito complexo e daí a dificuldade em angariar pessoas: “O voluntário hospitalar tem que ter um grande espírito de missão, disponibilidade e de estar disposto a servir. Tem que ter competência, disciplina e é preciso assumir um compromisso. Juntar todos estes factores não é fácil”.É portanto uma verdade que a Liga precisa de mais voluntários. Uma necessidade que aumenta, em simultâneo com os objectivos da liga: “Temos intenção de, sempre de acordo com os serviços, expandir os horários na urgência. Queremos cobrir o serviço das 8 às 24 horas, diariamente. Para isso queremos criar um grupo exclusivo para a urgência, que saiba estar e actuar naquele contexto. Hoje estamos só até às 17 horas”.Este trabalho dos voluntários, parecendo que não, significa um apoio a uma média de 22 mil pessoas ano. Em Setembro passado, um mês ainda calmo devido às férias, foram apoiadas 240 pessoas. No caso da aquisição da alimentação, em Outubro, foram ajudadas 11 pessoas.As exposições no átrio do hospital são uma das actividades mais visíveis da instituição, mas essas são organizadas por Isabel Moreira, uma voluntária que assume toda a logística.Amigos procuram-seMas nem só de voluntários para trabalhar precisa a Liga. Amigos também são bem-vindos: “Em vez de chamar associados, chamamos amigos e o papel do amigo é o papel que entender que serve melhor. Pode pagar só a quota, estabelecida em um euro por mês, ou pode colaborar com o trabalho que entender disponibilizar”, explicou Manuel Ligeiro. A Liga dos Amigos tem neste momento pouco mais de 300 sócios, um número que, para cumprir todos os projectos e sonhos da direcção, deveria ser muito maior.Liga apoia e é apoiadaA associação vive de alguns apoios, como o empréstimo da sede por parte da Câmara Municipal de Torres Novas no edifício do antigo hospital. Com o concretizar do projecto para a instalação dos Paços do Concelho no Convento do Carmo, a Liga deverá ficar sem sede, mas isso não preocupa para já o presidente da direcção. Mas a maior fonte de receita da associação é o Bar da Liga, situado no hospital: “O Bar da Liga é a melhor fonte de receita. Depois temos alguns donativos: há firmas que colaboram connosco e nos dão alguns materiais e fazem-nos a contabilidade de forma gratuita. Ajudas sem as quais a liga não subsistia, mas a receita do bar é a mais significativa”.Hospital equipadoOutra das vertentes da Liga é a aquisição de equipamento para o Hospital de Torres Novas. Um ar condicionado, um écran para as urgências e um elevador para transportar doentes foram alguns dos equipamentos que a liga já ofereceu ao hospital: “Quando os serviços pedem equipamentos, caso a direcção entenda que sim, a liga financia. Isto acontecia com a direcção anterior. Com esta ainda não está estabelecido. Neste momento, estamos a tentar limpar os “micróbios” da porta do hospital e queremos pôr guardas no precipício junto da entrada da Consulta Externa, para melhorar a segurança”, contou Manuel Ligeiro.Projectos não faltamMas não ficam por aí os projectos da Liga para um futuro próximo. Na área do voluntariado, Amélia Serigado fala da criação de um espaço para os filhos dos visitantes do hospital e de outro espaço de apoio a mulheres mastectomizadas. Manuel Ligeiro falou ainda da ampliação do bar, um projecto que terá que ser aprovado pela administração do hospital. Ideias há muitas mais, mas faltam condições para as tornar realidade: “A vida administrativa da liga corre com normalidade, dentro do nosso ritmo. Sentimos que era preciso aumentar o ritmo e para isso precisamos de mais amigos e voluntários para alargar os serviços em prol da sociedade”. A Liga tem tido sempre boas relações com a administração do Centro Hospitalar. Em breve irá apresentar-se à actual direcção, que tomou posse há pouco tempo, com quem espera manter o mesmo nível de relacionamento.Em ano de festa, a Liga realizou já algumas iniciativas comemorativas: “Acabámos de acordar um protocolo com o Montepio de Nossa Senhora da Nazaré, no sentido de proporcionar aos nossos sócios uma consulta de clínica geral. Fizemos também um protocolo com a firma “Os Donos do Amanhã”, em que esta se propõe colaborar com a liga no sentido de comercializar um produto, cujos 25 por cento da receita, reverterão para a liga”, concluiu Manuel Ligeiro.
Notícia daqui.

31/10/07

Para ouvir não é preciso falar

Grupo conta com mais 13 voluntários para servir os doentes. Apoio nas refeições é a faceta mais visível de um trabalho de amor.
“Podemos não dar muito, mas o toque na mão de um doente fragilizado vale mais do que um ramo de rosas”. As palavras são de Ana Rosa Silvestre, de 69 anos, que em tempos foi professora e que há 27 anos fundou o Grupo de Voluntariado do Hospital de Matosinhos (hoje denominado Pedro Hispano).
O espírito de voluntária acompanhou-se desde sempre. “Uma tendência que já vinha dos meus avós”, conta. Os voluntários existem para servir. Quem, por qualquer motivo, visita o Hospital Pedro Hispano repara nas senhoras vestidas com uma bata cor-de-rosa que dão o que são e o que têm sem esperar nada em troca: contar uma graça para arrancar um sorriso, transmitir uma palavra amiga, dar um sinal de esperança, proporcionar algum conforto, ajudar na alimentação ou simplesmente ouvir sem ser preciso falar para completar um diálogo. Na passada quinta-feira, o Grupo de Voluntariado assinalou os 27 anos de vida com uma sessão solene no auditório do Hospital Pedro Hispano.
13 novos voluntários
A juntar aos cerca de 90 voluntários (ainda que nem todos estejam no activo simultaneamente), estão mais 13 que receberam os respectivos cartões de identificação: Ana Filipa Martins, Tânia Elisabete Braga, Marta Pinto Monteiro, Maria José Oliveira, Elvira Lemos Melo, Laurentina Vieira, António José Martins, Sandra Maria Dias, Joana Filipa Cândido, Maria do Céu Araújo, Jorge Manuel Silva, Bárbara Tavares e Olga Maria Pinto.Joana Filipa Cândido, de 25 anos, é técnica de laboratório e vive em Matosinhos. Recebeu agora o cartão de identificação de voluntária: “sempre gostei muito de ajudar os outros. Já sou catequista numa paróquia e foi sempre um sonho ser voluntária”. Uma das tarefas que desempenha é o apoio nas refeições (almoços e jantares), uma experiência que considera bastante gratificante: “sinto uma enorme gratidão e carinho por parte dos doentes. É uma satisfação muito grande quando eles comem”.
Quem quiser ser voluntário no Hospital Pedro Hispano terá que se sujeitar primeiro a uma entrevista (às quintas-feiras nos meses de Janeiro e Fevereiro). Caso seja seleccionado, terá que fazer um estágio a partir de Março. Até Agosto será acompanhado por um formador e em Setembro terá a experiência de “trabalhar” sozinho. Em Outubro saberá se fica ou não no Grupo de Voluntariado.A idade mínima é 16 anos. Neste momento, o elemento mais velho tem 85 anos.
No 27º aniversário do Grupo de Voluntariado do Hospital Pedro Hispano foram igualmente homenageadas seis das mais antigas voluntárias: Joaquina Pinto, Ana Maia, Alzira Correia, Deolinda Moreira, Emília Marques e Isabel Beleza.
Maria Clara Lago, responsável pelo Serviço Social e coordenadora do Voluntariado do Pedro Hispano, deu as boas-vindas aos novos voluntários e elogiou a ajuda preciosa no dia-a-dia, principalmente na hora das refeições: “os doentes agradecem. O hospital agradece. É muito importante a vossa ajuda e a vossa acção”.
Quem também marcou presença na cerimónia foi o presidente da Liga dos Amigos do Hospital Pedro Hispano. Ferreira Pinto salientou que “hoje em dia, em que nada é oferecido, há determinadas coisas que o dinheiro não paga” e deu como exemplo a disponibilidade dos voluntários, essencial para a “humanização dos serviços de saúde desta casa”.
De resto, Ferreira Pinto anunciou que em finais de Novembro será lançado o primeiro número de uma revista sobre o trabalho da Liga dos Amigos do Hospital Pedro Hispano e do grupo de voluntariado.Para dia 17 de Novembro está previsto um espectáculo no Centro Paroquial de Matosinhos com dois objectivos: angariar fundos e dar uma maior visibilidade ao trabalho desenvolvido pela Liga. Uma iniciativa que deverá repetir-se futuramente em todas as freguesias do concelho de Matosinhos.
No final da entrega dos cartões de identificação aos novos voluntários e da homenagem a seis voluntárias, realizou-se uma missa comemorativa na capela do hospital.
Notícia daqui.

11/10/07

Sub-Região quer voluntariado nos Centros de Saúde

A Sub-Região de Saúde de Bragança quer implementar o voluntariado em todos os Centros de Saúde existentes no distrito de Bragança.
O objectivo tem como finalidade abrir estes organismos à participação da comunidade, contribuindo assim para uma maior humanização destes serviços. As tarefas a desempenhar pelos voluntários passariam pelo acompanhamento e orientação dos utentes nas instalações dos Centros de Saúde, companhia, realização de leituras, informações sobre serviços e regulamentos, contactos com outras entidades ou pessoas que possam prestar apoio aos utentes. Todos os voluntários seriam supervisionados e teriam o apoio do serviço social dos Centros de Saúde. Esta iniciativa é mais um passo para a ajuda a pessoas que vivenciam problemas de solidão e isolamento.
O projecto vai ser divulgado no próximo dia 17 de Outubro, em Alfândega da Fé, durante um seminário intitulado “Voluntariado na Saúde Presente e que Futuro?”, um evento promovido pela sub-região de Saúde de Bragança e pelo Centro de Saúde de Alfândega da Fé.
Notícia daqui.

05/09/07

Inscrições abertas para voluntariado no CHCB

Apoio aos doentes

O grupo de voluntariado do Centro Hospitalar Cova da Beira pretende aumentar a sua intervenção, tendo aberto inscrições “para todos os que pretendam desenvolver este espírito de solidariedade”, refere em comunicado. Para efectuar a inscrição, os interessados devem dirigir-se ao Gabinete do Utente no Hospital Pêro da Covilhã.
No decurso do ano de actividades de 2006/2007, os cerca de 60 voluntários do CHCB “contribuíram para amenizar os períodos de internamento dos doentes através de apoio anímico”. “Com simples gestos pode-se proporcionar grandes momentos a quem se encontra hospitalizado e fragilizado pela doença”, defendem.
A colaboração com os profissionais de saúde durante as refeições, a criação de momentos de leitura e a distribuição de alimentos na consulta externa foram outras das tarefas levadas a cabo pelos voluntários.
Notícia daqui.

22/08/07

Inscrições abertas para voluntários no Hospital da Covilhã

Cerca de 60 pessoas participaram no último ano de actividades.

O gabinete do utente do Hospital Pêro da Covilhã, na Covilhã, tem abertas inscrições para todos os que pretendam prestar serviço de voluntariado naquela unidade hospitalar.Como adianta o Diário As Beiras, no ano de actividades 2006/2007, os cerca de 60 voluntários participantes em iniciativas de solidariedade contribuíram para amenizar o sofrimento dos doentes internados.Os voluntários dão apoio anímico aos doentes, colaboram com os profissionais durante as refeições, promovem momentos de leitura e distribuição de alimentos na consulta externa.
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20/08/07

Inscrições abertas para voluntariado no CHCB

Apoio aos doentes

O grupo de voluntariado do Centro Hospitalar Cova da Beira pretende aumentar a sua intervenção, tendo aberto inscrições “para todos os que pretendam desenvolver este espírito de solidariedade”, refere em comunicado. Para efectuar a inscrição, os interessados devem dirigir-se ao Gabinete do Utente no Hospital Pêro da Covilhã. No decurso do ano de actividades de 2006/2007, os cerca de 60 voluntários do CHCB “contribuíram para amenizar os períodos de internamento dos doentes através de apoio anímico”. “Com simples gestos pode-se proporcionar grandes momentos a quem se encontra hospitalizado e fragilizado pela doença”, defendem.A colaboração com os profissionais de saúde durante as refeições, a criação de momentos de leitura e a distribuição de alimentos na consulta externa foram outras das tarefas levadas a cabo pelos voluntários.
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Voluntariado no S. Marcos apoia vítimas de aborto espontâneo


A Associação Artémis está a fazer voluntariado no Hospital de S. Marcos, para ajudar as mulheres vítimas de aborto espontâneo.
Duas voluntárias passam diariamente, no horário matinal, pelo Serviço de Obstetrícia, para dar apoio emocional e informativo às mulheres que estão em perda embrionária (até aos três meses de gravidez) ou fetal (dos três aos nove meses). Uma média de dez perdas por semana confirma que o aborto espontâneo é um problema que exige mais atenção e sensibilidade. Porque «no coração de uma mãe não há substituições: cada filho ocupa o seu lugar», como lembra uma mulher que perdeu o bebé às 37 semanas de gestação.

28/05/07

Voluntariado Hospitalar e Valores do Voluntariado

(Voluntariado San Juan de Dios)

22/05/07

Federação Nacional de Voluntariado em Saúde

Ontem 21 de Maio de 2007, foi constituída por Escritura Pública no Porto, a Federação Nacional de Voluntariado em Saúde – FNVS, com a presença de oito Organizações de Voluntariado da Saúde na qualidade de Fundadoras e a Outorga da Escritura pela Organização Promotora, a Associação do Voluntariado do Hospital de São João – Porto e pela Associação Voluntariado e Acção Social do Entroncamento.

A nova Federação é uma Associação sem Fins Lucrativos, representativa de Ligas, Associações de Voluntários e Amigos de Hospitais, Centros de Saúde e outras Unidades de Saúde bem como Associações Hospitalares, tem âmbito nacional e durará por tempo determinado.
Tem como objectivos, a preservação da identidade das Organizações e do respectivo Voluntariado, representar as Organizações aderentes e assumir a defesa dos seus interesses, nomeadamente perante a Administração Pública, Central Regional e Local, e as Instituições de Saúde Pública, Sociais e Privadas onde as Organizações operam; e desenvolver e alargar a base de apoio social, quer quanto à mobilização para o Voluntariado em Saúde, quer quanto à melhoria dos serviços sociais aos utentes, envolvendo a comunidade.Esta Estrutura federativa tem sede social no concelho do Porto e os Órgãos Sociais incluem os Delegados Regionais que são representantes da Direcção nas Diferentes regiões do Território Nacional, tendo por função descentralizar a actuação no domínio da Saúde e exercer as competências delegadas pela Direcção.

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30/04/07

«Semana do Hospital» de Santo António entre 3 e 9 de Maio

Novos voluntários entrarão para a Liga dos Amigos do Hospital de Santo António, fazendo o seu compromisso de honra.

Com palestra alusiva à admissão, proferida pelo novo bispo do Porto, D. Manuel Clemente.

Pelas 17h30, os voluntários serão todos convidados a um convívio no Museu Nacional Soares dos Reis.

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